José Mourinho tem dificuldade em conceber que num país como a Alemanha, imune à crise que grassa um pouco por toda a Europa, seja possível assistir ao lance do golo fantasma de Stefan Kiessling no jogo entre o Hoffenheim e o Leverkusen, disputado no passado sábado.
«Se fosse treinador do Leverkusen, pedia a repetição do jogo. Se fosse treinador do Hoffenheim, faria a mesma coisa. Se trabalhasse na Bundesliga – e vocês são um dos países europeus que não se debatem com problemas económicos – não compreenderia por que razão não se gasta alguns milhões de euros na introdução de tecnologia na linha de baliza», afirmou o treinador português, durante a projeção do jogo da Champions entre o Chelsea e o Schalke, a ter lugar esta terça-feira, em Gelsenkirchen.
«Se fosse nas ligas portuguesa ou grega, diria que não havia qualquer hipótese. Mas na alemã? Não percebo porque não o fazem», estranha.
«Se fosse treinador do Leverkusen, pedia a repetição do jogo. Se fosse treinador do Hoffenheim, faria a mesma coisa. Se trabalhasse na Bundesliga – e vocês são um dos países europeus que não se debatem com problemas económicos – não compreenderia por que razão não se gasta alguns milhões de euros na introdução de tecnologia na linha de baliza», afirmou o treinador português, durante a projeção do jogo da Champions entre o Chelsea e o Schalke, a ter lugar esta terça-feira, em Gelsenkirchen.
«Se fosse nas ligas portuguesa ou grega, diria que não havia qualquer hipótese. Mas na alemã? Não percebo porque não o fazem», estranha.
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