quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

É OFICIAL NOS PRÓXIMOS 10 ANOS NÃO TEREI SPORCOTV, VOU SER INÁCIO


OFICIAL: BENFICA VENDE DIREITOS DE TRANSMISSÃO POR 400 MILHÕES

O Benfica confirmou, em comunicado enviado à CMVM, que vendeu os direitos de transmissão à operadora NOS.

Depois de muita especulação, agora é oficial. O Benfica vendeu os direitos de transmissão televisiva dos jogos realizados no Estádio da Luz, para a liga portuguesa, à operadora NOS.
Num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a operadora de telecomunicações confirma que “o contrato terá início na época desportiva 2016/2017 e terá uma duração inicial de três anos podendo ser renovado por decisão de qualquer das partes até perfazer um total de dez épocas desportivas, ascendendo a contrapartida financeira global ao montante de 400 milhões de euros, repartida em montantes anuais progressivos”, lê-se no documento.
Com a oficialização deste contrato estamos perante o maior negócio de sempre do futebol português.

MOMENTO HUMORÍSTICO


MAIS UMA NOTÍCIA DA TRETA



Valência aponta mira dos milhões à Luz e já tem alvo definido




Gonçalo Guedes é o homem que está a ser seguido pelo clube 'che' que poderá avançar para a contratação do jovem jogador do Benfica.

A afirmação de Gonçalo Guedes na equipa principal do Benfica promete tornar-se num verdadeiro quebra-cabeças para os lados da Luz. As boas exibições carimbadas pelo jovem extremo têm valido um coro de interessados na sua contratação ou, pelo menos, olhares redobrados ao seu talento.
Escreve esta quarta-feira o jornal O Jogo que o Valência está a seguir de perto a evolução do talento despontado no Seixal, sendo que ponderam mesmo poder avançar para um negócio.
Para trás ficaram vários negócios realizados entre os dois clubes, sendo que de Valência já 'voaram' para os cofres da 'águia' qualquer coisa como 85 milhões de euros, à conta das transferências de Rodrigo (30 milhões), André Gomes (15 +10 milhões por objetivos), Enzo Pérez (25 milhões) e João Cancelo (15 milhões).
Assim, a ideia do clube do país vizinho é ir trabalhando na possibilidade de transferir o atleta, fazendo uma espécie de cerco negocial que culmine no final da temporada com a concretização de um negócio.
Por outro lado, o atleta internacional português também é seguido por outros clubes de renome, nomeadamente o Arsenal que já terá feito um conjunto de observações ao jogador.
Com contrato até 2021 e cláusula de 60 milhões, o extremo poderá ser o próximo protagonista de uma transferência milionária.

CAPAS DO DIA


terça-feira, 1 de dezembro de 2015

UM POÇO SEM FUNDO OS CALOTES PARA O BADOCHA PAGAR


O Relatório e Contas indica que o Sporting tem um saldo com outros fornecedores que não clubes de 11,53 milhões de euros: significa isto que o clube deve mais de 11 milhões de euros a empresas que, como se pode ver, trabalham na representação de atletas.

Trata-se de empresários que trabalharam com o clube, mas nem todos os valores dizem respeito a comissões de intermediação na aquisição de atletas.

Importa também dizer que algumas destas dívidas são anteriores à chegada de Bruno de Carvalho: a maior delas, por exemplo, superior a um milhão de euros, é para com a Gondry Financial Services, responsável pela contratação e renovação de Izmailov.

Curioso também é que, apesar da guerra que iniciou, Bruno de Carvalho ainda não se livrou dos fundos: bem pelo contrário, a SAD do Sporting tem uma dívida para com eles de 16,1 milhões de euros.

Para com o fundo Quality Football Ireland, de Peter Kenyon (que teve participação na contratação de Elias e tem parte do passe de Rui Patrício), o Sporting tem uma dívida corrente (para pagar a curto prazo) de 5,350 milhões de euros e de 8,250 milhões de euros não corrente (a longo prazo). O que dá um total de 13,6 milhões de euros.

Já com o fundo Leiston Holdings, de Pini Zahavi (que participa no passe de Carrillo), o Sporting tem uma dívida corrente de 2,362 milhões de euros e uma dívida corrente de 222 mil euros: no total, portanto, são 2,584 milhões de euros de dívida a este fundo.

Lista de dívidas a empresários:
Gondry Financial Services – 1,087 milhões de euros
Andrea D´Amico - 650 mil euros
Buttonpath Limited - 400 mil euros
Credigold - 30 mil euros
Hency Trading - 300 mil euros
LMP Bomore - 350 mil euros
Interfootball - 350 mil euros
For Gool - 272 mil euros
Alberto Fochi Moreno - 138 mil euros
Creative Sports Agents - 100 mil euros
TeamSport Agenciamento Esportivo - 120 mil euros
Starmon Holding, SA - 2 mil euros
H2C Sport Consulting - 138 mil euros
MRD Investments - 265 mil euros
Proeleven - 381 mil euros
L & M Global Rigths - 121 mil euros
SBASS Ltd. - 140 mil euros
Zoran Stojadinovic - 120 mil euros
Sport Cover - 120 mil euros
Outros – 6,45 milhões de euros

TOTAL: 11,53 milhões de euro

BARBA & CABELO


BENFICA CAUSA ACESA DISCUSSÃO ENTRE MEO, NOS E VODAFONE (VÍDEO)


História de um negócio milionário: €400 milhões pelos jogos do Benfica

NOS reage a avanços do MEO pela compra de direitos de emissão de clubes portugueses e propõe contrato de 400 milhões de euros por direitos do Benfica durante 10 anos. Negociações prosseguem e o mercado das operadoras está ao rubro. A história de um negócio que mexe inclusivamente com o FC Porto
COmo numa jogada típica do futebol, a MEO procurava seguir em direção à baliza, mas a NOS antecipou-se, cortou a bola e lançou o contra-ataque. Para golo: fez uma proposta de 400 milhões de euros pelos direitos de emissão dos jogos do Benfica nos próximos dez anos e colocou-se em vantagem na disputa pela compra de um dos direitos desportivos mais apetecíveis do mercado português.
Os valores e a duração da proposta foram avançados segunda-feira durante um programa de comentário desportivo da TVI24, o “Mais Bastidores”. Fonte oficial do Benfica diz que a informação "não tem fundamento" e a NOS recusou comentar o assunto. Mas várias fontes do mercado — entre elas algumas próximas ao processo — garantem a existência de sondagens por parte de vários operadores ao clube da Luz. Entre elas a MEO, primeiro, e a NOS, mais recentemente.
Na origem do avanço da NOS esteve a constatação de que a rival MEO, agora detida pelos franceses da Altice, tinha alterado o seu posicionamento em relação à compra de conteúdos em Portugal.
Como noticiou o “DN” no fim de semana, a empresa fez mesmo recentemente uma ronda de sondagens e propostas a vários clubes portugueses para saber das condições em que poderia fechar acordos de exclusividade pelos direitos dos seus jogos para emitir no MEO.
As questões legais sobre a possibilidade de os jogos de futebol da Liga portuguesa poderem ser um exclusivo de apenas uma plataforma de televisão não são claras. Mas a aparente predisposição do MEO de caminhar nesse sentido (retirando conteúdos das concorrentes NOS ou Vodafone) fez soar os alarmes no mercado de telecomunicações.
Na recente conferência da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC) foi notória a tensão a propósito dos conteúdos entre o presidente executivo da PT Portugal, Paulo Neves, e os líderes da NOS, Miguel Almeida, e da Vodafone Portugal, Mário Vaz. “Não vamos ficar parados quando alguém ameaça o equilíbrio do mercado”, sublinhou então Miguel Almeida, depois de Paulo Neves ter dito que a PT Portugal tudo iria fazer para dar todos os conteúdos e os melhores aos seu clientes.
A declaração foi entendida como uma mudança de estratégia da PT, no sentido de começar a ter conteúdos exclusivos. Miguel Almeida e Mário Vaz reagiram, dizendo que tal situação provocaria um desequilíbrio prejudicial para todos.
“Agiremos em conformidade se um concorrente quebrar nas palavras e nas ações um equilíbrio que existe hoje”, afirmou o presidente da NOS. Mário Vaz acrescentou então: “Mudar a estratégia da gestão de conteúdos é mudar as regras do jogo e isso afeta a competitividade”. O presidente da Vodafone disse ainda: “Já mostrámos que sabemos jogar este jogo”. A Vodafone tem defendido sempre, aliás como a NOS, que não deve haver conteúdos exclusivos e que as operadoras devem diferenciar-se pela qualidade dos serviços.
A proposta de 40 milhões por época para garantir os direitos será decomposta em duas parcelas: 25 milhões pelos direitos dos jogos, mais 15 milhões pelo exclusivo do canal Benfica na NOS.
No dia seguinte à conferência da APDC, a Altice, dona da PT Portugal, veio anunciar que comprou por €300 milhões os direitos televisivos dos jogos de futebol da Premier League inglesa para o mercado francês até 2019. A dona da PT poderá estar a preparar mudanças para o mercado português, e os concorrentes já o perceberam.
Terá sido com base nessa avaliação que NOS passou das intenções aos atos. Segundo as fontes ouvidas pelo Expresso, a proposta de 40 milhões por época para garantir os direitos do Benfica será decomposta em duas parcelas: 25 milhões de euros pelos direitos dos jogos propriamente ditos, que seriam depois emitidos pela Sport TV; mais 15 milhões de euros pelo exclusivo do canal do Benfica na plataforma de televisão da NOS.
Com este plano, a NOS (que divide a propriedade dos canais Sport TV a 50% com Joaquim Oliveira) consegue um efeito duplamente positivo: protege-se da concorrência da Altice no mercado de conteúdos desportivos e controla a subida de custos que a compra em alta dos direitos do Benfica poderia provocar à Sport TV. Isto porque há uma cláusula no contrato dos direitos do FC Porto que garante ao clube azul e branco o direito a receber 80% do valor de futuros contratos que o canal assine com o Benfica. Mas, neste caso, o contrato do FC Porto seria atualizado para 80% de 25 milhões e não do bolo total de 40 milhões.

A QUEDA DA CENTRALIZAÇÃO

Caso este negócio avance — ou mesmo que a Altice ainda contra-ataque — há já uma ideia incontornável que resulta desta nova guerra entre as operadores pelos conteúdos: se o Benfica decidir negociar diretamente os seus direitos, cairá um dos grandes objetivos de Pedro Proença, novo presidente da Liga de Clubes, de conseguir negociar de forma centralizada os direitos das competições profissionais de futebol. Contactado pelo Expresso, o presidente da Liga de Clubes, Pedro Proença, recusou comentar o assunto.
Da parte do Benfica, a confirmar-se este negócio, Luís Filipe Vieira pode também garantir um precioso trunfo para as eleições de 2016, numa altura em que o clube abraçou uma nova fase de austeridade, redimensionando o orçamento, a estrutura de custos e o investimento no futebol.
Recorde-se que o Benfica passou a emitir os seus jogos na Benfica TV há duas épocas, depois de ter recusado uma proposta de renovação de contrato da Sport TV que previa o pagamento de cerca de 22 milhões de euros por ano. Já nessa altura a administração do Benfica justificou a recusa com o facto de a proposta da Sport TV ficar aquém do valor que o clube entendia ser justo pela emissão dos seus jogos. Curiosamente, o valor agora noticiado como tendo sido oferecido pela NOS: 40 milhões.
Na última época, o FC Porto recebeu cerca de 15 milhões de euros pela venda dos seus direitos televisivos em competições nacionais.

MOMENTO HUMORÍSTICO


BENFICA AVANÇA COM PARTICIPAÇÕES DISCIPLINARES CONTRA AS OSGAS


O Benfica, através de comunicado, anunciou que apresentou participações disciplinares junto da Comissão de Instrução e Inquéritos (CII) da Liga de Clubes contra Bruno de Carvalho, Jaime Marta Soares, Octávio Machado e Jorge Jesus.

No comunicado explica-se que as referidas participações devem-se a «comportamentos que se enquadram na prática de ilícitos disciplinares muito graves e/ou graves, tais como, entre outros, “exercício e abuso de influência”, “coacção sobre árbitros”, “declarações sobre arbitragem antes dos jogos”, “declarações sobre a organização das competições” e “lesão da honra e da reputação dos órgãos da estrutura desportiva e dos seus membros, árbitros e demais agentes”». 

Eis o comunicado:

1. Considerando as declarações e as condutas públicas, protagonizadas de forma reiterada ao longo da presente época desportiva por parte da «Sporting Clube de Portugal – Futebol, SAD», através dos seus dirigentes Bruno Miguel Azevedo Gaspar de Carvalho, presidente do conselho de administração, Jaime Marta Soares, presidente da mesa da assembleia geral do «Sporting Clube de Portugal” (accionista clube fundador da «Sporting Clube de Portugal – Futebol, SAD»), Octávio Joaquim Coelho Machado, director-geral de futebol da «Sporting Clube de Portugal – Futebol, SAD», e Jorge Fernando Pinheiro de Jesus, treinador principal da equipa da «Sporting Clube de Portugal – Futebol, SAD», o conselho de administração da «Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD» decidiu apresentar participações disciplinares junto da Comissão de Instrução e Inquéritos (CII) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).

2. Com tais participações disciplinares, pretende a «Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD» que os órgãos jurisdicionais desportivamente competentes averiguem e apreciem tais condutas, no local próprio e em aplicação dos regulamentos aplicáveis.

3. Nessas participações constam comportamentos que se enquadram na prática de ilícitos disciplinares muito graves e/ou graves, tais como, entre outros, “exercício e abuso de influência”, “coacção sobre árbitros”, “declarações sobre arbitragem antes dos jogos”, “declarações sobre a organização das competições” e “lesão da honra e da reputação dos órgãos da estrutura desportiva e dos seus membros, árbitros e demais agentes”. 

4. A «Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD» aguardará pela investigação e apreciação dos factos pelas entidades jurisdicionais competentes, sem prejuízo das providências a tomar em sede criminal, cível e contra-ordenacional.

5. A «Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD» informa que não tem intenção de emitir quaisquer outras declarações públicas sobre a matéria objecto de participação, de modo a preservar o bom nome e imagem das competições e de assegurar o respeito pelos agentes desportivos e pelos titulares dos órgãos desportivos competentes. 

6. A «Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD» informa ainda que se reserva a faculdade de comunicar a sua conduta processual junto da CII da LPFP à Secretaria de Estado do Desporto e Juventude (para o efeito de aplicação do artigo 14º do Regime Jurídico das Federações Desportivas – DL n.º 248-B/2008, de 31 de Dezembro).

Lisboa, 01 de Dezembro de 2015

CAPAS DO DIA