Jorge Mendes abriu o coração em entrevista a A BOLA e A BOLA TV. Nunca tinha falado de forma tão aberta e emocionada sobre Cristiano Ronaldo, de quem é empresário e, sobretudo, amigo.
Ninguém alguma vez terá falado assim, com tanta paixão, do número 7 do Real Madrid e da Seleção Nacional. No fundo, este testemunho reflete um sentimento profundo de «injustiça», de quem não tem a menor dúvida de que Cristiano Ronaldo é o melhor de sempre e de quem arrisca prever que será «impossível encontrar alguém como Cristiano nos próximos 500 anos». Exagero? Conheça, então, os argumentos de Jorge Mendes.
Jorge Mendes recua até 2009 quando o Real Madrid «estava a anos-luz daquele que é o melhor Barcelona da história». «A força do trabalho, a qualidade, ambição e determinação dele são a única possibilidade de o Real Madrid se aproximar do nível do Barcelona. Anda com a equipa às costas. Era impossível com qualquer outro jogador. Marca mais de 50 golos por época e é um extremo. Levou o Real a ser campeão. Quantos golos marcou ao Barcelona? E quem foi decisivo quando o Real foi campeão com 100 pontos e foi ganhar o campeonato a Barcelona? Quem esteve sempre presente? Temos de ter esse reconhecimento, custe o que custar. Independentemente do facciosismo, as pessoas vão concluir, quando ele terminar a carreira, que não haverá ninguém, ninguém, ninguém que lhe possa ser comparado. Impossível», argumentou.
E rematou o assunto com declaração arrojada: «Sei que o que vou dizer pode gerar alguma polémica mas não estou preocupado: se jogasse no Barcelona marcava 120 golos por ano. O melhor jogador do mundo na melhor equipa do mundo... então marcava 120 golos por ano.» Justifica afirmando que estar numa equipa com 75 por cento de posse de bola «é como fazer três jogos num.»
«Ao longo destes anos tem sido sistematicamente injustiçado», diz Jorge Mendes, para quem os portugueses «deviam sentir um orgulho enorme em Cristiano Ronaldo.» Só não sabe se Cristiano vai ganhar a Bola de Ouro. «Também pensei que tinha hipóteses nos outros anos e não ganhou. Mas é o melhor este ano e foi nos outros. É o mais completo: joga bem com o pé esquerdo, com o pé direito, de cabeça, sacrifica-se pela equipa. Mesmo que o reconheçam como melhor do mundo é pouco, porque é muitíssimo mais do que isso. Mesmo que o considerem o melhor do mundo Cristiano ainda está mais dois patamares acima e vai ser impossível alguém chegar lá», rematou.
Ninguém alguma vez terá falado assim, com tanta paixão, do número 7 do Real Madrid e da Seleção Nacional. No fundo, este testemunho reflete um sentimento profundo de «injustiça», de quem não tem a menor dúvida de que Cristiano Ronaldo é o melhor de sempre e de quem arrisca prever que será «impossível encontrar alguém como Cristiano nos próximos 500 anos». Exagero? Conheça, então, os argumentos de Jorge Mendes.
Jorge Mendes recua até 2009 quando o Real Madrid «estava a anos-luz daquele que é o melhor Barcelona da história». «A força do trabalho, a qualidade, ambição e determinação dele são a única possibilidade de o Real Madrid se aproximar do nível do Barcelona. Anda com a equipa às costas. Era impossível com qualquer outro jogador. Marca mais de 50 golos por época e é um extremo. Levou o Real a ser campeão. Quantos golos marcou ao Barcelona? E quem foi decisivo quando o Real foi campeão com 100 pontos e foi ganhar o campeonato a Barcelona? Quem esteve sempre presente? Temos de ter esse reconhecimento, custe o que custar. Independentemente do facciosismo, as pessoas vão concluir, quando ele terminar a carreira, que não haverá ninguém, ninguém, ninguém que lhe possa ser comparado. Impossível», argumentou.
E rematou o assunto com declaração arrojada: «Sei que o que vou dizer pode gerar alguma polémica mas não estou preocupado: se jogasse no Barcelona marcava 120 golos por ano. O melhor jogador do mundo na melhor equipa do mundo... então marcava 120 golos por ano.» Justifica afirmando que estar numa equipa com 75 por cento de posse de bola «é como fazer três jogos num.»
«Ao longo destes anos tem sido sistematicamente injustiçado», diz Jorge Mendes, para quem os portugueses «deviam sentir um orgulho enorme em Cristiano Ronaldo.» Só não sabe se Cristiano vai ganhar a Bola de Ouro. «Também pensei que tinha hipóteses nos outros anos e não ganhou. Mas é o melhor este ano e foi nos outros. É o mais completo: joga bem com o pé esquerdo, com o pé direito, de cabeça, sacrifica-se pela equipa. Mesmo que o reconheçam como melhor do mundo é pouco, porque é muitíssimo mais do que isso. Mesmo que o considerem o melhor do mundo Cristiano ainda está mais dois patamares acima e vai ser impossível alguém chegar lá», rematou.
fonte:abola
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