terça-feira, 29 de setembro de 2026

BOLA AO CENTRO (T4)- Ep. 235: O FUTEBOL PORTUGUES ESTA PODRE! 🦅🔴

                 

DEVE O BENFICA TESTAR SCHJELDERUP NO CORREDOR DIREITO?

                   

MARCO SILVA CHAMA TRIO DA FORMAÇÃO! BENFICA ATENTO A GILBERTO MORA! BAYERN VAI TENTAR TOMÁS ARAÚJO!

                  

O QUE O CLÁSSICO NOS MOSTROU

 


Para que a credibilidade não seja colocada em causa, é imperioso que quem esteja a ver o jogo não tenha a sensação de estar perante um campo inclinado. Foi essa sensação que ficou no Dragão.

Os grandes jogos são aqueles que nos deveriam promover melhor no estrangeiro. Com o processo de centralização nas etapas finais, todos temos a noção de que estes eventos são muito importantes para elevar o nosso produto para outro patamar. Se estivermos atentos, o que se passou dentro e fora das quatro linhas dá-nos uma ideia muito clara da realidade do futebol profissional em Portugal.
FC Porto: preparação ao pormenor
N o relvado, a equipa de Farioli tem uma forma de jogar facilmente identificável. Processos simples, mas automatizados. Humildade para dar a iniciativa de jogo aos adversários. Capacidade de luta e de sofrimento. Nas bolas paradas, defensivas e ofensivas, é uma equipa muito forte. Junta a tudo isto uma enorme dose de agressividade. Neste contexto e nesta forma de jogar, o FC Porto é uma equipa muito competente. Tem ainda individualidades que, pela sua capacidade e qualidade, desbloqueiam adversários e seguram vitórias. À cabeça, encontram-se Diogo Costa e Froholdt.
A vertente mental também é muito bem trabalhada. Os jogadores do FC Porto estão preparados para jogar nos limites, para desestabilizar os adversários com palavras e disputas de bola. Aproveitam o ambiente do estádio para condicionar os adversários. Nem todos têm a capacidade de se adaptar a esta exigência, mas, quando se consegue criar este espírito, a probabilidade de sucesso aumenta. Este ADN é um dos pontos fortes do FC Porto.
Fora do relvado criam-se condições para os adeptos entrarem no jogo. A pressão que se coloca nos adversários é enorme e exige um grande autocontrolo, algo que faltou em alguns momentos ao Benfica. Percebemos que todos os pormenores contam quando olhamos para o banco do FC Porto. Está constantemente ativo. Nos momentos de maior tensão, há sempre um adjunto ou um diretor que assume a frente e acaba por absorver parte dessa pressão, deixando o treinador mais resguardado para intervir quando entende ser necessário. Em comparação, no Benfica vê-se precisamente o contrário: o desgaste fica para o treinador.
O FC Porto sabe criar o seu ambiente e utilizá-lo a seu favor. Faz parte da preparação do jogo e é uma das suas formas de competir. A responsabilidade de controlar esse ambiente, dentro das regras, não é do FC Porto. É de quem tem essa função. Se não o fizer, o FC Porto, naturalmente, aproveita.
Pode-se gostar ou não da forma como o FC Porto joga ou como cria adversidades para os adversários. A realidade é que o clube trabalha em conjunto. Existe uma grande organização e nenhum pormenor é descurado.
A experiência conta
Todos sabíamos que o jogo entre FC Porto e Benfica iria ser muito exigente a todos os níveis. A questão da arbitragem é sempre um tema muito polémico, mas fundamental. Por norma, costumamos dizer que os melhores devem estar nos melhores jogos. A definição de melhor não tem só a ver com a qualidade técnica do árbitro. A experiência deve ser um ponderador muito importante nestes encontros. Refiro isto porque os clássicos são muito exigentes e obrigam a que a equipa de arbitragem não se foque apenas na bola, mas em tudo o que se passa no relvado.
Não tenho dúvidas de que Miguel Nogueira ajuizou bem praticamente todos os lances que estiveram no seu raio de ação. A questão é que o jogo também se foi desenrolando no ângulo morto do árbitro e, nesse caso, a equipa de arbitragem tem de ter uma visão mais abrangente do que se passa no relvado. Se, por exemplo, Lenglet foi admoestado por ter tocado na cabeça de André Silva, porque motivo existiu um critério diferente para Alberto Costa ou Samu? Uma equipa de arbitragem mais experiente estaria mais alerta para este tipo de situações.
Pior, destes lances, não só Alberto Costa e Samu não foram admoestados, como Prestianni e Bah, as vítimas, levaram cartão amarelo. Sendo a agressividade nos duelos uma das características do jogo do FC Porto, o facto de não ter visto cartões amarelos deu-lhe a vantagem de os seus jogadores poderem jogar tranquilos e sem condicionamentos praticamente durante todo o jogo, algo que não aconteceu com o Benfica. Para que a credibilidade não seja colocada em causa, é imperioso que quem esteja a ver o jogo não tenha a sensação de estar perante um campo inclinado. Foi essa sensação que ficou no Dragão.
Rui Costa: a (não) reação
Depois de um jogo exigente, com dualidade de critérios, o presidente do Benfica tinha duas hipóteses: falar de uma forma dura ou não falar e ignorar o pedido do seu treinador. O primeiro erro foi ter falado com o símbolo do FC Porto atrás de si. É uma questão básica, um pormenor que demonstra precisamente o contrário daquilo que vemos no FC Porto: fora do relvado, o Benfica não esteve tão atento aos detalhes.
O segundo erro foi o discurso. Nestas ocasiões, os presidentes têm dois minutos para passar a sua mensagem, que deve ser clara e objetiva. Ora, Rui Costa começou por fazer uma análise ao jogo, que é mais o trabalho de um comentador ou treinador, apontou o dedo ao seu jogador, Lenglet, referindo que não deveria ter feito o que fez e, no fim, falou de dualidade de critérios sem tocar em exemplos.
Com esta mensagem, Rui Costa conseguiu transmitir o que queria? Claro que não. Um presidente tem também uma responsabilidade institucional: garantir respeito pelo clube, pelos seus adeptos e pelos seus funcionários.
No final do jogo, o FC Porto passou duas músicas de galinhas, o que demonstrou falta de respeito pelo adversário e pelos seus adeptos. Rui Costa não reagiu a este episódio quando o deveria ter feito e com firmeza. Deste caso saem duas conclusões: a primeira é que o respeito nunca pode faltar entre instituições e que, para que a centralização funcione, este é um pilar fundamental. A segunda é que as grandes instituições também se distinguem pela forma como sabem ganhar. Este tipo de comportamento não contribui para a valorização do produto que todos queremos promover.
A valorizar: Petit
Está a fazer um arranque de Liga muito bom. Santa Clara tem a segunda melhor defesa e o quinto melhor ataque.
A desvalorizar: Vasco Matos
Está a ter um início de época complicado. Ganhou um voto de confiança e uma segunda oportunidade para deixar a sua marca no Estoril.
Diogo Luís, in a Bola

A “Santa Aliança”: a recriação do “fantasma” que tudo justifica

 


"André Villas-Boas (AVB) afastou Pinto da Costa mas agora parece empenhado no espírito da sua recriação. Outra vez com a recuperação da narrativa do “contra tudo e contra todos”, talvez a única forma de se convencer a si próprio que não se verga para afirmar, internamente, a sua liderança…

1. .… Mas já vergou: AVB não seguiu o seu caminho, está a ser no pensamento uma cópia mal acabada de Pinto da Costa, não percebendo que os sequazes do ex-líder portista nunca lhe perdoarão. A “Santa Aliança” é apenas uma invenção para tentar manter unido um clube (fundamental para o futebol português) que se apresenta ainda muito dividido. As vitórias estão a dar-lhe alento para recuperar a ideia do bastião. Do ADN. Da perseguição territorial. Do discurso divisionista. E dos plantadores da ideia de que “o resto do País” não quer que o FC Porto ganhe. Não é verdade. São fantasmas. São imagens (antigas) agora utilizadas em forma de holograma. Realidades virtuais. Convenientes. Que têm o condão de atemorizar. Como, aliás, se viu agora no “clássico” com a recriação de um clima e de um ambiente emocionais tendentes a levar o adversário e a arbitragem para uma evidente zona de conforto. Entre méritos e alavancas sistémicas que tornam o futebol em Portugal uma actividade com “coisas muito estranhas”. Mas não apenas de um lado. De muitos lados. O futebol português tem de valer por aquilo que se joga, com base na qualidade do treino e da gestão. E não através de técnicas que não se importam com o lado marginal desta indústria e que ainda dominam o torrão pátrio.

2. No pós-clássico entre o FC Porto e o Benfica houve uma Gala. Glamour, muitos sorrisos, luzes, cumprimentos, abraços, reencontros, prémios e consagrações, palmadinhas nas costas, o ramalhete perfeito. Dois presidentes dos clubes dominantes: André Villas-Boas, presidente-campeão, e Frederico Varandas, questionado acima de tudo sobre o presente e o futuro de Rui Borges. O presidente do Benfica, ausente.

3. E, na plateia, José Fontelas Gomes, vice-presidente da FPF, ex-presidente do CA da FPF, entre Pedro Proença e Reinaldo Teixeira, presidente da Liga. Interessante. Nas declarações à imprensa, André Villas-Boas, vencedor do “clássico”. Nas Galas, somos de facto brilhantes (no sentido da emanação do brilho, mesmo que seja meio natural, meio artificial), mas no intervalo das Galas é que percebemos a realidade do futebol, tipo “Titanic”. Uns de boquilha, outros de salva-vidas. A realidade, extra-Gala, aponta-nos para uma guerrilha institucional, para cenas que não deveriam acontecer nos jogos entre oficiais do mesmo ofício, como ambientes difíceis pré-construídos, acentuada agora pelas declarações de André Villas-Boas (AVB), que relançou o tema da… “Santa Aliança”.

4. Santa Aliança?! Onde? Na segunda Circular ou na narrativa que André Villas-Boas percebe que tem de utilizar porque continua a ter o clube dividido, porque há uma ala que interpreta — apesar dos elogios cirúrgicos — a forma como AVB tratou Pinto da Costa nos seus últimos tempos de vida como uma “traição” irreparável? Villas-Boas apresentou-se como regenerador, como elo de ligação capaz de acabar de elevar o nível do discurso e para, ele próprio, recusar certas técnicas de antanho, sustentadas na promoção interna através da escolha do inimigo externo. E qual foi sempre o “inimigo externo”? Os clubes de Lisboa, a comunicação social de Lisboa e todos os movimentos que não dessem cobertura à dinâmica da vitimização contra o “centralismo”. André Villas-Boas utilizou, de início, um discurso elevado de agregação e, sobretudo, de crítica em relação à gestão de Pinto da Costa e prometeu não dar tréguas a todos aqueles que, dentro do clube, tivessem prejudicado o FC Porto. Onde está essa “limpeza” que prometeu? O grau de satisfação terminou quando o ex-líder da claque [F. Madureira] foi preso? E quem alimentou a estratégia anti-democrática e de abuso da qual AVB se confessou prejudicado e só teve consequências mais visíveis para o ex-líder da claque? Onde estão os resultados da sugerida conduta ética? Onde ficou a crítica de AVB a todos aqueles que deixaram o FC Porto na exaustão financeira e nas condutas paralelas anti-desportivas?

5. Esta asserção da “Santa Aliança”, que é um fantasma e uma asserção de um certo complexo de inferioridade que não tem adesão à realidade de um clube com expressão nacional e internacional, caiu logo pela base no local onde AVB a proferiu, porque se houve esse Santa Aliança Frederico Varandas e Rui Costa estariam alinhados no tema da centralização e estariam alinhados no posicionamento contra o actual presidente da FPF. E não estão.

6. Tivemos no Dragão duas ‘escolas’ de futebol e ganhou aquela que melhor preparou o jogo em termos emocionais, ao seu estilo e sem contemplações.
O FC Porto não é apenas uma equipa com bons executantes e com uma forma de expressar os seus talentos futebolísticos que o leva a gerar supremacias.
O FC Porto, nestas partidas mais quentes, sobretudo com os rivais, transporta o jogo para o patamar que mais lhe convém, porque tem uma história que se convencionou chamar o tal ADN à qual junta, hoje, com André Villas-Boas, a certeza de que é preciso criar um determinado ambiente a partir do qual — quando é necessário — os adversários se sintam desconfortáveis.
O FC Porto aguentou o ‘forcing’ inicial do Benfica, mas nesse embate foi criando as condições necessárias para emocionalmente o Benfica se sentir desconfortável. E o Benfica, com alguns jogadores sem experiência de “clássicos” em Portugal, caiu redondamente na esparrela.
Pôs a funcionar a máquina do seu próprio conforto e, repito, levou o jogo para onde queria, em relação ao rival e também em relação à arbitragem. O árbitro Miguel Nogueira até viu coisas que mais ninguém viu e não viu coisas que deveria ter visto (excesso de dureza).

7. Não me pareceu que Marco Silva, como muitos fazem após derrotas, quisesse tapar o sol com a peneira. Assumiu, aliás, os erros próprios, deixando, no entanto, uma mensagem muito clara, do tipo: eu vim de outra realidade, onde se joga futebol e onde o respeito pelo público e o respeito por oficiais do mesmo ofício e a noção de competir se sobrepõem ao jogo rasteiro e subterrâneo que continua a dominar o futebol em Portugal, em muitas latitudes.

8. O que Marco Silva quis dizer é que, para se sobreviver neste contexto de toxicidade que se cultiva há anos no futebol indígena, é preciso que os homens se transformem em monstros. Sem respeito por ninguém. E isto é dramático. São centenas de mensagens que me chegam a dizer: ‘já não gosto deste futebol que se respira em Portugal, ninguém faz nada para mudar, é sempre a mesma coisa’. E depois vem a lengalenga e as técnicas do costume, muito alavancadas nas redes sociais, em que nada é por acaso. Há muita coisa concertada. Existe uma obsessão de difamar todos aqueles que não dizem ámen a esse tipo de técnicas, gente da televisão — os chamados comentadores-adeptos que, nalguns casos, atiram mesmo o futebol para as profundezas do esgoto — e todos assistimos a este degradante espectáculo com uma permissividade total, sejam governantes, presidentes de câmaras, alegados ilustres cidadãos deste país, gente com ligações à comunicação social e “tutti quanti” de uma “fauna futebolística” sem uma centelha de vergonha e de nível, com preocupações até ao nível de uma certa paz social.
As regras têm de ser iguais para todos. Repito: para todos.

9. Tudo o que vemos sobre os relvados, em termos da capacidade de resposta de um FC Porto forte, nos limites da sã competitividade, é de aplaudir e não venham dizer que esse apego à competição de uma forma militante é uma resposta ao “centralismo”, que já cansa de tanto ouvir e, hoje por hoje, passadas décadas, é uma conveniente mas mera falácia. O problema é o resto: a falta de desportivismo, a procura do conflito gratuito e as pressões feitas sobre quem não se deixa capturar e alinha nessa narrativa ou na exteriorização dessas estratégias.

10. Um dos problemas do futebol português é o corporativismo entre os agentes (nem todos mas muitos ex-treinadores, ex-jogadores, ex-árbitros, candidatos a novos empregos, que, para ganharem os seus milhõezinhos e/ou participarem em ações que lhes dão visibilidade, têm de se calar e fazer de conta que não veem nada e que é tudo uma confabulação anti-futebol. Não se importam de fazer a defesa da corporação, mesmo que ela não ultrapassasse a fasquia de uma certa corrupção intelectual.
Não nos enganem!
Uma vergonha, ainda por cima, cheia de sorrisos falsos e hipócritas! Somos, de facto, um país de “chicos-espertos”!…
Metam a mão na consciência e parem enquanto for tempo!"

Rui Santos, in Sol

S8E10 - O Parreira vai falar! | Benfica

                   

Samu deve ser castigado?

                   

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

PARECE FICÇÃO, MAS NÃO É..


DAZN F1 - Baku ao milésimo

                   

4ª SUPERTAÇA



O Benfica conquistou a Supertaça feminina de basquetebol ao derrotar o GDESSA, por 73-31, na final disputada este domingo, 27 de setembro, no Complexo Municipal dos Desportos Cidade de Almada.
As tricampeãs nacionais iniciaram a nova temporada da melhor forma, conquistando o primeiro troféu oficial da época com uma exibição de grande nível, marcada pela intensidade defensiva e pela eficácia ofensiva.
As encarnadas entraram fortes na partida e rapidamente assumiram o comando do marcador, fechando o 1.º quarto com uma vantagem de 20-10. A superioridade manteve-se até ao intervalo, altura em que o Benfica já vencia por 39-17, com Schaquilla Nunn em destaque, ao somar 13 pontos nos primeiros 20 minutos.
Na segunda parte, a formação benfiquista não abrandou o ritmo. Com uma circulação de bola fluida, boa percentagem de lançamento e uma defesa consistente, foi ampliando a diferença ao longo do 3.º e do 4.º quartos, não dando qualquer hipótese ao GDESSA.
O resultado final de 73-31 espelha o domínio das águias, que começam a temporada da melhor maneira, juntando mais uma Supertaça ao seu palmarés – elevam para 4 o número de troféus.
RICARDO VASCONCELOS | Declarações
Diferença no marcador
"Eu acho que é uma mistura das duas situações. Nós tivemos uma intensidade para a qual o GDESSA não estava preparado e, nessa altura, elas quebraram. Perderam a confiança e perderam a certeza daquilo que estavam a fazer. Então, tiveram um desacerto acima daquilo que também é normal. Ainda assim, acho que fomos nós que provocámos esse momento. Acredito que o GDESSA vai ser melhor do que isto ao longo do ano, mas nós esperamos melhorar também. Portanto, esse é o objetivo. Nem todos os jogos vão ficar com esta diferença, porque as finais também têm sempre um lado emocional e, quando a gente sente que já não chega, tem tendência a quebrar. E isso aconteceu hoje. Elas desligaram pela nossa forma de estarmos conectadas. E eu acho que estou satisfeito com a equipa, acima de tudo por isso, porque mantivemos sempre uma intensidade alta e muita ligação entre o grupo. Foi bom."




Análise à exibição
"Há muitos minutos que não são bons e há muitas decisões que não são felizes, mas faz parte do jogo. Isto é quase pré-temporada. A verdade é que já conta um troféu, mas quantos jogos temos? Quatro jogos feitos. Portanto, estamos todos numa fase de descoberta. Com cerca de 30 treinos, vamos à procura de perceber-nos uns aos outros, mas já temos uma identidade neste momento, o que é muito bom ao fim deste tempo. Portanto, eu acho que o trabalho é positivo, a análise tem de ser positiva, mas queremos mais e melhor."
Importância da conquista
"Foi uma boa maneira de encher o depósito. E a gasolina está cara, portanto foi uma ótima maneira de ganharmos o fôlego de que precisamos para continuar a trabalhar forte e entender que este é o caminho, que não há outra maneira, que não podemos relaxar para manter a supremacia que queremos, para podermos encarar todos os jogos com esta positividade, que é para ganhar, e, nomeadamente, quando começar a competição europeia, estarmos ainda mais preparados para o que vem pela frente."
SL Benfica