segunda-feira, 14 de outubro de 2019

domingo, 13 de outubro de 2019

BOLAS PARADAS E MAGIA DECIDEM PARTIDA!


HÓQUEI EM PATINS
1.ª jornada do Campeonato Nacional de Hóquei em Patins terminou com a vitória dos encarnados.
Sport Lisboa e Benfica e AD Sanjoanense diputaram, no Pavilhão Fidelidade, a 1.ª jornada do Campeonato Nacional de Hóquei em Patins. Triunfo justo para os encarnados (3-0)!
Tarde de domingo, Pavilhão bem composto para receber a jornada inaugural do Nacional de Hóquei em Patins. Benfica de ambições plenas e renovadas, perante uma AD Sanjoanense, equipa que regressa esta temporada à I Divisão.

E não haveria melhor começo! Primeiro minuto de jogo e o primeiro golo da partida! Grande penalidade cobrada de forma exímia por Diogo Rafael, a fazer o 1-0, sem hipóteses para Tiago Freitas.

Em vantagem, sinal mais das águias, num jogo intenso, rápido e muito interessante de seguir.
Mais uma grande penalidade favorável aos encarnados, mas desta feita bola no poste… livre direto e o 2-0, com 20 minutos de jogo, com Jordi Adroher a não desperdiçar.
Até ao intervalo o resultado não se alterou: 2-0.
No reatar, manteve-se a toada, com as oportunidades a surgirem em quantidade e qualidade… a redondinha teimava em não entrar até que Lucas Ordoñez resolveu fazer magia! Com oito minutos para se jogar, transição rápida, lance individual ao alcance de poucos e um remate pleno de classe para o 3-0 que sentenciou a partida.
Na próxima jornada o SL Benfica desloca-se ao reduto da formação da Física de Torres Vedras. Antes, já no próximo fim de semana, regressam as competições europeias à Luz, com as águias a iniciarem a sua participação na Liga Europeia.
FICHA
Pavilhão Fidelidade
Cinco/formação do Benfica Pedro Henriques, Valter Neves, Diogo Rafael, Adroher e Miguel Vieira
Suplentes Albert Vázquez, Eduard Lamas, Lucas Ordoñez, Gonçalo Pinto, Miguel Vieira e Marco Barros
Ao intervalo 2-0
Golos Diogo Rafael (1'), Jordi Adroher (20') e Lucas Ordoñez (42')
Marcha do marcador 1-0, 2-0 e 3-0

2.ª EDIÇÃO DE TEAM BUILDING DO FUTEBOL DE FORMAÇÃO


Debate de projetos e convívio foram palavras-chave de uma ação realizada com mais de 150 colaboradores do Benfica Futebol Campus.
Realizou-se no sábado (12 de outubro) a 2.ª edição de Team Building do Futebol de Formação. Mais de 150 colaboradores do Benfica Futebol Campus estiveram reunidos numa ação que promoveu também a união do grupo.
A ação começou no auditório do Museu Benfica – Cosme Damião, local onde foram debatidos os objetivos cumpridos e onde se projetaram novas metas para o futuro do futebol de formação do Benfica.
2.ª edição Team Building
"É uma reunião que acontece anualmente e onde se encontram todos aqueles que trabalham em redor da formação. É um dia que temos de ter em conta e é bom que isto aconteça", afirmou Shéu, antigo jogador das águias.
"Estas iniciativas têm um caráter de team building, aproximam-nos, falamos várias horas com pessoas que raramente vemos e é bastante pertinente este tipo de contacto, seja em termos técnicos, seja em termos de outras áreas. Reforça-se a estrutura, juntam-se as pessoas e quebram-se as distâncias", salientou Renato Paiva, treinador do Benfica B.
2.ª edição Team Building
"Às vezes há muito foco nas instalações, na dimensão que passa para fora, mas depois no dia a dia, quando toda a gente se junta, não temos noção da quantidade de recursos e da quantidade de benfiquismo que existe. Em cada pessoa há o orgulho em vestir a camisola e isso é fundamental", destacou Jorge Maciel, treinador da equipa Sub-23.
Vários oradores subiram ao palco para explicar os resultados de cada departamento, numa palestra que contou ainda com a presença de algumas caras bem conhecidas do Clube encarnado. Domigos Soares de Oliveira, Pedro Mil-Homens, Tiago Pinto e Bruno Lage também deram o seu contributo nesta ação promovida pelo Sport Lisboa e Benfica.
INTERVENÇÕES
Domingos Soares de Oliveira: "Não é possível equacionar o 37 [título nacional] sem dizer que esse 37 teve o contributo de todos vocês [colaboradores da formação]. Vocês são os ourives que preparam a nossa matéria-prima, que lapidam os nossos diamantes e a parte boa do nosso projeto é que ao contrário dos outros clubes, nós vemos esses diamantes jogarem na nossa principal equipa.
"Sente-se efetivamente que há uma coerência, quer ao nível dos métodos de trabalho, quer ao nível desta ida e volta que fazemos entre atletas e treinadores, entre os vários escalões."
Pedro Mil-Homens: "Nós temos futebol de formação nesta dimensão porque temos um compromisso de promoção dos jogadores, porque alicerçamos uma política de desempenho desportivo ao serviço dessa promoção. A marca Benfica tem uma dimensão que convida a que o seu futebol de formação seja uma alavanca para a estratégia de internacionalização do Benfica e, naturalmente, procuramos alicerçar tudo isto numa política de qualidade do processo de formação."
Tiago Pinto: "Sinto cada vez mais que o Benfica é um só e acho que esse é o caminho. Seja na formação, seja nas equipas principais, chegar ao Benfica e continuar no Benfica é a garantia que se pode fazer disso profissão. Estas iniciativas são boas porque a nossa vida também é feita de ouvirmos pessoas e deixarmo-nos influenciar pelas pessoas."
Bruno Lage: "Eu entrei aqui em 2004, a nossa apresentação de treinadores foi feita num hotel, éramos cerca de 30 pessoas. Foi aí que conheci o míster Nené e quem diria nessa altura que um jovem que vinha de Setúbal, pudesse um dia treinar a equipa A, mas o caminho fez-se e construiu-se. Oito anos aqui, seis anos fora e depois o regresso que me permitiu chegar a este patamar"
"Em 2004 o Benfica dominava pouco, lembro-me que tinha vencido o campeonato de juniores, mas que em termos de formação e de projeto, as coisas não existiam. A partir daí as coisas foram surgindo de forma progressiva. Primeiro as instalações, o Estádio da Luz e o Benfica Futebol Campus, e depois a necessidade de ganhar na equipa A, isso é o mais importante e não podemos deixar de ter noção disso. Relativamente à formação era importante vencer campeonatos."

ENTRADA VITORIOSA NA LIGA


BASQUETEBOL FEMININO
Benfica iniciou a edição 2019/20 da competição com um triunfo perante a formação da Quinta dos Lombos.
A equipa de Basquetebol do Sport Lisboa e Benfica venceu a formação da Quinta dos Lombos (64-55) na 1.ª jornada da 1.ª fase da Liga feminina 2019/20. Entrada em prova muito positiva!
Exibição robusta da formação comandada por Isabel dos Santos. No Pavilhão Fidelidade, ao intervalo as águias venciam por 39-27 e, apesar da reação das adversárias na 2.ª parte do jogo, o Benfica, com muita maturidade, segurou a justa vitória final (64-55).


Na próxima jornada o SL Benfica defronta, fora de portas, a Ovarense.

Benfica-Quinta dos Lombos
FICHA
Local Pavilhão Fidelidade
Cinco do Benfica
Cynthia Dias, Joana Soeiro, Mariana Carvalho, Mariana Silva e Carla Budane

Suplentes Marta Martins, Ana Lages, Josephine Filipe, Duarte Dora, Daniela Silva, Carolina Aguiar e Destinee Young
1.º quarto 24-8
2.º quarto 39-27
3.º quarto 49-45
4.º quarto 64-55
Marcadoras dos pontos Joana Soeiro (19), Josephine Filipe (11), Mariana Silva (10), Carla Budane (8), Destinee Young (5), Cynthia Dias (5), Mariana Carvallho (3) e Marta Martins (3)

PRIMEIRAS PÁGINAS: SÓ DÁ LAGARTOS


sábado, 12 de outubro de 2019

ESTA COISA QUE SE CHAMA PAUSA DAS VINDIMAS


O que se passa com o Benfica que deixou de pregar cabazadas aos seus adversários nacionais e que continua a somar desaires face aos seus adversários internacionais sugere uma reflexão ligeira neste período de pausa das competições. O período de pausa das competições internas também sugeriria, só por si, uma reflexão menos ligeira. Temos o campeonato de férias por um mês, coisa nunca vista. E, no que ao Benfica diz respeito, depois desta inaudita Pausa das Vindimas seguem-se sete jogos em 23 dias para que ninguém mais se volte a queixar de tédio. Eventualmente, a Pausa das Vindimas poderá fazer bem ao Benfica de Lage e a Lage propriamente dito, que bem precisa de ânimo para superar o que tem pela frente. As saídas de Jonas, João Félix e Salvio, trés jogadores excecionais, a lesão de Florentino, a derrota frente ao FC Porto no Estádio da Luz, o desacerto dos seus goleadores-mas-pouco e o estado ainda ambulatório de Gabriel contribuem generosamente para o diagnóstico do estado do campeão. É muita coisa junta mas a pior de todas foi mesmo o jogo com o FC Porto porque foi a partir daí que o Benfica desencarreirou. E sem Jonas fica tudo mais difícil. No próximo sábado com o pontapé de saída marcado para as cinco em ponto da tarde há dérbi na Luz. É uma estreia absoluta. Será a primeira vez que as equipas femininas  de futebol do Benfica e do Sporting se encontram oficialmente. A competição é a mais apetitosa, o campeonato da primeira divisão a que o Benfica ascendeu depois de, na temporada passada, ter arrancado com o seu projeto na divisão secundária. É verdade que já houve um Benfica-Sporting (ou vice-versa) este ano, pela primavera, quando Benfica e Sporting disponibilizaram as suas equipas femininas de futebol para um jogo solidário com as vítimas das cheias em Moçambique. Foi no Restelo esse primeiro dérbi não oficial e reunião 15.204 espectadores pagantes numa tarde de fim de março. Esse recorde de assistência num jogo de futebol feminino em Portugal não seria batido dois meses depois, em maio, por ocasião da final da Taça de Portugal que reuniu no Jamor as equipas do Benfica e do Valadares perante 12.632 espectadores. Um dérbi é um dérbi e leva tudo à frente. De hoje a oito dias se saberá se o o primeiro dérbi oficial vai bater o recorde de assistência que ainda está na posse do dérbi não oficial.. Vai-se saber isso e o resultado, o que também tem a sua importância. Ho, se tem. Se o Sporting, tal como se lê nos jornais, comunicou à Comissão de Valores Mobiliários (CMVM) com o êxito da sua reestruturação financeira realizada é porque é verdade. Se não fosse verdade, estaria o Sporting a brincar com coisas sérias. E isso é que não.
Se Bruno Lage conta com o lateral-esquerdo Grimaldo para suprir a ausência de Rafa por motivo de saúde é porque não terá outras soluções à mão para o lugar do dito Rafa. Não se acredita.

Leonor Pinhão, in Record

QUANDO OS JUÍZES NÃO TÊM... JUÍZO


"Para alguns juizes, o futebol é um mundo à parte que consente certo tipo de ilegalidades. Quais? Onde começa e acaba essa excepção?

Uma decisão de juízes do tribunal da Relação de Lisboa causou perplexidade: o caso é simples. Durante um jogo de futebol, um delegado insultou um treinador. Começou por lhe traçar como destino  mais explícito objecto fálico do corpo humano e ainda afirmou que o senhor a quem se dirigia não devia ter especial orgulho no comportamento mundano de sua mãe. O treinador sentiu-se ofendido e levou o caso a tribunal. O assunto chegou à Relação, que decidiu pela inexistência de qualquer ofensa. E apontou como razões o facto de «comportamentos reveladores de baixeza moral» serem tolerados no mundo do futebol e daqueles expressões, ditas no contexto do mundo do futebol, não se poderem considerar mais do que «a verbalização de palavras obscenas, sendo absolutamente incapazes de pôr em causa o carácter, o bom nome ou a reputação do visado». Já no que respeita ao carácter, ao bom nome e à reputação da mãe do visado, os juízes, aos costumes, disseram nada.

Não é a primeira vez que os tribunais decidem em função de uma curiosa excepcionalidade do mundo do futebol. Para alguns juízes, é um mundo à parte, onde, por exemplo, se podem consentir ofensas e todo o tipo de violência verbal. Não se sabe, mesmo, se consentem e toleram a prática de certas agressões. Ora, o que eu penso é que esses senhores juízes não estão no seu juízo perfeito. Pela mesma lógica, não terão qualquer argumento válido para criminalizar, por exemplo, a prática de apropriação indevida de valores, por parte de dirigentes de clubes, nas transferências de jogadores; ou, mesmo, a viciação de apostas desportivas. É o mundo do futebol, o mundo à parte, que consente a despenalização do que, fora do futebol, é penalizado e, por isso, um mundo de excepção consentida, com regras próprias, com leis especiais, com julgamentos à parte. Para já não falarmos do excelente contributo que estes juízes deram ao trabalho que muitos organismos e entidades desportivas têm vindo a desenvolver na defesa da ética e no exemplo que o desporto com ética e no exemplo que o desporto com ética e com valores pode trazer à mais sólida formação cultural e social dos jovens portugueses.

Assembleia do Sporting. Infelizmente sem surpresa, num ambiente hostil e tumultuoso, sem qualquer qualidade democrática. Não se percebe como depois de tudo o que se passou, Frederico Varandas veio dizer que o Sporting, como grande clube, com mais de noventa mil sócios pagantes, continuará a ter decisões democráticas. Que decisões? Que democracia? Dos noventa mil pagantes, apenas pouco mais de mil decidiram, em nome de todos, um instrumento fundamental para a continuidade do exercício da Direcção e desses poucos mais de mil, a maioria dos votantes manifestações contra Frederico Varandas e seus pares. Quanto ao resto da democracia que ainda poderia sobrar, tornou-se mais significativa quando Sousa Cintra foi impedido de exercer o seu legítimo direito de se expressar, num momento de suprema ingratidão e que se tornou numa mancha na história do Sporting, sem, apesar disso, ter aparentemente causado especial transtorno à actual gestão. E, já agora, é bom que o presidente perceba que, ao contrário do que disse, e em função do que se passou na assembleia, a pergunta daquele jornalista que, contra a tentação do seu próprio conforto, questionou sobre se Varandas pensa demitir-se, não é nada ridícula. Pelo contrário, a pergunta é mais pertinente. A resposta é que é insuficiência e menor.

Dentro da Área
Preciso ver para crer em Jesus
Jorge Jesus está a deixar o povo do Flamengo em delírio e a encantar todo o futebol brasileiro. é óptimo para Jesus e para o seu já rico currículo, mas também é óptimo para o futebol português e para o futebol brasileiro. Expliquemos melhor: não há muitos anos, o futebol português era, para o Brasil, o futebol da «bola quadrada». Agora já não há dúvidas de que, do lado de cá do Atlântico, a bola é redonda. E mais: é óptima para o futebol brasileiro que precisava de ver para acreditar. Ninguém, nem mesmo o futebol do Brasil consegue crescer sozinho.
(...)"

Vítor Serpa, in A Bola

OBJETIVOS ALCANÇADOS: PONTO FINAL EM CHEIO


FUTSAL
O Benfica derrotou o Halle-Gooik por 2-6 na 3.ª jornada da ronda principal de qualificação da UEFA Futsal Champions League e ganhou o Grupo 2.
Está feito, e foi bolo e cereja! O Benfica bateu o Halle-Gooik por 2-6 na Bélgica, na 3.ª jornada da ronda principal de qualificação da UEFA Futsal Champions League, e ainda venceu o Grupo 2.
Pisando com força no acelerador, a equipa benfiquista procurou o golo nos minutos iniciais e foi bem-sucedido ao minuto 4.


[GOLO: 0-1]

Fernandinho deu às águias a vantagem que pretendiam (0-1), mas o conjunto belga teve uma reação pronta e, ainda no quarto minuto do encontro, igualou o marcador por intermédio de Patias (1-1).
[GOLO: 1-2]
A partida estava quente e o Benfica fogoso no ataque. Robinho, aos 5', recolocou os encarnados no comando do resultado: 1-2.
[GOLO: 1-3]
O minuto 7 do desafio teve para contar a história de novo golo dos comandados de Joel Rocha. Outra vez preciso na conclusão, Fernandinho rubricou o 1-3.
[GOLO: 1-4]
Apontadíssimo à baliza dos belgas, o Benfica ampliou para 1-4 aos 8'. Coube a Henmi o papel de matador neste lance que deu outro volume ao score.
[GOLO: 1-5]
A cinco minutos do encerramento da primeira parte, Fábio Cecílio finalizou mais um ataque bem desenhado e desenvolvido pelos encarnados: 1-5.
Tomic, aos 17', encurtou diferenças (2-5). O Halle-Gooik não se entregou e também deu trabalho ao guarda-redes Roncaglio.
[GOLO: 2-6]
Antes do descanso, Fábio Cecílio bisou (19') e reforçou a posição e o conforto do Benfica nesta partida: 2-6. Ao intervalo as águias eram virtuais vencedoras do Grupo 2.
Com os objetivos nas mãos, o Benfica segurou-os; controlou e geriu o jogo no segundo tempo, confirmando a vitória por quatro golos de diferença, um resultado que lhe permitiu ultrapassar os ucranianos do Kherson no primeiro lugar do Grupo 2.
Halle-Gooik-Benfica, 2-6
FICHA
Pavilhão De Bres – Halle
Cinco do Benfica Roncaglio, Fábio Cecílio, Bruno Coelho, Fernando Drasler e Fits
Suplentes André Sousa, Chaguinha, Afonso Jesus, André Coelho, Tiago Brito, Henmi, Robinho e Fernandinho
Ao intervalo 2-6
Golos do Benfica Fernandinho (4' e 7'), Robinho (5'), Henmi (8'), Fábio Cecílio (15' e 19')
Marcha do marcador 0-1, 1-1, 1-2, 1-3, 1-4, 1-5, 2-5, 2-6

VITÓRIA EXPRESSIVA NA BATALHA


FUTSAL FEMININO
Na próxima jornada, as águias recebem o ACDR Arneiros, numa partida marcada para as 18h00 do dia 20 de outubro (domingo).
O Benfica visitou e venceu, neste sábado, o GR Golpilheira, por 1-5, em jogo da 2.ª jornada da zona sul do Campeonato Nacional de futsal feminino.
Com golos de Maria Pereira e Janice Silva no primeiro tempo, as encarnadas recolhiam ao balneário em vantagem: 0-2 ao intervalo.

Na segunda metade, Maria Pereira assinou um bis e Raquel Santos e Fifó inscreveram, também elas, os nomes na lista de marcadoras, fechando a partida em 1-5.
Na próxima jornada, o Benfica recebe o ACDR Arneiros, numa partida marcada para as 18h00 do dia 20 de outubro (domingo).
Golpilheira-Benfica, 1-5
FICHA
Pavilhão Desportivo Municipal Golpilheira
Cinco do Benfica Ana Catarina, Maria Pereira, Inês Fernandes, Janice Silva e Fifó
Ao intervalo 0-2
Golos do Benfica Maria Pereira (2), Janice Silva, Raquel Santos e Fifó
Marcha do marcador 0-1, 0-2, 0-3, 0-4, 1-4 e 1-5

TRIUNFO SEM DISCUSSÃO


BASQUETEBOL
Autoritário, o Benfica venceu no reduto do Barreirense na 2.ª jornada da Liga Placard de basquetebol.
Simplificador, o Benfica impôs-se com autoridade no Pavilhão Municipal Luís Carvalho e ganhou ao Barreirense por 49-95 na 2.ª jornada da Liga Placard de basquetebol.
Quando se atingiu o tempo de intervalo já as águias tinham ultrapassado a meia centena de pontos: 18-51. Sem discussão possível, a equipa comandada por Carlos Lisboa estava bem lançada para o triunfo.

Na próxima jornada (3.ª) da Liga Placard os encarnados recebem a UD Oliveirense no Pavilhão Fidelidade.

Barreirense-Benfica
FICHA
Local Pavilhão Municipal Luís Carvalho
Cinco do Benfica Eric Coleman, Damian Hollis, José Silva, Micah Downs e Touré' Murry
Suplentes Tomás Barroso, Fábio Lima, Rafael Lisboa, Gonçalo Delgado e Betinho
1.º quarto 8-21
2.º quarto 18-51
3.º quarto 36-73
4.º quarto 49-95
Marcadores dos pontos José Silva (11), Eric Coleman (13), Micah Downs (4), Damian Hollis (19), Touré' Murry (8), Tomás Barroso (9), Fábio Lima (11), Rafael Lisboa (13), Gonçalo Delgado (7)