Vinte anos depois da trágica morte de Ayrton Senna no Grande Prémio de San Marino, em 1994, foi tornada pública a última entrevista dada pelo piloto brasileiro.
A entrevista foi concedida ao antigo diretor comercial da Williams, Richard West, em conjunto com o colega de equipa Damon Hill e é agora revelada pela revista F1 Racing, na qual Ayrton Senna já criticara os problemas de segurança em San Marino.
«As boxes são muito apertadas e haverá muitos pilotos. Será muito, muito perigoso», disse na altura.
«Estamos a pensar pedir à FIA [n. d. .r Federação Internacional de Automobilismo que estabeleça um limite de velocidade nas boxes», acrescentou.
Depois do acidente, Richard West esqueceu-se por completo da entrevista concedida pelo piloto, até que recebeu uma cassete de vídeo com a mesma, anos mais tarde, de uma fonte anónima.
«Até hoje não sei quem me enviou a cassete», revelou West.
Após a entrevista, Senna autografou um exemplar do mapa do circuito de San Marino, precisamente ao lado da curva de Tamburello, onde colidiu e viria a perder a vida.
A entrevista foi concedida ao antigo diretor comercial da Williams, Richard West, em conjunto com o colega de equipa Damon Hill e é agora revelada pela revista F1 Racing, na qual Ayrton Senna já criticara os problemas de segurança em San Marino.
«As boxes são muito apertadas e haverá muitos pilotos. Será muito, muito perigoso», disse na altura.
«Estamos a pensar pedir à FIA [n. d. .r Federação Internacional de Automobilismo que estabeleça um limite de velocidade nas boxes», acrescentou.
Depois do acidente, Richard West esqueceu-se por completo da entrevista concedida pelo piloto, até que recebeu uma cassete de vídeo com a mesma, anos mais tarde, de uma fonte anónima.
«Até hoje não sei quem me enviou a cassete», revelou West.
Após a entrevista, Senna autografou um exemplar do mapa do circuito de San Marino, precisamente ao lado da curva de Tamburello, onde colidiu e viria a perder a vida.
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