domingo, 29 de outubro de 2017

O BENFICA ABUSA DE JONAS


A Liga dos Campeões volta na próxima semana. No meio desta semana quase não houve futebol. Realizou-se somente um desafio em atraso da primeira jornada da Taça da Liga. Coisa pouca. Não houve futebol mas houve política.
O presidente da FPF deslocou-se ao Parlamento. Fernando Gomes revelou aos deputados a existência de "uma claque legal que só tem registados 11 elementos". Referia-se certamente à claque do fabuloso Mira-Coelhos Futebol Clube.
Também o presidente da Liga teve intervenção política a meio da semana. Pedro Proença disse aos jornalistas que "a Liga não tem responsabilidades sobre o sector da arbitragem". Não tem responsabilidades, é verdade, mas tem imensa pena. Oh, se tem.

Na cidade Invicta realizou-se a gala dos Dragões de Ouro e o ex-jornalista Francisco J. Marques foi contemplado com a estatueta para o "funcionário do ano". Justíssimo prémio. Chega com uns bons 20 anos de atraso.
O presidente do Sporting ofereceu-se para "dar algumas cadeiras" do curso de ética para dirigentes. Não especificou, no entanto, em quem pretende dar com algumas cadeiras.

A terminar o capítulo da política, o administrador da SAD do Benfica disse saber o que falta para o clube "poder pensar em ganhar a Liga dos Campeões". O que não impede que o pessoal mais bruto se vá preocupando com o que falta ao Benfica para ganhar ao Rio Ave, ao Boavista, ao Marítimo. Sem esquecer que para ganhar ao Feirense foi uma enorme trabalheira.
Ontem bastaram os primeiros 10 minutos à Jonas para o Benfica construir o resultado. Antes de fazer o 1-0 já Jonas tinha rematado por duas vezes à baliza do Feirense. O primeiro foi um remate fraco, o segundo obrigou Caio Seco a fazer uma bela defesa e no terceiro a bola acabou por entrar. Depois aconteceu o que tem vindo a acontecer nesta temporada. O Benfica assim que se adiantou no marcador recuou em toda a linha. Foi exatamente desta maneira que o tetracampeão nacional empatou em Vila do Conde e no Funchal e perdeu no Bessa. Este tem vindo a ser um pequeno Benfica entregue em exclusivo ao talento de um enorme jogador, Jonas. É um abuso de Jonas. E pouco ou nada mais.
Na próxima terça-feira vai o Benfica a Manchester jogar com United para a tal competição muitíssimo importante para quem sabe que tem "o que falta" para a encarar de frente. O que não é o caso do Benfica nem de nenhuma equipa portuguesa. Provavelmente a equipa de Mourinho não terá muitas mais oportunidades de rematar à baliza de Svilar ou de se aproximar com perigo da área do Benfica do que teve ontem o bem mais modesto Feirense, que dispôs, com enorme facilidade, de um número impressionante de ocasiões em que deu cabo dos nervos do púbico da Luz. Isto não é normal.
Leonor Pinhão, in Record

sábado, 28 de outubro de 2017

FERNANDO GOMES É, AGORA, O INIMIGO


"As recentes intervenções do presidente da FPF foram interpretadas por FC Porto e Sporting como se de uma declaração de guerra se tratasse.

As mais recentes intervenções públicas do Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes, colocou o organismo máximo do futebol nacional numa clara liderança na luta contra o que o seu líder chamou - e bem - o discurso do ódio.
Pode ter pecado, apenas, por tardio, mas tanto o artigo publicado nos três jornais desportivos, como a intervenção na comissão parlamentar foram significativas e corajosas. Directas e conclusivas.
Evidentemente que Fernando Gomes sabia que em resultado da sua acção iria ganhar como principais inimigos o presidente do FC Porto e o presidente do Sporting, porque cada qual se sentiria visado por terem escolhido um caminho de confronto sem contemplações e sem margem para tréguas. Sporting e FC Porto criaram uma santa aliança de ataque ao Benfica e a recém afirmada hegemonia do clube de Luís Filipe Vieira. Ambos consideram que os quatro títulos consecutivos foram aproveitados pelo Benfica para dominar o universo do futebol, da disciplina à arbitragem, como se tivesse apropriado da velha herança dos maus princípios e das más práticas que tinham, antes, sido assumidas pelo FC Porto e tinham levado o Dragão a um incontestado domínio de décadas no futebol português.
O FC Porto escolheu o caminho do ataque cerrado pela divulgação dos e-mailsque colocam o Benfica numa situação inquieta e frágil perante uma imagem de promiscuidade e de compadrio entre algumas figuras menores da arbitragem e uns quantos benfiquistas marginais, a quem gente responsável do clube, desgraçadamente atribuiu representatividade.
O Sporting, sempre menos hábil, menos racional e, por isso, menos estratégico, atacou com uma obsessão infantil na pequena questão dos vouchers e, sobretudo, através de uma linguagem de varinagem que marca sempre mais quem a fala do quem a ouve.
Neste quadro de guerra civil futebolística, onde só os três grandes clubes são figuras activas e todos os outros figuras passivas, a posição firme e incisiva de Fernando Gomes foi tomada, por parte de FC Porto e Sporting, como uma declaração de guerra.
Sempre mais experiente e competente, o FC Porto deu sinal através das redes sociais e marcou posição inequívoca ao colocar Pedro Proença em inusitado lugar de destaque, sentando-o ao lado de Pinto da Costa, na Gala dos Dragões de Ouro.
O Sporting reagiu intempestivamente no famigerado Facebook do cidadão Bruno de Carvalho, que veio falar de Fernando Gomes, como de um velho ultrapassado dirigente que não quer sair da cadeira do poder e que estaria agarrado ao lugar, esquecendo que estava a falar da figura de dirigente de futebol português de maior prestígio internacional e, sobretudo, de alguém que tem uma notável obra feita a que ninguém, minimamente atento, seria capaz de negar um rara mérito, tudo isto, enquanto ele próprio, presidente do Sporting, ainda terá um longo caminho pela frente para poder fazer qualquer obra e apresentar algum resultado.
Fernando Gomes, até pela força moral da sua posição, do seu estatuto e da sua obra, não terá dificuldades em libertar-se dessa imagem, mas Pedro Proença precisa de encontrar rapidamente uma solução para não se deixar capturar numa guerra que não é, nem pode alguma ver ser a dele.
A verdade é que para o cidadão comum já não resta qualquer dúvida de que Federação e Liga estão de costas voltadas.
(...)"

Vítor Serpa, in A Bola

FUTEBOL PORTUGUÊS ESTÁ INGOVERNÁVEL


A ida de Fernando Gomes à AR é um sinal claro de que o futebol, nas suas múltiplas especificidades normativas e regulamentares, não se consegue auto-regular.

Essa verificação torna-se de tal modo mais presente a partir do momento em que o presidente da Liga, Pedro Proença, havia elencado um conjunto de preocupações não muito distantes daquelas que o presidente da FPF tornou ainda mais claras com a sua ida à Assembleia da República.

O futebol tem, pois, um problema de auto-regulação. Não é de agora. É de sempre. O futebol, em Portugal, tem sido dominado nas suas estruturas pelos ‘clubes dominantes’. Quais são os ‘clubes dominantes’? São os clubes que ganham mais vezes. Em Portugal, Benfica e FC Porto, alternadamente. Não é apenas uma questão de dimensão social e associativa. O Sporting, através do seu estatuto de ‘clube grande’, não tem conseguido muito mais do que um papel activo na ‘oposição’, que se tornou compulsivo e com uma dose de eficácia reduzida por causa do estilo histriónico e anárquico de Bruno de Carvalho.

Nunca, em tão pouco tempo, se tem falado da intervenção do Governo no futebol. O Benfica e o Sporting, em campos opostos, já o fizeram. Nesta matéria, o FC Porto tem sido um pouco mais conservador e cauteloso.

Qual é, preto no branco, o grande problema do nosso futebol? É preciso assumi-lo: a hostilidade entre os três maiores clubes portugueses.

Nenhum dos maiores responsáveis do Benfica, FC Porto e Sporting têm separado a rivalidade, as divergências e os anseios particulares daquilo que é o interesse comum — institucional e do desenvolvimento e protecção da ‘indústria’. Neste particular, o futebol português parece um parque infantil, uma brincadeira de rapazes pequenos.

Porquê? Porque estão viciados na obsessão do controlo e, por isso, os clubes ‘grandes’ arruínam-se nesta visão totalitária de se quererem impor a tudo e a todos. Na FPF, na Liga, nos Estado, na AR, na Comunicação Social e em todos os órgãos com capacidade decisória, principalmente nos domínios da Disciplina e da Arbitragem. As ‘fórmulas’ podem ser diferentes mas nessa obsessão de controlo (e de intolerância) são todos muito iguais.

O Benfica, o FC Porto e o Sporting acham que sabem mais de Arbitragem, de Disciplina, de Política, de Comunicação Social do que todos aqueles que deviam ser minimamente repetidos no exercício das suas autonomias. Não é uma questão de ausência de crítica. É uma questão de dar alguma margem de actuação – e ela não existe.

Todos se disponibilizam para conflituar no espaço público – seja, agora, visivelmente, através dos directores de comunicação, seja através de mensageiros previamente escolhidos para fazer o ‘trabalho sujo’ – mas há sempre qualquer coisa que os impede de se sentarem frente a frente, lado a lado, em qualquer posição próxima e sem intermediários, para defenderem as suas ideias e pontos de vista.

Numa situação de emergência, por que razão Pinto da Costa, Luís Filipe Vieira e Bruno de Carvalho não se sentam os três, com a FPF e a Liga, ao mais alto nível, isto é, com Fernando Gomes e Pedro Proença, juntamente com António Salvador (Sp. Braga), Júlio Mendes (V. Guimarães) e um representante dos outros clubes da esfera profissional (escolhido entre eles), numa reunião promovida pelo titular da pasta do Desporto em Portugal?

A resposta parece simples: porque não querem e/ou preferem continuar nesta folclore e neste ‘jogo da pedrada’ (que tudo destrói) e porque a tutela do Desporto colocou-se sempre numa posição amébica, de fragilidade quase absoluta. É real ou artificial que o titular da pasta do Desporto (João Paulo Rebelo) não consegue fazer mover nem um… caracol?

O futebol português vive a sua fase majestática de bloqueio. Todos falam, todos gritam, todos se colocam numa posição de superioridade moral, mas a verdade é que têm todos telhados de vidros. Começar por reconhecer isso seria uma boa forma de se avançar alguma coisa.

O futebol português não pode continuar a alimentar a ideia de ser um monstro indomesticável, que é preciso meter e tentar conter entre grades. O futebol português não pode ainda consentir uma fractura aparentemente irreparável entre a FPF e a Liga, em grande medida por razões que têm a ver com a gestão da Arbitragem. Nem a FPF pode ser observada como a casa do Benfica nem a Liga pode ser vista como a sede do FC Porto e, também, do Sporting. Dominadas pelos principais protagonistas.

Com todo o respeito, termino assim: o futebol sempre foi visto, na AR, como um escape para a maioria dos deputados. Uma coisa menor. Uma coisa marginal mas engraçada. Uma coisa para entreter e para desenjoar dos debates parlamentares. Alguém acha que a ida de Fernando Gomes à ‘Casa da Democracia’, onde também habita o fanatismo clubístico, vai alterar alguma coisa?

De facto, é preciso meter, primeiro, a mão na consciência, como afirmou António Salvador. Sem isso, nada feito.

* Texto escrito com a antiga ortografia


JARDIM DAS ESTRELAS -- 5 estrelas

Palco para
quem merece

Treinadores de acordo sobre as vantagens do videoárbitro. Poderia haver até divergência e ninguém seria pior por causa disso, mas esta convergência entre Sérgio Conceição, Jorge Jesus e Rui Vitória sobre um tema importante mostra alguma coisa. Mostra por exemplo que os treinadores (bem-hajam!) não estão alinhados com a histeria das máquinas de comunicação. Deixem os treinadores falar! Deixem os jogadores falar! Retirem os ‘comentadores’ que puseram nas televisões, reduzam a quase zero o protagonismo dos directores de comunicação e verão como o futebol português se tornará logo muito mais respirável.


O CACTO -- Tudo errado

Basta estar atento àquilo que são os principais problemas do futebol português para encontrar sentido naquilo que Fernando Gomes foi dizer à AR.
Não há problemas com adeptos? Há. Qual tem sido a eficácia na resolução desse problema? Baixíssima. Não pode o Estado ser mais activo no controlo do acesso dos adeptos problemáticos aos estádios? Pode. O que espera para agir?
Não há um excesso de críticas aos árbitros e às arbitragens? Há. Não são os principais dirigentes a alimentar esse tom excessivo e quase sempre ofensivo em relação ao sector? São. O que fizeram ultimamente os ‘grandes’? Criaram departamentos de comunicação para fomentar e amplificar o ódio. Não é preciso, por isso, reflectir sobre a formação dos dirigentes e o seu acesso às cadeiras de poder? Sim. Não há um excesso de clubismo insano e violento entre os comentadores-adeptos nas nossas televisões? Sim. Não há que reflectir sobre esta forma de fomentar a intolerância? Parece-me indiscutível. Isto está tudo errado. Não vejo é quem possa pôr ordem nisto, se não forem os presidentes dos ‘grandes’ a… pôr a mão na consciência (vide texto principal).


Rui Santos, in Record

HOLANDESES E HOLANDESAS


"Nunca me ajustei convenientemente à ideia de que os treinadores portugueses são melhores do que os outros, tantas vezes sustentada pelos próprios. Certamente que sempre houve treinadores portugueses a chegar à elite internacional - Queiroz, Artur Jorge, Mourinho, Fernando Santos... - e fenómenos de qualidade que se aproximam - Leonardo Jardim, Villas Boas... -, no entanto parece-me desacertado deduzir que daqui alguma vez tenha resultado uma liderança intelectual de classe. Uma coisa será, portanto, aplaudir os treinadores portugueses na fina-flor, outra será crer que são, na essência, mais capacitados. É uma visão ingénua, tal como se diz que «nós, portugueses, recebemos melhor as visitas» ou que «nós, portugueses, é que cozinhamos bons petiscos». Como se os outros não achassem o mesmo deles próprios. É pensar de mais em nós, como são quase todos os pensamentos menores.
Mesmo os treinadores holandeses, note-se, estigmatizados pelos legados dos mestres Rinus Michels e Johan Cruyff - esses, sim, de segura liderança intelectual, criadores de escola, de ideologia - não são hoje donos do que quer que seja. Por estes dias, inclusivamente, parecem todos em crise; Van Gaal, Hiddink ou Dick Advocaat têm falhado projectos. Rijkaard, Seedorf ou Van Basten estão esquecidos; Frank de Boer e Koeman não escaparam à onda de despedimentos da Premier League. Paralelamente, até a selecção holandesa anda prostrada, falhando Euro-2016 e Mundial-2018.
Perpendicularmente, de qualquer forma, a melhor treinadora do Mundo para a FIFA, Sarina Wiegman, e a melhor jogadora, Lieke Martens, são holandesas. Aqui, com Ronaldo, estamos a redefinir a cronologia e a narrativa do futebol. Mas nos treinadores somos iguais aos outros temos bons e maus elementos, temos bons e maus momentos."

Miguel Cardoso Pereira, in A Bola

UMA SEMANA DO MELHOR BENFICA TV HD :: 27 OUTUBRO 2017

                                           

JOGO LIMPO BENFICA TV HD :: 27 OUTUBRO 2017

                                           

BASQUETEBOL SOMA QUINTA VITÓRIA CONSECUTIVA


Na principal competição nacional, o Benfica soma cinco vitórias em outros tantos jogos. O Galitos foi a última vítima.
A equipa de basquetebol venceu, este sábado, o Galitos, por 70-81, em jogo da 5.ª jornada realizado no Pavilhão professor Luís Carvalho, no Barreiro.
Desta forma, o Benfica soma por vitórias os cinco jogos disputados nesta edição da Liga Portuguesa de Basquetebol.
Depois da derrota na Dinamarca a meio da semana para FIBA Europe Cup, os comandados por José Ricardo deram uma resposta convincente num terreno difícil. As águias entraram melhor e no final dos primeiros 10 minutos venciam, por 18-23. Todavia, a turma da casa respondeu, passou para a frente do marcador no decorrer do segundo período do jogo e saiu para o descanso na frente (46-41).

A vantagem do Galitos foi sol de pouca dura. O Benfica regressou melhor dos balneários e entrou nos derradeiros 10 minutos do jogo a vencer por um ponto (59-60). A partir daqui só deu Benfica! A vantagem pontual foi-se agudizando até aos 70-81 finais.
Formação inicial: Jesse Sanders, Carlos Morais, João Soares, Antywane Robinson e Raven Barber.
O Benfica lidera a classificação da Liga Portuguesa de Basquetebol, com 10 pontos, e no dia 5 de novembro recebe o CAB Madeira no Pavilhão Fidelidade.

FUTSAL FEMININO GOLEIA E É LÍDER INVICTO


Equipa de Bruno Fernandes venceu, por 0-5, na deslocação ao recinto da Quinta dos Lombos.
Mais uma jornada, mais uma vitória! A equipa feminina de Futsal deslocou-se este sábado ao recinto da Quinta dos Lombos, tendo vencido, por 0-5 (0-2, ao intervalo), para as contas da 6.ª ronda do Campeonato.
Inês Fernandes, Cláudia Lobo, Sara (2) e Janice apontaram os golos de mais um triunfo das encarnadas que assim se mantêm líderes isoladas e invictas, com 18 pontos.
O treinador Bruno Fernandes fez alinhar de início Ana Catarina, Inês Fernandes, Nina, Sara e Janice.

BENFICA B GOLEADO EM BARCELOS


Com 20 minutos muito eficazes, o Gil Vicente resolveu o jogo da 11.ª jornada da Ledman LigaPro que, à partida, se antevia mais complicado para os da casa.
O Benfica B vinha de duas vitórias consecutivas – Académica e U. Madeira – e Hélder Cristóvão apresentara novo triunfo como ponto de ordem na antevisão. O lateral-direito foi lançado em estreia em jogos oficiais pela equipa B, porém, os comandados por Jorge Casquilha inauguraram o marcador logo aos seis minutos por Jonathan Rubio.

O Benfica B tentava responder, nomeadamente através da irreverência de Willock, mas o 2-0 apareceu pouco depois, aos 13’, através de Igbekeme, e Reko ainda fez o 3-0 aos 20’. Não estava fácil o jogo para as águias, mas Hélder Cristóvão e seus pares não baixaram os braços, pegaram na batuta do desafio e foram atrás de reduzir um resultado que se manteve inalterado até ao intervalo.
Na segunda parte, o Gil Vicente geriu a vantagem, com o Benfica B a tentar minimizar o resultado. Ainda assim, os da casa fizeram o 4-0 por Igbekeme, que bisou na partida (73’). Aos 88’, o Benfica B ainda atirou uma bola ao poste, mas o resultado não mais se alterou.
As águias mantêm-se com 15 pontos na tabela classificativa e no dia 1 de novembro, às 14h30 recebem o Santa Clara, no Seixal.
O Benfica B alinhou com Zlobin; Pedro Pereira, Kalaica, Ferro, M. Leal; Florentino, M. Chrien (João Félix, 56’), Gedson; Willock, Heriberto (Alan Júnior, 70’) e José Gomes (João Filipe

, 7Hélder Cristóvão considerou que o resultado contribui para o crescimento da equipa. 

O Gil Vicente impôs, ao Benfica B, a sua primeira derrota dos últimos quatro jogos, por esclarecedores 4-0. Um resultado que Hélder Cristóvão considerou justo e que contribui para a o crescimento da equipa.
“Antes de mais, quero dar os parabéns ao Gil Vicente pelo jogo que fez, pela consistência que apresentou e pela forma como chegou rapidamente ao golo. Foi um jogo de aprendizagem. Neste processo é preciso que eles joguem com contrariedades, num contexto adverso, que foi o que aconteceu nos primeiros três golos. O Benfica tentou equilibrar, temos três situações em que podíamos ter feito golo e penso que aí era o momento em que se podia ter dado uma viragem. Mas não o conseguimos fazer”, disse o técnico encarnado no final do encontro.
“Nunca fomos a equipa que queremos ser, nunca fomos um Benfica com posse e dominador e creio que o resultado é justo por aquilo que se passou aqui hoje”, admitiu.
No entanto, o treinador considera que o jogo foi uma “aprendizagem tremenda.”5’).

PRIMEIRAS PÁGINAS