O presidente do Marítimo, Carlos Pereira, está confiante num bom resultado dos insulares no Estádio do Dragão, depois da vitória na primeira jornada (2-1) frente ao Benfica.
«Espero que a nossa equipa faça aquilo que fez com o Benfica porque a história escreve-se e fica no livro», afirmou.
Sobre as palavras do treinador do FC Porto relativamente ao jogo, o líder maritimista respondeu diretamente: «Vamos com a intenção de fazer um bom jogo e tentar surpreender o FC Porto. Espero que as palavras do meu amigo e antigo jogador do Marítimo [Paulo Fonseca] não sejam mal interpretadas nem sejam uma forma de pressão, intimidação e forma de limitar a ação do Marítimo.»
«Espero que seja um jogo sério no qual não existam casos. Que a arbitragem não dê nas vistas e que os protagonistas sejam os jogadores», acrescentou.
Desde que foi inaugurado o Estádio do Dragão, o Marítimo conseguiu apenas trazer um ponto, a contar para a Liga, em 2008 após empate a zero entre as duas equipas.
«Nunca vencemos no Dragão? Para isso há muitas explicações, por isso é que fico preocupado com o que disse o Paulo Fonseca. Espero que não seja uma afirmação gratuita e uma forma de intimidação para o Marítimo», disse Carlos Pereira.
«Espero que a nossa equipa faça aquilo que fez com o Benfica porque a história escreve-se e fica no livro», afirmou.
Sobre as palavras do treinador do FC Porto relativamente ao jogo, o líder maritimista respondeu diretamente: «Vamos com a intenção de fazer um bom jogo e tentar surpreender o FC Porto. Espero que as palavras do meu amigo e antigo jogador do Marítimo [Paulo Fonseca] não sejam mal interpretadas nem sejam uma forma de pressão, intimidação e forma de limitar a ação do Marítimo.»
«Espero que seja um jogo sério no qual não existam casos. Que a arbitragem não dê nas vistas e que os protagonistas sejam os jogadores», acrescentou.
Desde que foi inaugurado o Estádio do Dragão, o Marítimo conseguiu apenas trazer um ponto, a contar para a Liga, em 2008 após empate a zero entre as duas equipas.
«Nunca vencemos no Dragão? Para isso há muitas explicações, por isso é que fico preocupado com o que disse o Paulo Fonseca. Espero que não seja uma afirmação gratuita e uma forma de intimidação para o Marítimo», disse Carlos Pereira.
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