Cemitério do Lumiar, a última morada de Eusébio. Perante autêntica multidão, que provocou grande atraso na cerimónia, a urna com os restos mortais do Pantera Negra foi sepultada.
Lágrimas, aplausos e cânticos - «És o nosso rei, Eusébio», foi frequentemente entoado. A pouca luminosidade e a muita chuva que foi caindo dificultaram toda a cerimónia, celebrada pelo padre Delmar Barreiros.
Mais de uma hora após ter dado entrada no cemitério, a urna foi enterrada, provocando imensas lágrimas entre os presentes, mas sempre, também, muitos aplausos e cânticos.
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