Joey Barton atribui a irreverência que lhe é característica às suas raízes. Nado e criado em Huyton (Liverpool), uma das cidades mais pobres do Reino Unido, o polémico médio diz ser fruto do ambiente em que cresceu.
«Vi familiares meus serem presos e percebi que era algo que não queria para mim. O futebol era a minha única saída. Andei com buracos nos sapatos até aos 13 anos e, de onde venho, se alguém te ataca, tu contra-atacas. O pior que podem fazer é desafiar-me. Se me atacam o meu instinto é lutar», disse o jogador, em declarações à BBC.
«Sofri muito na minha adolescência, todos me diziam que era pequeno e que não poderia ser profissional de futebol. De repente, dei por mim na primeira equipa do Manchester City com 19 anos, a ganhar 50 vezes mais do que os meus pais. Não estava preparado e não podia desligar-me do passado num abrir e fechar de olhos», sustentou o médio do Queens Park Rangers.
Aos 31 anos, Joey Barton procura ainda uma explicação para a sua personalidade.
«Dava o meu braço direito para trabalhar com um jovem Joey Barton. Tenho vindo a fazer uma autoanálise psicológica para tentar perceber por que motivo era tão perturbado. E ainda não encontrei uma resposta», admitiu.
«Vi familiares meus serem presos e percebi que era algo que não queria para mim. O futebol era a minha única saída. Andei com buracos nos sapatos até aos 13 anos e, de onde venho, se alguém te ataca, tu contra-atacas. O pior que podem fazer é desafiar-me. Se me atacam o meu instinto é lutar», disse o jogador, em declarações à BBC.
«Sofri muito na minha adolescência, todos me diziam que era pequeno e que não poderia ser profissional de futebol. De repente, dei por mim na primeira equipa do Manchester City com 19 anos, a ganhar 50 vezes mais do que os meus pais. Não estava preparado e não podia desligar-me do passado num abrir e fechar de olhos», sustentou o médio do Queens Park Rangers.
Aos 31 anos, Joey Barton procura ainda uma explicação para a sua personalidade.
«Dava o meu braço direito para trabalhar com um jovem Joey Barton. Tenho vindo a fazer uma autoanálise psicológica para tentar perceber por que motivo era tão perturbado. E ainda não encontrei uma resposta», admitiu.
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