terça-feira, 20 de novembro de 2018

LEONOR & JOSÉ NUNO - BTV - 20 NOVEMBRO 2018

                                           

105 x 68 - BTV - 20 NOVEMBRO 2018

                                           

ANTÓNIO PIRES VICENTE ANALISA ATUALIDADE DESPORTIVA SL BENFICA - BTV - 20 NOVEMBRO 2018

                                           

JÚLIO CÉSAR: "LUISÃO É UMA BANDEIRA DO BENFICA"


Antigo guarda-redes do Benfica elogia Odysseas mas estranha situação de Bruno Varela.
Júlio César continua muito atento à realidade do futebol português, numa altura em que está perto de fazer um anos desde que rescindiu o contrato com o Benfica. Já retirado das competições oficiais, o guarda-redes diz os 'encarnados' vão ser capazes de dar a volta ao momento menos bom de forma.
"Está complicado mas há muito para acontecer até final da época. Num clube como o Benfica, habituado a conquistar títulos, a cobrança é muito grande. Basta haver dois ou três percalços e a cobrança é enorme. Mas vai acontecer muita coisa até final da temporada", disse o brasileiro, em declarações à Sport TV.

O antigo dono das redes 'encarnadas' deixou elogios a Odysseas Vlachodimos, mas alerta para a qualidade de Svilar e Bruno Varela.
"Está a fazer um bom trabalho. O Benfica está bem servido, não só com ele mas também com Svilar, que apesar de ser jovem já demonstrou que tem qualidade para estar no Benfica, e Bruno Varela", afirmou, antes de falar do caso do guarda-redes português:
"É estranho, mas o futebol é momento e preferência. Se o Rui Vitória optou neste momento por outro guarda-redes, temos de respeitar a decisão dele."
Júlio César disse ainda que compreende a decisão de Luisão de colocar um ponto final na carreira de futebolista, realçando a "história linda e de muitas conquistas" do compatriota.
"Quando se fala de Benfica não tem como não lembrar do Luisão. Passei há pouco tempo pelo mesmo [final de carreira], sei o quanto é difícil... Ninguém melhor do que ele sabia qual o melhor momento para parar. É uma bandeira do clube", salientou.
"Fiz questão de estar presente na despedida dele, foi uma homenagem muito bem feita. Está de parabéns o Benfica e Luís Filipe Vieira, parceiro dele nessa longa caminhada de sucesso no Benfica", concluiu.

CHAMA IMENSA - BTV - 19 NOVEMBRO 2018

                                           

AS VOLTAS QUE O FUTEBOL DÁ


Seferovic, que era há poucos meses assobiado pelos adeptos suíços, tornou-se ontem numa espécie de herói nacional, deixando o relvado sob estrondosa ovação depois de, com um hat trick, ter destroçado a Bélgica - que é, só, a selecção número um do ranking FIFA - e apurado a Suíça para a Final Four da Liga das Nações que Portugal organizará em Junho do próximo ano - fase final para a qual, já agora, a equipa das quinas se apurou de forma brilhante. Mas voltando a Seferovic: ao avançado encarnado aconteceu, na sua selecção, aquilo que já lhe acontecera esta época no Benfica. De quase dispensado (só a possibilidade da saída de Jonas para a Arábia impediu que saísse mesmo) passou a peça importantíssima para Rui Vitória, correspondendo, há que dizê-lo, com golos e exibições positivas. Serve isto para dizer que o futebol dá, de facto, muitas voltas. E que, talvez até mais do que o talento, é acima de tudo a confiança - que só se ganha jogando e, no caso dos avançados, marcando - que determina o sucesso de um jogador (com excepção, claro, dos predestinados) em qualquer clube.
Miguel Oliveira fechou ontem a época em grande, vencendo em Valência e despedindo-se da melhor forma do Moto2. É verdade que a queda do espanhol Alex Marquez, quando liderava, foi determinante, mas não cair é, em especial nas condições em que se correu ontem, também um evidente sinal do talento do jovem piloto de Almada. Terá, em 2019, oportunidade de mostrar todas as suas qualidades no grande palco: o MotoGP. E pelo que se tme visto não nos vai desiludir."

Ricardo Quaresma, in A Bola

PRIMEIRAS PÁGINAS


segunda-feira, 19 de novembro de 2018

O MISTÉRIO GERALDES


É disto k a carneirada anda a rir ?! Vamos ver como vai acabar. 🤮🤮🤮🤮
O Mistério André Geraldes
Depois de se ler a acusação a Bruno de Carvalho, constatou-se que a PJ do porto recusou-se a passar informações, como o conteúdo do telemóvel de André Geraldes, incluindo escutas ou mensagens. Repito a PJ do porto recusou-se a prestar estas informações. Por um lado, ficámos a saber como é que foi possível André Geraldes se ter safado de tudo, mas por outro, e mais preocupante mesmo é ficarmos com a ideia que a PJ do porto se recusou a prestar tais informações, de forma a que tudo fique abafado. Convém lá no norte, que o caso cashball fique abafado e que não se fale mais disso. A justiça mais a norte do País é de facto diferente de toda a justiça feita no restante país. 

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CONTINUA SAGA DO MAÇON SILVA


Gomes da Silva e o eventual regresso de Jesus ao Benfica: «Não tem vergonha na cara»
Antigo 'vice' dos encarnados questiona por que Vieira quer o técnico de volta
Rui Gomes da silva está preocupado com a possibilidade de Jorge Jesus regressar à Luz. O antigo vice-presidente dos encarnados constata, na crónica semanal que assina no blogue 'Novo Geração Benfica' que "a lavagem de imagem de JJ prenuncia o pior para o Benfica!"
"Já não falo no carácter de quem vem, que, depois de dizer o que disse do Benfica quando era treinador do Sporting, aceita 'dar o dito por não dito' para poder voltar! Falo de quem, no Benfica, justificou como justificou a sua saída! Um vem e não tem vergonha de vir! O outro quer que ele venha e esquece, até, as insinuações de corrupção na forma como ganhámos os títulos que ganhámos com ele cá!", escreve Gomes da Silva.
"Virá, então, talvez em janeiro, com a desculpa de não irmos à frente no campeonato e de não termos sido apurados para os 1/8 de final da Liga dos Campeões. Se ganhar será a aposta de quem sempre o quis mesmo quando o mandou embora! Se perder a culpa será sempre de Rui Vitória e 'para o ano é que é'!", adiante.

O ex-dirigente dos encarnados diz que o clube está a tentar limpar a imagem de Jesus e a tornar Rui Vitória num "alvo". "E se em relação ao outro sendo do Sporting - como fez questão de sublinhar nos últimos 3 anos - a 'estrutura' se esforça por o fazer do Benfica, ao que é mesmo do Benfica a 'estrutura' passou a fazer dele o alvo a abater pelos sócios! Eu sei que não temos jogado bem e, por isso, Vitória estará triste com ele próprio. Mas também poderá estar com Luís Filipe Vieira ou com o intelectual da gravação, exemplo de benfiquismo que nos habituámos a 'respeitar e a considerar' como alguém que anda 'por aqui' de forma totalmente desinteressada!!! Ou terão sido os adeptos que mantiveram Vitória no fim da época passada ou que, há 15 dias, reafirmaram a total confiança no treinador?"
Rui Gomes da Silva pergunta por que motivo Luís Filipe Vieira quer outra vez Jorge Jesus? "Não será preciso explicar mas todos - excepto quem manda no Benfica - perceberam que o mundo mudou. E, não sendo possível fazer voltar o que já não tem volta possível fazem voltar quem, não tendo vergonha na cara, acha possível voltar depois de ter feito tudo, até o impossível, para não regressar! O mundo mudou e voltar ao passado não é o melhor caminho para fazer parte do novo futebol europeu que está mesmo a chegar! Até por isso, e como se não bastassem as outras razões todas, a escolha é muito infeliz. E porque é que o Presidente do Benfica quer, outra vez, JJ???"
Eis a resposta: "Para poder mandar como mandava porque não percebeu que para quem convém que o tempo não passe o tempo voa sempre demais!!! Grande Benfica que aguenta tudo!!!"
Texto completo no Blogue Novo Geração Benfica

GABRIEL: “DAR A VOLTA POR CIMA E MOSTRAR O NOSSO VALOR”


FUTEBOL
Médio brasileiro de 25 anos fala – entre muitos outros temas – sobre o atual momento do Benfica e mostra confiança e segurança no futuro.
Está na primeira temporada no Benfica e já conquistou espaço na equipa de Rui Vitória, com um total de nove jogos oficiais, seis deles a titular. Numa extensa entrevista ao jornal "Record", Gabriel, médio brasileiro de 25 anos, fala – entre muitos outros temas – sobre o atual momento da formação encarnada e mostra confiança no futuro.
Como têm sido estes primeiros meses no Benfica? A adaptação foi fácil?
Estes primeiros meses aqui têm sido muito bons. A equipa recebeu-me muito bem e isso foi importante para mim. Ainda estou num período de adaptação, mas tem corrido tudo muito bem. O grupo é excelente e não tenho nada a apontar. Fui muito bem recebido por eles, foi assim com todos. Houve logo uma proximidade boa, foram todos excecionais.
Estava à espera de encontrar esta realidade no Benfica?
Imagino sempre o melhor, ainda mais falando de um clube gigantesco como o Benfica. O ambiente do Clube surpreendeu-me muito pela positiva e também gostei muito do facto de ter sido bem recebido. Esperamos sempre que as coisas sejam boas, mas não tão boas como aconteceu comigo aqui. O ambiente é muito bom e gosto especialmente do facto de falarmos sobre conquistar títulos. Para mim é uma coisa nova, mas é algo que sempre almejei na minha carreira.
Chegou a conversar com os dirigentes do Leganés para tentar convencê-los a vir para o Benfica?
Durante todo esse período tivemos, no mínimo, cinco reuniões num mês. Fui sempre muito sincero, todos conhecem a grandeza do Benfica e o salto do Leganés para aqui é muito grande. Mas todos os jogadores almejam. Fui apenas sincero com eles para que entendessem o meu lado e facilitassem a minha saída. Sei que devem ser oferecidos ao Benfica milhões de jogadores e ficar todo aquele tempo à minha espera cativou-me bastante. Senti que, realmente, estavam à minha espera e não de outro jogador. Fico muito agradecido por essa espera e pela paciência.
Quais foram as maiores diferenças que encontrou entre o futebol espanhol e o português?
Talvez o ritmo de jogo. Em Espanha os jogadores têm um toque de bola mais pausado, não é tão intenso. Aqui, as equipas são muito abertas, atacam e defendem de forma muito direta. De resto, não houve uma mudança assim tão drástica, continua a ser futebol.
No Leganés, porventura, tinha essa mentalidade mais conservadora quando defrontava equipas como Barcelona ou Real Madrid...
Nesses jogos, em particular, tínhamos esse pensamento de que a vitória era muito difícil, ainda mais quando jogávamos em casa deles. Tínhamos essa mentalidade mais defensiva. Aqui em Portugal a mentalidade dos clubes é muito mais aberta. Uma equipa pode perder por quatro ou cinco golos, mas pelo menos tenta e vai para cima do adversário.
No Benfica, como tem sido a luta pela titularidade?
É o mais saudável possível. É uma luta que só vai levantar o nível técnico na equipa e é muito bom para todos. Eleva o nível do Benfica porque o mais importante é que os 11 titulares e os suplentes possam dar o melhor ao Clube.
Como é que tem sido a experiência de trabalhar com o treinador Rui Vitória?
Ele tem comentado comigo algumas coisas que quer que eu melhore, que eu faça. Aos poucos, vamo-nos adaptando. Ainda estou a habituar-me a um estilo de futebol diferente e aos novos companheiros, mas, com tempo, vou-me encaixando.
O que é que sentiu quando Rui Vitória o chamou para entrar em campo frente ao Bayern Munique, naquela que foi a sua estreia na Liga dos Campeões?
Foi emocionante. Sentir aquele ambiente e ouvir o hino da Champions já foi especial, mas o facto de ter entrado foi ainda melhor. Senti-me muito bem e emocionado por ter realizado um sonho.
Acredita no apuramento para os oitavos de final?
Não vamos deixar de lutar, porque não vamos entrar em campo a pensar noutra coisa que não a vitória. Temos de pensar num jogo após o outro e o nosso trabalho tem de ser sempre feito dessa forma.
Esteve quase a marcar no jogo com o Ajax, mesmo no último lance. Como é que se sentiu sabendo que tinha no pé esquerdo a possibilidade de dar a vitória à equipa?
Foi mesmo uma situação complicada porque aquele lance era decisivo e poderia ter mudado toda a história do jogo. Pensei muito sobre o lance depois do jogo e também no dia seguinte, mas não posso ficar refém de um lance no futebol, caso contrário as coisas não andam para a frente. Não vale a pena olhar para trás e chorar sobre o leite derramado. Podem ter a certeza de que ninguém ficou mais triste do que eu, mas quem está em campo está sujeito a estas situações. Agora, temos de pensar no próximo jogo e que no próximo marque um golo que possa ajudar o Benfica.
Depois do empate (1-1) com o Ajax no Estádio da Luz, o Benfica venceu em Tondela (1-3) na 10.ª jornada da Liga NOS...
Foi importante para a equipa, para que pudéssemos encontrar a nossa confiança. Podíamos tê-la perdido com esses resultados, mas essa vitória em Tondela foi muito importante. Agora descansámos nestes dias para voltar melhor e mais relaxados à procura de coisas positivas novamente.
Como encara a reação dos adeptos?
Creio que é algo normal acontecer quando estamos ao nível a que estamos. Quando os resultados não aparecem, é normal os adeptos cobrarem. Contra o Ajax, por exemplo, acabámos o jogo com a sensação de que tínhamos estado bem e de que tínhamos dado o máximo. Saímos tristes e desanimados, mas é normal e os adeptos têm todo o direito de contestar. É normal haver essa pressão numa equipa grande que procura títulos. Vai acontecer sempre.
Foi importante para a equipa receber todo aquele apoio em Tondela? Apesar da chuva, estavam muitos adeptos a torcer pelo Benfica...
Eles são sempre importantes e conta muito estarem connosco. São uma parte do Benfica e é óbvio que são importantes. É sempre bom sentir o empurrão deles.
Agora seguem-se dois jogos importantes, primeiro com o Arouca, para a Taça de Portugal, e depois frente ao Bayern Munique, para a Liga dos Campeões...
Todos os jogos são importantes e não podemos estar aqui a classificar qual o jogo que é mais ou menos importante. O jogo mais importante é sempre o próximo e só temos de pensar em dar o nosso melhor. Não pensamos muito a longo prazo, mas sim no próximo jogo, com o objetivo de dar o melhor sempre. Estivemos na frente do campeonato há um mês e agora está outra equipa, mas isso pode mudar em muito pouco tempo. O futebol é assim, são fases e é normal acontecer. Estamos aqui para dar a volta por cima e mostrar o nosso valor.
Coloca o SC Braga nessa luta pelo título?
Claro que sim. Estão a demonstrar que estão onde estão por mérito e temos de olhar para eles também como um rival na luta pelo título.
O facto de o Benfica defrontar Sporting, FC Porto e SC Braga fora na segunda volta do campeonato pode ser prejudicial?
Temos de estar conscientes do nosso trabalho, onde quer que seja, e temos condições para ganhar em qualquer campo.
O Benfica tem jogado em 4x3x3, mas também pode atuar em 4x4x2. Tem preferência no sistema de jogo?
Sinto-me confortável dentro de campo, seja lá onde for. Estou cómodo desde que jogue. Seria pior não estar feliz por não jogar. Sempre que estiver em campo vou tentar dar o meu contributo à equipa. O nível da equipa sobe dessa maneira, com a versatilidade e o valor dos jogadores. No Benfica, os jogadores, principalmente no meio-campo, podem jogar em diversas posições e isso é positivo para o treinador, que pode utilizar vários futebolistas em posições diferentes. Isso só sobe o nível do Benfica e dificulta um bocadinho a escolha do treinador, mas é uma coisa boa.
Com apenas 24 anos já era capitão no Leganés, o que também demonstra esse perfil que tem. Sente que já tem influência também no seio do balneário do Benfica?
O nosso grupo é muito bom e dá abertura para tudo, até para os jogadores mais novos falarem. Por vezes, quando chegam a um clube, estão sempre mais calados, mas aqui o ambiente é completamente aberto. Dão espaço para falar e creio que todos os jogadores se sentem importantes dentro do balneário. É um dos pontos fortes do nosso grupo. Neste momento, estamos muito bem representados pelo nosso capitão, o Jardel.
Um dos jogadores que o acolheram foi Luisão, que ainda chegou a treinar consigo antes de terminar a carreira. Gostou da forma como o recebeu no grupo?
Claro que sim. Quando cheguei até brinquei com ele. Vim para o Benfica depois de uma paragem para os jogos das seleções e ele também não estava a treinar muito connosco, por motivos físicos. Até lhe disse: 'Cara, pelo menos treina um dia para eu poder ter tido a honra de treinar contigo.' Apesar de tudo, foi uma honra e foi muito importante ter passado com ele esse curto período.
Vê em Jonas – que tem feito muitos golos nos últimos jogos, depois de um período complicado em que esteve afastado por lesão – a vontade de continuar a marcar ainda mais?
Vontade de marcar e facilidade! Vemos isso ao longe. É um jogador muito importante para a equipa, todos conhecem a qualidade dele e o potencial que tem nos últimos 20 metros. É um jogador decisivo.
Ficou surpreendido com a qualidade dele?
Só o facto de estar perto dele nos treinos dá para perceber que é um jogador diferente e alguém que só pode acrescentar coisas boas à nossa equipa.
Como é que a Juventus o descobriu?
Estava a jogar o Campeonato Carioca de 2011 e o Ronaldinho Gaúcho tinha acabado de trocar o AC Milan pelo Flamengo. Tinha os holofotes em Itália todos voltados para ele. Tive a oportunidade de jogar contra ele com a missão de marcá-lo durante o jogo. Consegui fazer isso e saí nos jornais, tanto em Itália como no Brasil. Tinha acabado de completar 17 anos e isso, na altura, foi um choque em Itália e despertou o interesse da Juventus e do Inter. Foram acompanhar o final do campeonato, apresentaram-me a proposta e foi concretizada.
Os adeptos abordam-no muito na rua?
Sim, e por vezes nem acredito que as pessoas me estão a conhecer. Demoro a perceber, mas lido muito bem com isso e até gosto. Quando era criança tinha os meus ídolos e também gostava de ter um autógrafo e umas fotografias com jogadores. Entendo superbem e lido tranquilamente com isso. Falo com as pessoas como se fossem minhas amigas.
O facto de ter família portuguesa também tornou a sua adaptação mais fácil?
Já comentei com o meu empresário que os jogadores brasileiros deviam entrar na Europa sempre por Portugal, porque facilitaria muito a adaptação pelo modo de vida ou a língua. Existe também uma quantidade imensa de brasileiros no país. Tenho gostado muito de Lisboa e os meus pais também. Temos aproveitado a cidade.
Assinou contrato até 2023. Tem vontade de cumpri-lo até ao fim?
Claro que sim! Nesse espaço de tempo posso fazer coisas importantes, mostrar o meu trabalho e melhorar cada vez mais. Tenho adorado estes primeiros tempos aqui, tanto na minha vida pessoal como profissional, e a minha namorada também gostou bastante. Vejo-me aqui no Benfica durante todo esse tempo.