terça-feira, 29 de outubro de 2019

VOLEIBOL: VITÓRIA NA CHAMPIONS


TALENTO, AMBIÇÃO E CLASSE CARIMBAM CONTINUIDADE NA CHAMPIONS
EQUIPA PRINCIPAL
Benfica vence o campeão bósnio e segue para a 2.ª fase de qualificação da competição onde vai encontrar o OK Budva de Montenegro.
Com uma vantagem de 0-3 trazida da Bósnia, o SL Benfica recebeu e venceu pelos mesmos números, no Pavilhão n.º 2, o Mladost BRCKO, em desafio da 2.ª mão da 1.ª ronda de qualificação da CEV Champions League. Em frente na prova!
Momento histórico, com o primeiro desafio para a Liga dos Campeões da modalidade a realizar-se nesta noite de terça-feira no Pavilhão da Luz, e o Benfica engalanou-se em quadra para o assinalar.

Depois de um início equilibrado, com os sucessivos empates a vingarem até ao 6-6, a formação comandada por Marcel Matz saltou para a frente do marcador, manteve distâncias e partiu para uma enorme exibição, fechando o 1.º set com um parcial de 25-18.
Vindo de uma longa viagem, seguido de uma ronda dupla, não houve qualquer vislumbre de desgaste na equipa, com os encarnados – pelo contrário –, a demonstrarem enorme vitalidade, fruto também da responsabilidade e da ambição.
Segundo set com começo com sinal mais do Benfica, com o adversário a lutar com brio por manter-se na luta. E assim foi! Empates sucessivos e foi preciso ir às vantagens… com os blocos em evidência. Momentos de enorme espetacularidade, com as águias a vencerem por 32-30, carimbando a passagem à 2.ª ronda!
Com a eliminatória decidida e, diga-se, perante um adversário que dignificou e valorizou muito o triunfo dos encarnados, este Benfica não permitiu veleidades, gerindo e dominando até ao 28-25 com que fechou o 3.º set e o jogo num convincente 3-0 final. Justo!
Com esta vitória (3-0), o Benfica segue em frente para a 2.ª ronda de qualificação da prova. A 1.ª mão está marcada para as 17h30 de dia 5 de novembro, terça-feira, no Pavilhão n.º 2 da Luz. Do outro lado da barricada as águias vão encontrar o OK Budva, formação de Montenegro.
Antes, já na sexta-feira, o Benfica regressa à 1.ª fase do Campeonato Nacional, com a disputa da 4.ª jornada da prova, frente ao Esmoriz. O desafio está aprazado para as 16h00, no Pavilhão do Esmoriz Ginásio Clube.
Benfica-Mladost BRCKO, 3-0
FICHA
Local Pavihão n.º 2
Formação do Benfica Rapha, André Lopes, Wohlfi, Ivo Casas, Hugo Gaspar, Marc Honoré e Tiago Violas
Suplentes Afonso Guerreiro, Théo Lopes, Zelão, Japa e Nuno Pinheiro
1.º set 25-18
2.º set 32-30
3.º set 25-18
Marcel Matz (treinador do Benfica): “A equipa esteve muito bem. No 2.º set estava 21-18, e perder essa vantagem era perigoso, para mais num jogo em que só precisávamos mais daquele set para garantir a qualificação, mas acabámos por cumprir bem o objetivo. Primeiro a vitória nos dois sets que nos davam a passagem para a 2.ª fase, depois no jogo. Estamos de parabéns! A equipa fez uma sequência dura de quatro jogos em seis dias, mas quer física, quer mentalmente, mostrou estar muito bem.”

105 x 68 - BTV - 29 OUTUBRO 2019

                                           

BENFICA VENCE FAMALICÃO


A MAGIA ACONTECEU NA SEGUNDA PARTE
FUTEBOL
O Benfica bateu o Famalicão, por 2-0, na 13.ª jornada da Liga Revelação.
A equipa Sub-23 do SL Benfica recebeu e venceu, por 2-0, o FC Famalicão, em jogo a contar para a 13.ª jornada da Liga Revelação, que se realizou no Benfica Campus.
O apito soou no Seixal e as equipas do Benfica (2.º classificado) e do Famalicão (último lugar) mostraram equilíbrio nos minutos iniciais da partida.
O Benfica circulava bem a bola, mas a formação do Norte impedia que os encarnados chegassem à baliza, atuando com um esquema tático muito fechado.
O primeiro remate do desafio surgiu aos 14' e pertenceu a Mateus Clemente do Famalicão, que atirou a bola de fora da área e obrigou o guardião, Carlos Santos, a intervir e a impedir a concretização.
O jogo aumentou de ritmo e as duas equipas tentavam chegar mais vezes às balizas contrárias. Apesar das tentativas de ambos os lados, a primeira meia hora de desafio não registou grandes oportunidades.
Aos 41’, o Famalicão teve uma ocasião de ouro. Depois de uma recuperação de bola, o famalicense Brian, que conseguiu ultrapassar os benfiquistas Carlos Santos e Miguel Nóbrega, estava na cara do golo, mas rematou para o poste esquerdo da baliza encarnada.
Já no tempo de compensação, o Benfica reagiu e quase fazia o primeiro golo. Aos 45’+1’, na sequência da marcação de um livre, Tiago Araújo atirou com força para a baliza de Gabi, mas o esférico foi direto ao poste. As equipas mantinham assim o nulo ao intervalo.
O Benfica voltou do balneário com uma alteração no xadrez: Sérgio Andrade deu a vez a Ronaldo Camará.
Já com energias recarregadas, o Clube da Luz tentava impor-se no jogo. Aos 56’, Luís Lopes esteve perto de inaugurar o marcador, com um remate de pé direito para a defesa apertada de Gabi, que deu canto. Na sequência, Luís Lopes ia marcando novamente, mas desta vez a bola foi à figura do guarda-redes do Famalicão.
As águias mostravam-se mais pressionantes e a querer desbloquear a partida no Benfica Campus.
Aos 70’, as tentativas chegaram à concretização e eis que surgiu o primeiro golo das águias.
[GOLO: 1-0] A jogada começou nos pés de Ronaldo Camará, que rapidamente passou a Jair Tavares. Este avançou com a bola pelo corredor direito, cruzou para o segundo poste e Luís Lopes, que estava no sítio certo, pressionou o erro de Gabi e encostou a bola para dentro das redes adversárias, inaugurando assim o placard.
Aos 81’, o treinador Jorge Maciel fez dupla substituição: João Borges entrou para o lugar do autor do golo, Luís Lopes, e Paulo Bernardo deu entrada a Diogo Capitão.

O Benfica dominava a partida e a prova disso foi o segundo golo que surgiu aos 84’.
[GOLO: 2-0] Depois de uma jogada rápida, Ronaldo Camará chegou ao lado esquerdo da área do Famalicão e, na tentativa de cruzar, o esférico desviou no jogador do Norte e atraiçoou o guardião Gabi, que não conseguiu impedir que o Benfica dilatasse o resultado.
À passagem do minuto 86’, mais duas alterações na equipa encarnada: Miguel Nóbrega deu entrada a Dylan e Rafael Rodrigues foi substituído por Gonçalo Loureiro.
O Famalicão não conseguiu reagir, as águias controlaram e a partida terminou com a vitória do Benfica por 2-0.
A equipa Sub-23 do Benfica segue assim em 2.º lugar na tabela classificativa, com 30 pontos, apenas com dois de diferença do 1.º classificado, Sporting. Na próxima jornada, a 14.ª, as águias visitam o Portimonense.
Benfica-Famalicão, 2-0
FICHA
Estádio/Campo Benfica Campus
Onze do Benfica Carlos Santos, Ebuehi, Miguel Nóbrega, Pedro Ganchas, Rafael Rodrigues, Henrique Jocu, Jair Tavares, Paulo Bernardo, Sérgio Andrade, Tiago Araújo e Luís Lopes
Suplentes Dylan, Tomás Domingos, Ricardo Araújo, Gonçalo Loureiro, Vilius Armalas, Diogo Capitão, Tomás Azevedo, Ronaldo Camará, Gerson Sousa e João Borges.
Ao intervalo 0-0
Golos do Benfica Luís Lopes (70') e Ronaldo Camará (84')
Marcha do marcador 0-0; 1-0; 2-0
Jorge Maciel (treinador do Benfica): “Foi um jogo complicado, o Famalicão foi uma equipa muito fechada e estes jogos implicam muita maturidade da nossa equipa. Na primeira parte fomos um pouco precipitados, mas na segunda parte estivemos mais estáveis. Aquilo que levo deste jogo, fundamentalmente, é mais uma baliza a zero e a estabilidade. Temos de ir somando pontos e ir crescendo.”
Gonçalo Loureiro (jogador do Benfica): “Foi uma boa vitória. O Famalicão neste momento está em último lugar, mas não é equipa para lá estar, porque tem provado que tem bons jogadores e que consegue criar dificuldades, que foi o que aconteceu neste jogo.”

BENFICA GANHA NA HUNGRIA E MANTÉM PERCURSO 100% VITORIOSO


BASQUETEBOL
A formação liderada por Carlos Lisboa é lider do Grupo A da FIBA Europe Cup, com menos um jogo do que o Inter Bratislava, adversário da próxima ronda.
Depois do triunfo sobre os holandeses do ZZ Leiden (103-99), o Benfica voltou a somar uma vitória – a segunda em dois jogos – na FIBA Europe Cup, superando o Pécsi VSK-Veolia (81-89) na Hungria.
Saiu na frente o Benfica – com os dois primeiros pontos a saírem das mãos de Gary McGhee – e lançou-se no placard, cavando uma distância de 9 pontos (4-13). Uma vantagem que se foi dissipando no decorerr dos primeiros 10 minutos, e para a qual muito contribuiu a eficácia dos húngaros nos lançamentos de três pontos. Final do 1.º quarto: 20-22.

Voltou a entrar melhor a formação de Carlos Lisboa e a vantagem – confortável – chegou naturalmente. Destaque para os 13 pontos de Toure’ Murry e Tomás Barroso que fizeram praticamente metade do score dos encarnados na primeira parte. Apito para o intervalo e 20 pontos a separar as equipas (33-53 no 2.º quarto).
No regresso dos balneários, o sentido do jogo manteve-se. Com 20 minutos para jogar, os encarnados nunca abandonaram a liderança do marcador (54-75 no 3.º quarto), permitindo, no entanto, uma aproximação dos húngaros nos derradeiros 10 minutos. Resultado final: 81-89.
Na próxima jornada (3.ª) do Grupo A da FIBA Europe Cup, os encarnados recebem o Inter Bratislava (21h30 do dia 6 de novembro). O Benfica volta a jogar no sábado (2 de novembro, às 14h00) com uma receção ao Sporting em jogo da 5.ª jornada da Liga Placard.
Pécsi VSK-Veolia-Benfica, 81-89
FICHA
Local Lauber Dezsö Sport Hall
Cinco do Benfica Toure' Murry, José Silva, Micah Downs, Gary McGhee e Damian Hollis
Suplentes Eric Coleman, Gonçalo Delgado, Fábio Lima, Betinho Gomes, Tomás Barroso, Arnette Hallman e Rafael Lisboa
1.º quarto 20-22
2.º quarto 33-53
3.º quarto 54-75
4.º quarto 81-89
Marcadores do Benfica Gary McGhee (12), Damian Hollis (14), Toure' Murry (16), Micah Downs (9), Tomás Barroso (16), Eric Coleman (7), Arnette Hallman (7), Rafael Lisboa (3), José Silva (3) e Gonçalo Delgado (2)

MARCAR E GERIR


"Bruno Lage foi mais racional que emocional. Preferiu guardar a vantagem a aumentá-la

Razão em vez de emoção
1. O Benfica não conseguiu encontrar soluções na fase de decisão para desequilibrar a bem organizada equipa do Tondela, tendo obtido o golo na melhor fase do seu adversário, no que foram as oportunidades de finalização. Com uma entrada pressionante, o Benfica na sua organização ofensiva deu muita profundidade a Grimaldo (quer em largura, quer por dentro). Esta profundidade associada por vezes a uma lenta recuperação defensiva, levou o Benfica a algum desposicionamento colectivo,  tendo o Tondela aproveitado para criar as suas melhores oportunidades de golo. Numa fase em que o Tondela começa a acreditar que pode marcar, aparece o golo do Benfica para tranquilizar e passar a girar o jogo de uma forma mais racional e menos emocional.

Organização ofensiva com bola
2. Benfica procurou alternar saídas de bola por fora e por dentro. Quando a saída era por fora as referências eram os laterais (mais vezes corredor esquerdo), quando a opção era sair por dentro as referências para ligar a primeira com a segunda fase de construção eram Florentino e Gabriel, tendo Taarabt a preocupação de procurar espaços entre linhas, fixando Seferovic próximo da baliza adversária. Corredor esquerdo com dinâmicas diferentes do direito. Grimaldo e Cervi muitas vezes trocados, ou seja, Grimaldo por dentro e Cervi na largura. No corredor direito, Pizzi normalmente a procurar espaços interiores e André Almeida a dar largura.

Organização defensiva sem bola
3. Se no processo ofensivo o adiantamento e envolvimento de Grimaldo criou alguns problemas à organização da equipa do Tondela, a sua recuperação defensiva ou a falta dela provocou alguns constrangimentos defensivos, isto porque, do outro lado estava uma equipa bem preparada para esta fase do jogo. Isto é, em transição procurava o espaço no corredor lateral, ou, quando Gabriel ou Ferro o preenchiam, explorava o corredor central onde ganhava superioridade numérica com o deslocamento de Gabriel. Quando era Ferro o Tondela ficava em igualdade em zonas de finalização.

Alterações/substituições
4. Por parte do Tondela as substituições trouxeram alterações tácticas e maior acutilância ofensiva, traduzida numa pressão mais alta e com maior número de elementos, embora sem conseguir claras oportunidades de golo. Por parte do Benfica as substituições foram mais conservadoras, até porque a vantagem era sua. Bruno Lage foi mais racional que emocional e percebeu que era mais importante guardar a vantagem que propriamente avolumar a mesma."

Armando Evangelista, in A Bola

GRANDES VENCEM COM TONS DIFERENTES


"O bom jogo do FC Porto, o bom resultado do Benfica e o balão de oxigénio que duas vitórias significaram para Frederico Varandas

Em jornada de triunfos dos três grandes, as sensações que chegaram de Tondela, do Dragão e de Alvalade tiveram matizes diferentes. O FC Porto, que tantas dificuldades revelara frente ao Glasgow Rangers, aplicou um golpe de autoridade ao Famalicão, até ontem líder da Liga, e revelou uma saúde que poucas vezes, ao longo desta época, tinha sido vista por aquelas paragens. Sérgio Conceição, que está, como se viu no fim do jogo, em estado de alerta quanto a algumas críticas, encontrou uma base que, para as encomendas internas, vai chegando. Já Bruno Lage vive tempos de maior ansiedade, essencialmente porque o Benfica não apresenta um fio de jogo sequer próximo da época passada. As saídas de João Félix e Jonas explicam tudo? É evidente que cada um desses jogadores seria virtualmente impossível de substituir, pelo génio, pela qualidade e pela influência. E Taarabt, por mais boa vontade que tenha, está a anos luz de qualquer um deles, Raul de Tomas continua a ser peixe fora de água no Benfica e Chiquinho, que tanto prometeu, só agora regressou de lesão. Mas o défice exibicional dos encarnados vai para além das ausências de Félix e Jonas, e esse facto, indesmentível, deve merecer resposta rápida de Bruno Lage. Para já, no âmbito nacional e em termos de pontuação, os danos provocados pelo pior jogo apresentado circunscreverem-se à derrota caseira com o FC Porto. Mas, pelo que foi possível ver ontem em Tondela, se não houver um upgrade na prestação da equipa, tantas vezes vai o cântaro à fonte, que numa delas lá fica...
Já em Alvalade o filme é outro, mais complexo e mais decisivo. O Sporting passa por um dos períodos mais delicados da sua existência, com sérias fracturas internas e uma gritante dificuldade financeira, a que se aliou um início de temporada da equipa de futebol abaixo dos mínimos exigíveis.
Já escrevi, neste espaço, mais do que uma vez, que a pacificação do clube passa muito pelos resultados do futebol, o que é redutor, mas traduz a realidade da nossa (parca) cultura desportiva. E, nesse particular, foi uma grande semana para Frederico Varandas.

PS - Depois da imprudente decisão de protestar o jogo da Taça, em Alverca, que levou a um embaraço generalizado na nação leonina, o Sporting teve o bom senso de não recorrer da decisão desfavorável. Valha isso...

Ás
Ricardo Sá Pinto
Portugal ultrapassou a Rússia no ranking da UEFA e para essa grande notícia tem contribuído, em boa percentagem, o SC Braga de Sá Pinto, vencedor em Moscovo, Wolverhampton e Istambul. É notável o grau de desinibição dos arsenalistas em palcos exigentes, o que traduz um crescimento que apraz registar.

Ás
Frederico Varandas
Parece que percebeu que, ao ir para a guerra com a Juve Leo e o Directivo XXI, não tem margem de recuo. Até ver, as medidas que tomou foram corajosas e coerentes, absolutamente inéditas na história do Sporting, de 1976 para cá. Mas o caminho que tem pela frente continua pejado de obstáculos e dificuldades...

Rei
Bruno Lage
Será justo não dar um Ás ao treinador de uma equipa que ganhou três jogos seguidos, na Taça, na Champions e na Liga? Em tese, esta seria uma opção questionável. Porém, o nível exibicional do Benfica é baixo, a coesão da equipa não convenceu e, ou há um clique que leve as águias para outro nível ou o horizonte é sombrio.

Jorge Jesus está a mexer com o futebol do Brasil
«Jorge Jesus está dando uma aula para os treinadores brasileiros. Espero que o Tite tenha ido ao Maracanã e aprendido um pouco...»
Edmundo, ex-internacional brasileiro
Os resultados são claros e a qualidade do futebol praticado pelo Flamengo não deixa dúvidas. Ma Jorge Jesus deverá encarar com alguma prudência a onda de elogios que está a ouvir no Brasil e que tem deixado enclumados os treinadores do pais pentacampeão do mundo. Porque não lhes é fácil reconhecer que esta reciclagem a que estão a ser obrigados só lhes faz bem.

Depois da derrota, uma capa 'all black'...
Herald on Sunday, da Nova Zelândia, não fez por menos, pintou a capa de preto e escreveu: «Os All Blacks estão fora do Campeonato do Mundo, se quiser ler mais vá às páginas de desporto». No final do Mundial de râguebi, vão estar Inglaterra e África do Sul, um duelo norte-sul pela taça mais desejada, a Webb Ellis...

Afundar sem saltar
Tacko Fall, nascido no Senegal há 23 anos, estreou-se na NBA ao serviço dos Boston Celtics e conseguiu um afundanço, sem tirar os pés do chão, graças aos 2,29 metros com que nos olha de cima para baixo. Entre Fall e Muggsy Bogues, que jogou na NBA em catorze temporadas (1987/2001), há uma diferença de 69 centímetros, e mesmo assim Bogues conseguia afundar, desfiando a lei da gravidade que o afastava do cesto. Ou seja, os homens não se medem aos palmos, nem mesmo no universo do basquetebol, onde o talento conta mais..."

José Manuel Delgado, in A Bola

VALORIZAÇÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL


A pronta adesão do Sport Lisboa e Benfica, cujo pioneirismo foi merecedor de destaque por parte da UEFA, à iniciativa #EqualGame, promovida pela entidade reguladora do futebol europeu para combater a discriminação, não foi fruto do acaso ou da mera circunstância.
Pelo contrário, insere-se numa estratégia claramente assumida como prioridade, caracterizado pela constante valorização da responsabilidade social que o Clube entende que deve assumir.
Esta postura, concretizada em ações concretas e em benefícios a quem mais deles necessita, sempre fez parte da nossa identidade, tendo sido fortemente impulsionada nos últimos anos, nomeadamente através da criação e ação da Fundação Benfica, da dinâmica crescente das Casas do Benfica e até do próprio Clube, principalmente mas não só através da promoção da prática da atividade desportiva, do reforço do ecletismo e da promoção da vertente feminina do desporto.

A responsabilidade social está cada vez mais presente nas atividades diárias do Sport Lisboa e Benfica, sendo raro o dia em que não haja algo a assinalar neste domínio, e esta é uma aposta que continuará a ser reforçada a vários níveis.
A Fundação Benfica manterá o seu papel preponderante neste desígnio, persistindo nos projetos em curso, cujos méritos são bem conhecidos, e focando-se na ampliação da rede de beneficiários, sem desprimor para novas iniciativas como é o caso da recente “Show racism the red card” – Mostra o cartão vermelho ao racismo – que visa promover a diversidade e inclusão através de um programa de dois anos assente em conteúdos de combate ao racismo e discriminação.
E também as Casas do Benfica, em processo de modernização conceptual, sob a designação Casas do Benfica 2.0. A aposta na nova geração de Casas do Benfica, a que já assistimos à inauguração na cidade da Praia e na Covilhã, visa, simultaneamente, reforçar a ligação dos sócios e adeptos ao Clube, estimular os laços com as comunidades locais e proporcionando também a prática desportiva em todo o País a milhares de jovens.
O Sport Lisboa e Benfica é cada vez mais um Clube solidário, ciente da sua responsabilidade social e empreendedor na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Todos contam!
News Benfica

A CHAMA IMENSA - BTV - 28 OUTUBRO 2019

                                           

PRIMEIRAS PÁGINAS: SÓ LAGARTADA


segunda-feira, 28 de outubro de 2019

PORQUE NO TE CALLAS?


Gomes da Silva fala em mensagens "de cima" para Lage nos jogos: «Diz-lhe para tirar o A...»
Antigo dirigente revela que alguém ao lado do treinador recebe indicações e que o técnico deve estar "farto de tudo"
Rui Gomes da Silva revela esta segunda-feira, na habitual crónica que assina no blogue 'Novo Geração Benfica', que alguém próximo de Bruno Lage recebe "ao longo de todos os jogos" mensagens "vindas cá de cima" com indicações táticas. O antigo dirigente dos encarnados sublinha que Lage "deveria ter visto como as coisas eram logo no discurso no balneário de festejo do título" e cita depois a frase que Luís Filipe Vieira disse naquele dia. "Eu nunca me engano e raramente tenho dúvidas".

O ex-vice-presidente do clube da Luz escreve que o treinador "deu um murro na mesa" a propósito do relvado. "Bruno Lage deu um murro na mesa e chamou as coisas pelos nomes! A culpa de tanta lesão é do relvado da Luz. Eu até acho que nem é (embora não seja isso que interessa agora) mas a afirmação do treinador do Benfica é uma seta dirigida ao coração da 'estrutura' do Benfica! Como ouvi, na SIC, no sábado, não são assuntos para trazer para a praça pública a não ser, já, num ambiente de 'cortar à faca'!"
E prossegue: "Sem dar resposta a um Bruno Lage cada vez mais dividido - presumo - entre ser enredado nesta onda de lutas entre pequenos senhores feudais que, cada vez mais, vão surgindo na estrutura e apontar o dedo aos responsáveis! Foi o que terá começado a fazer tão farto deve estar de tudo. Incluindo as mensagens que alguém a seu lado recebe ao longo de todos os jogos vindas 'cá de cima'! 'Diz-lhe para tirar o A; para agora meter o B; para mudar o C para o meio; para pôr a jogar o D na outra ponta; para fazer subir o E para a grande aérea'!
O antigo vice-presidente dos encarnados faz depois uma constatação: "Pobre Lage, que deveria ter visto como as coisas eram, logo no discurso no balneário de festejo do título. 'Eu nunca me engano e raramente tenho dúvidas', diria o outro! Pelo que a culpa só pode ser... dos outros. Sempre!!! Ou seja, neste caso, daqui a uns meses (esperemos que não) de Bruno Lage!"

In Record