Marcar golos e tentar não sofrer, eis como José Mourinho resume a essência do futebol. Simplicidade que, diz o português, continua a ser olhada com desconfiança.
«Podem utilizar a palavra filosofia no futebol. De facto, há que ter ideias que sustentem o nosso trabalho. E como é que nos referimos a essas ideias? Não me parece que seja relevante. Podem chamar-lhe filosofia, metodologia... Por vezes penso que as pessoas não aceitam coisas simples no futebol», observou o treinador do Chelsea, em declarações ao portal Yahoo.
E apontou um caso concreto para exemplificar a forma como o desporto-rei tende a ser mistificado.
«Em Liverpool, um jornalista perguntou-me antes do jogo: `Vais atacar ou defender?` Eu disse-lhe: `Vou atacar quando tiver a bola e defender quando não a tiver. Ele perguntou-me: `É assim tão simples?` Sim, é simples. Se tens a bola queres marcar, se não tens queres impedir que o adversário marque. Por vezes querem complicar o que é simples», constatou Mourinho.
«Podem utilizar a palavra filosofia no futebol. De facto, há que ter ideias que sustentem o nosso trabalho. E como é que nos referimos a essas ideias? Não me parece que seja relevante. Podem chamar-lhe filosofia, metodologia... Por vezes penso que as pessoas não aceitam coisas simples no futebol», observou o treinador do Chelsea, em declarações ao portal Yahoo.
E apontou um caso concreto para exemplificar a forma como o desporto-rei tende a ser mistificado.
«Em Liverpool, um jornalista perguntou-me antes do jogo: `Vais atacar ou defender?` Eu disse-lhe: `Vou atacar quando tiver a bola e defender quando não a tiver. Ele perguntou-me: `É assim tão simples?` Sim, é simples. Se tens a bola queres marcar, se não tens queres impedir que o adversário marque. Por vezes querem complicar o que é simples», constatou Mourinho.
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