Quase quatro anos volvidos desde o episódio que protagonizou com Patrice Evra em dezembro de 2011, Luis Suárez continua a reclamar inocência e a jurar a pés juntos não ter feito qualquer ataque de índole racista ao jogador francês durante um jogo entre Liverpool e Manchester United.
«Não sou racista. Estou triste e desiludido por saber que esse estigma me vai acompanhar para sempre. Não usei a palavra `negro´ no sentido que tem em inglês. Claro que não pretendia ser gentil nem amável com Evra, mas não foi um ataque racista. A minha mulher chama-me `negro´ e a minha avó tratava o meu avô por ´negrito´», explicou o avançado uruguaio, no livroCrossing the line, My Story.
Suárez puxou a fita atrás para detalhar o episódio que lhe custou oito jogos de suspensão e multa de 48 mil euros.
«Ele começou a discutir comigo em espanhol e só me lembro de me ter chamado sul-americano, o resto não percebi. Evra perguntou-me porque o tinha pontapeado, algo totalmente hipócrita num defesa que passa todo o jogo a fazer faltas», argumentou.
«Nunca lhe pedi desculpa porque sentia que nada tinha feito de errado, mas não teria qualquer problema em cumprimentá-lo. Mas lembro que Evra baixou a mão quando nos reencontrámos pela primeira vez», realçou Suárez.
«Não sou racista. Estou triste e desiludido por saber que esse estigma me vai acompanhar para sempre. Não usei a palavra `negro´ no sentido que tem em inglês. Claro que não pretendia ser gentil nem amável com Evra, mas não foi um ataque racista. A minha mulher chama-me `negro´ e a minha avó tratava o meu avô por ´negrito´», explicou o avançado uruguaio, no livroCrossing the line, My Story.
Suárez puxou a fita atrás para detalhar o episódio que lhe custou oito jogos de suspensão e multa de 48 mil euros.
«Ele começou a discutir comigo em espanhol e só me lembro de me ter chamado sul-americano, o resto não percebi. Evra perguntou-me porque o tinha pontapeado, algo totalmente hipócrita num defesa que passa todo o jogo a fazer faltas», argumentou.
«Nunca lhe pedi desculpa porque sentia que nada tinha feito de errado, mas não teria qualquer problema em cumprimentá-lo. Mas lembro que Evra baixou a mão quando nos reencontrámos pela primeira vez», realçou Suárez.
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