O castigo a aplicar a Cristiano Ronaldo, expulso no jogo com o Ath. Bilbao, em San Mamés, anteontem - oitavo vermelho da carreira do português, quatro pelo Man. United, quatro pelos merengues -, será conhecido esta quarta-feira, concluída a reunião do Comité de Competição.
No entanto, o Real Madrid já tem preparado o recurso em defesa do jogador, na esperança de ver reduzida a possível sanção de quatro jogos, dois pelo cartão vermelho direto, agravado com mais dois por o árbitro Ayza Gámez ter escrito no relatório que «quando se retirava do relvado, Ronaldo bateu várias vezes com a mão na cara, dirigindo-se ao quarto árbitro».
O Real vai apresentar três argumentos para contrariar a versão do juiz. Em primeiro lugar, considera que a bola ainda estava em jogo no momento em que Ronaldo se envolveu com Gurpegui, central e capitão do Bilbao, enquanto Ayza Gámez escreveu que o jogo estava parado; depois, o clube alega que, logo de seguida, não se pode considerar um «golpe» - como define o árbitro - a situação protagonizada entre CR7 e o médio Iturraspe, já depois do desentendimento com Gurpegui. Por último, os responsáveis madridistas consideram que não se pode provar, de forma alguma, que os gestos de Ronaldo, ao abandonar o campo, fossem dirigidos ao quarto árbitro.
No entanto, o Real Madrid já tem preparado o recurso em defesa do jogador, na esperança de ver reduzida a possível sanção de quatro jogos, dois pelo cartão vermelho direto, agravado com mais dois por o árbitro Ayza Gámez ter escrito no relatório que «quando se retirava do relvado, Ronaldo bateu várias vezes com a mão na cara, dirigindo-se ao quarto árbitro».
O Real vai apresentar três argumentos para contrariar a versão do juiz. Em primeiro lugar, considera que a bola ainda estava em jogo no momento em que Ronaldo se envolveu com Gurpegui, central e capitão do Bilbao, enquanto Ayza Gámez escreveu que o jogo estava parado; depois, o clube alega que, logo de seguida, não se pode considerar um «golpe» - como define o árbitro - a situação protagonizada entre CR7 e o médio Iturraspe, já depois do desentendimento com Gurpegui. Por último, os responsáveis madridistas consideram que não se pode provar, de forma alguma, que os gestos de Ronaldo, ao abandonar o campo, fossem dirigidos ao quarto árbitro.
fonte:abola
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