Depois de ter ajudado o Man. United a vencer a última edição da Premier League, Robin Van Persie aponta baterias para 2014. O avançado holandês quer concretizar um sonho no relvado do Estádio da Luz, palco da final deste ano da Champions.
«Significaria tudo para mim ganhar a Liga dos Campeões. Como é óbvio, trata-se de um troféu que muitos jogadores não ganham, conquista-se uma vez, se tivermos sorte. Existem alguns jogadores que ganharam mais do que uma vez, mas é um troféu muito especial que toda a gente que vencer anualmente. Apenas uma equipa pode ganhar, e é muito complicado. Parece ser mais difícil a cada ano que passa, porque as equipas ficam cada vez melhores. Por isso é sempre complicado quando se quer algo que toda a gente deseja», notou o ponta de lança, que aos 30 anos está no auge da sua carreira.
«Vir para Inglaterra foi a melhor coisa que me podia ter acontecido, porque estava a sair da minha zona de conforto, fora do ambiente caloroso da minha cidade, onde contava com a minha família, amigos e onde tudo estava em ordem. E de repente, estou num país diferente, sozinho, e é preciso lidar com isso. Tornou-me mais resistente, mais duro e mais concentrado em alcançar todos os meus objetivos. Fez-me perceber que tive a maior influência na minha carreira, e mais ninguém», recordou, ao site da UEFA, o goleador dos red devils e da laranja mecânica.
«Significaria tudo para mim ganhar a Liga dos Campeões. Como é óbvio, trata-se de um troféu que muitos jogadores não ganham, conquista-se uma vez, se tivermos sorte. Existem alguns jogadores que ganharam mais do que uma vez, mas é um troféu muito especial que toda a gente que vencer anualmente. Apenas uma equipa pode ganhar, e é muito complicado. Parece ser mais difícil a cada ano que passa, porque as equipas ficam cada vez melhores. Por isso é sempre complicado quando se quer algo que toda a gente deseja», notou o ponta de lança, que aos 30 anos está no auge da sua carreira.
«Vir para Inglaterra foi a melhor coisa que me podia ter acontecido, porque estava a sair da minha zona de conforto, fora do ambiente caloroso da minha cidade, onde contava com a minha família, amigos e onde tudo estava em ordem. E de repente, estou num país diferente, sozinho, e é preciso lidar com isso. Tornou-me mais resistente, mais duro e mais concentrado em alcançar todos os meus objetivos. Fez-me perceber que tive a maior influência na minha carreira, e mais ninguém», recordou, ao site da UEFA, o goleador dos red devils e da laranja mecânica.
fonte:abola
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