Com o frio e o vento a dificultarem a vida dos saltadores para a água, o arranque do Red Bull Cliff Diving World Series de 2013 não podia ter sido mais duro. Em La Rochelle, na costa atlântica francesa, a pressão encontra-se no nível máximo!
São 128 degraus de esforço até ao topo da Torre de São Nicolau, em La Rochelle, França, onde está montada a plataforma que concentra toda a ação da 1.ª etapa do Red Bull Cliff Diving World Series de 2013. O circuito mundial de saltos para a água de grande altura voltou a ter pontapé de saída nesta cidade. Apesar da aparente vantagem deste ser já local bem conhecido da maior parte dos atletas, as condições climatéricas complicaram – e muito! – o 1.º dia de competição, quer nos treinos, quer na primeira ronda de qualificação, com o vento a dificultar a concentração na saída e as águas geladas a exigirem coragem suplementar na entrada!
Com saltos de 27 metros de altura – o equivalente a um prédio de oito andares –, a margem de erro é mínima, proporcionando os mais incríveis voos acrobáticos a uma velocidade muito próxima dos 100 km/h. Para fazer face ap desafio, a componente mental é determinante e houve quem escolhesse as mais incríveis formas de manter o medo à distância. Foi o caso do colombiano Orlando Duque, o mais experiente em competição (38 anos e nove títulos de Campeão do Mundo), que meditou dentro do oceanário local, na companhia de tubarões!
Entre a obrigação das lendas do Cliff Diving em mostrar serviço e o desejo de protagonismo dos mais novos, falou mais alto a autoridade do campeão das últimas três edições do circuito, o britânico Gary Hunt, que venceu a primeira ronda, à frente do compatriota Blake Aldridge e de Orlando Duque. Confronto que abriu o apetite para amanhã – mais três rondas e final.
São 128 degraus de esforço até ao topo da Torre de São Nicolau, em La Rochelle, França, onde está montada a plataforma que concentra toda a ação da 1.ª etapa do Red Bull Cliff Diving World Series de 2013. O circuito mundial de saltos para a água de grande altura voltou a ter pontapé de saída nesta cidade. Apesar da aparente vantagem deste ser já local bem conhecido da maior parte dos atletas, as condições climatéricas complicaram – e muito! – o 1.º dia de competição, quer nos treinos, quer na primeira ronda de qualificação, com o vento a dificultar a concentração na saída e as águas geladas a exigirem coragem suplementar na entrada!
Com saltos de 27 metros de altura – o equivalente a um prédio de oito andares –, a margem de erro é mínima, proporcionando os mais incríveis voos acrobáticos a uma velocidade muito próxima dos 100 km/h. Para fazer face ap desafio, a componente mental é determinante e houve quem escolhesse as mais incríveis formas de manter o medo à distância. Foi o caso do colombiano Orlando Duque, o mais experiente em competição (38 anos e nove títulos de Campeão do Mundo), que meditou dentro do oceanário local, na companhia de tubarões!
Entre a obrigação das lendas do Cliff Diving em mostrar serviço e o desejo de protagonismo dos mais novos, falou mais alto a autoridade do campeão das últimas três edições do circuito, o britânico Gary Hunt, que venceu a primeira ronda, à frente do compatriota Blake Aldridge e de Orlando Duque. Confronto que abriu o apetite para amanhã – mais três rondas e final.
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