quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

TÉNIS : TENHO A MESMA PAIXÃO PELO TÉNIS, DIZ MICHELLE BRITO

Michelle Larcher de Brito completa hoje 21 anos, a maioridade nos EUA que acolheu aos nove em nome de um lugar ao sol no ténis, modalidade na qual lhe era vaticinado um futuro risonho e no qual a portuguesa continua a acreditar.

«Pois é, já faço 21 anos, estou a ficar velha», disse a lisboeta sem contemplar grandes celebrações. «Vai ser um dia normal, passado em família e com amigos com quem vou jantar. Não vou fazer nada de especial para comemorar. Gosto de coisas simples», reforçou, mais empolgada com o presente que escolheu para os pais António e Caroline lhe oferecerem.

«É um colar com um diamante. No Natal, os meus pais ofereceram-me uns brincos com um diamante e agora o colar faz conjunto. Quando o vi na loja, achei lindo e, assim, ficou resolvida a minha prenda de aniversário. A Marilyn Monroe já dizia que são os melhores amigos da mulher», lembrou, a rir. No entanto, o brilho que a n.º 121 mundial anseia é o dos resultados nos courts, dos quais tem estado afastada desde novembro, em virtude de lesão no joelho. «Não jogo há meses e tenho de reavivar a confiança e garra. Continuo a adorar jogar ténis, a paixão é a mesma e a vontade de ganhar também. Quero ganhar com a mesma intensidade», afiançou Michelle, assumindo-se «muito motivada e expectante» para se juntar à Seleção Nacional que, na próxima semana, vai jogar em Budapeste o grupo I da zona euro-africana da Fed Cup.

«Tenho muitas saudades de competir. Fiquei triste por não ter jogado na Austrália e vi todos os jogos pela televisão. Quero voltar a dar tudo o que tenho. Temos uma boa Seleção e espero ajudar Portugal a ganhar. Vou muito motivada para representar o meu País e por começar a jogar», promete a lisboeta.

Depois da Hungria, a n.º 1 lusa vai regressar aos torneios ITF norte-americanos em busca de partidas ganhas e pontos no ranking. «Vou ficar até Roland Garros [final de maio], só aí vou para a Europa», relatou, dando a entender que, uma vez mais, o Portugal Open não figura no seu calendário. Ainda assim, Michelle deixa em aberto a vontade de regressar ao País onde nasceu há 21 anos. «Gostava de voltar a Portugal este ano para conhecer novos elementos da família. A minha prima teve dois bebés e ainda não os conheço. Não sei quando será», rematou.
fonte:abola

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