terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

CONFIRMAR O JAMOR NA LUZ


Estádio António Coimbra da Mota bem composto para receber a primeira mão da meia-final da Taça de Portugal. O Sport Lisboa e Benfica foi mais forte e venceu o Estoril por 1-2. A segunda mão está agendada para 5 de abril, no Estádio da Luz.
Jogo muito animado na Amoreira, com ambas as equipas a tentarem alvejar a baliza contrária. Postura corajosa do Estoril com pressão alto no meio-campo Benfiquista, que sentiu dificuldades na primeira zona de construção.
A saída pelos corredores foi a solução para levar perigo à área canarinha. Primeira grande oportunidade no pé direito de Rafa aos cinco minutos. Na área, o camisola 27 não conseguiu inaugurar o marcador.
Respondeu o Estoril ao minuto 11. Matheus Oliveira testou a atenção de Júlio César; na reposição de bola, Matheus Índio, assustou o guardião brasileiro. O jogo continuou muito disputado a meio-campo e sem flagrantes oportunidades de golo. A exceção chegou ao minuto 35. Zivkovic centrou com peso e medida para Mitroglou que fez o primeiro. Este é o sexto jogo consecutivo do grego a marcar.
A equipa da casa não se ficou e empatou pouco depois. Eliseu tocou a bola com a mão na grande área, Jorge Ferreira assinalou grande penalidade que Kléber não perdoou. O empate chegava aos 40’.
A seguir, contrariedade para o Benfica. Filipe Augusto obrigado a abandonar o desafio devido a lesão. Pizzi entrou para o seu lugar. Ao intervalo, 1-1. No reatamento, o avançado Kléber esteve muito perto de bater Júlio César e bisar no jogo.
Minutos depois, aos 56’, foi Rafa a ter clamorosa oportunidade de recolocar as águias em vantagem. Nélson Semedo descobriu o avançado na área que rematou de pronto, mas Luís Ribeiro negou-lhe os intentos. O 1-2 voltou a estar perto aos 74 minutos. Cervi cruzou e Mitroglou, de primeira, quase bisou.

Não foi ali, foi aos 89’. Calcanhar de Eliseu a descobrir Cervi que assistiu Mitroglou para o 1-2. No minuto seguinte, Zivkovic na pequena área quase matava a eliminatória. Com este triunfo, o Benfica está na frente da eliminatória e mais perto de garantir a presença no Estádio do Jamor.
O Sport Lisboa e Benfica alinhou com Júlio César; Nélson Semedo, Lindelöf, Jardel, Eliseu; Samaris, Filipe Augusto (Pizzi, 43’), Zivkovic, Carrillo (Raúl Jiménez, 78’); Rafa (Cervi, 67’) e Mitroglou.

«MONUMENTO DE COSME DAMIÃO É UMA INSPIRAÇÃO PARA O TETRA»


“HONRA A NOSSA MEMÓRIA COMO INSTITUIÇÃO”

Leia, na íntegra, o discurso de Luís Filipe Vieira na inauguração do monumento de homenagem a Cosme Damião.
“Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina,
Senhor Vereador do Desporto, Jorge Máximo e demais Autarcas Municipais,
Senhor Presidente da Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica, António Cardoso, e demais Autarcas das Freguesias,
Membros dos Órgãos Sociais do Sport Lisboa e Benfica,
Familiares de Cosme Damião,
Benfiquistas,
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Nascemos do Povo, e é o Povo que também nos reconhece.
É ele que alimenta a nossa História de glórias e nos suporta com o seu apoio.
Foi ele que esteve na origem do Sport Lisboa e Benfica.
113 anos depois, nada melhor do que nos reunirmos para homenagear uma figura maior do Clube, Cosme Damião.
O monumento que hoje inauguramos é um ato de memória e de reconhecimento da importância de Cosme Damião como fundador do Benfica.
É um impulso popular, como tantas outras manifestações do Povo em que o Benfica é protagonista.
É uma obra que resulta do voto dos Lisboetas no Orçamento Participativo.
Curiosamente, da autoria de Bugalho Ferros, um artista que é sobrinho de Joaquim Ferreira Bogalho, o Presidente do Benfica que concretizou a construção do antigo Estádio da Luz, em 1954.
Em dia de aniversário agradeço ao Senhor Presidente da Câmara Municipal e aos Autarcas a concretização desta homenagem a Cosme Damião.
Saúdo os Familiares de Cosme Damião, símbolo maior de humildade, de determinação e de benfiquismo.
Saúdo as glórias do Clube que fizeram questão de estar aqui connosco – também elas responsáveis deste sonho que se concretizou.
Como Cosme Damião deve sentir-se orgulhoso do enorme e grande Clube que fundou.
Esta rotunda fica agora mais bonita e com maior dignidade.
Sendo o Benfica uma marca global, o território em que estamos é hoje um ponto turístico de referência de visita para os portugueses e os estrangeiros.
Já tínhamos o Estádio, a Estátua do Eusébio e o Museu, passamos agora a ter este Monumento de Homenagem a Cosme Damião.
Agradeço ao Povo de Lisboa o sentido da votação.
Em dia de aniversário, em nome do Clube, agradeço esta iniciativa que honra a nossa memória como instituição.
É sem dúvida uma boa inspiração para o trabalho diário que realizamos, para a conquista do tetra e para as vitórias que queremos concretizar.
Com a mesma determinação e humildade que tinha Cosme Damião, continuamos a trabalhar para ter resultados.
Memória, presente e futuro, a aliança que dá resultados.
É esta a mística de todos os dias do Benfica.  
Obrigado!”
Luís Filipe Vieira
Presidente do SL Benfica

OS TRÉS GRANDES, A EUROPA E O FUTURO


"O longo 'sprint' anunciado entre águias e dragões começa a tomar forma. Mas as contas para 2018/19 serão mais dramáticas.

O FC Porto, que já vai em sete vitórias seguidas na I Liga, e o Benfica, que soma quatro e mantém a liderança, estão a prometer um final de temporada emocionante, um sprint longo a fazer lembrar o mano-a-mano entre águias e leões da temporada passada. Ainda faltam onze jornadas para o fim do campeonato, o Benfica tem de se deslocar a Alvalade e o FC Porto à Luz, há uma série de clubes da gama média-alta que mostram ter trunfos importantes para jogar e por tudo isso os riscos que corre quem quiser fazer futurologia são tremendos. Pelo meio haverá compromissos europeus, os encarnados vão a Dortmund com uma vantagem tangencial que não chega para obterem rótulo de favoritos e os azuis-e-brancos apresentam-se em Turim de olhos postos num milagre improvável, e do resultado dessas eliminatórias dependerá também a saúde física e mental das equipas, com reflexos no que falta jogar de I Liga.
Esta é, e os números apontam dramaticamente nesse sentido, a última época em que o nosso segundo classificado terá acesso directo à Liga dos Campeões e o terceiro uma hipótese através do play-off. Na temporada seguinte, Benfica, FC Porto e Sporting, crónicos candidatos às três primeiras posições, vão ter de abdicar do conforto relativo que resultava das duas vagas mais uma atribuídas a Portugal, para encetarem uma luta ainda mais feroz pela sobrevivência, num contexto em que só o campeão acederá à Champions, estando ao segundo reservada uma ida, não ao play-off, mas à terceira pré-eliminatória. Ou seja, entramos num cenário em que um dos três grandes perderá, de todo, o acesso aos milhões e a hipótese de ter os seus jogadores na maior montra do futebol europeu, e um dos outros terá de lutar em duas eliminatórias por uma vaga na fase de grupos. É a pensar neste novo mundo, menos atraente, que se  avizinha, que Benfica, Sporting e FC Porto devem programar-se a médio prazo, conscientes que há uma grande probabilidade de um deles ser inexoravelmente deixado para trás.
PS - Entramos na derradeira semana das eleições do Sporting e a sensação que fica é a de que o caldo vai entornar-se significativamente. Com consequências que transcenderão o próxima sábado e encontrarão sequência na barra dos tribunais...

ÁS
Zlatan Ibrahimovic
Ontem, foi decisivo no triunfo do Manchester United na final da Taça da Liga. Ao longo da temporada já soma 26 golos, o que só por si revela o acerto da sua contratação. Mas é a forma como joga, em domínio completo do espaço e do tempo, que mais impressiona, um jogador de futebol extraordinário, para a eternidade.
(...)

DUQUE
Srivaddhanaprabha
Foi o senhor Vichal Srivaddhanaprabha, tailandês, 58 anos, que tomou a decisão de despedir Claudio Ranieri do Leicester. Não terá sido a mais fácil escolha da vida deste magnata que tem fortuna avaliada em três mil milhões de euros. Mas foi a que lhe valeu o carimbo de maior ingrato da história do futebol.

Uma campana que animou depois do debate
«(o treinador) está tratado e vai ser anunciado durante a próxima semana. Vamos ver o timing ideal...»
Madeira Rodrigues, candidato à presidência do Sporting
Madeira Rodrigues tinha baixos níveis de notoriedade quando se lançou na corrida à presidência do Sporting e só muito recentemente mostrou o que valia, colocando em xeque Bruno de Carvalho no confronto directo. Ainda lhe resta um trunfo - o nome do seu treinador - mas tudo indica que, salvo algum imponderável de última hora, será demasiado tarde...

O senhor de Wembley
José Mourinho venceu ontem, pela quarta vez, a Taça da Liga Inglesa, igualando nessa competição os números dos míticos Alex Ferguson e Brian Clough. Foi o sétimo triunfo do 'special one' em Wembley, onde já levantou ainda, além das quatro Taças referidas, uma Taça de Inglaterra e duas Supertaças inglesas. Portugal tem excelentes treinadores, muitos deles a dar cartas pelo mundo, mas o navio-almirante da armada lusa continua a dar pelo nome de José Mourinho, que depois de atravessar tempestades vive hoje tempos de bonança...

Escócia não há mal que dure sempre...
A Escócia e o País de Gales são rivais no râguebi desde 1883. No último sábado, no 122.º embate entre estas duas potências, a vitória sorriu aos escoceses (e logo por conclusivos 29-13), que não batiam os galeses há dez anos e assim mostraram que estão na corrida pelo Torneio das Seis Nações de 2017."

José Manuel Delgado, in a bola

PRIMEIRAS PÁGINAS


JONAS CHEGA AOS 100 JOGOS PELO BENFICA


Avançado regressa à titularidade no jogo com o Estoril para a Taça de Portugal.
O jogo da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal terá um sabor especial para Jonas. De acordo com o jornal A Bola, se for utilizado frente ao Estoril, esta terça-feira, o avançado vai fazer o jogo 100 com a camisola do Benfica.
Este é um registo alcançado em três temporadas – estreou-se a 5 de outubro de 2014 num Benfica-Arouca - que só não chegou mais cedo devido à lesão no pé direito que o afastou dos relvados na primeira metade desta temporada.

O jogador brasileiro, de 32 anos, chegou ao Benfica em setembro de 2014, depois de ter rescindido contrato com o Valência. Em três temporadas ao serviço dos ‘encarnados’, o avançado fez o gosto ao pé em 76 ocasiões, sendo o terceiro jogador estrangeiro com mais golos em termos absolutos, atrás do paraguaio Oscar Cardozo, com 172 golos em 293 partidas, e do sueco Mats Magnusson, com 87 concretizações em 165 jogos.
Jonas espreita o regresso à titularidade na Amoreira depois de ter ficado afastado do jogo com o Dortmund, para a Liga dos Campeões, e da visita ao SC Braga, para o campeonato, devido a uma cervidorsalogia. Acabou por ser lançado na segunda parte do Benfica-Chaves para o lugar de Salvio.
De referir que o centésimo jogo pelos ‘encarnados’ chega no dia em que encerra o mercado de transferências na China, com o Beijing Guoan a mostrar interesse no goleador brasileiro. A SAD, contudo, recusou deixar sair o brasileiro, que tem contrato com o Benfica até 2018. Agora, tudo indica que a renovação está para breve.

A IRA DE NUNO


CONTAS DE SUMIR


"Venho hoje propor que façamos um pequeno exercício de denúncia, de desmantelamento, de desconstrução – enfim, de sadia e atrevida iconoclastia.
Todos sabemos como ganhou o Benfica ao Borússia na terça-feira passada no estádio da Luz – lugar dado ao milagre!
Ganhou, é um facto, mas ninguém acha que seja efectiva e definitiva essa vitória. Diria mesmo que poucos, muito poucos, para o caso de que haja alguém, acreditam que, no final da disputa – que é isso que interessa – a vitória caia para o lado dos aquilinos (e inquilinos!) da Luz.
Sim, trata-se de um resultado, além de tangencial, rigorosamente parcial: estamos a meio de uma partida de, pelo menos, 180 minutos.
Mas há mais: o problema da vitória épica, quase miraculosa, do Benfica é que ela surgiu tão desalinhada com o teor da relação competitiva entre as duas equipas no terreno de jogo que, para sermos sinceros temos que reconhecer que ela se caracteriza pela surpresa, pela excepção, não colhendo no ânimo dos benfiquistas visíveis e sensíveis sinais de auspício e esperança num sucesso final.
Mas o que é admirável é que toda esta bruma crepuscular acontece em compasso e perfeita sintonia com o que foi tecido e criado nos luzidios gabinetes dos responsáveis: eles são exímios na nubelosa arte do menos – mesmo quando apontam para o mais é com o menos que dão toda a impressão de se contentarem.
De facto, tecem hinos de louvor por uma mais que residual hipótese de a equipa poder atingir os quartos-de-final da Champions League, mas já abundam descaradamente em ditirâmbico discurso (de argentário festejo) por se ter chegado aos oitavos: implicitamente celebram a excepcionalidade épica da vitória tangencial sobre o Borússia como o limite extremo do possível e o real limiar do impossível.
Convenhamos: o seu mais é sempre um menos oficial – porque, mesmo atingindo imprevistamente os quartos, isso será sempre um menos, pois ninguém por aí recordará esse cinzento feito, apenas registado no baú das curiosidades arqueológicas e na folha excel das estatísticas da UEFA.
Ora, esta mentalidade conformista e minimalista empresta total segurança a uma óbvia previsão: assim, o Benfica não voltará a ser campeão europeu – enquanto o máximo dos seus actuais responsáveis continuar a ser o mínimo dos outros grandes da Europa. E, neste flatulento regurgitar da mediocridade, o Benfica continuará neste estado de um auto-comprazimento, mergulhado na letargia de um engodo, insidiosamente neurótico, de uma grandeza passada e vagamente romântica. Parece até que já se sentem amplamente compensados com o duvidoso gozo de poder espreitar pelo buraco da fechadura a tradicional festança do senhor vizinho.
Reconheçamo-lo: é complexo de congénita e pegajosa pequenez medir a grandeza dos próprios feitos não pelas vitórias, mas pelas derrotas alegada e artificiosamente honrosas: perder por poucos com os grandes – eis a bitola anémica da nossa idílica e fugidia grandeza!
Mas voltemos ao jogo Benfica – Borússia, que vai ter agora uma segunda parte Borússia – Benfica: resultado épico, sem dúvida – mas previsto.
Rui Vitória não fez segredo da receita para o aguardado feito: resistir estoicamente ao assédio do colosso germânico (resistir: a presunção de que se é mais fraco), não sofrer golos e, numa transição rápida ou num lance de bola parada, tentar marcar. Perfeito! Na arte de criar o menos: sempre no fio da navalha, no limiar do precipício.
Ora, como, por vício cultural, estamos mais calhados para acolher o menos do que o mais (“quando a esmola é grande santo desconfia!”), a mente humana é mais diligente e literal em satisfazer as nossas expectativas mínimas – já as máximas é bem mais preguiçosa e relapsa. Porquê? Exactamente por isso: estamos mais treinados nas outras, nas baixas.
E quais as expectativas para o segundo jogo?
Eis a receita do Vitória (mas dificilmente da vitória): aguentar o zero a zero e, na sorte de uma bola parada ou de um eventual contra-ataque, procurar surpreender.
Qual a realidade implicitamente procurada? O ZERO!
Mas só há vitórias com golos – eis o que deve concitar o foco intencional de uma equipa que almeja o sucesso. Defender sim, claro, mas essa defesa só enquanto elemento catalisador da ofensiva vitoriosa. Sem titubeios: as equipas defensivas chegam às finais, as equipas ofensivas ganham-nas!
De facto, acalentar o menos e esperar o mais constitui insanável contradição, doloroso equívoco; A maldição de Bella Gutmann só tem força porque lha continuam a dar os responsáveis através de uma atitude tímida e minimalista.
Enquanto persistir a retórica frívola de uma grandeza doméstica e acanhada as portas da glória europeia manter-se-ão fechadas.
Foi, aliás, essa atitude contracta (e contrita) e acomodada a uma grandeza minúscula do jardim ibérico que o próprio Gutmann quebrou com seu ousado gesto de acreditar sem cálculo: sem contas de sumir! E sem medo do poderio do Barça ou do Real – os vizinhos que agora tanto medo metem! 
Porque onde mora a conta e o cálculo não cabe o sonho – e só o sonho realiza o impossível!"

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

A COMÉDIA DE PORTUGAL, NUNCA ACABEM...

                       

Lagartos  mantenham este papagaio no poleiro e continuem a pagar-lhe um salário milionário  (ou é Ricciardi?) que a gente agradece. A marionete de Ricciardi tem que continuar. Não queremos que o Pátio das Cantigas deixe de continuar a fazer rir Portugal...
Vá lá carneirada não deixem cair este peão de um dos homens que há bem pouco tempo mandava em Portugal, o banqueiro sombra  (BES) que passou entre os pingos de chuva,que aparece num vídeo já apagado do Youtube onde diz que a carneira só devia servir para pagar quotas...
Nunca acabem... 

"JOGO DURO... MAS VAMOS PARA GANHAR"

                                  
O brasileiro Hermes é a grande novidade nos convocados do Benfica para o jogo desta terça-feira frente ao Estoril. O lateral esquerdo que chegou em janeiro à Luz faz parte lista, depois de ter sido chamado para o jogo com o Moreirense, da Taça da Liga. O brasileiro de 22 anos acabou por não entrar na ficha de jogo.
De fora da lista ficaram Pedro Pereira e André Horta, por opção técnica, e ainda Fejsa e Lisandro López, poupados por estarem a voltar de lesões. Grimaldo continua a recuperar.

Convocados do Benfica:
Guarda-redes: Ederson e Júlio César
Defesas: Luisão, Jardel, André Almeida, Nélson Semedo, Lindelöf, Eliseu e Hermes
Médios: Carrillo, Samaris, Pizzi, Cervi, Rafa, Salvio, Filipe Augusto e Zivkovic
Avançados: Jonas, Mitroglou e Raúl Jiménez

REGISTO DE MITROGLOU É DOS MELHORES DA EUROPA


Avançado grego faturou nos últimos cinco encontros. Registo superior a Lewandowski do Bayern Munique.
Kostas Mitroglou está em grande forma no Benfica e segue com sete golos em cinco jogos. O grego tem sido decisivo e atravessa a melhor fase desde que chegou a Portugal vindo do Fulham, da Liga Inglesa. Com efeito, as boas exibições do internacional pela Grécia colocam-no num lugar cimeiro da Euopa ao nível de outros goleadores de topo. Nas principais ligas europeias não há ninguém com uma série melhor do que o avançado dos 'encarnados'.
A melhores séries atuais são de três jogos consecutivos a faturar. Lewandowski (Bayern Munique), Pedro (Chelsea), Steve Mounié (Montpellier) e Ahmad Benali (Pescara) conseguiram bater os guardiões em três ocasiões seguidas.

O registo de Mitroglou era apenas suplantado por Edin Dzeko (Roma) que seguiu com oito jogos seguidos a marcar. No entanto, o ponta de lança bósnio quebrou a série ao ficar de fora do encontro da Roma com o Villarreal para a Liga Europa.
Apesar de estar a atravessar o melhor momento desde que chegou a Portugal, Mitroglou continua a procurar a melhor forma da sua carreira. O melhor registo do grego surgiu quando ainda jogava na liga dos seu país. Pelo Atromitos, Mitroglou esteve oito jogos seguidos a faturar.
Esta temporada, o avançado é o melhor marcador do Benfica e tem sido decisivo nas partidas recentes da equipa de Rui Vitória. Frente a Arouca, Borussia Dortmund, SC Braga e Chaves, o clube da Luz acabou por alcançar triunfos com base nos golos do grego. Na segunda temporada de 'águia ao peito', Mitroglou soma 22 golos em 33 encontros.