Sven-Goran Eriksson, sim, esse, o treinador três vezes campeão nacional ao serviço do Benfica. O sueco, discreto mas sempre com um sorriso pronto, incapaz de dizer não aos jornalistas mesmo que fosse para lhes responder um nada esclarecedor «vamos ver, vamos ver...», lançou autobiografia que promete.
Sobretudo na edição à venda na Noruega, que, por lapso, revela episódio escaldante omitido nas versões inglesa, sueca, italiana, finlandesa e dinamarquesa.
Certo dia, após noite de farra com o compatriota Glenn Schiller, futebolista que treinou no Gotemburgo (conquistaram ambos a Taça UEFA em 1982), Eriksson acabou (ou começou...) a noite no apartamento de uma amiga do jogador.
«Depressa ficámos nus em cima do sofá», revelou o atual técnico do Guangzhou R&F (China), palavras que podem ser lidas apenas na obra em norueguês. «Ela nada disse sobre o facto de ser casada. De repente, a porta abriu-se e surgiu um homem alto: ‘Quem és tu?’, perguntou-me. Eu respondi-lhe: ‘Bem, se calhar é melhor ir-me embora’. Ele continuou: ‘Pois, se calhar é’...»
Sobretudo na edição à venda na Noruega, que, por lapso, revela episódio escaldante omitido nas versões inglesa, sueca, italiana, finlandesa e dinamarquesa.
Certo dia, após noite de farra com o compatriota Glenn Schiller, futebolista que treinou no Gotemburgo (conquistaram ambos a Taça UEFA em 1982), Eriksson acabou (ou começou...) a noite no apartamento de uma amiga do jogador.
«Depressa ficámos nus em cima do sofá», revelou o atual técnico do Guangzhou R&F (China), palavras que podem ser lidas apenas na obra em norueguês. «Ela nada disse sobre o facto de ser casada. De repente, a porta abriu-se e surgiu um homem alto: ‘Quem és tu?’, perguntou-me. Eu respondi-lhe: ‘Bem, se calhar é melhor ir-me embora’. Ele continuou: ‘Pois, se calhar é’...»
fonte:abola
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