Luião e o Jamor têm uma relação muito, muito especial, que começou há praticamente dez anos e com sabores bem diferentes para o central brasileiro de 32 anos, que tinha 22 quando pisou pela primeira vez o palco da final de hoje.
O dia 14 de setembro de 2003 ficou marcado pela dupla estreia de Luisão no Estádio Nacional, primeiro em jogos oficiais com a camisola do Benfica, depois em golos com a camisola do Benfica. Mas nem tudo nessa data foi memorável: o Benfica, com o estádio em obras, utilizava o Jamor para os jogos de campeonato e recebeu na jornada inaugural da Liga 2003/04 o Belenenses de Manuel José, jogo que terminaria empatado (3-3), com o Belenenses a recuperar das desvantagens de 0-2 e 1-3 e a marcar dois golos no tempo de compensação, o que fez com que chovessem críticas sobre a equipa encarnada, com o ónus a cair, sobretudo, na defesa e também, claro, no gigante brasileiro, que dava aos primeiros passos de águia ao peito.
Depois, o gigante voltaria a ser titular numa outra partida realizada no Estádio Nacional, a 28 de setembro, dia da receção ao Nacional, jogo respeitante à 6.ª jornada do Campeonato, que terminaria favorável aos encarnados, por 1-0, golo de Tiago.
A última presença do Benfica no Jamor para a Liga, vitória por 2-1 sobre o Gil Vicente, já não teria a presença de Luisão, lesionado, e o central brasileiro só voltaria a representar as águias no palco da final de hoje a 16 de maio de 2004.
Então sim, uma data a não esquecer para o futebolista, que conquistou a Taça de Portugal, depois de vitória dos encarnados sobre o FC Porto de José Mourinho, por 2-1, após prolongamento. No banco do Benfica, José Antonio Camacho, técnico do clube da Luz nas três primeiras partidas que Luisão realizou no Jamor.
O Benfica conquistou o título nacional em 2004/05, com o italiano Giovanni Trapattoni à frente da equipa, e uma semana depois da consagração perdeu para o Vitória de Setúbal de José Rachão (1-2) o segundo troféu mais importante do calendário nacional. Luisão não jogaria a partida, novamente por questões clínicas.
Hoje à tarde tem, então, nova oportunidade de adicionar a segunda Taça de Portugal ao seu currículo, desta feita, seguramente, jogando no onze inicial dos encarnados.
Depois de ter já marcado, empatado e ganho enquanto jogador utilizado no Estádio Nacional, eis que chega o momento de envergar a braçadeira de capitão, o que não acontecera em qualquer dos compromissos anteriores que disputou no Jamor.
O dia 14 de setembro de 2003 ficou marcado pela dupla estreia de Luisão no Estádio Nacional, primeiro em jogos oficiais com a camisola do Benfica, depois em golos com a camisola do Benfica. Mas nem tudo nessa data foi memorável: o Benfica, com o estádio em obras, utilizava o Jamor para os jogos de campeonato e recebeu na jornada inaugural da Liga 2003/04 o Belenenses de Manuel José, jogo que terminaria empatado (3-3), com o Belenenses a recuperar das desvantagens de 0-2 e 1-3 e a marcar dois golos no tempo de compensação, o que fez com que chovessem críticas sobre a equipa encarnada, com o ónus a cair, sobretudo, na defesa e também, claro, no gigante brasileiro, que dava aos primeiros passos de águia ao peito.
Depois, o gigante voltaria a ser titular numa outra partida realizada no Estádio Nacional, a 28 de setembro, dia da receção ao Nacional, jogo respeitante à 6.ª jornada do Campeonato, que terminaria favorável aos encarnados, por 1-0, golo de Tiago.
A última presença do Benfica no Jamor para a Liga, vitória por 2-1 sobre o Gil Vicente, já não teria a presença de Luisão, lesionado, e o central brasileiro só voltaria a representar as águias no palco da final de hoje a 16 de maio de 2004.
Então sim, uma data a não esquecer para o futebolista, que conquistou a Taça de Portugal, depois de vitória dos encarnados sobre o FC Porto de José Mourinho, por 2-1, após prolongamento. No banco do Benfica, José Antonio Camacho, técnico do clube da Luz nas três primeiras partidas que Luisão realizou no Jamor.
O Benfica conquistou o título nacional em 2004/05, com o italiano Giovanni Trapattoni à frente da equipa, e uma semana depois da consagração perdeu para o Vitória de Setúbal de José Rachão (1-2) o segundo troféu mais importante do calendário nacional. Luisão não jogaria a partida, novamente por questões clínicas.
Hoje à tarde tem, então, nova oportunidade de adicionar a segunda Taça de Portugal ao seu currículo, desta feita, seguramente, jogando no onze inicial dos encarnados.
Depois de ter já marcado, empatado e ganho enquanto jogador utilizado no Estádio Nacional, eis que chega o momento de envergar a braçadeira de capitão, o que não acontecera em qualquer dos compromissos anteriores que disputou no Jamor.
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