quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

A SÉRIO?

 

Empate na Pedreira com POLÉMICA | Análise SC Braga x SL Benfica

                            

Atualização Desportiva ( Futebol Total ) 30/12/2025

                             

BENFICA-REVISTA IMPRENSA 31 Dezembro GLORIOSO JÁ TEM O SEU 1.º REFORÇO ...

                             

André Luiz a Caminho do Benfica… mas o Campeonato Já Está Perdido!

                             

SIDNY LOPES CABRAL - VIDEO DE APRESENTAÇÃO DO NOVO REFORÇO DO PLANTEL DO...

                             

Desporto: MERCADO- 30/12/2025

                            

MERCADO DO BENFICA: SIDNY LOPES CABRAL JÁ ESTÁ! ANDRÉ LUIZ EM BREVE! E M...

                             

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

NOVIDADES! DUROSINMI E WESLEY SÃO BONS REFORÇOS PARA MOURINHO?

                            

LIGA- jornada 16 em Análise “ Futebol Total “ 29/12/2025

                            

MEMÓRIAS...

 


"Quem diria que o Andrade fanático do João Gonçalves e o doente do Tiago Martins nos iam roubar à cara podre!? Quem diria?!?!? Nunca pensámos, estamos estupefactos! Senhores tão competentes, tão profissionais, tão idóneos…custa a perceber mesmo como podem ter-nos roubado pela 156379 vez!
O João achou que este atropelamento do Moura ao Catamo não foi falta (que seria penalti). Lembrar que nesse jogo, do outro lado estava o clube do seu coração e por quem é completamente doente, como toda a gente sabe.
O Tiago achou que um espancamento visto em directo pela TV não seria motivo para chamar o árbitro ao monitor.
Os dois acharam hoje que aquilo que vimos em Braga no lance do terceiro golo do Benfica era passível de falta. E está tudo dito, se dúvidas ainda houvessem.
Para o banana do ídolo dos sócios do Benfica, se é para falares com o tom e com o conteúdo que falaste hoje, mais vale mesmo estares calado, seu falhado. Ou se calhar, meter o Noronha a apitar os nossos jogos, pode ser que volte a espumar-se da boca!"

Arquivo da Fruta, in Facebook

SÃO ESTES OS CRITÉRIOS DA ARBITRAGEM TUGA!

 


"O Ríos não faz falta alguma: o golo é anulado! Trincão abalroa o jogador do Nacional? Golo validado. Diomande empurra nas costas defesa do Guimarães? Siga que não se passou nada. Depois admiram-se de não termos árbitros nos Mundiais e Euros.
Este vídeo não é sobre jogarmos muito ou pouco: este vídeo é só sobre critérios de arbitragem."

Jaime Cancella de Abreu, in Facebook

BENFICA-REVISTA IMPRENSA 30 Dezembro GLORIOSO TEM NOVO ALVO DE MERCADO E...

                             

Braga X BENFICA | RESCALDO J16 (2-2)

                            

GRANDES MUDANÇAS? É ASSIM QUE VAI FICAR O PLANTEL DEPOIS DO MERCADO!

                            

#25 - Benfica - Balanço do Ano 2025 e o jogo em Braga!

                             

Empate na Pedreira com POLÉMICA | Análise SC Braga x SL Benfica

                             

“O Benfica joga como equipa da metade de baixo da tabela”

                             

MOURINHO PRECISA DE COPIAR O QUE LAGE FEZ...



 Cinco pontos de atraso para o Sporting e, provavelmente, dez para o FC Porto. Missão ainda não impossível para o Benfica, mas muito complicada. Olhem para 2018/2019 e vejam o que aconteceu...

Portanto, diz José Mourinho, o Benfica ganhou por 3-2. Porém, como o resultado foi um empate a duas bolas, os encarnados perderam dois pontos. E voltaram a perdê-los quando estavam em vantagem no marcador. É a quarta vez que tal acontece esta temporada (Santa Clara: 1-0 para 1-1; Rio Ave: 1-0 para 1-1; Casa Pia: 2-0 para 2-2; SC Braga: 1-0 para 2-2), terceira sob o comando do atual treinador. Total: oito pontos perdidos estando por cima no marcador. Dá que pensar. O Sporting perdeu quatro nas mesmas circunstâncias (SC Braga, 1-0 para 1-1; Benfica, 1-0 para 1-1) e o FC Porto ainda não perdeu nenhum, porque os únicos pontos que deixou escapar foram num empate a zero, no Dragão, com o Benfica. Esta diferença entre os três grandes dá que pensar, seja qual for a sua origem: arbitral, mental, física ou mera displicência, por exemplo.
Outro dado interessante é a incapacidade do Benfica, em jogos de Liga na temporada 2025/2026, de vencer os seus principais adversários: FC Porto-Benfica, 0-0; Benfica-Sporting, 1-1; SC Braga-Benfica, 2-2. A lenga-lenga aplicada ao Sporting de Rui Borges (1-2 com o FC Porto; 1-1 com o SC Braga; 1-1 com o Benfica) pode agora começar a ser aplicada ao Benfica de José Mourinho: por que razão não consegue ganhar, na Liga, aos mais fortes? O SC Braga de Carlos Vicens segue o mesmo caminho: 1-1 com o Sporting; 1-2 com o FC Porto; 2-2 com o Benfica. Só o FC Porto de Francesco Farioli tem quebrado esta lenga-lenga: 2-1 ao Sporting, 0-0 com o Benfica e 2-1 ao SC Braga. E por isso vai na frente e bem destacado...
O Benfica está agora a cinco pontos do Sporting e, se o FC Porto ganhar esta segunda-feira ao Aves SAD, como parece provável, ficará a dez da liderança. Vida muito difícil, pois, para José Mourinho. Chegados à 16.ª jornada, os atuais 36 pontos dos encarnados constituem a sua terceira pior pontuação desde 2009/2010. Pior só os 35 de 2018/2019 (com Bruno Lage) e os 33 de 2020/2021 (Jorge Jesus). O foco de Mourinho e dos seus jogadores deve ser mesmo 2018/2019: 35 pontos à 16.ª jornada e sete de atraso para o FC Porto, mas, no final, em maio de 2019, dois de avanço para os dragões e título no bolso.
Quem diria, hem? Para ter total êxito neste Benfica, ganhando a Liga, José Mourinho tem de repetir o que Bruno Lage fez há sete anos: recuperar grossa desvantagem para o FC Porto. O plantel encarnado foi criado e pensado para Lage, mas é Mourinho que lida com ele. Já tem Sidny Cabral e, provavelmente, vai ter André Luiz. Dois extremos, rápidos e impetuosos. Mas será preciso mais. Não perder desvantagens no marcador e, sobretudo, não ter tantas falhas individuais, como as de Dahl e Richard Ríos, por exemplo. Com erros assim, caros benfiquistas, esqueçam 2018/2019 e Bruno Lage...
Rogério Azevedo, in a Bola

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Título é miragem para o Benfica | ATAQUE RÁPIDO

                            

IMPEDIDOS DE CONQUISTAR OS TRÉS PONTOS...



Na 16.ª jornada da Liga Betclic, o Benfica empatou (2-2) frente ao SC Braga, numa partida em que foi invalidado um tento limpo a Dahl, que, na altura, daria o 2-3. Aursnes – o Man of the Match – fez um golo de levantar qualquer estádio.
Numa zona do país onde o Benfiquismo se faz sempre sentir com muito fervor, o Benfica disputou 90 minutos sob um enorme e bem audível apoio dos seus adeptos que marcaram presença no Municipal de Braga, neste domingo, 28 de dezembro.
No 17.º e último duelo como visitante em jogos a contar para a Liga Betclic neste ano 2025, José Mourinho fez apenas uma alteração no onze inicial, em relação à partida frente ao Famalicão (1-0): Barreiro – recuperado de lesão – avançou; Prestianni saiu.
Assim, as águias entraram em campo com Trubin, Dedic, Tomás Araújo, Otamendi, Dahl, Barrenechea, Richard Ríos, Aursnes, Barreiro, Sudakov e Pavlidis.
Nos primeiros minutos, a bola andou longe das balizas. Os arsenalistas, ligeiramente mais ofensivos; os encarnados, mais pressionantes e a tentar sair no contragolpe, mas sem que ninguém conseguisse acercar-se das redes com perigo.
A primeira formação que o fez foi a da casa. Na sequência de um pontapé de canto, Trubin saiu à bola, sacudiu-a, mas a mesma sobrou para João Moutinho, que rematou por cima (7').
Aos 18', a bola entrou mesmo na baliza encarnada, mas foi assinalada – prontamente – uma falta de Ricardo Horta sobre Otamendi – o bracarense tocou com o pé no rosto do capitão das águias.




Mais subido no terreno de jogo, o Benfica chegou ao golo.
Livre no lado direito do ataque, cobrado exemplarmente por Sudakov, que colocou a bola na azáfama do interior da área, onde – mais esclarecido do que todos os outros – Otamendi surgiu de trás para a frente e – com uma forte cabeçada – inaugurou o marcador (0-1, aos 29').
Foi o 3.º golo do internacional argentino em 2025/26, o 2.º na Liga Betclic.
Na reação à desvantagem, o SC Braga conquistou uma grande penalidade. Rodrigo Zalazar meteu a bola no interior da área, Mario Dorgeles cabeceou, e, na disputa de bola, Dahl acabou por tocar no esférico com a mão direita – Pau Victor, que se encontrava em fora de jogo, ainda ficou na posse e marcou. O árbitro apontou para a marca de penálti (35').
Na conversão da grande penalidade, Rodrigo Zalazar rematou para o lado contrário de Trubin e empatou o desafio (1-1, aos 38').
Compactos a defender, os benfiquistas tinham os caminhos para a sua baliza controlados, mas os arsenalistas conseguiram chegar à vantagem.
Bom trabalho de Rodrigo Zalazar no lado direito do ataque anfitrião, com o médio a furar e, à entrada da área encarnada, a tentar servir um companheiro. Bem posicionado, Richard Ríos intercetou a bola, mas, no momento em que se preparava para a controlar, escorregou, e o esférico sobrou para Pau Victor. O avançado espanhol, após trabalho no interior da área, bateu Trubin e fez o 2-1 (45'+1') com que o jogo seguiu para intervalo.
Se no 1.º tempo o SC Braga tinha passado mais tempo no meio-campo encarnado, na etapa complementar a história foi completamente diferente.
Com uma pressão intensificada, as águias foram deixando avisos à baliza de Lukás Hornícek, com o principal a pertencer a Pavlidis – aos 51', o internacional grego recebeu uma grande bola de Aursnes, trabalhou bem, mas viu Vitor Carvalho tapar os caminhos.
Até que... o momento mais belo do jogo chegou ao Municipal de Braga. Corria o minuto 53.
Richard Ríos intercetou uma bola, esta ficou na posse de Sudakov, e o médio ucraniano avançou vários metros com a redondinha bem controlada, até a soltar para Pavlidis. Descaído no lado esquerdo, o avançado trabalhou bem, cortou para dentro e colocou a bola na direita.




À entrada da área, Aursnes recebeu, preparou o remate e, com um tiro forte e colocadíssimo, disparou sem qualquer hipótese de defesa, nem para um inspirado Lukás Hornícek (2-2, aos 53'). Um golo soberbo do médio norueguês! O 4.º em 2025/26.
As águias, que já estavam por cima do jogo, com o tento da igualdade galvanizaram-se ainda mais e foram, de forma muito objetiva, para cima de um SC Braga que passou largos períodos sem conseguir sair do seu meio-campo.
Aos 56', Tomás Araújo acelerou pelo lado direito, deu para Pavlidis, que tentou colocar em Barreiro, mas viu a bola sobrar para o central internacional português. Em excelente posição, o n.º 44 rematou muito forte, mas, com uma parada enorme, Lukás Hornícek evitou o golo.
Dez minutos volvidos, o Benfica voltou a marcar (66'). Porém, no momento em que a bola saiu do pé de Sudakov, Pavlidis encontrava-se 59 centímetros adiantado, de nada valendo a excelente finalização do grego – nem a boa jogada desenhada pelo camisola 10 encarnado, que progrediu vários metros com a bola controlada, tirou um adversário do caminho e fez um grande passe para o avançado helénico.
Eletrizantes, os encarnados não deixavam que o jogo baixasse de intensidade e continuavam a alvejar a baliza arsenalista.
Aos 70' foi Dahl a tentar a sua sorte. Arrancada de Pavlidis pelo meio, com o n.º 14 a servir o canhoto, que, na esquerda, rematou forte, mas Lukás Hornícek voltou a levar a melhor, com uma dificílima defesa.
Pouco depois, nova bola na baliza do SC Braga, novamente o apito do árbitro a invalidar o golo – se o tento de Aursnes foi o momento mais alto do jogo, aos 74' surgiu o mais baixo...




Jogada rendilhada pelos encarnados, Aursnes – o Man of the Match –, na direita, colocou no meio, onde Richard Ríos apareceu vindo de trás e rematou forte. Aqui, Lukás Hornícek não conseguiu segurar, defendeu para a frente, o internacional colombiano não desistiu do lance, foi em busca da bola, no corpo a corpo com Vitor Carvalho, conseguiu-o, e assistiu Dahl, que atirou para o fundo das redes!
Porém, João Gonçalves assinalou uma (inexistente) falta de Richard Ríos sobre o médio bracarense, o VAR nada alterou, e o golo foi mesmo anulado ao Benfica.
GOLO LIMPO INVALIDADO
De modo a refrescar a equipa e a intensificar o assalto à baliza arsenalista, aos 80', José Mourinho lançou Prestianni e Ivanovic para os lugares de Sudakov e de Barreiro, respetivamente.
O avançado argentino não estava em campo há um minuto, quando teve um movimento que quase resultava no 2-3. Dahl foi da esquerda para o meio, enviou a bola para o interior da área, onde Prestianni deixou passar para Aursnes. O médio recebeu, preparou o remate, mas o esférico saiu, ligeiramente, ao lado do alvo (80').
Já dentro dos 7 minutos de compensação dados pelo árbitro, à entrada da área, Richard Ríos tocou a bola para Pavlidis, que, descaído na direita do ataque, rematou em arco, mas para fora.
O tempo ia passando, o Benfica estava todo instalado nas imediações da área bracarense, e, quando os anfitriões tentavam alguma ofensiva à baliza de Trubin, Otamendi e Tomás Araújo resolviam a situação.
O SC Braga ainda terminou o jogo com 10 homens, devido à expulsão de Ricardo Horta, por acumulação de amarelos (90'+3').
Pouco depois, apito final, e o desfecho (2-2) não traduziu a superioridade encarnada, nem o seu caudal ofensivo, principalmente no 2.º tempo, com o golo anulado a Dahl (74') a ser muito penalizador para as hostes benfiquistas.
O ano 2025 termina para o Benfica, que volta a entrar em ação no sábado, dia 3 de janeiro, às 18h00, na 17.ª jornada da Liga Betclic, quando, no Estádio da Luz.
SL Benfica
AS NOTAS DOS JOGADORES DO BENFICA:
Primeira parte podia ter deitado tudo a perder, e certamente deitou alguma coisa. Na segunda Mourinho insistiu nos mesmos onze mas ter-lhes-á explicado melhor o que fazer. Golaço de Aursnes e Pavlidis um furo acima dos outros em missão bem ingrata.
A figura do Benfica: Pavlidis (7)




Faltou-lhe o golo para coroar mais uma ótima exibição na frente de ataque encarnada. Quer dizer, ele marcou, mas não valou porque estava em posição de fora de jogo. Passou a primeira parte quase toda a ver jogar, mas nas duas vexzes em que apanhou a jeito esboçou reações do Benfica ao melhor Braga que andava pelo campo. Na segunda entrou logo a ameaçar na área e decidiu assumir de vez as descidas ao meio-campo e as receções de costas para a baliza, servindo os colegas que agora sim, finalmente, lhe iam aparecendo nas imediações. No meio de múltiplos movimentos destes que ajudaram à supremacia encarnada, serviu Aursnes para o golaço da noite, tabelou com Tomás Araújo e o defesa quase marcou aos 56 minutos e aos 70 quase conseguia servir Dahl para mais um tento dos visitantes.
5 Trubin — Com nada a fazer nos golos sofridos que contaram, poderia contudo ter feito algo mais no que foi anulado ao SC Braga logo aos 18 minutos. Em compensação, teria sido o garante do empate se Grillitsch não estivesse fora de jogo aos 85 minutos. Que defesa! De resto, poucas intervenções, sobretudo na segunda parte.




6 Dedic — No descalabro da primeira parte estava a ser o elemento-mais do Benfica, capaz de carrilar minimamente o jogo pela direita. Muito atento aos 15 minutos, a cortar um livre traiçoeiro de Ricardo Horta, e aos 27, a dobrar um dos erros de Dahl lá do lado contrário ao dele. Manteve o balanceamento ofensivo no segundo tempo, aqui já com mais companhia.
6 Tomás Araújo — Viu cartão amarelo muito cedo, logo à passagem do quarto de hora, mas isso não o condicionou no trabalho que realizou ao longo de todo o jogo, limpando com assertividade a área na maioria das ocasiões. Esteve, como três quartos da defesa, menos bem no segundo golo bracarense e na segunda parte ia conseguindo redimir-se, quando tabelou com Pavlidis e obrigou Hornicek a grande defesa.
6 Otamendi — A autoridade habitual na larguíssima maioria dos momentos, com exceção do segundo golo bracarense, quando foi à queima ser fintado por Pau Victor em plena pequena área. Como já tanto tem sucedido, fez de meia oportunidade um golo e colocou o Benfica a ganhar com o enésimo cabeceamento fulgurante da carreira, respondendo a livre de Sudakov. Aos 89 marcou outro golo através de um corte sublime junto à baliza encarnada.




4 Dahl — É certo que melhorou no segundo tempo, teve menos oscilações defensivas, rematou com perigo aos 70 minutos e aos 74 chegou a mesmo a marcar, só que não valeu. Na primeira parte, porém, acumulou um conjunto de equívocos, posicionais e de abordagem aos lances, que criou calafrios quanto baste ao Benfica e originou dois erros fatais: o penálti do empate e a facilidade com que foi ultrapassado por Zalazar no segundo golo bracarense. Noite para esquecer... ou não.
5 Barrenechea — Foi tentando, sem grande sucesso, colocar lucidez no processo defensivo encarnado durante a primeira parte, mas também ele foi apanhado na teia de adversários que rodopiavam pelo meio-campo, baralhavam marcações e zonas de pressão e dificultavam, ainda, a saída para o ataque. Neste particular Barrenechea melhorou, como todos, durante a segunda metade e no capítulo da agressividade positiva ainda respirava saúde na reta final do encontro.
5 Ríos — Foi, além de Dedic, o homem que deitou mão ao jogo para arrumar melhor a casa, ainda na primeira parte. Aos 40 minutos já tinha dois remates, algo que tentaria mais vezes, sem êxito, até final. No arranque do período de compensação da primeira metade, o erro capital, ao não aliviar o cruzamento de Zalazar que lhe foi parar aos pés, perdendo para Pau Víctor, que ultrapassaria Tomás Araújo e Otamendi antes de bater Trubin.
7 Aursnes — De menos a mais, como a generalidade dos colegas, sendo que o menos de Aursnes dificilmente não fica acima da mediana da amostra e o mais facilmente se coloca na extremidade direita da escala de valores. Atento às dobras, como sempre, foi algo passivo na forma como deixou Zalazar cruzar para o cabeceamento de Dorgeles que acabou na mão de Dahl. Aos 53 minutos teve o melhor momento do jogo — que golaço em remate colocadíssimo da entrada da área! — e aos 80 perdeu a oportunidade de ser o herói encarnado quando falhou, de pé esquerdo, dentro da área, um 3-2 que parecia fácil.
4 Leandro Barreiro — Muito apagado, perdido na maior parte dos momentos do jogo, incapaz de protagonizar as aproximações habituais ao ponta de lança que tantos problemas já têm solucionado ao Benfica. Também foi obrigado a voltar para jogo, mas acabou naturalmente por ser um dos dois substituídos por Mourinho na hora do tudo ou nada.
6 Sudakov — Marcou o livre que deu o 1-0, iniciou o contra-ataque para o 2-2 e voltou a estar brilhante aos 66 minutos, na jogada de um dos golos anulados. Na segunda parte desprendeu-se da esquerda, atacou mais o meio e dá a sensação de que o Benfica ganha algo em tê-lo em zona mais criativa. Também saiu.
4 Ivanovic — Posicionou-se na esquerda, mas não foi a tempo de entrar verdadeiramente no jogo.
5 Prestianni — Ao contrário de Ivanovic, deu vivacidade ao último fôlego encarnado, jogando atrás de Pavlidis a partir dos 79 minutos.
Alexandre Pereira, in a Bola

BENFICA-REVISTA IMPRENSA 29 Dezembro GLORIOSO NÃO PASSA EM BRAGA E MOURI...

                            

FECHAR O ANO A VENCER



Consistente, o Benfica B levou a melhor sobre o Académico de Viseu, por 1-2, no jogo da 16.ª jornada da Liga 2, disputado na manhã deste domingo, 28 de dezembro, no Estádio Municipal do Fontelo.
Vinda de um triunfo sobre o Sporting B (1-0) na ronda anterior, a equipa orientada por Nélson Veríssimo procurava continuar na senda vitoriosa, diante de um oponente que não perdia no Campeonato desde 27 de setembro de 2025.
Muito disputado nos primeiros minutos, o duelo teve poucos lances de perigo junto das duas áreas na fase inicial. Aos 36', eficazes, as águias abriram o ativo, por intermédio de Leandro Santos, que finalizou uma boa jogada coletiva. Na grande área, Gonçalo Moreira assistiu o defesa que rematou cruzado de pé direito para o 0-1.
Do outro lado, a equipa da casa tentou contrariar a desvantagem, mas não conseguiu superar a defensiva encarnada.
Ao intervalo, o Benfica B vencia por 0-1.
O Académico de Viseu procurou a igualdade no recomeço. Aos 48', de fora da área, Zamora atirou colocado e a bola passou perto do poste esquerdo.




Aos 57', o emblema viseense empatou. De cabeça, João Guilherme correspondeu a um cruzamento a partir da direita e igualou (1-1).
A reação encarnada não tardou. Servido por Olívio Tomé, aos 60', Gonçalo Moreira surgiu na grande área sem oposição e rematou de pronto à base do poste direito.
Aos 67', Robinho foi admoestado com a cartolina amarela por infração sobre Peter Edokpolor. O VAR interveio, Hélder Malheiro visionou as imagens do lance e reverteu a decisão, exibindo cartão vermelho direto ao jogador do Académico de Viseu (70'). "Após revisão, o jogador n.º 9 (Robinho) comete falta grosseira. Decisão final: cancelar o cartão amarelo e exibir cartão vermelho", anunciou o juiz.
Pouco depois, aos 72', num contra-ataque, André Clóvis apareceu na grande área encarnada em boa posição, mas Ricardo Ribeiro negou-lhe o golo com uma grande intervenção.
O 2.º remate certeiro dos encarnados aconteceu aos 85' e teve como intervenientes 3 atletas lançados na etapa complementar.
Pela direita, em velocidade, Daniel Banjaqui, imparável, arrancou para o ataque, endossou para Miguel Figueiredo, autor do cruzamento para a área. O guarda-redes do Académico de Viseu afastou a bola e esta sobrou para Peter Edokpolor – eleito o Homem do Jogo – que não desperdiçou a oportunidade para atirar à baliza e fixar o resultado final (1-2).
Consumada a conquista dos 3 pontos, o Benfica B volta a competir no dia 5 de janeiro de 2026 (segunda-feira), data da receção ao FC Porto B, na 17.ª ronda da prova.
DECLARAÇÕES
Nélson Veríssimo (treinador do Benfica B): "[O que fez a diferença?] Acima de tudo, a eficácia. Nós acabámos por ser mais eficazes do que o Viseu. Foi um jogo muito difícil. De longe, o Académico de Viseu foi a equipa mais forte que apanhámos. Não nos permitiu ter um bom início de jogo, tivemos muitas dificuldades em pegar no jogo da forma de que gostamos. Também houve muitas escorregadelas, não nos conseguimos adaptar ao relevado. Muito mérito do Viseu pela pressão que exerceu. Acabámos por ser muito eficazes na primeira oportunidade de golo. O Viseu, depois, acaba por empatar, e, logo a seguir, nós temos também uma situação de golo, com um remate do Gonçalo Moreira ao poste. Depois, uma grande defesa do Ricardo Ribeiro, já após a expulsão [no Académico de Viseu]. A partir daí, conseguimos de alguma forma equilibrar. Também fomos mexendo no jogo no sentido de transmitir alguma capacidade para a equipa ter bola, algum equilíbrio emocional de que precisávamos. Acima de tudo, acho que ficou um jogo que foi muito competitivo. Nós não entrámos bem, fomos crescendo com o jogo, fomos muito eficazes na forma como tivemos as oportunidades que acabámos por criar e depois concretizar. Os jogadores estão de parabéns pelo jogo que fizeram."
Peter Edokpolor (avançado do Benfica B, Homem do Jogo): "Sinto-me muito feliz. Demos o nosso melhor, demos tudo até ao fim. Estou feliz pelo golo, pela equipa e pela nossa vitória."




Martim Ferreira (médio do Benfica B): "Sabíamos que o jogo ia ser complicado. O Académico de Viseu tem vindo a fazer uma boa sequência de jogos, nos últimos 9 jogos [até este domingo] não perdeu, e nós viemos com a mentalidade de ganhar desde o primeiro minuto. Foi um jogo bem disputado. Não houve muitas oportunidades da nossa parte, o Académico de Viseu também não teve assim tantas oportunidades. Soubemos aproveitar as oportunidades que tivemos. Ainda mandámos aquela bola ao poste, pelo Gonçalo Moreira, após o golo do Académico, e aguentámos até ao final. Procurámos sempre o golo da vitória, foi isso que aconteceu. Estamos muito felizes. A equipa tem vindo a ganhar maturidade jogo após jogo. É isso que vamos continuar a fazer e entrar em cada jogo para ganhar."




Liga 2 | 16.ª jornada | 28/12/2025
Académico de Viseu-Benfica B
1-2
Estádio Municipal do Fontelo
Onze do Benfica B
Ricardo Ribeiro, Rui Silva (Daniel Banjaqui, 81'), Martim Ferreira, João Fonseca, Leandro Santos, Diogo Prioste, João Veloso (Tomás Cruz, 49'), José Neto, Gonçalo Moreira (Peter Edokpolor, 62'), Olívio Tomé (Ivan Lima, 62') e Jelani Trevisan (Miguel Figueiredo, 81')
Suplentes
Alexander Sandahl, Daniel Banjaqui (81'), Miguel Figueiredo (81'), Federico Coletta, Peter Edokpolor (62'), Tiago Parente, Ivan Lima (62') e Tomás Cruz (49')
Treinador do Benfica B
Nélson Veríssimo
Onze do Académico de Viseu
Gril, Michelis, Luís Silva, Robinho, Messeguem, Kahraman (Tomás Domingos, 73'), João Guilherme, Zamora, André Clóvis (Simão Silva, 86'), Rúben Pereira e Gu Costa
Suplentes
Bruno Brígido, Pedro Barcelos, Samba Koné, Rodrigo Guedes, Tomás Domingos (73'), Lorougnon Gohi, Francisco Machado, Tomás Silva e Simão Silva (86')
Ao intervalo 0-1
Golos
Benfica B: Leandro Santos (36') e Peter Edokpolor (85'); Académico de Viseu: João Guilherme (57')
Boletim clínico do Benfica B
Leandro Martins (lesão muscular na coxa direita); Eduardo Fernandes (lesão muscular na coxa esquerda); e Tiago Freitas (lesão traumática no joelho direito)
Factos relevantes
Académico de Viseu: Robinho expulso aos 70' (cartão vermelho direto)
SL Benfica

Braga X BENFICA | WATCHALONG J16

                            

🔴 SP BRAGA 2-2 BENFICA 🔴 (Análise) BENFICA ACABA 2025 COM UM EMPATE EM ...

                             

BRAGA - BENFICA: 16a JORNADA DA LIGA - WATCHALONG - BOLA AO CENTRO (T2)-...

                             

BRAGA 2-2 BENFICA!! ERROS INDIVIDUAIS E DE MOURINHO COM AJUDA DO ÁRBITRO...

                             

domingo, 28 de dezembro de 2025

BENFICA QUASE A FECHAR REFORÇO E A PERDER O CAMPEONATO... NO MESMO DIA!

                             

Entre Benfica e Sporting quem tem mais gasolina depois do Natal?

                             

F.C. Braga-Benfica: «É muito difícil perspetivar um Benfica campeão»

                            

Desporto: MAIS FUTEBOL - 27/12/2025

                            

O HOMEM DA FINAL DA VARGONHA DO JAMOR

 


"JAMAIS PODERIA VOLTAR A SER NOMEADO PARA JOGOS DO BENFICA

1. Tiago Martins ficou conhecido por Tiago "Moedas" Martins desde o dia em que a recolher ao balneário no estádio da Luz colocou no relatório que uma moeda arremessada da bancada lhe provocou um hematoma no peito! O Benfica considerou de enorme gravidade o facto de Tiago Martins ter escrito que foi atingido por uma moeda e assegurou que a informação era falsa, até porque, pelo que se via nas imagens televisivas, nem o árbitro foi atingido, nem em momento algum houve qualquer tipo de reação compatível com o hematoma denunciado no relatório. Mentiu!

2. Na final do Jamor, a do "pisão na cabeça", Tiago Martins era o VAR. Não chamou a atenção de Luís Godinho para o facto de ter deixado passar em claro um penálti cometido por Hjulmand sobre Dahl; depois, já chamou Luís Godinho ao monitor para que anulasse o segundo golo do Benfica, afinal não precedido de falta de Carreras no início do lance; por fim, mesmo com 17 câmeras à sua disposição, fez vista grossa ao pisão de Matheus Reis na cabeça de Belotti.

3. Tiago Martins era considerado o melhor VAR português, o VAR dos VAR, um exemplo a seguir por todos. Não sei onde foram buscar tantos elogios, tantas referências positivas, a verdade é que a publicação dos áudios da sala do VAR da final da Taça provaram uma de duas coisas, ambas de uma enorme gravidade: que Tiago Martins não conhecia o protocolo ou que agiu de má fé a favor do Sporting. Custa muito a acreditar que o VAR dos VAR não conheça o protocolo, logo tire o leitor as conclusões que entender mais adequadas à situação.

4. Até hoje, passados mais de sete meses, não se ouviu uma assunção de culpa, uma explicação plausível, uma palavra dos responsáveis pela arbitragem a explicar como aquilo pode ter sido possível, não se conhece sequer um castigo aplicado ao senhor Tiago Martins pela sua incompetência, ou pela sua desonestidade, ou por ambas as coisas juntas.

5. Não se imaginava que Tiago "VARgonha" Martins pudesse algum dia voltar a ser VAR e, pior, muito pior, que sequer pudesse entrar na Cidade do Futebol para video-arbitrar um jogo do Benfica. Mas no futebol português já nada nos surpreende: o homem foi mesmo nomeado para VAR do jogo Braga-Benfica do próximo domingo.

6. O Conselho de Arbitragem não tem juízo ou gosta de gozar connosco: todas as decisões de Tiago Martins vão ser no próximo domingo olhadas à luz de tudo o que se passou no Jamor. Se errar - e é normal que erre face ao seu histórico de erros grosseiros -, se errar, escrevia eu, a favor do Benfica vai ser sempre visto como uma compensação pela porcaria que nos fez; mas se errar a favor do Braga vai tornar as coisas muito mais complicadas para ele e para o Conselho de Arbitragem."

Jaime Cancella de Abreu, in Facebook

BENFICA-REVISTA IMPRENSA 28 Dezembro GLORIOSO ENTRA EM CAMPO PARA DESPED...

                             

Braga X BENFICA | ANTEVISÃO J16

                             

AMIGOS, TENHAM JUÍZO!


 

No tempo das promessas fáceis e memória curta, Portugal continua refém do ruído e da incapacidade de pensar em conjunto. Mas vem aí um novo ano e temos de desejar o melhor.

É nesta altura que se pedem desejos. Olha-se para o ano que aí vem e espera-se que seja sempre muito melhor do que aquele de que nos despedimos às janelas e varandas, enquanto batemos quase enlouquecidos em tachos e panelas, após engolirmos dozes passas mastigadas à pressa e despejarmos umas flutes de espumante. Queremos afugentar todas as amarguras que nos trouxe para bem longe de nós, a fim de o futuro imediato se instale, comodamente, à frente do nosso caminho, escrito a cor de rosa, cheio de unicórnios e construções de açúçar e algodão-doce. Somos pueris a esse ponto. Ingénuos. Nem os santos levam vida santa, bem pelo contrário. Foram mártires antes de ascenderem, hoje os que os veneram martirizam-nos com pedidos de tudo e mais alguma coisa. Até pelo resultado de um jogo. Um caneco qualquer. Ainda que seja outra realmente a religião que professam. E já foi o tempo em que erguíamos mosteiros que demoravam literalmente séculos a levantar para agradecer a Santa Maria da Vitória.
O desporto e o seu rei futebol, da nossa perspetiva desde o ponto mais ocidental da Europa, são, disse-o Arrigo Sacchi, o melhor treinador-sapateiro da história do jogo e reinventor do totaalvoetbal neerlandês, em versão rossonera, «a coisa mais importante das menos importantes da vida». Tinha razão. Também poderia ser a menos importante das mais importantes, que quereria dizer praticamente o mesmo. Porque todos sabemos que a vida continuará na mesma sem que o tenhamos connosco, mas nunca será a mesma coisa. E talvez nem seja bem vida. Não esqueçamos do papel que a prática do desporto tem para a saúde e para a vida em sociedade e o que influencia em tudo o resto. Algo que neste país pouco entusiasmou os governantes, mais preocupados em aparecer bem na fotografia no momento dos triunfos do que em trabalhar para vulgarizá-los, para que se tornem parte do dia a dia, apontando ao mesmo tempo o caminho para uma nação mais saudável.
Não sei se já repararam, mas somos um país incrível. Sempre fomos pequenos, mesmo quando o que era nosso era maior do que nós, fruto de uma vontade férrea que, desde que consigamos calar os Velhos do Restelo, nos empurra para uma dimensão muito superior ao que está entre as nossas fronteiras e dentro dos nossos limites de gestão e governação. Olhamos para quem se candidata ao poder e provavelmente não lhes confiaríamos uma empresa de condomínio quanto mais as chaves do país, de uma Câmara Municipal, de um clube ou de uma organização. No entanto, ao mesmo tempo, exportamos talento. Em múltiplas áreas. No desporto, ganhamos em modalidades que ninguém apoia e de que ninguém se lembra durante 11 meses e a partir do futebol que temos, do campeonato esfarrapado que organizamos e que maltratamos a cada minuto apenas para depois nos servirmos dele, dele sorvendo tudo sem dar nada em troca, criámos provavelmente o melhor plantel presente no próximo Campeonato do Mundo. Daqui por alguns meses vamos estar de bandeirinhas nas janelas e nos automóveis a apoiar à distância uma Seleção que é muito maior do que futebol de onde nasceu.
Não acredito que 2026 venha a ser muito melhor do que foi 2025, mas está na tal altura dos desejos e vou deixar-me levar. O desporto e o futebol português não se vão resolver num único ano, mas bastaria que os líderes usassem um pouco do bom senso que tantas vezes lhes falta para espoletarem a mudança tão necessária. Uma mudança que lhes interessa, embora achem que não, que é melhor se isolarem, fecharem-se no seu castelo e dispararem misseis em forma de comunicados que vão fragilizando a estrutura do dos rivais. É com esse pensamento medieval que deixam por vezes o burgo, rodeados pela respetiva corte, e falam, constrangidos por uma memória seletiva e coletiva que deixa de lado escândalos próprios e até terem estado pouco antes do outro lado da barricada. Vistam-se de verde, vermelho ou azul, e apesar de dominarem a cena mediática, há outros que se calhar teriam bem mais a reclamar. A clamar por justiça.
No próximo ano, já que não o fizemos antes, deveríamos começar a tratar bem o nosso desporto. O nosso futebol. Desde 1 de janeiro. E não esqueço nenhuma obrigação ou dever, seja os do jornalista ou do dirigente, os do treinador ou do jogador, e até os dos árbitros, que, com tudo isto, também perderam o bom senso, quando deviam ser as pessoas mais equilibradas, distantes e lógicas, enfim, os adultos na sala. Quando os melhores perdem a noção do que é claro e óbvio, e do que realmente é falta ou não, seja em que campo for, então é tempo de fazer uma pausa, respirar fundo e recomeçar. Se há muito acho que a rigidez das regras está a estragar o jogo, só os donos do apito conseguirão evitar o excesso de zelo e aplicar o critério justo. Acreditemos. Frederico Varandas, que de cada vez que é anunciado aos jornalistas se espera que acorde de novo o Vesúvio, mas depois acaba por acrescentar muito pouco à discussão, sente-se agora tão confortável que saiu em sua defesa, esquecendo-se das vezes que protestou e deu murros na mesa. Sugere 100 mil euros de pena por se falar na arbitragem, acrescento a perda de pontos. Já que falamos nisso, porque não? E sem providências cautelares possíveis emitidas em qualquer tribunal a norte ou a sul. O próximo desafio é que os árbitros não se sintam inimputáveis, mas essa é outra discussão.
Li vários elogios à forma como os clubes se portaram nas últimas reuniões de trabalho em conjunto. Li aí esperança de que fosse finalmente desta que todos tenham visto the big picture, entendido que podem alcançar muito mais em conjunto do que cada um por si. Não foi há muito tempo. Basta haver um jogo e tudo se esquece. Em janeiro, decide-se a primeira fase na Europa, a Taça da Liga e há clássico na Taça de Portugal. No início de fevereiro, joga-se mais um clássico que muito poderá decidir do campeonato e até maio haverá, em tese, três grandes a lutar por dois lugares na Liga dos Campeões. Mesmo assim, o meu desejo para 2026 é que ganhem juízo de vez. Ou só por vos contar já não se concretiza?
Luís Mateus, in a Bola