Durante a semana, um acionista minoritário do Arsenal, o milionário Alisher Usmanov, acusou Arsène Wenger, treinador dos londrinos, de não ter aprendido com erros do passado, na sequência do mau início de temporada da equipa inglesa. O técnico francês, porém, não o deixou sem resposta.
«Nos 18 anos que levo nesta casa já mostrei que sei aceitar críticas, e toda a gente tem direito a uma opinião. Ainda assim, temos valores neste clube. O primeiro é que quando estamos a passar um mau bocado sejamos solidários entre nós – este é muito importante. O segundo é que quando temos algo a dizer uns aos outros o façamos cara a cara – não precisamos de ir para os jornais», atirou Wenger, em antevisão à partida de quarta-feira da Liga dos Campeões frente ao Dortmund, que também está a passar um mau bocado no antepenúltimo lugar da Bundesliga.
«Crise? Já nem sei o que isso quer dizer após tantos anos no futebol. Preciso de ir ao dicionário ver o que é que isso significa agora», elaborou o francês, de 65 anos, que na liga milionária precisa apenas de vencer os alemães para garantir a passagem aos oitavos de final.
«Nos 18 anos que levo nesta casa já mostrei que sei aceitar críticas, e toda a gente tem direito a uma opinião. Ainda assim, temos valores neste clube. O primeiro é que quando estamos a passar um mau bocado sejamos solidários entre nós – este é muito importante. O segundo é que quando temos algo a dizer uns aos outros o façamos cara a cara – não precisamos de ir para os jornais», atirou Wenger, em antevisão à partida de quarta-feira da Liga dos Campeões frente ao Dortmund, que também está a passar um mau bocado no antepenúltimo lugar da Bundesliga.
«Crise? Já nem sei o que isso quer dizer após tantos anos no futebol. Preciso de ir ao dicionário ver o que é que isso significa agora», elaborou o francês, de 65 anos, que na liga milionária precisa apenas de vencer os alemães para garantir a passagem aos oitavos de final.
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