quinta-feira, 30 de abril de 2026

ARSENAL OU MANCHESTER CITY? QUEM VAI SER CAMPEÃO?

                 

A Downfall leonina, A História Gastadora do Benfica, Obrigado Ashley Young - MVATQN #130

                 

Episode 592 - In Control

                  

BENFICA-IMPRENSA 30 Abril, TRUBIN PODE ESTAR DE SAÍDA E MOURINHO QUER RENOVAR E JOGAR CHAMPIONS!! 🦅🔴

                 

SPORTING TROPEÇA… MAS VÍTOR PINTO ARRANJA SEMPRE DESCULPAS 😳

                 

(SE MOURINHO SAIR) QUAL É O PERFIL IDEIAL PARA SER TREINADOR DO BENFICA?

                

Modalidades Benfica | EP.179

                 

O Cantinho Benfiquista | Ep228 [PT] | O Destino Nas Nossas Mãos

                 

quarta-feira, 29 de abril de 2026

45 MINUTOS À BENFICA | TEMPORADA 5 | EPÍSÓDIO 4

                 

SE MOURINHO SAIR, QUEM PODE SER O NOVO TREINADOR DO BENFICA?

                 

BENFICA GANHA TUDO

                  

Mulheres À Benfica: um legado de identidade e conquistas | CANTO DO BENFICA

                 

MOURINHO QUER IR PARA O REAL MADRID?! BENFICA SEM TREINADOR PARA 26/27?

                 

BOLA AO CENTRO (T3)- Ep. 198: EM VELOCIDADE CRUZEIRO RUMO A CHAMPIONS!!!!

                 

MOURINHO PERTO DO REAL MADRID? BOA DECISÃO? SERGIO RIBAS É ALVO DAS ÁGUIAS? LUKEBAKIO PEDE DESCULPAS

                 

VÍTOR PINTO VOLTA À CARGA! NOVELA MOURINHO NÃO TEM FIM 😳🔥

                 

Falar Benfica #244, Vitória por 4 , Famalicão, Lukebakio, Prestianni, Saco Azul e Rei dos Frangos

                 

terça-feira, 28 de abril de 2026

QUANDO O FUTEBOL VENCE... E NINGUÉM REPARA



O escritor espanhol Javier Marías, adepto confesso do Real Madrid, escreveu em Selvagens e Sentimentais que o futebol é a recuperação semanal da infância. E talvez seja essa a definição mais bonita do jogo. Porque não há nada mais raro do que ver homens adultos regressarem, por instantes, à pureza dos seus primeiros encantos. Sem cinismo, sem ruído, sem contas antigas por ajustar. Apenas a alegria simples de jogar e de sentir. O último dérbi de Alvalade foi tudo isso para quem ainda consegue ver o futebol com olhos limpos. Um regresso breve a um tempo em que o jogo bastava.
Sporting e Benfica entraram em campo com urgências diferentes, mas com a mesma obrigação. Ganhar. O Sporting agarrado ao último fio de esperança pelo título. O Benfica a perseguir a dignidade competitiva, e um possível acesso à Champions, de um segundo lugar. E quando duas equipas sabem que o empate não lhes serve, o jogo ganha uma honestidade rara. Foi isso que vimos. Um duelo sem rede, de parada e resposta, onde cada ataque parecia uma promessa e cada defesa uma resistência.
Antes do apito inicial, falava-se de João Pinheiro. Não pelas melhores razões. Uma época irregular, erros acumulados, desconfiança instalada. Um árbitro que vai representar Portugal num Mundial, algo que não acontece desde 2014, mas que chegava a este jogo a realizar uma das suas piores épocas tanto no plano interno como a nível internacional. E, no entanto, talvez por ironia ou justiça, fez aquilo que tantas vezes esquecemos de mencionar. Uma arbitragem normal. Segura. Sem interferir na narrativa. Sem protagonismo indevido. E sendo o mínimo exigível, tornou-se quase surpreendente.
O lance do penálti resume bem o nosso tempo. Luis Suárez bate, Trubin defende, Schjelderup entra na área antes do remate. Há uns anos, repetia-se. Hoje, a regra é outra. João Pinheiro aplicou-a. Decisão correta. E mesmo assim, para muitos, esse momento sobrepôs-se a tudo o resto. Como se estivéssemos condenados a discutir o detalhe mesmo quando o essencial está correto. Já não se critica apenas o erro. Critica-se a fidelidade à regra. Confunde-se opinião com realidade.
E é aqui que o dérbi se torna mais do que um jogo. Torna-se um espelho. Um retrato de uma cultura desportiva que se habituou a procurar sombras mesmo quando a luz é evidente. Porque o que aconteceu em Alvalade foi um hino ao futebol. Um jogo vibrante, com golos, falhanços, decisões corajosas dos treinadores, intensidade emocional do primeiro ao último segundo. Um daqueles encontros que, noutras geografias, seriam celebrados como espetáculo puro.
Mas em Portugal, muitas vezes, preferimos ser críticos de bastidores em vez de espectadores apaixonados. É como ir a um grande concerto e sair de lá a falar do café que estava frio. A metáfora pode parecer exagerada, mas descreve com precisão a forma como reduzimos o extraordinário ao irrelevante.
E, no entanto, tudo esteve lá. O Sporting a acreditar até ao limite, o Benfica a resistir até ao impossível. O golo de Rafael Nel, aos 90+1', a explosão de Alvalade, a ilusão de vitória. O fora de jogo, bem assinalado, a devolver o jogo à sua incerteza natural. E depois, como num guião que nem o mais criativo dos argumentistas ousaria escrever, o golo de Rafa aos 90+3'. Silêncio de um lado, êxtase do outro. Futebol em toda a sua essência.
Curiosamente, ninguém que realmente importava quis estragar o momento. Treinadores serenos. Presidentes em silêncio. Sem comunicados, sem acusações, sem a habitual espuma dos dias. Um raro exercício de maturidade num campeonato demasiadas vezes refém da suspeita e do comportamento incendiário. E talvez por isso tenha custado tanto a alguns adeptos, e até a alguns comentadores, aceitar o que viram. Porque quando o futebol se apresenta assim, sem desculpas, sem álibis, resta apenas uma verdade difícil de digerir. O jogo decide.
Há uma ironia delicada em tudo isto. Muitos dos que desvalorizam este dérbi são os mesmos que, perante jogos semelhantes em Inglaterra ou Espanha, se desfazem em elogios. Dizem que lá se joga mais, que lá se protesta menos, que lá o futebol é mais intenso e mais disputado. E têm razão.
Mas quando esse futebol aparece aqui, diante dos seus olhos, não o reconhecem. Procuram defeitos nas virtudes. Talvez porque desaprendemos a sentir o jogo. Talvez porque nos habituámos a olhar para o futebol com desconfiança em vez de curiosidade. Talvez porque a emoção genuína já não chega.
O dérbi de Alvalade foi uma exceção. E isso devia preocupar-nos. Porque jogos assim não deviam ser raros. Deviam ser o padrão. O nosso futebol precisa de melhorar, a arbitragem também. Mas precisa, sobretudo, de recuperar a capacidade de se emocionar consigo próprio.
Quando isso acontece, como aconteceu neste jogo, o melhor que podemos fazer é simples: deixar a música tocar até ao fim. Saborear. Mesmo que tenha um sabor amargo para os que perdem. Mesmo que doa. Porque perder assim ou ganhar assim, sem casos e casinhos, num jogo que deu para um lado como poderia dar para outro, é futebol na sua melhor versão. É a forma mais honesta, e talvez a única que interesse, de viver este jogo.
E, no fundo, foi isso que vimos. Mas, ao contrário do que escreveu Javier Marías, para quem o futebol era essa tal recuperação semanal da infância, vivemos tempos tão poluídos que muitos parecem escolher exatamente o oposto.
Mesmo perante jogos desta carga poética, desta entrega sem reservas, desta verdade quase inocente, há quem prefira agarrar-se ao ruído, à suspeita, ao detalhe irrelevante. Como se o futebol, em vez de nos devolver à infância, nos afastasse dela. Como se, em vez de nos limpar, nos contaminasse ainda mais. E talvez esse seja o maior dos paradoxos modernos. Num jogo que nos ofereceu tudo o que nos fez apaixonar pelo futebol, muitos optam por ficar com a sua pior parte. A perda semanal da infância.

Luís Aguilar, in a Bola 

O LOGÓTIPO EM VEZ DO SÍMBOLO,, CARO JOSÉ MOURINHO?

 


Não é o ego, só por si, que torna o atual treinador do Benfica um mau candidato à própria sucessão. É o contexto que lhe é, de novo, desfavorável. Já o Real Madrid...

Uma das palavras que começou a entrar bem fundo no léxico futebolês é «contexto». Ainda bem. No entanto, é menos utilizado ainda do que deveria. O contexto pode transformar o certo em errado e a verdade em mentira sobretudo dentro, mas também fora das quatro linhas. É a parcela mais importante de qualquer equação futebolística.
Esqueçam as frases feitas que vêm do tempo em que nos deixávamos maravilhar com tudo o que víamos na caixinha mágica, embelezada a naperons e anjinhos de gesso, na nossa juventude, ou ponham-nas um pouco de lado. Se apanharem pela frente um holandês, o povo mais frontal que existe, serão desmontadas em três tempos. Como repetiria Cruijff se fosse vivo, depois de tanto o ter dito a contemporâneos, «se tens o recorde de quilómetros percorridos é porque estiveste quase sempre mal posicionado».
Muitas vezes, ouvimos que «os melhores devem estar sempre em campo». Em tese, sim. Desde que se consiga equilibrar o coletivo — com nomes, dinâmicas ou características — para também encontrarmos nesse plano o ponto mais alto da equipa. Se dois ou três apagam ou diluem outros do processo, ofensivo ou defensivo, então há dois caminhos: impôr-lhes o mais possível do modelo sem que percam o que os torna únicos; ou, se não for possível, trabalhar no futuro para trazer atletas multidimensionais, que não se deixem prender a um único talento.
Claro que Haaland deu algo a Guardiola que este não tinha, e foi com o norueguês que o espanhol conheceu a glória continental, mas a quebra do princípio levou a abdicar de outros e ao afastamento cada vez maior da sua identidade. Guardiola colocou a sua bandeira com força no Elbrus, mas nunca mais encontrou as fórmulas que tinham feito dele o que é e que desapareceram na avalanche que provocou. As épocas tornaram-se difíceis e mesmo que ganhe nesta será sempre mais o Arsenal que a perdeu do que ele a conquistá-la, tal a vantagem perdida.
Também o Mourinho de 2000 fazia sentido na Luz, ao contrário de hoje. Há 25 anos, aquela energia e fé inabaláveis, o trato dos jogadores quase como iguais, oferecendo para exigir depois, e picando-lhes os miolos para extrair o que davam sem ter, elevaram-no à categoria de general, o líder que todos seguiam para a guerra. Depois, eram treinos dos quais a bola nunca desaparecia, o adeus à praia e ao mato, às corridas intermináveis e ao trepar bancadas com colegas às cavalitas. Tudo inspirado na Periodização Tática e trabalhado por Rui Faria — e não havia um único exercício que não refletisse uma situação de jogo. Não saberemos o que seria se o ultimato tivesse funcionado, porém vivemos um pouco o que foi. E a curva era ascendente.
Era outro Mourinho. Revolucionário. Hoje, a revolução é paradigma, e a diferença senso comum. Era organização, equilíbrio e estratégia, porém as suas equipas eram também ofensivas, gostavam de ter a bola e de jogar com ela. Hoje, é um treinador que não se importa de não a ter para jogar em contra-ataque, uma deformação que saiu do confronto com Guardiola e que depois nunca mais adquiriu a forma inicial quando se desencontraram. Ainda que os jogadores o respeitem, já não acreditam em tudo. E já não tem Rui Faria, o seu Peter Taylor. Não se superiorizando no treino ou na motivação, sobra-lhe a estratégia. E essa ganha jogos, não campeonatos.
O Benfica foi obrigado a reinventar-se sem ele. Demorou talvez mais tempo, mas conseguiu-o. Não é o mesmo clube moribundo, apenas vive sem rumo — e isso deveria ser um aviso para todos os treinadores que ficam a pensar que consigo seria diferente. Na verdade, na Luz é um dois-em-um que faz sentido, um treinador que traga um modelo vencedor e um manager, que além de tomar decisões mais macro ainda seja capaz de ser a figura central na gestão do mercado. Quem só for treinar, esqueça. Sofrerá com o vazio. E que não esqueça: estar-se só num clube tão grande faz aparecer todos os fantasmas.
Há também uma cultura. Começou a ser criada com Jorge Jesus, com os seus defeitos e qualidades, mas existe. Uma cultura que a primeira versão de Lage, por força do talento imenso de Félix e Jonas, ainda coloriu depois do maior cinzentismo de Rui Vitória. E que Schmidt voltou a resgatar para o Lage mais pragmático, primeiro, e Mourinho, depois, virarem do avesso. Uma cultura de futebol de ataque, que chegou a ser também de vitória em alguns momentos. No pós-JJ, cresceu a Academia. Que a natureza mercantilista do clube foi usando conforme deu jeito, estourando os milhões que esta e o scouting lhe deram em más decisões, ordenados incomportáveis e sabe-se lá bem mais o quê. Entretanto, mais uma bela geração volta agora a bater à porta sem estar lá quem a abra.
O que nos diz a lógica? Que o Benfica precisa de uma organização de ataque para dominar e ultrapassar adversários fechados, numa liga em que as diferenças são visíveis. E, para isso, tem de ter armas coletivas e não apenas individuais. Precisa que Lukebakio não apague Dedic, que este Schjelderup não seja vendido e se torne referência, que Sudakov volte a estabelecer ligações com Pavlidis, que a fase de criação tenha jogadores que consigam gerir a bola, resistindo à pressão, fazendo chegá-la ao sítio certo no momento ideal. Precisa de quem pegue neste plantel, não desista dele e lhe acrescente argumentos que lhe dêem sentido. Que acredite que na formação estão prontos. Ainda mais porque se terminar em terceiro o investimento será reduzido. E precisa, sobretudo, de um treinador que aponte para o símbolo do clube e não para o seu próprio logótipo. Um projeto desportivo nunca deve ser uma arma de arremesso contra os críticos. Tenham estes, ou não, razão!
Enquanto isso, num Real Madrid que adora a transição — os muitos anos de Ancelotti e até Zidane e Benítez acentuaram o anti-tiki-taka —, jogadores feitos, sem nunca ter tido muito espaço para Pavónes, e onde até o maior dos Galáticos o respeitará e se pensa mais na Liga dos Campeões do que na Liga, parece ser mesmo o contexto ideal. Por muito que o incomode — o que acredito que, no íntimo, nunca terá acontecido.
Luís Mateus, in a Bola

CAMPEONATO AO RUBRO! SPORTING PERDE TERRENO, PORTO DISPARA E BENFICA PRESSÃO 🔥

                

BENFICA MAIS PERTO DO 2.º LUGAR! VIERY E RYAN ROBERTO APONTADOS! OTAMENDI E RICHARD RÍOS DE SAÍDA?

                

Na rota da Champions League | Ep.286

                 

#40 - Benfica vence Moreirense e Champions mais perto!

                 

BENFICA-IMPRENSA 28 Abril, GLORIOSO TEM NOVO ALVO PARA A DEFESA E MOURINHO TEM O PLANO DEFINIDO!! 🦅🔴

                 

DAZN F1 - O penso rápido vai funcionar?

                 

COMO ASSIM? RIOS E IVANOVIC MELHORARAM? O QUE MUDOU?

                 

BENFICA BATE MOREIRENSE E ESTÁ NO SEGUNDO LUGAR!!! SERÁ QUE DÁ?

                 

BENFICA EM GRANDE! GOLEADA NA LUZ E HEXA NO FEMININO 🔥

                 

BENFICA GOLEIA NA LUZ! MAS LUKÉBAKIO SAI IRRITADO E DÁ QUE FALAR 😱

                 

SPORTING COMPLICA TUDO! EMPATE DEIXA LEÕES SEM DEPENDER DE SI 😱

                 

RÍOS INJUSTIÇADO? LUKEBAKIO A LEMBRAR... KOKÇU?

                

segunda-feira, 27 de abril de 2026

9.* TAÇA DE PORTUGAL!

 


Neste domingo, 26 de abril, a equipa masculina de futsal do Benfica acrescentou a Taça de Portugal 2025/26 à já conquistada Taça da Liga. Num Pavilhão Multiusos de Gondomar incessantemente ecoado por cânticos dos Benfiquistas, os encarnados derrotaram o Sporting, por 5-6, na final da prova-rainha.

Para chegarem a esta final, as águias tiveram de passar pelo CS São João (12-1), Torreense (3-4), Leões Porto Salvo (3-6) e Nun'Álvares (0-5). Por sua vez, os leões deixaram para trás o Eléctrico (8-2), Amigos de Cerva (11-1), FC Famalicão (11-1) e SC Ferreira do Zêzere (2-6).
Sublinhando, na antevisão, que "a força emocional é muito importante", Cassiano Klein pretendia que os seus jogadores se preparassem "ao máximo para chegar ao jogo plenamente focados nesse aspeto".
Deste modo, sem poder contar com o castigado Arthur nem com o lesionado Diego Nunes, o técnico escolheu Léo Gugiel, André Coelho, Higor, Kutchy e Carlos Monteiro para comporem o cinco inicial encarnado.
Benfica
Com os respetivos setores das bancadas a ficarem gradualmente mais coloridos de vermelho e de verde no decorrer do intenso período de aquecimento, o ambiente começava a aquecer, tal como sempre acontece quando os rivais da capital se encontram.
Assim, quando o espetáculo audiovisual pré-jogo promovido pela FPF terminou e as equipas reentraram em quadra, a atmosfera estava já escaldante, com as bancadas repletas de fervorosos adeptos.
Após a tradicional reprodução do hino nacional, os cumprimentos entre os atletas, o sorteio da escolha entre o campo ou a bola e vénia das águias aos Benfiquistas, dava-se o pontapé de saída.
Motivada pelos ensurdecedores cânticos dos Benfiquistas, a formação vermelha e branca entrou melhor na final, e, depois de Léo Gugiel deixar um primeiro aviso com um remate de longe para bloqueio de Bernardo Paçó (1'), conseguiu assumir a dianteira.
Benfica
Logo no 3.º minuto, após uma dividida entre Kutchy e Merlim no ataque, a bola sobrou para Higor. Bernardo Paçó saiu à queima para tentar o desarme, mas o brasileiro foi mais rápido e tocou para Carlos Monteiro, que finalizou para a baliza deserta (0-1), dirigindo-se aos adeptos nos festejos, os quais, de pé, também celebravam efusivamente.
Sem abrandar, o Glorioso voltou à carga, com Lúcio Rocha a disparar de longe para estirada exigente de Bernardo Paçó (3'), e Pany Varela, num duelo com Merlim em cima da linha da baliza, a não conseguir o desvio para dentro (4').
A primeira ameaça sportinguista surgiu aos 5' quando Pauleta, em posição privilegiada, quase conseguiu emendar um cruzamento tenso de Wesley.
Já numa fase mais dividida, André Coelho testou a atenção de Bernardo Paçó na cobrança direta de um livre (5'), e, na frente contrária, Felipe Valério (7') e Wesley (7') remataram desenquadrado, a partir de zonas exteriores.
Kutchy
Já aos 8', mais rápido a chegar às sobras de um canto adversário, Kutchy controlou a bola, avançou velozmente pelo terreno e, ainda distante da área, com um tiro colocado ao canto inferior esquerdo, aumentou a vantagem das águias (0-2). Também o camisola 14 fez questão de se juntar aos Benfiquistas nas celebrações, os quais, levantados dos seus lugares, ripostaram com gritos de "força, Benfica".
No entanto, o Sporting reagiu no minuto seguinte (9'). Na recarga de um tiro de Merlim, defendido para o lado por Léo Gugiel, Rocha, à direita do ataque, ajeitou a bola e atirou a contar de pé esquerdo (1-2).
Sem desanimarem, à semelhança dos seus adeptos, os comandados de Cassiano Klein também deixaram uma resposta imediata, com Léo Gugiel a estremecer a barra com uma tentativa de longe (9').
O dérbi estava frenético, e, segundos depois, Léo Gugiel voltou a rematar de longe, Bernardo Paçó defendeu para a frente, e, na transição, Diogo Santos atirou ligeiramente transviado (10').
Volvidos dois minutos (12'), Felipe Valério encheu o pé de longe, mas Léo Gugiel levou a melhor.
Benfica
Apanhando o oponente desprevenido à passagem dos 13', a partir de uma reposição lateral, Afonso Jesus centrou a bola para a área e, num raro gesto técnico no futsal, Jacaré baixou-se e cabeceou de forma certeira, por entre as pernas do guarda-redes (1-3). Unidas nos festejos, as águias levaram os adeptos a berrar "Benfica".
Na sequência de uma fase mais afastada das balizas, os leões voltaram a criar perigo, em dose dupla, aos 16', quando Felipe Valério rodou sobre o seu marcador e acertou na barra, e quando, na cobrança de um livre, Merlim endossou para Bruno Pinto, que fuzilou a trave.
De seguida, foi Tomás Paçó, num canto à esquerda, a disparar para defesa de Léo Gugiel com os pés e a atirar por cima na recarga.




O Sporting atacava com mais perigo e reduziu o desnível no penúltimo minuto da 1.ª parte. Bola longa de Bernardo Paçó para Zicky, que resistiu à pressão e finalizou por entre as pernas de Léo Gugiel (2-3). O pivô parece receber a bola com o braço, mas após rever o lance, a equipa de arbitragem validou o tento.
Até ao intervalo, houve ainda tempo para Léo Gugiel colocar Bernardo Paçó à prova (19') e travar tentativas de Felipe Valério (19') e Bernardo Paçó (20'). Por sua vez, Bruno Pinto, a meias com Silvestre, fez a bola passar um pouco ao lado da baliza benfiquista.
Benfica
Ao intervalo, o Glorioso liderava por 2-3.
Regressados dos balneários, os comandados de Cassiano Klein voltaram a marcar com apenas 20 segundos jogados. Léo Gugiel encheu o pé a partir do meio-campo, e, na área, Lúcio Rocha desviou para o fundo das redes (2-4). O camisola 7 não resistiu a aproximar-se dos incansáveis Benfiquistas, saltando para o topo do painel publicitário nos festejos.
Pouco depois (21'), com os pés, Léo Gugiel defendeu a tentativa de reação do Sporting, através de um remate de Tomás Paçó num canto à direita.
Mortífero, foi o Benfica que dilatou o desnível, no 23.º minuto. À direita, Léo Gugiel adiantou para Carlos Monteiro (recebeu o prémio de melhor jogador da partida), que se soltou do seu marcador, fletiu para dentro e bisou com um remate de pé esquerdo, rasteiro e colocado (2-5). Beijando o emblema, o ala levou os adeptos a subirem ainda mais os decibéis.
Porém, o emblema de Alvalade ripostou de imediato. Numa reposição lateral à esquerda, Merlim endossou para Diogo Santos, que, à entrada da área, fez o 3-5.
Benfica
Segundos depois (23'), Lúcio Rocha rematou de longe, ligeiramente ao lado. Na resposta (24'), num livre trabalhado, Merlim atirou rasteiro para intervenção de Léo Gugiel.
As águias confirmaram a sua brilhante exibição ofensiva à passagem dos 26', quando alcançaram a meia dúzia de golos. Demonstrando novamente a sua apurada visão de jogo, Afonso Jesus, na cobrança de um canto à esquerda, descobriu Pany Varela na área, o qual, após ver a sua primeira tentativa ser defendida, fuzilou as redes na recarga (3-6). "SLB", bradavam os Benfiquistas, à medida que o internacional português corria à sua frente nos festejos.
Todavia, o Sporting tornou a reduzir rapidamente. Ainda aos 26', na cobrança de um livre em posição privilegiada, Merlim rematou rasteiro, em força, e apontou o 4-6.
No minuto seguinte (27'), na recarga de um tiro de Léo Gugiel defendido por Bernardo Paçó, Lúcio Rocha viu o seu remate ser desviado e sair muito próximo do poste. Na outra baliza, perante um disparo forte de Zicky, Léo Gugiel (eleito o melhor guarda-redes da final) fez uma enorme defesa com os pés (28').
Já aos 32', a equipa de arbitragem assinalou a 6.ª e a 7.ª faltas benfiquistas e consequentes livres diretos sem barreira, mas, em ambos os momentos, face a remates de Tomás Paçó e Bruno Pinto, André Correia brilhou na baliza encarnada com um par de excelentes intervenções. Festejou-se como se de golos se tratassem, e o guarda-redes puxou pelos adeptos.
André Correia
A solidariedade e qualidade defensiva dos comandados de Cassiano Klein vieram ao de cima a partir de então, uma vez que, na 7.ª falta, Higor foi expulso por acumulação de amarelos, e o Benfica jogou em desvantagem numérica durante 2 minutos. Nestes, valeu a organização encarnada, bem como mais três grandes defesas de André Correia, face a Bruno Pinto (33'), Diogo Santos (34') e Merlim (34').
Com os leões a apostarem no guarda-redes avançado nos últimos 4 minutos, o Glorioso teve de saber sofrer até ao fim. Ainda assim, com balões vermelhos e brancos a voarem nas bancadas e os Benfiquistas a cantarem mais alto do que nunca, a formação vermelha e branca consentiu pouco espaço ao adversário.
As exceções vieram apenas no último minuto, quando André Correia defendeu um tiro de Bruno Pinto, e, noutro momento, após Lúcio Rocha enviar uma bola ao poste da baliza deserta, Merlim cruzar rasteiro para Bruno Pinto encostar de forma certeira (5-6), a 12 segundos do soar da buzina.
Deste modo, houve mesmo emoção até ao derradeiro instante, mas, perante o último suspiro adversário, André Correia fez mais uma defesa, e Afonso Jesus um bloqueio.
Irrompendo freneticamente pelo campo, os jogadores festejaram com a bancada benfiquista, totalmente de pé e de braços ao alto, mas também cumprimentaram os oponentes.
Posteriormente, o fair-play foi também visível nas três guardas de honra feitas às equipas. Já de medalhas ao peito e com as camisolas alusivas ao título, os jogadores fizeram a festa no palco, e o capitão Afonso Jesus ergueu a Taça de Portugal!
A celebração prolongou-se ainda durante largos minutos, com os atletas a conviverem com os seus adeptos, a quem distribuíram fotografias e lembranças, e com os quais saltaram, cantaram e conviveram abertamente.
Apesar dos dois títulos já vencidos neste ano desportivo, a ambição do Glorioso não fica por aqui. No próximo compromisso, o Benfica volta a competir na Liga Placard, deslocando-se ao reduto do Torreense às 16h00 de sábado, 2 de maio, num desafio da 22.ª jornada da 1.ª fase do Campeonato Nacional, competição que almeja ganhar pelo 2.º ano seguido.
SL Benfica

BENFICA EM GRANDE! GOLEADA NA LUZ E HEXA NO FEMININO 🔥

                

Benfica fatura e Lukebakio vinga-se nas taxas do banco

                 

BENFICA-IMPRENSA 27 Abril, GLORIOSO DEPENDE DE NOVO DE SI PRÓPRIO EM DIA DENOVAS PREOCUPAÇÕES!! 🦅🔴

                

CAMPEÃS ERGUEM A 12.ª TAÇA DE PORTUGAL!



 O Benfica venceu a Stuart Massamá, por 2-3, na final disputada em Tomar.

Doze conquistas da Taça de Portugal Feminina nas últimas 12 edições da prova! O Benfica deu sequência à sua hegemonia na modalidade ao vencer neste domingo, 26 de abril, a Stuart Massamá, por 2-3, na final disputada no Pavilhão Municipal Patrícia Sampaio, em Tomar.
Foi com muita raça e entrega que as águias conseguiram ultrapassar a grande réplica da formação da Linha de Sintra, que disputou o troféu até ao último suspiro de um encontro que começou com a equipa de Paulo Almeida a fazer jus ao seu favoritismo.
Instalado na meia-pista adversária desde o início da partida, o Benfica dispôs de várias oportunidades para abrir o ativo, mas esbarrou na exibição inspirada da guarda-redes Inês Caldeira, cuja defesa mais vistosa ocorreu aos 9' em situação de um contra um frente a Aimée Blackman.
No entanto, no minuto seguinte (10'), as águias chegaram ao 0-1. A mesma Aimée Blackman disparou pelo lado direito e cruzou para o segundo poste, onde Diana Pinto desviou a bola para o interior da própria baliza.




Sempre a espreitar o contra-ataque, a Stuart Massamá ia conseguindo chegar com perigo junto às redes encarnadas e, aos 13', Maria Vieira cresceu na baliza para negar o golo a Inês Baudouin.
Aos 15', o treinador Pedro Favinha pediu um desconto de tempo e, no recomeço da partida, Maria Duarte surpreendeu a defesa das águias para fazer o 1-1: arrancou pelo corredor central em drible e rematou colocado para as redes.
Até ao intervalo, ambas as equipas acertaram nos ferros. Aos 18', Sara Roces carimbou a barra num potente remate de meia distância e, aos 22', do outro lado, foi novamente a trave a devolver um disparo de Micaela Jamardo.
No regresso dos balneários, o Benfica desperdiçou uma soberana oportunidade, aos 31'. Após reverem as imagens, os árbitros descortinaram uma falta sobre Marlene Sousa no interior da área adversária e assinaram o respetivo penálti. Chamada à cobrança, Raquel Santos não conseguiu bater Inês Caldeira, que, depois, defendeu três remates consecutivos para manter a igualdade com as encarnadas em power play.
Seguiram-se minutos infernais do Benfica, que, aos 34', fez o 1-2. A guarda-redes da Stuart Massamá ainda defendeu um tiro de longe de Sara Roces, mas Raquel Santos surgiu no sítio certo para fazer a recarga e balançar as redes.
Sara Roces voltou a estar em destaque aos 36' com um golo de bandeira! Através de uma bela jogada individual, a avançada entrou na área e rematou colocado junto ao poste esquerdo para o 1-3.
Contudo, a resposta da Stuart Massamá foi imediata. Na jogada seguinte, Rita Barros abriu caminho pelo lado direito e, de ângulo difícil, acertou um remate que entrou na baliza entre Maria Vieira e o poste. Estava relançada a partida com o 2-3.
Já após Raquel Santos ter atirado ao poste (45'), os derradeiros segundos da partida foram de intensa carga dramática. A 13 segundos do final, o Benfica cometeu a 10.ª falta e a Stuart Massamá beneficiou de um livre direto. Marta Marujo tentou fintar Maria Vieira, mas a guarda-redes das águias fez valer a sua qualidade e segurou a vantagem.
O soar da buzina trouxe as merecidas celebrações da equipa com os adeptos e familiares que marcaram presença no Pavilhão Municipal Patrícia Sampaio, em Tomar. Por entre abraços e sorrisos, chegou o momento mais esperado, em que Marlene Sousa e Maria Vieira ergueram mais um troféu para uma equipa que não se cansa de ganhar.
Cumprido mais um objetivo, o Benfica volta a entrar em campo às 21h00 da próxima sexta-feira, 1 de maio, ante a ACD Gulpilhares, na 9.ª jornada da fase regular do Campeonato Nacional.
SL Benfica

10.ª TAÇA DE PORTUGAL CONQUISTADA!



 Num Pavilhão Multiusos de Gondomar sonorizado por Benfiquistas, o Benfica bateu o Nun'Álvares, por 1-0, na final da prova-rainha, e conquistou a prova pelo 4.º ano seguido.

Rainhas da prova-rainha! Neste domingo, 26 de abril, no Pavilhão Multiusos de Gondomar, a equipa feminina de futsal do Benfica superou o Nun'Álvares, por 1-0, na final da Taça de Portugal e reforçou o seu estatuto como emblema mais ganhador do certame, conquistando-o pela 10.ª vez, a 4.ª seguida.
No caminho até ao jogo decisivo, as águias deixaram para trás o Pinhelenses (13-0), a Juventude Ouriense (0-6), o Leões Porto Salvo (4-2) e o SC Braga (3-1), enquanto a formação de Fafe eliminou a UD Estrelas Rio Mau (21-0), o 3 d’Agosto de 1885 (19-0), o Santa Luzia (5-0) e a EDC Gondomar (5-0).
Assegurando que apresentaria "um Benfica a 100% e preparado para vencer" nas declarações pós-jogo das meias-finais, Paulo Roxo escalou um cinco inicial composto por Ana Catarina, Maria Pereira, Janice, Fifó e Inês Matos.
Em mais uma edição do maior embate do futsal feminino nacional, entre os dois coletivos que têm disputado a esmagadora maioria dos títulos na história recente da modalidade, o ambiente começou a animar ao longo do período de aquecimento, à medida que os adeptos começavam a preencher as bancadas.
Uma das primeiras grandes ovações dos Benfiquistas surgiu quando o speaker anunciou a constituição da equipa encarnada, voltando a fazerem-se ouvir, de pé, no momento da reentrada das atletas em quadra.
Entoado o hino nacional, feitos os cumprimentos entre os coletivos e sorteada a escolha entre campo e bola, a final da Taça estava prestes a arrancar, mas não sem antes as águias se reunirem mais uma vez na habitual roda, soltando o grito de guerra.
Num começo de jogo algo amarrado – mas nem por isso silencioso, com os Benfiquistas a expressarem o seu apoio –, as primeiras ocasiões foram do Glorioso.
Aos 2', após uma recuperação subida, Fifó conduziu a transição e rematou ligeiramente ao lado a partir de posição frontal. No minuto seguinte (3'), a camisola 9 do Benfica emendou um cruzamento de Maria Pereira, mas Júlia Melz sacudiu pela linha final. No 5.º minuto, a guarda-redes teve de voltar a aplicar-se para afastar um tiro forte de Angélica Alves.
No primeiro ataque perigoso do Nun'Álvares, aos 6', Dinha tentou a sua sorte de longe, mas Ana Catarina correspondeu com uma intervenção atenta. Numa resposta imediata (6'), Fifó saiu no contra-ataque e disparou para nova defesa de Júlia Melz.




Posteriormente, as comandadas de Paulo Roxo aproveitaram as bolas paradas para tentar quebrar a resistência oponente, mas Júlia Melz travou os livres diretos de Raquel Santos (8') e de Maria Pereira (9').
Mesmo com menor volume ofensivo, as nortenhas quase marcaram aos 10', quando Camila Silva aproveitou um corte incompleto e, na área, finalizou para defesa atenta de Ana Catarina com os pés.
Três minutos volvidos (13'), o coletivo vermelho e branco dispôs de uma ocasião soberana, quando Inês Fernandes apareceu isolada na frente, mas, mais uma vez, com grande categoria, Júlia Melz negou o golo.
Mesmo depois de um desconto de tempo aos 13', o Benfica não perdeu gás, tendo Raquel Santos atirado para encaixe da guarda-redes oponente (13'), e Janice enviado a bola sobre a trave, na sequência de um desvio (14').
De seguida (14'), numa reposição lateral, Maria Pereira cruzou, e Inês Fernandes cabeceou para a boca da baliza, onde Janice rematou ao poste. O golo estava muito perto...
Após tamanha ameaça, as águias conseguiram mesmo inaugurar o marcador. À passagem dos 15', na cobrança de um canto à esquerda, Inês Fernandes descobriu Fifó (eleita melhor jogadora em campo) no coração da área, e esta não perdoou de posição privilegiada (1-0), soltando a festa na bancada encarnada.
No seguimento de outro time-out, Beatriz Fonseca apareceu desmarcada no ataque, mas disparou ligeiramente ao lado, aos 16'. Pouco depois (17'), Fifó tentou marcar de fora da área, mas Júlia Melz amarrou.
Numa ponta final de 1.ª parte agitada, verificaram-se grandes chances para os dois lados. Bruna Carolina, sozinha na frente, só não festejou porque Júlia Melz fez mais uma enorme intervenção (20'), e, com duas perigosas tentativas no mesmo lance, Camila Silva obrigou Ana Catarina a também aplicar-se com dificuldade (20').
Deste modo, as encarnadas recolheram aos balneários a ganhar por 1-0.
Em desvantagem, o Nun'Álvares pressionou em busca do golo ao longo da etapa complementar, mas as águias também não se inibiram ofensivamente e, nos momentos de maior aperto, contaram com o amparo dos Benfiquistas.
Assim, na primeira oportunidade desta metade, Camila Silva, à esquerda, atirou em força um pouco ao lado do alvo (22'). No minuto seguinte (23'), teve de ser Ana Catarina, com rápidos instintos, a afastar um tiro de Lídia Moreira a partir da mesma zona.
Na frente contrária, aos 25', num bom trabalho de pivô, Angélica Alves rodou sobre a sua marcadora e encheu o pé, mas saiu um pouco desenquadrado.
Ainda no mesmo minuto (25'), Ana Catarina fez mais duas paradas com os pés, face a tentativas de Camila Silva e Lídia Moreira vindas da direita.
Angélica Alves voltou a ser o rosto do ataque benfiquista aos 28', quando, de ângulo apertado, na área, rematou à malha lateral.
Controlado o fulgor inicial adversário, as comandadas de Paulo Roxo soltaram-se e, fazendo uso da meia distância, obrigaram Júlia Melz a esforçar-se para afastar disparos de Maria Pereira (29'), Inês Matos (30') e Sara Ferreira (32').
Todavia, nos derradeiros minutos da contenda, a equipa de Fafe voltou à carga, em força, valendo a inspirada Ana Catarina (recebeu o prémio de melhor guarda-redes da final) entre os postes encarnados.
Confrontada com remates distantes de Dinha (33'), Kaka (35') e Camila Silva (35' e 36'), ou com tiros na área de Kaka (35') e Lídia Moreira (35'), a guarda-redes do Glorioso disse sempre "presente", mantendo a sua baliza impenetrável com impressionantes intervenções.
No último fôlego ofensivo das águias, Inês Matos viu o seu disparo na área sofrer um desvio e sair um pouco ao lado (37'), e Angélica Alves voltou a atirar às malhas laterais (39').
Com o Nun'Álvares a apostar na guarda-redes avançada para os últimos 3 minutos, os nervos estavam em franja. Tanto adeptos como atletas benfiquistas, no banco e em quadra, celebravam efusivamente cada corte, bloqueio ou ação que as deixava mais perto da glória.
A 2 segundos do soar da buzina, numa reposição lateral, Mayara Almeida cruzou para o segundo poste, Dinha cabeceou para o lado contrário, e Ana Pires, igualmente de cabeça, quase encostou para dentro, tendo o esférico passado a rasar o poste. Passou o calafrio, terminou o duelo, e estava encaminhado mais um troféu para o Museu Benfica – Cosme Damião!
Abraços, saltos, cânticos... A festa era fervorosa, na quadra e nas bancadas, tendo as jogadoras celebrado com os Benfiquistas.
Após os momentos de maior euforia, seguiu-se a cerimónia protocolar de entrega das medalhas, tendo as três equipas recebido guardas de honra, em gestos de fair play.
Já com as camisolas referentes à 10.ª Taça de Portugal, as águias subiram ao palco, onde prolongaram a celebração e a capitã Inês Fernandes ergueu, enfim, o caneco, para regozijo dos adeptos – com os quais ainda confraternizaram durante largos minutos, conversando e tirando fotografias para mais tarde recordar.
Findados os festejos, o Benfica redirecionará o seu foco para a Liga Feminina Placard. Às 20h45 de sábado, 2 de maio, disputa o jogo 1 das meias-finais do play-off da competição, frente ao Atlético CP, no Pavilhão Engenheiro Santos e Castro, na Tapadinha.
SL Benfica