terça-feira, 25 de julho de 2017

A QUEDA DOS PODEROSOS


"«Acha que um chefe de Estado iria dispensar o seu tempo a qualquer um? Posso falar com qualquer presidente, de qualquer país, mas eles também estarão a falar com um presidente. Eles têm o seu poder e eu tenho o meu: o poder do futebol, que é o maior poder de todos.» A frase pertence a João Havelange, presidente da FIFA durante 24 anos, entre 1974 e 1998, e exprime bem o sentimento de muitos dos homens que governaram o futebol mundial durante décadas. Ele, como Joseph Blatter, e outros, prolongaram-se em cargos de liderança no desporto internacional apesar das muitas alegações de corrupção que sempre os envolveram.
Muitos desses homens caíram na sequência do Fifagate, que conduziu a várias detenções em 2015. Outros, apesar das suspeitas, resistiram mais tempo até que foram tombando. Ángel Maria Villar foi o último dos dinossauros do dirigismo do futebol. O presidente da federação espanhola e vice-presidente da FIFA e da UEFA está em prisão preventiva sem direito a fiança, acusado de ter prejudicado a sua própria federação num valor próximo dos 45 milhões de euros.
Homens como Villar estiveram demasiados anos no poder. Ao ponto de muitos deles se sentirem intocáveis. A herança de Gianni Infantino, actual presidente da FIFA, é pesada. Um passo em falso pode comprometer uma instituição que volta a lutar por uma imagem credível depois de ter sido amachucada por aqueles que a comandaram desde os anos 70 até à saída de Blatter. É certo que alguns caíram, mas outros continuam a ter influência e deixaram alunos em posições de destaque. Uns podem sair, mas é importante que as autoridades mantenham a vigilância sobre os que ficam."

FUNDOS SEM FUNDO


"No início era a bola e os jogadores: nasceu o futebol-jogo fantástico.
Depois, com o tempo, nasceram os clubes e um desenvolvimento imparável.
Durante muitos anos, as competições locais e internacionais foram os pontos máximos do encantamento e do envolvimento de gerações.
Surgiram ídolos que se “libertaram da lei da morte” e proezas que pulverizam tempos e distâncias: criam-se lendas, partilhas de momentos com história.
Com naturalidade englobam-se novos conhecimentos (ciência, tecnologia, metodologia, novos materiais), novos interesses e especialistas.
De repente, num surto quase epidémico, como “cogumelos espontâneos”, o jogo passou a ser um campo para criar riquezas, das mais variadas formas. Os milhões tornaram-se motivação sem limites. 
A criação de fontes de receitas pulverizou-se num esquema piramidal, sem regras nem princípios, mas com fins definidos: lucros, dinheiro, muito dinheiro… e vítimas colaterais.
O talento cedeu o lugar aos activos. Sobrevalorizam-se jovens, precoce e perigosamente, para criar bolsas ininterruptas de recrutamento e de criação de utopias, muitas vezes trágicas mas na maioria silenciadas pelos esquecimentos intencionais.
Engenharias financeiras, artificiais, mas muito “criativas”, chegam em força, multiplicam-se sem nunca se entender onde tudo começa e acaba, com alguns, que não entram em campo, a ganharem muitos milhões. Compram-se direitos sobre jogadores, clubes e estádios, vendem-se participações variadas, multiplicam-se clubes e rotas por onde viajam jogadores, trocam-se posições e, nesses percursos de vaivém, há sempre campeões de lucros “pornográficos” que criam novos jogos: esconde-esconde do dinheiro.
Futebol engrossa contas bancárias de investidores de sucesso e da descoberta de paraísos, particularmente fiscais… A quem servem e como continuam com estrondoso êxito a permitir a evasão fiscal?
Estes galopantes estratagemas (muitas vezes criados por quem nunca calçou chuteiras ou nunca entendeu o jogo) têm destruído a essência do jogo, têm desperdiçado e usado jovens talentos e criado mitos com pés de barro, numa alienante venda de ilusões, com resultados dramáticos. 
Progressivamente os interesses (do investimento e do jogo) passam a ser contrários, adversários, aprisionando o jogo e procurando impor uma agenda escondida: alterações constantes de leis de jogo, implantação de critérios e ponderações para salvaguarda das equipas mais ricas, mais poderosas, negócios cada vez mais estratosféricos, estranhas escolhas de locais para Mundiais, casos contínuos de corrupção e muitos mais pormenores que, no fundo da linha, mantêm o sonho nunca abandonado da criação da Superliga europeia, como expoente máximo do negócio mas também como pandemia que pode matar um património da humanidade - o futebol-jogo.
No futebol-jogo anseia-se por atingir patamares sempre mais elevados, onde todos se procuram distanciar do fundo.
No futebol-negócio o Fundo é outro campeonato, mesmo que eventualmente conduza ao caos e perversidade.
“O futebol, como os estouvados de boa família, perde a sensibilidade e a vergonha e teima em viver acima das suas posses”. (in Jerry Silva, “Futebol: Desafios e Rumos para vencer” 2016,136)
O conhecimento é sempre um percurso imparável. A utilização desse conhecimento potencia a diversidade e a criatividade. O futebol evolui imparavelmente graças ao contributo dos talentos e da genialidade dos jogadores bem como à competência e inovação dos treinadores.
Dentro das 4 linhas assistimos a várias criações, a descobertas, a sinfonias orquestradas.
Essa realidade promove um crescimento sustentado do número de praticantes, preferencialmente de jovens, mantendo o jogo como espaço de entendimento global.
Mas são muitas e diversas as influências do economicismo fundamentalista que se abateu sobre o futebol mundial.
A recente detenção do Presidente da Real Federação Espanhola de Futebol, Ángel Villar que ocupa o cargo desde 1988 e também membro da UEFA e vice-presidente da FIFA, por suspeita de corrupção, é um sinal preocupante dos riscos de contágio do negócio para o jogo.
Os investidores conseguem criar “vias-sacras” labirínticas por onde circulam direitos, investimentos, vendas e lucros, curiosamente penalizando sempre o elo mais fraco – o jogador (excepção para os craques galácticos).
“… fica a conhecer-se a composição complexa dos direitos económicos do jogador: 30% do Cruzeiro, 20% nas mãos dos supermercados BH, 20% do fundo de investimento Futinvest, 10% da Agremiação Desportiva Ovel (onde Lucas Silva começou a jogar), 10% do banco BMG, que também é patrocinador do clube de Belo Horizonte e, por fim, 10% do próprio jogador… (in Pippo Russo, “A Orgia do Poder”, 2017; 264)
E porque o negócio, sem regras nem controlo sistemático, pode criar riscos acrescidos e condições para uma autêntica feira franca, uma espécie de bilderberguização do futebol, basta analisar os documentos do Fotball Leaks vindos a público, para se perceber que há muitos “fundos sem fundo”. 
Tiago Carrasco, no seu trabalho “Apostas Viciadas” (in A Revista do Expresso, 15.07.2017) analisa também o relatório da FederBet sobre eventual manipulação de apostas, jogos fantasmas e viciação de resultados no futebol nacional, particularmente em divisões secundárias, nas quais se referem investidores (da China, de Singapura e não só) dirigentes, jogadores e treinadores, bem como os efeitos nefastos para vários clubes, alguns com passado histórico no futebol português.
O Futebol (o desporto em geral) permite alcançar dimensões únicas, motivantes, que reforçam a confiança, desde que não se permita que o futuro seja hipotecado e “enjaulado” por interesses alheios e contrários ao seu desenvolvimento.
Assim e tendo como exemplo a evitar os génios da pintura que, em vida, não venderam as suas telas e passaram por extremas provações, desejamos que as entidades que tutelam o futebol em particular e o desporto em geral, saibam sempre cumprir com lealdade e competência as funções que lhes foram confiadas.
Fundo sem fundo? Não, obrigado!"

segunda-feira, 24 de julho de 2017

HEPTACAMPEÕES MASCULINOS DE ATLETISMO!


A equipa masculina do Sport Lisboa e Benfica revalidou o título e sagrou-se Heptacampeão Nacional de Clubes ao Ar Livre ao alcançar 153 pontos, mais 10 do que o Sporting que ficou na 2.ª posição. O setor feminino conseguiu 120 pontos.

A competição decorreu, este fim de semana, no Estádio Municipal de Leiria e viu as águias alcançarem o lugar mais alto do pódio nos masculinos em: 100 metros, Salto com Vara, Lançamento do Peso, 5000 metros Marcha, Salto em Comprimento, Estafeta 4x100 metros, 5000 metros, Lançamento do Martelo, 800 metros, 200 metros, Salto em Altura, 3000 metros Obstáculos, Lançamento do Disco e 3000 metros.

Nos femininos, destaque para os dois 1.ºs lugares de Marta Pen Freitas nos 1500 e nos 800 metros, bem como Mara Ribeiro nos 3000 metros Obstáculos.


Masculinos
100 metros - David Lima - 1.º lugar - 10s30
110 metros barreiras - Hélio Vaz – 2.º lugar – 14s37
200 metros - David Lima – 1.º lugar – 21s15
400 metros - Ricardo dos Santos – 2.º lugar – 47s84
400 metros barreiras - Samuel Remédios – 7.º lugar – 58s08
800 metros - Miguel Moreira – 1.º lugar – 1m54s61
1500 metros - Emanuel Rolim – 2.º lugar – 3m56s04
3000 metros - Rui Pinto – 1.º lugar – 8m13s19
3000 metros Obstáculos - Miguel Borges – 1.º lugar – 8m54s67
5000 metros - Samuel Barata – 1.º lugar – 14m22s03
5000 metros Marcha - Miguel Carvalho – 1.º lugar – 20m28s26
Estafeta 4x100 metros - Benfica – 1.º lugar – 39s93
Estafeta 4X400 metros - Benfica – 2.º lugar – 3m16s02
Vara - Diogo Ferreira - 1.º lugar – 5,40 metros
Altura - Paulo Conceição – 1.º lugar – 2,07 metros
Comprimento - Marcos Chuva – 1.º lugar – 7,71 metros
Triplo Salto - Tiago Pereira – 3.º lugar – 15,35 metros
Peso - Tsanko Arnaudov – 1.º lugar – 19,90 metros
Dardo - Hélder Pestana – 3.º lugar – 63,51 metros
Martelo - António Vital e Silva – 1.º lugar – 71,48 metros
Disco - Francisco Belo – 1.º lugar – 61,44 metros



Femininos
100 metros - Adriana Alves – 2.º lugar – 12s28
100 metros barreiras - Lacabela Quaresma – 2.º lugar – 14s04
200 metros - Rivinilda Mentai – 2.º lugar – 24s60
400 metros - Rivinilda Mentai – 2.º lugar – 56s84
400 metros barreiras - Miclelina Francisco – 3.º lugar – 1m03s93
800 metros - Marta Pen – 1.º lugar – 2m06s56
1500 metros - Marta Pen – 1.º lugar – 4m27s21
3000 metros - Silvana Dias – 2.º lugar – 9m37s13
3000 metros Obstáculos - Catarina Viera – 6.º lugar – 12m31s87
3000 metros Marcha - Mara Ribeiro – 1.º lugar – 13m38s18
5000 metros - Silvana Dias – 2.º lugar – 16m35:s91
Estafeta 4X400 metros - Benfica – 2.º lugar – 3m56s67
Vara - Cátia Pereira – 2.º lugar – 4,20 metros
Altura - Lecabela Quaresma – 2.º lugar – 1,74 metros
Comprimento - Teresa Vaz Carvalho – 4.º lugar – 5,59 metros
Triplo Salto - Susana Costa – 2.º lugar – 13,75 metros
Peso - Teresa Silva – 5.º lugar – 11,73 metros
Dardo - Marlene Araújo – 4.º lugar – 40,53 metros
Martelo - Ana Chiu – 6.º lugar – 35,58 metros
Disco -  Juliana Pereira – 2.º lugar - 47,55 metros

NO TOPO DA EUROPA, ACIMA DE NÓS NINGUÉM

FUTEBOL

ATLETISMO

HOQUEI EM PATINS



FUTSAL

TRIATLO

Com a conquista do título europeu de triatlo, o Sport Lisboa e Benfica “agarra” o Barcelona como clube Campeão Europeu em cinco modalidades diferentes.

Para esta contagem foram apreciadas apenas as provas principais no panorama europeu de cada modalidade. Assim, verifica-se que o Barcelona celebrou em futebol, hóquei em patins, futsal, andebol e basquetebol.

Por sua vez, o Benfica é Campeão Europeu de Estrada em atletismo (1988, 1989, 1990, 1991 e 1992), de estafetas mistas em triatlo (2017), de futebol (1960/61 e 1961/62), de futsal (2009/10) e de hóquei em patins (2012/13 e 2015/16).

Desta forma, o Clube da Luz solidifica a posição com uma Instituição eclética, de vanguarda e desportivamente forte em todas as modalidades em Portugal ou além-fronteiras.

ATUALIDADE DESPORTIVA SL BENFICA 24 JULHO 2017 BENFICA TV.

                                         

PRIMEIRAS PÁGINAS


UM AZAR DO KRALJ


Lisandro López está mesmo a precisar daquele empréstimo ao Besiktas com opção de compra (diz Um Azar do Kralj)
Apesar da derrota, a malta do Um Azar do Kralj também começa a gostar muito de Seferovic, aquele tipo que aparece na noite a acompanhar um amigo nosso e tem tudo para se tornar um fardo, mas que depois afinal é um bacano
JÚLIO CÉSAR
Obrigado várias vezes a jogar com os pés, tendo tocado mais vezes na bola do que alguns jogadores de campo.
BUTA
Neste momento qualquer opção para a direita parece parece superior a Pedro Pereira, o que pode enviesar esta análise. Aurélio Buta não comprometeu e até teve dois ou três lances ofensivos bem conseguidos. Nada de mais, mas Nélson Semedo também não impressionou na primeira pré-época. Agora pensem.
LUISÃO
De pedra e cal como titular, até porque não há mais
LISANDRO LÓPEZ
Uma tentativa de sair a jogar resultou no golo do Hull. Nada que um empréstimo ao Besiktas com opção de compra não resolva.
ELISEU
Um dos jogadores em melhor condição física no jogo de hoje. Quase marcava aos 81 minutos num pastel a 35 metros da baliza. Seria um prémio justo para uma exibição perfeitamente banal
JOÃO CARVALHO
Os mestres da auto-ajuda dizem-nos que a vontade e o trabalho superam todas as barreiras. João Carvalho mostrou vontade e trabalhou, mas não superou um adversário da segunda divisão inglesa. Não me cheira que vá ficar no plantel.
SAMARIS
Não sendo o jogador mais equilibrado do plantel, teve a seu favor o facto de ser um dos poucos adultos no onze titular.
ANDRÉ HORTA
Torna-se complicado quando não percebes se é a primeira ou a segunda época de um jogador no plantel principal. Anda lá, miúdo. Apostei um jantar no Edmundo em como tu chegavas a titular da seleção.
CARRILLO
Ajuda saber que já foi vendido
DIOGO GONÇALVES
Talvez seja prematuro aumentar a sua cláusula de rescisão
MITROGLOU
Passou o jogo a insultar Rui Vitória por não ter colocado Jonas ao seu lado. Foi procurando outras referências no ataque como eu quando vou à procura de fraldas tamanho 4 e dou por mim no corredor das fraldas para incontinentes: um misto de embaraço e desorientação, na esperança de que ninguém esteja a ver.
FILIPE AUGUSTO
Hoje esteve um pouco melhor. O seu QI aumenta à medida que perde os quilinhos a mais. Ainda assim terá que fazer mais para ser o suplente de luxo de que o Benfica precisa.
CHRIS WILLOCK
Grande passe para Seferovic aos 82'. Não é um Ferrari como diz a alcunha, mas temos aqui um Dacia Duster com equipamento de série. Nas mãos desse grande mecânico Rui Vitória, nunca se sabe.
BRUNO VARELA
Nunca um terceiro guarda-redes tinha tido tanto protagonismo numa pré-época do Benfica. O que vale é que vem aí o segundo guarda-redes do Vitória de Guimarães, senão estávamos bem lixados.
CHRIEN
Mais alguns minutos bem conseguidos do novo Matic.
JARDEL
Bem. Mostrou a inteligência emocional que Lisandro só parece ter quando está no Instagram a escrever frases inspiradores para as suas selfies.
RÚBEN DIAS
Merece mais minutos e provavelmente vai tê-los na equipa B.
SEFEROVIC
Um acontecimento raro. Seferovic é aquele tipo que aparece na noite a acompanhar um amigo nosso e tem tudo para se tornar um fardo, mas, surpresa das surpresas, apesar de não o conhecermos de lado nenhum passam-se duas horas, começamos a falar da última temporada de House of Cards, do Gentil Martins e de gajas no Tinder, e vai-se a ver já somos amigões. Seferovic é assim. Tem tudo para dar certo, pelo menos se sobreviver à bebedeira da pré-época.
JONAS
Entrou e disse:"calma mininos, papai chegô"
ZIVKOVIC
Belíssimo amuse-bouche de um menino que vai partir tudo esta época.

domingo, 23 de julho de 2017

DA FRONTALIDADE


"Octávio Machado foi, revelou-o Bruno de Carvalho, a terceira escolha quando, no início de 2015/16, foi convidado pelo Sporting para director geral do futebol. Para os mais atentos não terá sido novidade - basta ler as notícias dessa altura -, mas a confirmação desse facto foi a forma encontrada pelo presidente leonino para atingir o agora ex-funcionário onde todos sabem que lhe dói mais: no orgulho.
Diz Bruno de Carvalho que a única coisa que não lhe agradece é a entrevista concedida numa altura inconveniente para os interesses do Sporting. Admite-se, até que Bruno de Carvalho se tenha sentido magoado. Mas não terá ficado, de certeza, surpreendido. Porque foi Octávio Machado a ser ele próprio. E foi por Octávio Machado ser como é, e sempre foi, que o Sporting decidiu convidá-lo numa altura em que a Bruno de Carvalho - e talvez a Jesus - pareceu ser importante contar na estrutura com alguém com o seu perfil: beligerante, sem medo do confronto, disposto a dar o peito às balas sem receio das consequências - mesmo que já então talvez desactualizado quanto às necessidades do futebol moderno. Não estaria agora, por certo, à espera que Octávio saísse (ou fosse empurrado) de forma pacífica. Esperou umas semanas e desabafou. Como se sabia que faria.
Quanto à frontalidade - ou à falta dela - de Octávio Machado, acusado por Bruno de Carvalho de ter demitido por carta e sem com ele falar cara a cara: muito antes do final da época já se sabia que Octávio era visto em Alvalade como estando a mais. Ele percebeu-o sem que alguém lho tivesse dito na cara. E decidiu sair pelo seu próprio pé e de maneira que sempre o caracterizou: sem medo da guerra, não admitindo ser o bode expiatório do insucesso desportivo. Surpresa?
Só para quem não o conhece."

Ricardo Quaresma, in A Bola

BENFICA 0 x 1 HULL CITY - ANÁLISE BENFICA TV [HD] - 22 JULHO 2017 .

                                          

HELLO JORNALEIROS E PÉS DE MICROFONE DE MERDA, ACORDEM...


 Triatletas do Benfica subiram ao lugar mais alto do pódio.
O Sport Lisboa e Benfica sagrou-se, este domingo, em Espanha, Campeão Europeu de Clubes de triatlo em estafetas mistas.
A equipa Benfiquista composta por João Pereira, Miguel Arraiolos, Vanessa Fernandes, Melanie Santos e Vera Vilaça como suplente foi a mais rápida na prova que decorreu em Banyoles.
Na prova estiveram os melhores clubes europeus da especialidade com este formato a ganhar especial relevância por se disputar no formato recentemente aprovado para incluir o Programa Olímpico de Tóquio 2020.
Sabemos que é domingo, os jornaleiros ainda estão de ressaca com a noite explendorosa da lagartada de ontem, mas já é altura de acordarem, afinal é somos campeões da Europa, helloooooooooo punheteiros de merda, coloquem lá qualquer coisa, eu deixo aqui estes vídeos para o caso de não terem tempo de procurar...
As costelas partidas do peidoso de Contumil abrem telejornais, um campeão europeu ninguém fala, mas que puta de aversão ao vermelho.
UM PAÍS COM UM CULTURA DESPORTIVA DE MERDA
Futebol,Futsal, Hóquei, Atletismo de estrada e agora Triatlo.
História.