terça-feira, 28 de abril de 2026
#40 - Benfica vence Moreirense e Champions mais perto!
DAZN F1 - O penso rápido vai funcionar?
COMO ASSIM? RIOS E IVANOVIC MELHORARAM? O QUE MUDOU?
BENFICA BATE MOREIRENSE E ESTÁ NO SEGUNDO LUGAR!!! SERÁ QUE DÁ?
BENFICA EM GRANDE! GOLEADA NA LUZ E HEXA NO FEMININO 🔥
BENFICA GOLEIA NA LUZ! MAS LUKÉBAKIO SAI IRRITADO E DÁ QUE FALAR 😱
SPORTING COMPLICA TUDO! EMPATE DEIXA LEÕES SEM DEPENDER DE SI 😱
RÍOS INJUSTIÇADO? LUKEBAKIO A LEMBRAR... KOKÇU?
segunda-feira, 27 de abril de 2026
9.* TAÇA DE PORTUGAL!
Neste domingo, 26 de abril, a equipa masculina de futsal do Benfica acrescentou a Taça de Portugal 2025/26 à já conquistada Taça da Liga. Num Pavilhão Multiusos de Gondomar incessantemente ecoado por cânticos dos Benfiquistas, os encarnados derrotaram o Sporting, por 5-6, na final da prova-rainha.
Para chegarem a esta final, as águias tiveram de passar pelo CS São João (12-1), Torreense (3-4), Leões Porto Salvo (3-6) e Nun'Álvares (0-5). Por sua vez, os leões deixaram para trás o Eléctrico (8-2), Amigos de Cerva (11-1), FC Famalicão (11-1) e SC Ferreira do Zêzere (2-6).
Sublinhando, na antevisão, que "a força emocional é muito importante", Cassiano Klein pretendia que os seus jogadores se preparassem "ao máximo para chegar ao jogo plenamente focados nesse aspeto".
Deste modo, sem poder contar com o castigado Arthur nem com o lesionado Diego Nunes, o técnico escolheu Léo Gugiel, André Coelho, Higor, Kutchy e Carlos Monteiro para comporem o cinco inicial encarnado.
Benfica
Com os respetivos setores das bancadas a ficarem gradualmente mais coloridos de vermelho e de verde no decorrer do intenso período de aquecimento, o ambiente começava a aquecer, tal como sempre acontece quando os rivais da capital se encontram.
Assim, quando o espetáculo audiovisual pré-jogo promovido pela FPF terminou e as equipas reentraram em quadra, a atmosfera estava já escaldante, com as bancadas repletas de fervorosos adeptos.
Após a tradicional reprodução do hino nacional, os cumprimentos entre os atletas, o sorteio da escolha entre o campo ou a bola e vénia das águias aos Benfiquistas, dava-se o pontapé de saída.
Motivada pelos ensurdecedores cânticos dos Benfiquistas, a formação vermelha e branca entrou melhor na final, e, depois de Léo Gugiel deixar um primeiro aviso com um remate de longe para bloqueio de Bernardo Paçó (1'), conseguiu assumir a dianteira.
Benfica
Logo no 3.º minuto, após uma dividida entre Kutchy e Merlim no ataque, a bola sobrou para Higor. Bernardo Paçó saiu à queima para tentar o desarme, mas o brasileiro foi mais rápido e tocou para Carlos Monteiro, que finalizou para a baliza deserta (0-1), dirigindo-se aos adeptos nos festejos, os quais, de pé, também celebravam efusivamente.
Sem abrandar, o Glorioso voltou à carga, com Lúcio Rocha a disparar de longe para estirada exigente de Bernardo Paçó (3'), e Pany Varela, num duelo com Merlim em cima da linha da baliza, a não conseguir o desvio para dentro (4').
A primeira ameaça sportinguista surgiu aos 5' quando Pauleta, em posição privilegiada, quase conseguiu emendar um cruzamento tenso de Wesley.
Já numa fase mais dividida, André Coelho testou a atenção de Bernardo Paçó na cobrança direta de um livre (5'), e, na frente contrária, Felipe Valério (7') e Wesley (7') remataram desenquadrado, a partir de zonas exteriores.
Kutchy
Já aos 8', mais rápido a chegar às sobras de um canto adversário, Kutchy controlou a bola, avançou velozmente pelo terreno e, ainda distante da área, com um tiro colocado ao canto inferior esquerdo, aumentou a vantagem das águias (0-2). Também o camisola 14 fez questão de se juntar aos Benfiquistas nas celebrações, os quais, levantados dos seus lugares, ripostaram com gritos de "força, Benfica".
No entanto, o Sporting reagiu no minuto seguinte (9'). Na recarga de um tiro de Merlim, defendido para o lado por Léo Gugiel, Rocha, à direita do ataque, ajeitou a bola e atirou a contar de pé esquerdo (1-2).
Sem desanimarem, à semelhança dos seus adeptos, os comandados de Cassiano Klein também deixaram uma resposta imediata, com Léo Gugiel a estremecer a barra com uma tentativa de longe (9').
O dérbi estava frenético, e, segundos depois, Léo Gugiel voltou a rematar de longe, Bernardo Paçó defendeu para a frente, e, na transição, Diogo Santos atirou ligeiramente transviado (10').
Volvidos dois minutos (12'), Felipe Valério encheu o pé de longe, mas Léo Gugiel levou a melhor.
Benfica
Apanhando o oponente desprevenido à passagem dos 13', a partir de uma reposição lateral, Afonso Jesus centrou a bola para a área e, num raro gesto técnico no futsal, Jacaré baixou-se e cabeceou de forma certeira, por entre as pernas do guarda-redes (1-3). Unidas nos festejos, as águias levaram os adeptos a berrar "Benfica".
Na sequência de uma fase mais afastada das balizas, os leões voltaram a criar perigo, em dose dupla, aos 16', quando Felipe Valério rodou sobre o seu marcador e acertou na barra, e quando, na cobrança de um livre, Merlim endossou para Bruno Pinto, que fuzilou a trave.
De seguida, foi Tomás Paçó, num canto à esquerda, a disparar para defesa de Léo Gugiel com os pés e a atirar por cima na recarga.
O Sporting atacava com mais perigo e reduziu o desnível no penúltimo minuto da 1.ª parte. Bola longa de Bernardo Paçó para Zicky, que resistiu à pressão e finalizou por entre as pernas de Léo Gugiel (2-3). O pivô parece receber a bola com o braço, mas após rever o lance, a equipa de arbitragem validou o tento.
Até ao intervalo, houve ainda tempo para Léo Gugiel colocar Bernardo Paçó à prova (19') e travar tentativas de Felipe Valério (19') e Bernardo Paçó (20'). Por sua vez, Bruno Pinto, a meias com Silvestre, fez a bola passar um pouco ao lado da baliza benfiquista.
Benfica
Ao intervalo, o Glorioso liderava por 2-3.
Regressados dos balneários, os comandados de Cassiano Klein voltaram a marcar com apenas 20 segundos jogados. Léo Gugiel encheu o pé a partir do meio-campo, e, na área, Lúcio Rocha desviou para o fundo das redes (2-4). O camisola 7 não resistiu a aproximar-se dos incansáveis Benfiquistas, saltando para o topo do painel publicitário nos festejos.
Pouco depois (21'), com os pés, Léo Gugiel defendeu a tentativa de reação do Sporting, através de um remate de Tomás Paçó num canto à direita.
Mortífero, foi o Benfica que dilatou o desnível, no 23.º minuto. À direita, Léo Gugiel adiantou para Carlos Monteiro (recebeu o prémio de melhor jogador da partida), que se soltou do seu marcador, fletiu para dentro e bisou com um remate de pé esquerdo, rasteiro e colocado (2-5). Beijando o emblema, o ala levou os adeptos a subirem ainda mais os decibéis.
Porém, o emblema de Alvalade ripostou de imediato. Numa reposição lateral à esquerda, Merlim endossou para Diogo Santos, que, à entrada da área, fez o 3-5.
Benfica
Segundos depois (23'), Lúcio Rocha rematou de longe, ligeiramente ao lado. Na resposta (24'), num livre trabalhado, Merlim atirou rasteiro para intervenção de Léo Gugiel.
As águias confirmaram a sua brilhante exibição ofensiva à passagem dos 26', quando alcançaram a meia dúzia de golos. Demonstrando novamente a sua apurada visão de jogo, Afonso Jesus, na cobrança de um canto à esquerda, descobriu Pany Varela na área, o qual, após ver a sua primeira tentativa ser defendida, fuzilou as redes na recarga (3-6). "SLB", bradavam os Benfiquistas, à medida que o internacional português corria à sua frente nos festejos.
Todavia, o Sporting tornou a reduzir rapidamente. Ainda aos 26', na cobrança de um livre em posição privilegiada, Merlim rematou rasteiro, em força, e apontou o 4-6.
No minuto seguinte (27'), na recarga de um tiro de Léo Gugiel defendido por Bernardo Paçó, Lúcio Rocha viu o seu remate ser desviado e sair muito próximo do poste. Na outra baliza, perante um disparo forte de Zicky, Léo Gugiel (eleito o melhor guarda-redes da final) fez uma enorme defesa com os pés (28').
Já aos 32', a equipa de arbitragem assinalou a 6.ª e a 7.ª faltas benfiquistas e consequentes livres diretos sem barreira, mas, em ambos os momentos, face a remates de Tomás Paçó e Bruno Pinto, André Correia brilhou na baliza encarnada com um par de excelentes intervenções. Festejou-se como se de golos se tratassem, e o guarda-redes puxou pelos adeptos.
André Correia
A solidariedade e qualidade defensiva dos comandados de Cassiano Klein vieram ao de cima a partir de então, uma vez que, na 7.ª falta, Higor foi expulso por acumulação de amarelos, e o Benfica jogou em desvantagem numérica durante 2 minutos. Nestes, valeu a organização encarnada, bem como mais três grandes defesas de André Correia, face a Bruno Pinto (33'), Diogo Santos (34') e Merlim (34').
Com os leões a apostarem no guarda-redes avançado nos últimos 4 minutos, o Glorioso teve de saber sofrer até ao fim. Ainda assim, com balões vermelhos e brancos a voarem nas bancadas e os Benfiquistas a cantarem mais alto do que nunca, a formação vermelha e branca consentiu pouco espaço ao adversário.
As exceções vieram apenas no último minuto, quando André Correia defendeu um tiro de Bruno Pinto, e, noutro momento, após Lúcio Rocha enviar uma bola ao poste da baliza deserta, Merlim cruzar rasteiro para Bruno Pinto encostar de forma certeira (5-6), a 12 segundos do soar da buzina.
Deste modo, houve mesmo emoção até ao derradeiro instante, mas, perante o último suspiro adversário, André Correia fez mais uma defesa, e Afonso Jesus um bloqueio.
Irrompendo freneticamente pelo campo, os jogadores festejaram com a bancada benfiquista, totalmente de pé e de braços ao alto, mas também cumprimentaram os oponentes.
Posteriormente, o fair-play foi também visível nas três guardas de honra feitas às equipas. Já de medalhas ao peito e com as camisolas alusivas ao título, os jogadores fizeram a festa no palco, e o capitão Afonso Jesus ergueu a Taça de Portugal!
A celebração prolongou-se ainda durante largos minutos, com os atletas a conviverem com os seus adeptos, a quem distribuíram fotografias e lembranças, e com os quais saltaram, cantaram e conviveram abertamente.
Apesar dos dois títulos já vencidos neste ano desportivo, a ambição do Glorioso não fica por aqui. No próximo compromisso, o Benfica volta a competir na Liga Placard, deslocando-se ao reduto do Torreense às 16h00 de sábado, 2 de maio, num desafio da 22.ª jornada da 1.ª fase do Campeonato Nacional, competição que almeja ganhar pelo 2.º ano seguido.
SL Benfica
Subscrever:
Comentários (Atom)
