Daniele de Rossi, 29 anos, nasceu para o futebol na Roma, ainda não representou outro clube na carreira mas o certo é que começa a dar sinais de insatisfação na capital italiana.
«Na seleção sou considerado um jogador importante, em Roma tenho de ter cuidado com o que digo e com o que faço, pois sobre mim há sempre muitas calúnias. Em Roma vive-se de calúnias mas sei de onde elas vêm e tenho de saber conviver com isso», declarou o médio, que se encontra ao serviço da Squadra Azzurra na Taça das Confederações, no Brasil.
«Mais do que sentir falta de jogar na Europa, o que mais me aborrece é o facto de ter sempre de provar tudo, de negar acusações falsas, tudo isso é grave para mim. Não digo que tenha influência no meu rendimento, se jogo mal a culpa é minha; mas quando jogo bem também é por mérito próprio», argumentou.
«Na seleção sou considerado um jogador importante, em Roma tenho de ter cuidado com o que digo e com o que faço, pois sobre mim há sempre muitas calúnias. Em Roma vive-se de calúnias mas sei de onde elas vêm e tenho de saber conviver com isso», declarou o médio, que se encontra ao serviço da Squadra Azzurra na Taça das Confederações, no Brasil.
«Mais do que sentir falta de jogar na Europa, o que mais me aborrece é o facto de ter sempre de provar tudo, de negar acusações falsas, tudo isso é grave para mim. Não digo que tenha influência no meu rendimento, se jogo mal a culpa é minha; mas quando jogo bem também é por mérito próprio», argumentou.
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