O presidente da UEFA, Michel Platini, refutou a sua associação ao alegado escândalo de corrupção na atribuição do Mundial-2022 ao Qatar.
«Não fico surpreendido por espalharem rumores infundados que visam manchar a minha imagem num momento importante para o futuro do futebol», refutou Platini, reagindo à notícia posta a circular pelo jornal inglês Telegraph.
Segundo a referida fonte, o líder da UEFA teria reunido com Mohamed Bin Hammam, na altura membro do Comité Executivo da FIFA e que alegadamente teria pago cinco milhões de euros para receber votos a favor da candidatura do Qatar.
«Claro que conheci Bin Hammam, fomos membros do mesmo Comité. Tive várias conversas e tentou convencer-me a apresentar a candidatura à presidência da FIFA em 2011. Mas acho incrível que uma conversa dessas seja transformada numa conspiração», vincou Platini, que, ainda assim, não escondeu que votou a favor do Qatar.
«Não fico surpreendido por espalharem rumores infundados que visam manchar a minha imagem num momento importante para o futuro do futebol», refutou Platini, reagindo à notícia posta a circular pelo jornal inglês Telegraph.
Segundo a referida fonte, o líder da UEFA teria reunido com Mohamed Bin Hammam, na altura membro do Comité Executivo da FIFA e que alegadamente teria pago cinco milhões de euros para receber votos a favor da candidatura do Qatar.
«Claro que conheci Bin Hammam, fomos membros do mesmo Comité. Tive várias conversas e tentou convencer-me a apresentar a candidatura à presidência da FIFA em 2011. Mas acho incrível que uma conversa dessas seja transformada numa conspiração», vincou Platini, que, ainda assim, não escondeu que votou a favor do Qatar.
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