Ninguém imaginava ver este Dortmund, bicampeão alemão em 2011 e 2012 e finalista vencido da Liga dos Campeões em 2013, no último lugar da Bundesliga. Nem o próprio treinador Jurgen Klopp que, apesar de tudo, diz que não precisa de votos de confiança.
«Não preciso de votos de confiança. Já recebi mil em outras ocasiões no passado. É a equipa que precisa dele agora. Devemos aprender a não ir abaixo com os erros, a manter a calma e praticar o nosso futebol. Sei como sair desta situação, sei o que é preciso para sair da zona de despromoção», frisou o treinador germânico em conferência de imprensa, sublinhando que chegou o momento de fazer autocrítica:
«Não se consegue (fazer autocrítica) ganhando por 7-0 mas sim aproveitando as oportunidades que surgem. Temos de ter a consciência dos nossos erros. No final, todos estes problemas vão ajudar-nos a crescer.»
A saída do clube não é, para Klopp, uma opção em cima da mesa: «Não há uma porta mágica pela qual possa desaparecer. Quero inverter esta situação, temos uma grande oportunidade para superarmos esta situação sem nos separarmos e aparecermos ainda mais fortes. Só a concentração e o trabalho árduo podem ajudar numa situação de crise.»
«Não preciso de votos de confiança. Já recebi mil em outras ocasiões no passado. É a equipa que precisa dele agora. Devemos aprender a não ir abaixo com os erros, a manter a calma e praticar o nosso futebol. Sei como sair desta situação, sei o que é preciso para sair da zona de despromoção», frisou o treinador germânico em conferência de imprensa, sublinhando que chegou o momento de fazer autocrítica:
«Não se consegue (fazer autocrítica) ganhando por 7-0 mas sim aproveitando as oportunidades que surgem. Temos de ter a consciência dos nossos erros. No final, todos estes problemas vão ajudar-nos a crescer.»
A saída do clube não é, para Klopp, uma opção em cima da mesa: «Não há uma porta mágica pela qual possa desaparecer. Quero inverter esta situação, temos uma grande oportunidade para superarmos esta situação sem nos separarmos e aparecermos ainda mais fortes. Só a concentração e o trabalho árduo podem ajudar numa situação de crise.»
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