Na antecâmara do confronto entre o Chelsea e o Schalke, José Mourinho fez questão de frisar que a conquista da Liga dos Campeões «nem sempre é a consequência de um grande trabalho», palavras que podem ser interpretadas como depreciativas do troféu conquistado por Roberto di Matteo para o clube inglês em 2012.
«Vencer a Liga dos Campeões nem sempre é a consequência de um grande trabalho. Já o disse em muitas ocasiões. Podes vencê-la na tua pior época. O Liverpool fê-lo e o Chelsea também. Uma competição a eliminar tem sempre uma grande percentagem de imprevisibilidade», argumentou o treinador português, ressalvando, contudo, que o homólogo italiano «é um nome histórico» em Stamford Bridge.
«Eu também sou», frisou Mourinho, sustentando que «um clube é feito de muitos nomes e não de um ou dois».
«Fiz a minha história e agora tenho a oportunidade de voltar a fazer», apontou.
«Vencer a Liga dos Campeões nem sempre é a consequência de um grande trabalho. Já o disse em muitas ocasiões. Podes vencê-la na tua pior época. O Liverpool fê-lo e o Chelsea também. Uma competição a eliminar tem sempre uma grande percentagem de imprevisibilidade», argumentou o treinador português, ressalvando, contudo, que o homólogo italiano «é um nome histórico» em Stamford Bridge.
«Eu também sou», frisou Mourinho, sustentando que «um clube é feito de muitos nomes e não de um ou dois».
«Fiz a minha história e agora tenho a oportunidade de voltar a fazer», apontou.
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