Filipe Luís, lateral-esquerdo que no último defeso trocou o Atlético Madrid pelo Chelsea, diz que o segredo do sucesso da equipa espanhola assentava numa boa organização defensiva aliada ao instinto goleador de Diego Costa, avançado que também deixou o Vicente Calderón para rumar a Stamford Bridge.
«No Atlético Madrid trabalhávamos muito a parte defensiva e apostávamos tudo no contra-ataque. Garantíamos que estávamos coesos na defesa e deixávamos Diego Costa sozinho na frente. Só mudávamos de estratégia quando defrontávamos adversários mais pequenos», contou o internacional brasileiro, de 29 anos, em declarações à ESPN.
Em Inglaterra, porém, subir no terreno afigura-se missão bem mais espinhosa para os laterais.
«Os extremos são muito rápidos e poderosos, é muito mais complicado poder atacar como fazia em Espanha. Tem sido uma boa escola, estou a aprender muito não só com a Premier League, como com José Mourinho. Estou muito feliz», congratulou-se Filipe Luís.
«No Atlético Madrid trabalhávamos muito a parte defensiva e apostávamos tudo no contra-ataque. Garantíamos que estávamos coesos na defesa e deixávamos Diego Costa sozinho na frente. Só mudávamos de estratégia quando defrontávamos adversários mais pequenos», contou o internacional brasileiro, de 29 anos, em declarações à ESPN.
Em Inglaterra, porém, subir no terreno afigura-se missão bem mais espinhosa para os laterais.
«Os extremos são muito rápidos e poderosos, é muito mais complicado poder atacar como fazia em Espanha. Tem sido uma boa escola, estou a aprender muito não só com a Premier League, como com José Mourinho. Estou muito feliz», congratulou-se Filipe Luís.
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