O “chapéu” de Karel Poborsky a Vítor Baia, no Euro-96, está entre os candidatos da UEFA a melhor golo dos últimos 60 anos. O ex-internacional checo lembrou o lance de inspiração que considerou o «mais bonito» da carreira.
«Gosto de me lembrar desse golo e as pessoas falam-me muitas vezes desse lance. Foi o golo mais bonito da minha carreira. Ajudou-me a subir uns degraus apesar de, na altura, as pessoas já me conhecerem em Inglaterra. Sinto-me honrado por este golo ter sido escolhido numa seleção tão prestigiada como esta», disse em declarações ao site da UEFA, onde continua aberta a votação com cinco portugueses entre os candidatos.
Poborsky explicou que um golo assim «não pode ser planeado»: «Não é o tipo de finalização que praticas nos treinos. Ocorreu-me espontaneamente face à situação. Admito que tive sorte porque a bola ressaltou e veio ter comigo quando tentei passar por três defesas. Apareci na cara do guarda-redes apesar de estar fora da área e depois ocorreu-me aquela finalização. Pareceu a solução mais fácil.»
«Gosto de me lembrar desse golo e as pessoas falam-me muitas vezes desse lance. Foi o golo mais bonito da minha carreira. Ajudou-me a subir uns degraus apesar de, na altura, as pessoas já me conhecerem em Inglaterra. Sinto-me honrado por este golo ter sido escolhido numa seleção tão prestigiada como esta», disse em declarações ao site da UEFA, onde continua aberta a votação com cinco portugueses entre os candidatos.
Poborsky explicou que um golo assim «não pode ser planeado»: «Não é o tipo de finalização que praticas nos treinos. Ocorreu-me espontaneamente face à situação. Admito que tive sorte porque a bola ressaltou e veio ter comigo quando tentei passar por três defesas. Apareci na cara do guarda-redes apesar de estar fora da área e depois ocorreu-me aquela finalização. Pareceu a solução mais fácil.»
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