O treinador português reforça a ideia de que será impossível competir com o Manchester City se as regras do fair-play financeiro da UEFA não forem reforçadas.
«Se quiserem (as autoridades do futebol) que seja impossível competir com o City, é impossível. O Chelsea não está a competir fora daquilo que é importante para o clube, que é o fair-play financeiro. Estamos a trabalhar, acreditando que essas regras serão postas em prática. Por isso, para nós, algumas coisas são impossíveis de conseguir», disse José Mourinho em declarações reproduzidas pela Sky Sports, no dia em que o Chelsea defronta o Manchester City no jogo grande da 24.ª ronda da Premier League.
Mourinho lembrou que quando chegou pela primeira vez ao Chelsea, em 2004, «o mundo era livre»: «Não havia fair-play financeiro. Se o dono do clube era rico, não existiam regras. Era um mercado aberto. Nessa altura, fomos acusados de comprar o título. Talvez, agora, as pessoas vejam o City de forma diferente. Os tempos mudaram. Talvez, há anos, as pessoas odiassem grandes investimentos nos clubes e agora seja uma situação que aceitem de forma diferente.»
«Provavelmente, se a UEFA levar o fair-play financeiro até às últimas consequências e explicar às pessoas o que significa realmente, talvez nessa altura as pessoas compreendam que algumas equipas são diferentes das outras. Mas isso é algo que não me preocupa neste momento», atirou.
No último sábado, a imprensa inglesa noticiou a possibilidade de Chelsea, Arsenal e Liverpool contestarem a presença do Manchester City na Liga dos Campeões na próxima temporada devido ao incumprimento do fair-play financeiro.
«Se quiserem (as autoridades do futebol) que seja impossível competir com o City, é impossível. O Chelsea não está a competir fora daquilo que é importante para o clube, que é o fair-play financeiro. Estamos a trabalhar, acreditando que essas regras serão postas em prática. Por isso, para nós, algumas coisas são impossíveis de conseguir», disse José Mourinho em declarações reproduzidas pela Sky Sports, no dia em que o Chelsea defronta o Manchester City no jogo grande da 24.ª ronda da Premier League.
Mourinho lembrou que quando chegou pela primeira vez ao Chelsea, em 2004, «o mundo era livre»: «Não havia fair-play financeiro. Se o dono do clube era rico, não existiam regras. Era um mercado aberto. Nessa altura, fomos acusados de comprar o título. Talvez, agora, as pessoas vejam o City de forma diferente. Os tempos mudaram. Talvez, há anos, as pessoas odiassem grandes investimentos nos clubes e agora seja uma situação que aceitem de forma diferente.»
«Provavelmente, se a UEFA levar o fair-play financeiro até às últimas consequências e explicar às pessoas o que significa realmente, talvez nessa altura as pessoas compreendam que algumas equipas são diferentes das outras. Mas isso é algo que não me preocupa neste momento», atirou.
No último sábado, a imprensa inglesa noticiou a possibilidade de Chelsea, Arsenal e Liverpool contestarem a presença do Manchester City na Liga dos Campeões na próxima temporada devido ao incumprimento do fair-play financeiro.
fonte:abola
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