quarta-feira, 3 de janeiro de 2024
DELÍRIOS DOS JUNTA LETRAS😂😂
𝗣𝗔𝗥𝗔𝗕𝗘́𝗡𝗦 𝗔𝗢 𝗖𝗔𝗠𝗣𝗘𝗔̃𝗢 𝗗𝗢 𝗔𝗡𝗢 𝗖𝗜𝗩𝗜𝗟, 𝗢 𝗙𝗖 𝗣𝗢𝗥𝗧𝗢, 𝗘 𝗔𝗢 𝗖𝗔𝗠𝗣𝗘𝗔̃𝗢 𝗗𝗘 𝗜𝗡𝗩𝗘𝗥𝗡𝗢, 𝗢 𝗦𝗣𝗢𝗥𝗧𝗜𝗡𝗚!
Não deverá existir, em toda a história do futebol, campanha igual àquela que a imprensa nacional está a promover este ano contra o Benfica.
De um lado, o enorme FC Porto, que termina o ano em 1.º lugar no campeonato virtual do ano civil. Do outro, o enorme Sporting, que em 80% das vezes que terminou o ano em 1.º lugar, foi campeão. O pequeno detalhe dessa percentagem é que o Sporting só atravessou o ano em 1.º por 5 vezes nos últimos 50 anos e, enquanto equipa, não têm nem o melhor ataque, nem a melhor defesa e nem sequer o melhor marcador do campeonato, não obstante de terem atualmente no seu plantel o sucessor do Peyroteo.
PS: Já o Benfica, o verdadeiro campeão em título, vencedor do único troféu da corrente época e que não perde para a liga portuguesa desde 14 de agosto de 2023, na primeira jornada, não conta nem para o totobola.
terça-feira, 2 de janeiro de 2024
LEGADO, PAIXÃO, FUTURO
Há quase 79 anos, três homens olharam para o futuro. E essa é outra parte do legado que nos deixaram. Olhar para o que não havia e fazer, acompanhar a modernidade, ter paixão por todos os desportos e respeito pelo jornalismo. Continua a ser a proposta de A BOLA, a partir de hoje com uma nova direção editorial
A BOLA.
É praticamente impossível deixá-la ali, isolada do resto. Porque A BOLA nunca está sozinha. Tem sempre o desejo a acompanhá-la, como outra bola qualquer. É impossível não cair na fatal atração de uma bola. É entrar no quarto de uma criança e dar-lhe um pequeno toque, caindo nessa tentação; dar mais um passo – na praia, no jardim, no parque, na rua – só para a devolver a um grupo de miúdos. É a tentação que faz Kika Nazareth jogar com um malabarista de rua em Barcelona, porque, lá está, a bola estava ali mesmo. É uma frase de Maradona:
«Se eu estivesse com um fato branco num casamento e uma bola enlameada viesse na minha direção, parava-a de peito, sem hesitar.»
É a mão do mesmo Diego que toca a bola, porque, lá está de novo, a tentação é maior que o homem e que Shilton.
É esse desejo para lá de centenário por um objeto tão especial que levou, há praticamente 79 anos, que esta A BOLA fosse fundada. Essa paixão é o maior legado que Cândido Oliveira, Ribeiro dos Reis e Vicente de Melo deixaram. Homens e mulheres apaixonaram-se para fazer de A BOLA o maior e melhor jornal desportivo português.
Essa paixão explica como se passaram obstáculos, dificuldades diárias, dores crónicas e como ela rolou até aqui. A BOLA com dimensão de gigante, com uma edição diária em papel, o formato mais antigo ou a paixão inicial, se quiser, um arquivo fotográfico inigualável, um site, uma TV e uma série de comunidades espalhadas pelas diferentes redes sociais, num planeta digital que junta milhões de pessoas em redor de um só nome: A BOLA.
Há quase 79 anos, três homens olharam para o futuro. E essa é outra parte do legado que nos deixaram. Olhar para o que não havia e fazer, acompanhar a modernidade, ter paixão por todos os desportos e respeito pelo jornalismo. Continua a ser a proposta de A BOLA, a partir de hoje com uma nova direção editorial, nestes tempos em que a modernidade já não é imprimir um jornal de desporto duas vezes por semana, mas sim informar o agora, com mindset digital.
Traremos novidades ao longo de 2024 para que haja uma A BOLA competitiva, ágil, para ser lida, ouvida, vista, partilhada e comentada. Onde cabem todas as paixões: por clubes, modalidades, atletas, regiões, países ou continentes. Para que seja «o jornal de todos os desportos» e para todos os desportistas, recusando de forma clara todos aqueles que causem dano a esse espírito.
Uma A BOLA que possa levar debaixo do braço, ver na TV, no computador e que estará consigo onde estiver, pelo telemóvel.
E enquanto desse lado palpitar emoção por um golo, uma bola na trave, uma vitória épica, um ponto falhado ou uma desilusão descomunal, resultados que aumentam o fogo ardente pelo desporto. A BOLA nunca estará sozinha.
Porque vamos fazer com que tenha a certeza de que quer estar connosco.
HÁ QUE ENFRENTAR O PROBLEMA
Os clubes não podem vacilar no processo de erradicação dos ‘hooligans’ dos estádios
Há coisas que os clubes podem fazer, outras não. Por exemplo, por muito apertada que seja a segurança nas entradas num estádio que acolhe 60 mil adeptos, é impossível que todos os artefactos de pirotecnia, alguns de tamanho diminuto, sejam apreendidos, ou que armas brancas, de pequena dimensão, sejam detetadas. E os clubes não podem fazê-lo nem aqui, nem nos campeonatos dos Big Five, nem até quando o âmbito de responsabilidade direta passa para as Federações ou para as Confederações, ou mesmo para a FIFA.
O que os clubes podem fazer, e em Portugal raramente o fazem, é não só detetar os infratores, como ainda expulsá-los do seio, competindo a outras entidades impedi-los de voltar a recintos desportivos. Não acredito que os sofisticados sistemas de videovigilância dos estádios, complementados pelos spotters da PSP, não identifiquem os prevaricadores, para que, a seguir, quem de direito aja em conformidade.
Mas deixemos as generalizações de lado e passemos ao caso concreto do Benfica. Na Liga dos Campeões, a equipa de Roger Schmidt viu-se privada do apoio dos adeptos em San Siro e Salzburgo, por imposição da UEFA, na sequência de ações contrárias à lei de uns quantos hooligans apoiantes dos encarnados, que se revestiram de perigo para terceiros e provocaram, inclusivamente, feridos. O mínimo exigível seria que o clube não descansasse enquanto não expurgasse da sua comunidade tais energúmenos. Mas, que se saiba, não houve consequências nem para esses marginais, nem para todos os outros que já levaram vezes sem conta o clube à beira da interdição do Estádio da Luz, impedida in extremis pelos órgãos de recurso do futebol. Com tão grande esforço que a Direção de Rui Costa tem feito para tornar a Catedral num espaço moderno, funcional e atrativo para as famílias, não se compreende como não existe um comportamento mais assertivo quando se trata de criar condições para deshooliganizar o Benfica.
Do último caso, ocorrido no intervalo da partida, para a Taça da Liga, entre o Benfica e o Aves SAD, resultou um ferido grave por esfaqueamento, na sequência de uma altercação. O alegado autor do crime já foi detido pelas autoridades policiais, e o processo, na Justiça, seguirá os seus trâmites. Faço votos que o Benfica seja lesto a tomar medidas, e que essas medidas passem a ser a regra, e não a exceção, para todos aqueles que não devem ter acesso aos estádios e pavilhões.
GRANDES DESAFIOS PARA 2024
Campeonato da Europa, Jogos, avanços na mudança das sociedades dos clubes nacionais e as ambições nas provas europeias
Muda o ano no calendário e, às vezes, é quanto basta para termos um sentimento de renovação e esperança. Que o Ano Novo nos traga saúde, paz e prosperidade, são os três mandamentos essenciais para os desejos mastigados em passas à meia-noite. Há sempre uma certa ingenuidade nesta crença de que, enfim, as coisas possam mudar. Raramente mudam. Veja-se a questão pelo desorientado mundo que habitamos. A saúde, como se sabe, está mais pela hora da morte do que da vida; a paz começa a ser, apenas, uma utopia, uma palavra que só existe no dicionário; a prosperidade tornou-se um mito que apenas aparece a ornamentar os discursos políticos.
Fiquemos, para já, na questão desportiva e nos grandes desafios que se apresentam no ano de 2024.
CAMPEONATO DA EUROPA DE FUTEBOL, na Alemanha. Portugal assume-se como candidato. Não aquele candidato eventual, um outsider que, tal como aconteceu em 2016, pode beneficiar de uma roleta russa que o coloca na final em bandeja de prata. Depois, foi o que se viu. Cristiano Ronaldo a sair lesionado e um golo mágico marcado por Éder, o herói improvável. O país de dentro e de fora viveu o título europeu com a euforia de um pobre a quem sai o Euromilhões. Uma virtude. Não esbanjámos essa riqueza. Pelo contrário, a Seleção é, hoje, uma marca internacional fortíssima e é reconhecida mundialmente como uma das melhores seleções do mundo. Não apenas porque tem, de facto, alguns dos melhores futebolistas mundiais, mas porque tem uma estrutura de apoio altamente profissionalizada e competente. Daí que a esperança em novo título de campeão da Europa não seja, apenas, a esperança de voltarmos a acertar um tiro no escuro. Desta vez, confirmando-se, ou não, é uma esperança fundamentada. E se já tivemos uma seleção de ouro, temos, agora, uma seleção de diamantes já lapidados.
JOGOS OLÍMPICOS, em Paris. Por muito que custe ao futebol e àqueles que apenas entendem o desporto com bola no pé, trata-se do maior acontecimento desportivo do mundo e, talvez, o maior acontecimento mundial sob qualquer ponto de vista, seja ele desportivo, social, cultural, económico ou político. Os Jogos de Paris vão concentrar as atenções mundiais no próximo verão. É bom, porque oferece, sobretudo aos portugueses, uma imagem mais verdadeira da dimensão desportiva, mas também pode ser demasiado tentador para ações de movimentos extremistas que optam pelo ódio cego.
Nós por cá temos andado desatentos, mas pode bem acontecer que Paris nos traga os melhores resultados olímpicos de sempre.
VIRAGEM do ano ainda com notável presença de clubes portugueses nas provas da UEFA. FC Porto na Champions, Benfica, Sporting e SC Braga na Liga Europa. Há quem ache pouco, mas não é, e a verdade é que o futebol português tem motivos para festejar. Difícil, sim, a missão do FC Porto, que tem o Arsenal por adversário, mas na Liga Europa, qualquer um dos três clubes tem francas hipóteses de seguir em frente.
SURGEM notícias novas sobre os grandes clubes portugueses e não é de contratações que se trata. O Sporting será, dos grandes, o primeiro a mudar a tradicional estrutura societária e a internacionalizar-se? Há avanços assinaláveis e isso significa que podemos estar na viragem para o futuro do futebol português.
Fazem bem em guardar anéis
ABRE-SE a janela de inverno para trocas e baldrocas de jogadores. É o momento de acertos e de remendos daqueles que não se sentem confortáveis, ou com o plantel que têm, ou com o dinheiro que não têm. Para os clubes portugueses, o dinheiro é sempre bem vindo, mas surgem notícias de que, pelo menos nos principais clubes - quatro ainda com ambições de título - a promessa é a de se guardarem os anéis no cofre. É uma boa notícia para os adeptos do futebol português. Os espetáculos serão mais aliciantes, a luta será mais intensa.
Hospital público, Hospital privado
SE apenas confiarmos no que lemos e ouvimos nos generalistas portugueses ficamos com a perceção de que somos tão desafortunados que a gripe decidiu atacar este pobre e pequeno país e logo quando o SNS está em profunda crise de meios e de capacidade de assistência. Deixem-me dizer-lhes que a gripe está por toda a Europa e as dificuldades são de todos. E, já agora, uma neta minha, muito atacada pela gripe, recebeu assistência num conhecido e reconhecido hospital privado. Demorou sete horas! Não estavam lá as televisões...
segunda-feira, 1 de janeiro de 2024
ENCHE O CAMPO E ENCHE-ME AS MEDIDAS
"MAIS UMA INCRÍVEL EXIBIÇÃO DO MELHOR JOGADOR DA LIGA!
É provável que vocês me achem repetitivo, mas nada a fazer porque repetitivas são as grandes exibições do João Neves. Ontem assistimos a mais uma de mão cheia - é ver as notas dos jornais e dos sites: nenhuma abaixo de 8!
Fabuloso o que este menino tem atingido desde que Roger Schmidt - obrigado, Mister! - lhe deu pela primeira vez a titularidade na principal equipa do Benfica na Liga - foi em 23 de abril último, e daí até ao final da época foi ele quem segurou as pontas de um meio-campo desde fevereiro órfão de Enzo.
O que mais impressiona é que João Neves nunca foi um nome que fizesse parte do lote daqueles a quem era apontado um futuro promissor e contabilizou apenas 27 internacionalizações por todas as seleções jovens de Portugal. A sua evolução tem sido fenomenal - e legitima a pergunta: até onde pode chegar?
Rui Costa que lhe ofereça um contrato de longo prazo - tanto anos quantos a lei permitir - e um vencimento (mais objetivos) no mínimo ao nível do teto salarial do clube. E, se possível, porque não depende só da vontade do presidente, lhe meta a cláusula contratual em valores estratosféricos.
(A nota do Record foi 4 num máximo de 5, para cálculo da média adaptada a 8 em 10.)"
NEGÓCIO BRILHANTE!!!
"Devíamos converter os 100M da cláusula do Neves em VMOC, que assim pagavam-nos para o levar e no final ficávamos com ele e com o dinheiro."
CREDORES PARA AMIGOS!!!
"Ou seja:
· Se deves 100 mil euros a um credor, o problema é teu;
· Se deves 100 milhões de euros a um credor, o problema é do credor;
· Se fores amigo do credor, o problema nem sequer se coloca."
ISTO É CAMPANHA CONTRA O JURASEK!!
"O Gustavo Marques acho que só tocou 1x na bola, e não estou a dizer mal do miúdo atenção.
Mas o tratamento que dão ao Jurasek é mesmo com o objetivo de denegrir o atleta, que para mim até entrou bem, segurou o flanco e até teve ações defensivas interessantes, além de que esteve mais em jogo do que o Morato nos minutos que esteve em campo.
Mas há que denegrir de todas as formas possíveis para cimentar a má imagem junto dos adeptos, quem viu a partida sabe que não foi assim, nada justifica esta nota, muito menos a avaliação feita pelo escriba de serviço.
Isto para quem não viu o jogo serve o seu propósito, denegrir o atleta para criar mais ódio ao mesmo por forma a que o mesmo seja destruído, mais nada!"
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