domingo, 2 de junho de 2019

A TAÇA TAMBÉM VOOU


ESFORÇO INGLÓRIO
HÓQUEI EM PATINS
O Benfica lutou por melhor desfecho, mas perdeu na final da Taça de Portugal de hóquei em patins perante a Oliveirense.
Depois de ter eliminado o Sporting nas meias-finais, a equipa de hóquei em patins do Benfica enfrentou a Oliveirense na final da Taça de Portugal, no Pavilhão Dr. Salvador Machado, em Oliveira de Azeméis. Batalhou por um resultado diferente, mas o desenlace foi favorável ao adversário: 2-5.
De uma saída rápida dos encarnados pelo lado direito nasceu o primeiro lance quente da partida, aos 2', cabendo a Diogo Rafael a stickada, errando por pouco a baliza da Oliveirense.
Um contra-ataque de Nicolía, aos 7', resultou numa grande defesa do guarda-redes da equipa de Oliveira de Azeméis, que, por sua vez, no lance seguinte, teve um penálti a favor.
[GOLO: 0-1] Marc Torra avançou para o castigo máximo, atirou e venceu a oposição do guardião Pedro Henriques (7'), inaugurando o marcador.
Ordoñez, aos 14', em lance individual, rasgou pela zona central, mas a finalização não foi certeira. No ataque seguinte, a Oliveirense voltou a faturar.
[GOLO: 0-2] Jorge Silva recebeu sobre a direita e stickou rapidamente, fazendo mexer as redes das águias aos 14'.
Ordoñez, aos 15', marcou golo numa recarga após remate de Diogo Rafael, mas a equipa de arbitragem invalidou, sem razão aparente, no entanto. Pressionante, o Benfica teve mais bola e iniciativa e reduziu numa excelente combinação em contra-ataque.
[GOLO: 1-2] Diogo Rafael deslizou pelo meio, arrastou a marcação, e Adroher conduziu a bola pela esquerda, passando-a depois para Nicolía concluir na cara do guarda-redes aos 22'.
No minuto seguinte, aproveitando algum espaço sobre a esquerda, a Oliveirense repôs a diferença.
[GOLO: 1-3] Xavi Barroso esgueirou-se, derivou para a direita com a bola controlada na ponta do stick e colocou-a dentro da baliza defendida por Pedro Henriques (23'). E foi com este resultado que terminou a primeira parte.
Diogo Rafael assumiu a primeira stickada à baliza da Oliveirense no recomeço do encontro. Ataques de parte a parte, e quem marcou foi o conjunto de Oliveira de Azeméis.
[GOLO: 1-4] Aos 30', Marc Torra encontrou uma nesga para rematar e marcou.
Nicolía, de meia distância, forçou o golo aos 34', mas o guarda-redes Xavier Puigbí defendeu.
Aos 38', o Benfica cometeu a 10.ª falta e a Oliveirense teve um livre direto a favor. Na execução, Marc Torra tentou fintar Pedro Henriques, mas este encheu a baliza e a bola acertou no poste direito.
Os encarnados tentaram acelerar as ofensivas e visar a baliza, mas o adversário fechou-se. Aos 45', Ordoñez furou, entrou na área e pareceu ter sido tocado em falta, mas a equipa de arbitragem não assinalou penálti.
O cartão azul mostrado a Nicolía aos 47' levou Xavi Barroso para a cobrança de um livre direto. Pedro Henriques, na baliza, foi superior.
A equipa benfiquista lutou por um desfecho diferente e, no último minuto, teve um livre direto a favor. Ordoñez tentou encurtar a diferença, mas a bola não entrou. Logo a seguir, penálti para as águias.
[GOLO: 2-4] Nicolía, na transformação do castigo, reduziu.
A defender, uma falta de Nicolía, seguida de cartão azul, valeu livre direto para a Oliveirense.
[GOLO: 2-5] Bargalló foi eficaz no um contra um e marcou. Estava feito o resultado final.
Cinco inicial do Benfica: Pedro Henriques, Albert Casanovas, Diogo Rafael, Carlos Nicolía e Jordi Adroher.
"Para poder ganhar ou perder há que estar presente nas finais"
Alejandro Domínguez (treinador do Benfica): "Quero felicitar a Oliveirense porque fez um grande jogo. Para poder ganhar ou perder campeonatos há que estar presente nas finais. Espero que no futuro consigamos jogar melhor para ganharmos. Não estou feliz porque gosto de ganhar, mas dizer que há equipas melhores ou que a nossa época foi um fracasso, parece-me precipitado."

FUTEBOL FEMININO VOLTA A GOLEAR


TRIUNFO ENCARNADO EM JOGO DE UM SÓ SENTIDO
FUTEBOL FEMININO
A equipa de futebol feminino do Benfica continua na senda das vitórias e goleou a formação do Amora na 9.ª jornada da 2.ª fase do Campeonato Nacional, 2.ª Divisão (Série Sul).
Recital de bem jogar com golos para todos os gostos! O Benfica, comandado por João Marques, venceu com tranquilidade a formação do Amora por 0-8, em jogo da 9.ª jornada da 2.ª fase do Campeonato Nacional, 2.ª Divisão (Série Sul). Com este triunfo as águias consolidam o 1.º lugar com 27 pontos.
Com quatro minutos decorridos, a equipa encarnada chegou ao primeiro golo da partida (0-1), o 104.º de Darlene na temporada. Na marcação de um livre, Yasmim Ribeiro colocou na camisola 7 das águias, que se antecipou às defesas contrárias e disparou a contar.
O rolo compressor do Benfica continuava e numa excelente jogada coletiva, quase sempre ao primeiro toque, Yasmim Ribeiro efetuou um remate frontal que só parou no fundo das redes (0-2).
A formação do Amora não baixou os braços e aos 10', na sequência de um pontapé de canto, esteve perto de reduzir a desvantagem. Dani Neuhaus, no sítio certo, controlou o lance até ao fim.
O 0-3 não demorou a surgir! Aos 10', Daiane subiu pelo flanco direito, as defesas contrárias não conseguiram acompanhar o arranque da jogadora encarnada e, solta de marcação, cruzou para o 2.º poste onde estava Maiara para encostar.
Daiane tomou-lhe o gosto e, numa nova arrancada pela extrema direita, efetuou um cruzamento com conta, peso e medida para a cabeçada certeira de Patrícia Llanos, aos 18' (0-4).
Devido ao forte calor que se sentia, o ritmo de jogo foi acalmando à medida que a partida se aproximava do intervalo. As águias controlavam a seu bel-prazer e decidiam qual o ritmo a impor no desafio.
O 0-5 surgiu aos 37' e ficou novamente a cargo de Darlene. Após uma recuperação de Patrícia Llanos, em zona adiantada do terreno, a camisola 7 das águias puxou a culatra atrás e, de fora da área, fez um golo de belo efeito.

A árbitra do encontro decidiu apitar para o final da 1.ª parte e as equipas recolheram aos balneários. Ao intervalo: 0-5.
A toada de jogo manteve-se no início da 2.ª parte com as águias a entrarem com tudo. Desta vez o papel de assistente coube a Darlene que serviu Evy Pereira na perfeição. A camisola 51 apareceu na quina da pequena área para fuzilar a baliza do Amora. 0-6 aos 47'.
As jogadoras encarnadas continuavam a espalhar perfume pelo Parque do Serrado. Mais uma jogada coletiva de grande qualidade que terminou com o hat-trick de Darlene (0-7). A jogadora das águias não perdoou diante a presença da guardiã adversária, escolheu um dos lados e fez mexer novamente o marcador aos 56'.
Contra factos não há argumentos e a formação do Benfica continuava a deliciar os adeptos com golos para todos os gostos. Pauleta, de fora da área, desferiu um potente remate que só tinha um destino possível: as redes do Amora. A guarda-redes só teve tempo de seguir a trajetória do remate, que resultou no 0-8 para as águias.
O cansaço era notório nas jogadoras adversárias, que já não conseguiam sair do seu meio-campo. A pressão efetuada pelas encarnadas não deixava respirar as atletas contrárias, fazendo com que o Amora não conseguisse criar situações de perigo.
Sem tempo para mais, a árbitra do encontro apitou para o termo da partida. Resultado final: 0-8.
Após o término da partida, as jogadoras encarnadas dedicaram a vitória a Ana Alice, que esteve presente no Parque do Serrado a assistir ao desafio. Na próxima jornada (10.ª e última da 2.ª fase), que se irá realizar no dia 8 de junho, as águias recebem a formação do Quintajense.
Onze do Benfica: Dani Neuhaus, Daiane, Sílvia Rebelo, Raquel Infante, Yasmim Ribeiro, Pauleta, Patrícia Llanos (Andreia Faria aos 59'), Ana Vitória, Maiara (Diva Meira aos 59'), Evy Pereira e Darlene (Carlota Cristo aos 59').
Suplentes: Catarina Bajanca, Pipa, Inês Queiroga, Diva Meira, Tita, Andreia Faria e Carlota Cristo.

FUTSAL FEMININO RECEBE TROFÉU DE CAMPEÃO


FUTSAL FEMININO VENCE E RECEBE TROFÉU DE CAMPEÃO
FUTSAL FEMININO
Na próxima jornada, a 14.ª e última desta fase final, as encarnadas deslocam-se ao terreno do Santa Luzia.
O já Tricampeão Nacional de futsal feminino Benfica recebeu o CR Golpilheira, no Pavilhão Engenheiro Santos e Castro, na Tapadinha, de onde saiu com uma vitória por 3-0.
Uma semana depois de ter conquistado o terceiro título nacional consecutivo, a formação de Bruno Fernandes chegou aos 37 pontos nesta fase final, num jogo onde, a jogar na condição de visitada, recebeu o troféu de Campeã.

Na Tapadinha, Janice marcou o único golo com que as equipas recolheram aos balneários (1-0), e voltou a faturar no segundo tempo. À lista de marcadoras juntou-se ainda Nina (3-0) após assistência de Sofia Jesus, que se estreou na equipa.
Cinco inicial do Benfica: Ana Catarina, Nina, Sara Ferreira, Janice e Fifó.
Na próxima jornada, a 14.ª e última desta fase final, as encarnadas deslocam-se ao terreno do Santa Luzia.

PRIMEIRAS PÁGINAS


sábado, 1 de junho de 2019

POUCAS NOVIDADES NO CAPÍTULO DA EVOLUÇÃO


Sérgio Conceição viu da bancada o FC Porto conquistar o título de juniores. Sentado na cadeira ao lado esteve Pinto da Costa a ver a mesma coisa. Treinador e presidente foram fotografadíssimos juntos como seria de esperar nas atuais circunstâncias. Nos dias seguintes, um e outro, surgiriam em separado falando em direto ou por entrepostas pessoas à imprensa sobre as respetivas previsões no que ao futuro imediato do futebol sénior diz respeito. Pinto da Costa realçou a qualidade superior dos jovens campeões campeões portistas - "há aqui matéria prima para ser aproveitada." - enquanto Sérgio Conceição fez saber que, para ele, bom, ótimo mesmo seria construir uma equipa com "11 jogadores já feitos" para atacar o título de 2019/20. Ainda assim garantem os jornais que presidente e treinador estão em tudo de acordo. Dá-se também como garantido o regresso de Mangala ao FC porto. Mangala tem 28 anos. Mas se pensarmos que os 28 são os novos 18 anos logo se desvanece a suspeita de uma qualquer incongruência a pairar entre o raciocínio do presidente e o ajuizar do treinador. E ainda bem. O que o futebol português mais tem são suspeitas. O diretor de comunicação do FC Porto disse a uma revista norte-americana sobre o caso dos e-mails furtados ao Benfica que jamais os devolverá porque "isto é guerra". Depois acrescentou umas tiradas de cunho indignado sobre o conflito tenebroso entre o Sul elitista e glamoroso e o Norte trabalhador e honesto. Os americanos que leram isto, enfim, coitados, se lhes deu curiosidade de saber de que tamanho é Portugal e correram a consultar mapas, muito estupefactos, devem ter ficado com a exígua dimensão do nosso território nacional. Mas onde é que alguma vez estes tipos tem tamanho para terem uma guerra  Norte - Sul? -interrogaram-se, certamente os leitores "yankees" que poderão ter interpretado as declarações de Francisco J. Marques como o anúncio da existência de um moderno foco de desestabilização mundial. Na realidade, o foco de desestabilização não existe. Mas não é moderno. Arrasta-se desde o último quartel do século passado. E, a propósito, será interessante recordar que estas palavras de Francisco J. Marques disse aos americanos - "isto é a guerra." Foram as palavras que Pinto da Costa disse a Ericksson, em abril de 1991, quando o treinador sueco protestou pelo facto de de ver a sua equipa, a equipa do Benfica, obrigada a equipar-se num corredor das Antas porque no balneário dos visitantes o ara estava a chumbo graças à creolina. Conta Ericksson na sua autobiografia que procurou, então, o presidente do FC Porto e que o questionou com o espanto que a sua natureza sueca não conseguia iludir:" O que é isto, presidente?". "Isto é a guerra!" , respondeu o presidente. E nisto continuamos. Passaram-se 28 anos - a idade de Mangala! - e as novidades no capítulo da evolução são poucas. Ou inexistentes..

Leonor Pinhão

QUANDO O SILÊNCIO É SINAL DE LIDERANÇA


"Luís Filipe Vieira que deu a cara nos momentos mais difíceis optou pelo silêncio na hora dos foguetes dando o palco a jogadores e treinador

Disse aos meus amigos sportinguistas que era mais improvável o Sporting vencer o FC Porto este ano na final da Taça do que na época passada o Aves bater o Sporting. Falhei redondamente. No Jamor acontecem coisas improváveis e foi um sábado engraçado na Taça.
Bem sei que para os azuis e brancos este é historicamente um jogo que não interessa muito, disputado no «municipal de Oeiras» e sem grande relevo, mas para todos os demais clubes e adeptos trata-se de um dos maiores objectivos da época.
Parabéns ao Sporting e ao seu treinador pela conquista e pela forma cívica com que festejou. Keiser foi dos primeiros a dar os parabéns ao campeão e deve ser dos primeiros a merecer os parabéns pela sua conquista. Um terceiro lugar no campeonato, uma Taça da Liga e uma Taça de Portugal fazem desta a melhor época do Sporting dos últimos 18 anos, com o reconhecimento devido a Frederico Varandas. Para uma instituição que há um ano vivia entre a ala psiquiátrica dum manicómio e a guerra civil, há méritos evidentes no caminho traçado.
Hoje em dia no futebol português é preciso ser muito radical para defender a moderação. A angústia deste FC Porto, tão agressivo na comunicação e tão frágil na concretização, não me adianta muito. A mim interessa-me o Benfica e a forma como se preparam as novas conquistas. Em primeiro lugar porque acredito que o melhor plantel, a melhor equipa, têm mais hipóteses de vencer o campeonato. Acredito por isso que nas opções do próximo mês estarão as premissas para uma boa conclusão do próximo campeonato. Manter a base vencedora deste ano e contratar de forma cirúrgica parece-me uma estratégia imaculada. Na qualidade das nossas compras está o tamanho da nossa ambição europeia.
A entrevista de Rui Costa explicou bem os detalhes do 37, a entrevista de Domingos Soares de Oliveira desvendou as condições existentes para as próximas vitórias, o silêncio de Luís Filipe Vieira na hora de estrondosa vitória mostra como saber liderar é tão importante. O presidente que deu a cara nos momentos mais difíceis (desportivamente e institucionalmente) optou pelo silêncio na hora dos foguetes e deu o palco a treinador e jogadores com uma elegância que só por miopia ainda não foi elogiada. Este silêncio de Luís Filipe Vieira é demonstração de liderança e de sageza."

Sílvio Cervan, in A Bola

NA FINAL DA TAÇA!


ÁGUIA VOA NO DÉRBI E DISCUTE FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL
HÓQUEI EM PATINS
Benfica bate o Sporting nas meias-finais da prova-rainha e, às 19h00 de domingo, encara a Oliveirense na partida que vale um troféu.
O Benfica foi bem superior Sporting no Pavilhão Dr. Salvador Machado, em Oliveira de Azeméis, e venceu, por 7-3, nas meias-finais da Taça de Portugal de hóquei em patins masculino. O jogo que decide o troféu está marcado para as 19h00 de domingo, frente à Oliveirense.
Uma recuperação de bola de Diogo Rafael, seguida de remate no corredor central da quadra, deu o mote na equipa benfiquista ao minuto 4, e segundos depois foi Albert Casanovas, numa stickada de meia distância, a criar sensação de golo, mas o guarda-redes Girão defendeu.
Numa ação defensiva, Carlos Nicolía, aos 6', foi penalizado com cartão azul, beneficiando o adversário de um livre direto.
[GOLO: 0-1] Da execução de Ferran Font, perante o guarda-redes Pedro Henriques, resultou o primeiro tento no dérbi. Aproveito total num livre direto (6').
O marcador mexeu novamente ao minuto 8.
[GOLO: 0-2] Num lance com alguma polémica à mistura, em que a baliza do Benfica estava fora do sítio, Platero pareceu ter sido o último a tocar na bola, marcando o segundo golo do Sporting.
Após cartão azul a Toni Pérez, Ordoñez dispôs de um livre direto, mas o remate foi parado por Girão
[GOLO: 1-2] Outro argentino, Carlos Nicolía, descaído para a direita, foi certeiro na finalização, vencendo a resistência oferecida pelo guardião contrário, ao minuto 10 do dérbi.
Empenhado em alterar o rumo dos acontecimentos, o Benfica acelerou combinações ofensivas e alcançou a igualdade.
[GOLO: 2-2] Carlos Nicolía, com uma assistência de fino recorte técnico, serviu Miguel Vieira no espaço central, onde este conseguiu tornear Girão e stickar para o interior da baliza.
Ordoñez, aos 19', foi travado em falta por Raul Marín. O jogador do Sporting viu cartão azul e o Benfica beneficiou do correspondente livre direto.
[GOLO: 3-2] Adroher avançou para a execução, patinou, simulou e bateu Girão, lançando as águias para a frente do marcador (19').
O Benfica recuperou de 0-2 para 3-2 e foi à procura de mais, alcançando frutos num lance genial com assinatura argentina.
[GOLO: 4-2] Ordoñez, deslizando pela direita da quadra, armou a stickada e iludiu mais uma vez o guarda-redes Girão (22').
Uma falta de Jordi Adroher, ao minuto 25, foi sancionada com cartão azul.
[GOLO: 4-3] De livre direto, Ferran Font tornou a ser eficaz e marcou para o Sporting (25').
A resposta do Benfica foi imediata, aproveitando da melhor maneira a 10.ª falta do rival leonino.
[GOLO: 5-3] Carlos Nicolía, no livre, stickou direto e bateu Girão (25'). O intervalo veio logo a seguir.
No arranque do segundo tempo, viu-se mais do mesmo, com o Benfica a ser agressivo e incisivo na quadra.
[GOLO: 6-3] Ordoñez, patinando da esquerda para o meio, stickou de meia distância e bateu Girão. As águias chegaram à meia dúzia de golos num lance muito bonito.
Defendendo muito bem, o Benfica procurou ser rápido nas saídas para o ataque e, aos 40', Adroher quase alargou o marcador para 7-3.
Aos 44', os encarnados tiveram um penálti a favor por infração de Raul Marín.
[GOLO: 7-3] Carlos Nicolía, na execução do penálti, atirou rasteiro e enganou novamente Girão.
Ao minuto 47, o Sporting dispôs de um livre direto. Ferran Font assumiu a cobrança, stickou e Pedro Henriques defendeu com categoria. Aos 49', novo castigo a favor dos leões. Pedro Henriques voltou a ser gigante, parando a stickada de Raul Marín. O dérbi terminou pouco depois: 7-3 para o Benfica, que está na final da Taça de Portugal, frente à Oliveirense, que afastou o Riba D'Ave (4-2).
Cinco inicial do Benfica: Pedro Henriques, Albert Casanovas, Diogo Rafael, Carlos Nicolía e Jordi Adroher.
"Faltava-nos uma vitória como esta"
Alejandro Domínguez (treinador do Benfica): "Esta equipa sempre acreditou no que propusemos desde o primeiro dia, mas faltava ganhar a um rival como este, que é o atual campeão da Europa. É uma vitória que dá motivação para a próxima época, para o projeto que temos. A ideia é que a equipa acredite cada vez mais no que faz, com confiança, para que todos, nós e os adeptos, desfrutem do jogo."

BENFICA DERROTADO NO PRIMEIRO JOGO DA FINAL


FUTSAL: TUDO EM ABERTO NA FINAL DO PLAY-OFF
Águias e leões voltam a encontrar-se na quinta-feira (6 de junho, às 21h55), no Pavilhão João Rocha.
O Benfica entrou a perder (4-5) na final do play-off do Campeonato Nacional de futsal masculino, numa partida com o Sporting que só ficou decidida no prolongamento. Na quinta-feira (dia 6) há novo dérbi e está tudo em aberto.
Frente a um Benfica com vantagem no fator casa – por ter ficado em primeiro lugar na fase regular da Liga Sport Zone –, entrou praticamente a ganhar o Sporting, num Pavilhão Fidelidade completamente lotado.
[GOLO: 0-1] Disparo de Guitta em zona frontal, logo no primeiro minuto de jogo, a colocar os leões em vantagem.
Os encarnados foram à procura do empate, mas encontraram pela frente um guarda-redes atento e seguro.
Aos 7', excelente momento individual de Chaguinha a driblar e a atirar forte às redes de Guitta... mas saiu a rasar o poste.
Em dois minutos, mais duas oportunidades flagrantes para a formação liderada por Joel Rocha. Robinho teve o golo nos pés, aos 12', mas estava lá Guitta para travar, com o pé, o disparo fortíssimo do camisola 10 do Benfica. A seguir foi Fits, a obrigar o guardião do Sporting a uma nova boa intervenção.
Seguiram-se minutos frenéticos no Pavilhão Fidelidade, numa altura em que cada uma das equipas contabilizava duas faltas cometidas.
[GOLO: 0-2] As oportunidades iam surgindo de parte a parte, mas foi novamente o guarda-redes leonino o protagonista aos 18'. Guitta tabelou com Cardinal e atirou para o fundo das redes da baliza de Roncaglio.
A fechar o primeiro tempo, Robinho ainda tentou o remate, mas Guitta defendeu para o lado. André Coelho caiu dentro da área e ficou a pedir-se grande penalidade, mas o árbitro mandou seguir.
[AO INTERVALO: 0-2] O Sporting recolhia ao balneário com uma vantagem de dois golos.
No segundo tempo, entrou a ganhar o Benfica, reduzindo para a margem mínima a desvantagem.

[GOLO: 1-2] Pontapé potentíssimo de André Coelho, aos 21', a fazer o golo 20 da conta pessoal no Campeonato Nacional, sem qualquer hipótese para Guitta.
[GOLO: 2-2] Aos 24', Fits desviou o remate de Chaguinha e, de calcanhar, recolocou a igualdade no marcador.
Reação impressionante dos encarnados que, de uma entrada muito forte na segunda parte, iam ameaçando a reviravolta. Iam valendo as intervenções do guarda-redes do Sporting...
[GOLO: 2-3] Cardinal, aos 32', colocou os leões novamente na frente, numa jogada que antecedeu um duelo de guarda-redes, com Guitta a ser o protagonista de mais uma grande defesa, desta vez a um remate de Roncaglio.
[GOLO: 3-3] Jogada muito bem desenhada pelo ataque do Benfica, aos 33', com Miguel Ângelo a finalizar certeiro para novo empate e para o 10.º da conta pessoal na competição.
Numa altura em que faltavam 4 minutos para o final da partida, Roncaglio deixou o aviso. Remate muito forte para mais uma boa defesa de Guitta. Mais um... e as estatísticas mostravam isso mesmo: 50 remates dos encarnados (22 à baliza) contra apenas 29 dos verdes e brancos (12 enquadrados).
Terminado o tempo regulamentar de alto ritmo com uma igualdade (3-3), Benfica e Sporting tentavam o tudo por tudo no prolongamento (duas partes de 5 minutos cada).
[GOLO: 3-4] Nos instantes iniciais da primeira parte do prolongamento, o capitão João Matos surpreendeu Roncaglio e colocou os leões novamente na frente.
Esgotados os primeiros 5 minutos do prolongamento, o tempo ia correndo a favor de um Sporting que tentava segurar o resultado. Do outro lado, um Benfica a tentar inverter o marcador.
[GOLO: 3-5] Erick aproveitou a subida de Roncaglio na quadra e desviou para a baliza deserta.
[GOLO: 4-5] A 30 segundos do final, Fernandinho reduziu, com um remate à boca da baliza, a desvantagem dos encarnados.
[RESULTADO FINAL: 4-5] O Benfica procurou o golo do empate até ao último segundo que pudesse levar a decisão para as grandes penalidades, mas o Sporting conseguiu segurar a vantagem até ao final.
Cinco inicial do Benfica: Roncaglio, André Coelho, Robinho, Bruno Coelho e Fits.
Suplentes: André Correia, Chaguinha, Fábio Cecílio, Tiago Brito, Miguel Ângelo, Silvestre Ferreira, Fernandinho e Afonso Jesus.
Num play-off resolvido à melhor de cinco jogos – ou seja, quem somar três vitórias é campeão nacional – águias e leões voltam a encontrar-se na próxima quinta-feira (6 de junho, às 21h55) no Pavilhão João Rocha.
No caso de ser necessário um quinto jogo (negra), recorde-se, esse acontecerá novamente no reduto do Benfica (que beneficia do fator casa por ter sido primeiro classificado na fase regular) no dia 16 de junho.
"Trabalhar já para vencer o jogo 2"
Joel Rocha (treinador do Benfica): "Foi o jogo 1 desta final e não vamos desistir deste Campeonato até à última gota de suor e de sacrifício. São precisas três vitórias para vencer o Campeonato. Vamos recuperar os jogadores que saíram com um grande desgaste após o sacrifício que fizeram hoje. E a equipa técnica vai trabalhar já para vencer o jogo 2."

BENFICA NA FINAL DO CAMPEONATO


ÁGUIAS IMPERIAIS RUMO À FINAL!
BASQUETEBOL
Depois de ter vencido os dois primeiros jogos, o Benfica voltou a ganhar o clássico com o FC Porto e qualificou-se para a final do play-off da Liga Portuguesa de Basquetebol.
A equipa do Benfica, comandada por Carlos Lisboa, está na final da Liga Portuguesa de Basquetebol depois de ter vencido novamente a formação do FC Porto, por 68-77, conseguindo um agregado de 3-0 na semifinal. Segue-se a Oliveirense na decisão do play-off!
Início forte das águias no pavilhão adversário. Os comandados de Carlos Lisboa desde o início mostraram que, apesar de estarem em vantagem nesta eliminatória (2-0), queriam alcançar nova vitória.
Os portistas demonstravam maior solidez defensiva e, a faltarem dois minutos para o final do 1.º quarto, venciam por 14-13. Os encarnados não aproveitavam os lançamentos da linha de lance livre e o FC Porto terminou na frente: 17-16.
Tomás Barroso, com um excelente triplo, voltou a colocar as águias em vantagem no marcador: 18-19. O jogo interior dos encarnados não estava a funcionar, sendo o tiro exterior a opção escolhida para tentar desbloquear a partida.
A aposta nos lançamentos triplos surtia efeito e as águias conseguiram uma vantagem de cinco pontos. Fábio Lima colocou o resultado em 25-30 para o Benfica.

Nos azuis e brancos, Will Graves e Tinsley eram os jogadores em evidência e a sua qualidade individual ia mantendo o FC Porto dentro da partida. No final do 2.º quarto o resultado espelhava 37-38.
O início do 3.º quarto revelou-se diferente. Os jogadores do FC Porto entraram melhor e, com dois triplos sem resposta, colocaram-se na dianteira: 43-38. Emoções fortes no jogo 3 da meia-final! O técnico encarnado pediu calma aos seus atletas e as águias voltaram a colocar o seu jogo em quadra.
Através do jogo interior, jogo exterior e lançamentos livres, os encarnados tornaram a chegar à liderança. Um 3.º quarto em que os minutos finais ficaram marcados pela ocorrência de diversos duelos físicos. A buzina fez-se ouvir no Dragão Caixa e o Benfica estava em vantagem: 54-56.
À entrada para o quarto decisivo, a equipa portista correu atrás do prejuízo e tentou a todo o custo anular a vantagem encarnada. O Benfica desperdiçou algumas oportunidades para cavar uma distância mais acentuada, mas os dragões também não estavam a conseguir acertar no cesto (58-62).
O equilibrio de forças foi uma constante ao longo do encontro, mas o ascendente benfiquista foi o denominador comum deste terceiro jogo. Resultado final: 68-77.
Os pontos dos encarnados foram marcados por Micah Downs (21), Fábio Lima (17), Tomás Barroso (13), Mickell Gladness (11), Arnette Hallman (7), Alejandro Suárez (3), Juan Pablo Cantero (2), Rafael Lisboa (2) e José Silva (1).
Cinco inicial das águias: Juan Cantero, Fábio Lima, Micah Downs, Arnette Hallman e Mickell Gladness.
Depois de afastar a equipa do FC Porto (por 3-0) nas meias-finais, as águias marcam presença na final do play-off, onde irão defrontar a formação da Oliveirense, que ultrapassou a Ovarense (3-0).

PRIMEIRAS PÁGINAS