O presidente do Marítimo, Carlos Pereira, explicou o motivo que levou, há hora do funeral de Eusébio, os planteis das equipas principal e B reunirem-se no relvado de Santo António, para prestarem — 15 minutos de silêncio — o último tributo ao Rei.
«Era uma obrigação da nossa parte dizer um último adeus a quem foi o maior, o King para os ingleses, a referência para nós. Foi a referência de Portugal e do Mundo. Vimos hoje o Mundo unir-se em volta daquele que foi o maior desportista português de todos os tempos. Como não podemos estar todos no funeral do Eusébio queríamos, apesar da distância, estar associados a esse mesmo funeral. Eusébio continuará durante muitos anos a ser a referência para todos nós. A referência que era o Eusébio não se apagará assim tão facilmente. Aliás, penso que Eusébio nunca se apagará da nossa memória.»
«Era uma obrigação da nossa parte dizer um último adeus a quem foi o maior, o King para os ingleses, a referência para nós. Foi a referência de Portugal e do Mundo. Vimos hoje o Mundo unir-se em volta daquele que foi o maior desportista português de todos os tempos. Como não podemos estar todos no funeral do Eusébio queríamos, apesar da distância, estar associados a esse mesmo funeral. Eusébio continuará durante muitos anos a ser a referência para todos nós. A referência que era o Eusébio não se apagará assim tão facilmente. Aliás, penso que Eusébio nunca se apagará da nossa memória.»
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