"DOBRADINHA" DA MERCEDES EM MONZA
Um erro do alemão Nico Rosberg permitiu este domingo ao seu colega de equipa na Mercedes, o britânico Lewis Hamilton, vencer o Grande Prémio de Itália e reaproximar-se da liderança do Mundial de F1.
Em Monza, Hamilton até partiu para a 13.ª corrida da temporada da "pole position", mas um mau arranque fê-lo cair para quarto na primeira volta.
Uma excelente recuperação fê-lo aproximar-se de Rosberg e relembrar a luta do último grande prémio entre os dois, que acabou com um toque e a desistência de Hamilton.
Contudo, desta feita, não foi preciso um toque para um dos dois sair de pista, com Rosberg a falhar a travagem no final da reta da meta, à entrada para a 29.ª volta, e seguir em frente, permitindo a Hamilton recuperar a liderança, que não voltou a ceder até final.
Após 1:19.10,236 horas e 53 voltas, Hamilton voltou a festejar um triunfo quatro grandes prémios depois, deixando o seu "rival" Rosberg a 3,1 segundos e o brasileiro Felipe Massa (Williams), a 25.
Nas contas do Mundial, Hamilton, que ficou a três vitórias de igualar Nigel Mansell como melhor britânico da história, recuperou sete pontos para Rosberg (238), que está agora a 22 de distância, enquanto o australiano Daniel Ricciardo (Red Bull), que hoje foi quinto, se atrasou e está a 72 do alemão.
Os "tiffosi" da Ferrari, que corria em casa, tiveram um dia para esquecer, pois viram o espanhol Fernando Alonso desistir na 29.ª volta com problemas mecânicos, servindo de pouco consolo o nono posto do finlandês Kimi Räikönnen.
A escuderia italiana falhou pelo segundo ano consecutivo o pódio no "seu" grande prémio, no qual não tinha uma prestação tão fraca desde 2005, quando o alemão Michael Schumacher foi apenas 10.º.
Alonso caiu mesmo uma posição no Mundial e é agora quinto, com 121 pontos, menos um do que o finlandês Valtteri Bottas (Williams), que terminou na quarta posição em Monza. Singapura acolhe, a 21 de setembro, o 14.º grande prémio da temporada.
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