O «base jumper» britânico Matthew Gough sobreviveu a um salto de 300 metros depois de o paraquedas sofrer uma avaria e não insuflar, fazendo com que Gough caísse, desamparado, no chão. O incidente ocorreu no fim de abril mas só esta terça-feira foi divulgado.
O praticante de um dos mais perigosos desportos radicais do mundo estava a fazer o seu 181.º salto de «base jump», que consiste em saltar de uma superfície fixa e com altura suficiente para abrir o paraquedas.
Aos 25 anos, Matthew Gough atirou-se de um penhasco no Lago Garda, na Itália, acabando por suster apenas ferimentos ligeiros nos joelhos e num tornozelo. O acidente foi captado pela câmara Go Pro que Gough levava no capacete e pela câmara de um os amigos que o acompanhava.
O paraquedas abriu, mas estava torcido, pelo que se virou ao contrário e não cumpriu a função de amparar a queda. A queda, a mais de 60 quilómetros por hora, foi atenuada pelo facto de Gough ter embatido contra a parede do penhasco várias vezes antes de chegar ao chão, altura em que perdeu o capacete.
Foi levado para o hospital e teve alta poucas horas depois.
No «base jumping», em média, morre uma pessoa por cada 60 praticantes.
O praticante de um dos mais perigosos desportos radicais do mundo estava a fazer o seu 181.º salto de «base jump», que consiste em saltar de uma superfície fixa e com altura suficiente para abrir o paraquedas.
Aos 25 anos, Matthew Gough atirou-se de um penhasco no Lago Garda, na Itália, acabando por suster apenas ferimentos ligeiros nos joelhos e num tornozelo. O acidente foi captado pela câmara Go Pro que Gough levava no capacete e pela câmara de um os amigos que o acompanhava.
O paraquedas abriu, mas estava torcido, pelo que se virou ao contrário e não cumpriu a função de amparar a queda. A queda, a mais de 60 quilómetros por hora, foi atenuada pelo facto de Gough ter embatido contra a parede do penhasco várias vezes antes de chegar ao chão, altura em que perdeu o capacete.
Foi levado para o hospital e teve alta poucas horas depois.
No «base jumping», em média, morre uma pessoa por cada 60 praticantes.
«Base jumper» sobreviveu a queda de 300 metros
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