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sábado, 4 de janeiro de 2014

ANDEBOL : NA RESSACA DO MUNDIAL, É TEMPO DE LIMAR ARESTAS E AFINAR A PONTARIA

Na ressaca do Mundial, é tempo de limar arestas e afinar a pontaria (foto AP)
Para ultrapassar um desgosto amoroso, nada melhor do que uma nova paixão. É com esta mentalidade que a Selecção Nacional feminina de andebol encara o próximo campeonato africano da modalidade, depois de ter sido eliminada nos oitavos-de-final do Mundial do mês passado, na Sérvia.

A Selecção angolana caiu de pé frente à Alemanha, mas no seio do grupo ficou a desilusão e um amargo de boca, tendo em conta que a equipa chegara aos quartos-de-final no Mundial de 2011, que se realizou no Brasil.

Embora o andebol angolano não tenha conseguido encerrar o ano de 2013 com chave de ouro, as jogadoras da Selecção estão plenamente concentradas no campeonato africano da modalidade, que decorre entre 16 e 25 de Janeiro, na Argélia, e no qual as comandadas de Vivaldo Eduardo são claras favoritas, depois de terem vencido as últimas oito (!) edições da prova. Angola é, aliás, a mais bem-sucedida selecção africana de andebol, com um registo impressionante de 11 títulos continentais.

É a pensar unicamente na revalidação deste troféu que a Selecção Angolana define a estratégia para o africano de Argel, no qual vai defrontar as equipas de Tunisia, Guiné e Congo na fase de grupos.

De forma a melhor preparar a competição que se avizinha, jogadoras e equipa técnica seguiram ontem viagem para a Sérvia, precisamente o país onde se realizou o Mundial do último mês, para efetuarem um curto estágio de 12 dias. Durante este período, a equipa angolana efectuará quatro encontros de carácter particular, dois com a selecção da Argélia, um com a equipa austríaca da Hypo Niederosterreich, que por oito vezes se sagrou campeã europeia, e um outro frente a uma formação húngara cujo nome ainda não foi comunicado.

Um dos aspectos que o seleccionador nacional mais tem trabalhado nestes últimos dias de treino está relacionado com os índices físicos da equipa. Uma coisa é certa: em todos os exercícios, as jogadoras mostram já ter ultrapassado o desaire sérvio e estar mentalmente preparadas para conquistar o 12.º título africano.
fonte:abola

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