Pedro Proença classificou de ´bárbara´ a agressão que sofreu em agosto de 2011, no Centro Comercial Colombo, em Lisboa, em que um adepto do Benfica o atingiu com uma cabeçada.
Na primeira sessão do julgamento, que decorre no 5.º Juízo Criminal de Lisboa, o arguido admitiu a agressão mas diz que foi provocado por Proença.
«O senhor Pedro Proença dirigiu-se a mim depois de eu dizer: olha o meu amigo Pedro Proença que diz que é do Benfica, mas que rouba o Benfica e o Sporting e não rouba o FC Porto. Ele encostou-se a mim e, depois de me ter chamado duas vezes o mesmo nome, e não admito que ofendam os meus pais, deixei cair a cabeça e dei-lhe uma cabeçada», afirmou o arguido.
Já o árbitro diz que é «absolutamente mentira» que tenha ofendido quem quer que fosse e conta a sua versão da história.
«Dirigia-me para a zona da restauração quando vejo alguém alterado, que, num primeiro momento não me apercebi que fosse comigo, pois eu estava ao telemóvel. Esse senhor aborda-me e chama-me de ladrão, gatuno e que roubava o Benfica e o Sporting e não o FC Porto. Disse-lhe para seguir a vida dele e que me deixasse em paz. Nessa altura desferiu-me uma cabeçada na cara e fiquei logo a sangrar dos dentes e lábios».
O Ministério Público acusou o arguido, que assumiu ser adepto do Benfica, de um crime de injúria e de um crime de ofensas à integridade física qualificada. A próxima sessão do julgamento está marcada para 3 de fevereiro às 14 horas.
Na primeira sessão do julgamento, que decorre no 5.º Juízo Criminal de Lisboa, o arguido admitiu a agressão mas diz que foi provocado por Proença.
«O senhor Pedro Proença dirigiu-se a mim depois de eu dizer: olha o meu amigo Pedro Proença que diz que é do Benfica, mas que rouba o Benfica e o Sporting e não rouba o FC Porto. Ele encostou-se a mim e, depois de me ter chamado duas vezes o mesmo nome, e não admito que ofendam os meus pais, deixei cair a cabeça e dei-lhe uma cabeçada», afirmou o arguido.
Já o árbitro diz que é «absolutamente mentira» que tenha ofendido quem quer que fosse e conta a sua versão da história.
«Dirigia-me para a zona da restauração quando vejo alguém alterado, que, num primeiro momento não me apercebi que fosse comigo, pois eu estava ao telemóvel. Esse senhor aborda-me e chama-me de ladrão, gatuno e que roubava o Benfica e o Sporting e não o FC Porto. Disse-lhe para seguir a vida dele e que me deixasse em paz. Nessa altura desferiu-me uma cabeçada na cara e fiquei logo a sangrar dos dentes e lábios».
O Ministério Público acusou o arguido, que assumiu ser adepto do Benfica, de um crime de injúria e de um crime de ofensas à integridade física qualificada. A próxima sessão do julgamento está marcada para 3 de fevereiro às 14 horas.
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