Um símbolo de Angola que passa a ter estatuto de símbolo Mundial. Já o era, pela brilhante carreira que assinou, mas teve agora o reconhecimento devido: Jean Jacques Conceição, antigo basquetebolista da Seleção Nacional, ganhou um lugar no Hall of Fame da Federação Internacional de Basquetebol (FIBA). O lugar que já tinha no coração de todos os angolanos passa a ter um palco da mesma dimensão, agora partilhado com o Mundo.
O antigo poste conquistou por sete vezes o título de campeão africano (em 1989, 1992, 1993, 1995, 1999, 2001 e 2003) e foi homenageado na sede da FIBA, em Mies, na Suíça, ao lado de outros gigantes (literais e figurativos) como Andrew Edwards e David Robinson.
Jean-Jacques mostrou-se, naturalmente, muito satisfeito pela homenagem de que foi alvo, pelo reconhecimento da sua carreira.
«Para mim este é o momento mais alto que já vivi, em termos profissionais. Agradeço profundamente à FIBA por esta honra que me fazem, que é um reconhecimento de tudo o que fiz», disse, na Suíça.
O momento de glória é seu mas, ainda assim, o antigo base não se esqueceu de quem o ajudou a chegar ao topo e agradeceu... a Angola, dizendo que se chegou onde está foi graças às condições que o seu país e a Seleção Nacional lhe deu. «Estou muito orgulhoso, mas acima de tudo estou orgulhoso do meu país. É apenas graças a Angola que estou nesta posição e que cheguei onde cheguei. Quero também agradecer aos meus companheiros de equipa, durante todos os anos da minha carreira», explicou.
O antigo poste conquistou por sete vezes o título de campeão africano (em 1989, 1992, 1993, 1995, 1999, 2001 e 2003) e foi homenageado na sede da FIBA, em Mies, na Suíça, ao lado de outros gigantes (literais e figurativos) como Andrew Edwards e David Robinson.
Jean-Jacques mostrou-se, naturalmente, muito satisfeito pela homenagem de que foi alvo, pelo reconhecimento da sua carreira.
«Para mim este é o momento mais alto que já vivi, em termos profissionais. Agradeço profundamente à FIBA por esta honra que me fazem, que é um reconhecimento de tudo o que fiz», disse, na Suíça.
O momento de glória é seu mas, ainda assim, o antigo base não se esqueceu de quem o ajudou a chegar ao topo e agradeceu... a Angola, dizendo que se chegou onde está foi graças às condições que o seu país e a Seleção Nacional lhe deu. «Estou muito orgulhoso, mas acima de tudo estou orgulhoso do meu país. É apenas graças a Angola que estou nesta posição e que cheguei onde cheguei. Quero também agradecer aos meus companheiros de equipa, durante todos os anos da minha carreira», explicou.
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