O Benfica considera que o Fenerbahçe não cumpriu o princípio de acordo alcançado para a venda de Óscar Cardozo e, sabe A BOLA, fechou as portas ao clube turco.
Apesar da aparente inflexibilidade dos presidentes dos dois clubes em relação aos valores da operação, tinha sido alcançada uma plataforma de entendimento que permitia ao clube turco aproximar-se dos 15 milhões de euros exigidos por Luís Filipe Vieira, líder da águia, em troca do ponta de lança: 15 milhões de euros. O Fenerbahçe, cujo presidente chegou a deslocar-se a Lisboa para acelerar o processo, estaria na disposição de avançar já com 12 milhões, comprometendo-se a pagar mais três milhões no espaço de um ano se Cardozo atingisse alguns objetivos desportivos (golos, jogos e títulos).
Nos últimos dias, porém, e além das garantias bancárias que o Benfica exigia para viabilizar a transferência, os encarnados sustentaram que teria de ser igualmente o Fenerbahçe a pagar uma verba de cerca de 750 mil euros que se destina a todos os clubes que contribuíram para a formação do jogador: cinco por cento do valor total das transferências, verba a que habitualmente se chama taxa de solidariedade.
O Fenerbahçe, mesmo revelando desconforto perante esta exigência, continuou a mostrar abertura para dar seguimento à operação e, no site oficial, reafirmou o empenho na contratação de Óscar Cardozo e confiou que até ao final da semana teria o processo concluído.
Apesar da aparente inflexibilidade dos presidentes dos dois clubes em relação aos valores da operação, tinha sido alcançada uma plataforma de entendimento que permitia ao clube turco aproximar-se dos 15 milhões de euros exigidos por Luís Filipe Vieira, líder da águia, em troca do ponta de lança: 15 milhões de euros. O Fenerbahçe, cujo presidente chegou a deslocar-se a Lisboa para acelerar o processo, estaria na disposição de avançar já com 12 milhões, comprometendo-se a pagar mais três milhões no espaço de um ano se Cardozo atingisse alguns objetivos desportivos (golos, jogos e títulos).
Nos últimos dias, porém, e além das garantias bancárias que o Benfica exigia para viabilizar a transferência, os encarnados sustentaram que teria de ser igualmente o Fenerbahçe a pagar uma verba de cerca de 750 mil euros que se destina a todos os clubes que contribuíram para a formação do jogador: cinco por cento do valor total das transferências, verba a que habitualmente se chama taxa de solidariedade.
O Fenerbahçe, mesmo revelando desconforto perante esta exigência, continuou a mostrar abertura para dar seguimento à operação e, no site oficial, reafirmou o empenho na contratação de Óscar Cardozo e confiou que até ao final da semana teria o processo concluído.
fonte:abola
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