sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

QUANDO ENTRA FRIO OU... SAI ASNEIRA


"Falta menos de uma semana para abrir a janela do mercado de Janeiro. É uma daquelas janelas, onde raramente entra uma luz. Aliás, nestas famosas janelas de Janeiro, atendendo às circunstâncias em que clubes aflitos procuram o milagre de uma nova estrela que os guie às mais esplendorosas vitórias e em que clubes com equipas estabilizadas acabam por não resistir à tentação de trocar a segurança e a solidez de um projecto por um punhado de euros, salvo honrosas excepções, ou entra muito frio ou sai asneira.
Mesmo assim, os alegres gestores de muitos dos nossos queridos clubes (e não só) aliam-se dos contentes gestores de carreira dos jogadores e fazem do primeiro mês do ano um mercado aberto com negócios fechados. Sobram quase sempre em comissões o que acaba por faltar em lógica, em critério, em planeamento, em racionalidade. No entanto, o povo do futebol não só não lamenta os excessos e a ausência de rigor das escolhas em saldos, como até aplaude com o vigor próprio de quem se acha revigorado na esperança sem ter de depender ou chavo do seu bolso.
Não serei eu a negar, porém, o aproveitamento da oportunidade. Uma vez que ela existe, pois que se transforme num trunfo. O que eu alerto é para a exibição a céu aberto de uma prática repetida de falta de profissionalismo, quando não, mesmo, de falta de vergonha. O futebol desperta muitos interesses, o menor dos quais não é o económico. Daí que as compras e vendasde jogadores de torne um negócio apetecível e nem sempre pelas melhores razões. Nesta fase, as contratações devem ser particularmente cirúrgicas, precisas, rigorosas."

José Manuel Delgado, in A Bola

PRIMEIRAS PÁGINAS


quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

"NÃO ENTRAMOS EM EUFORIAS"


FUTEBOL
No lançamento da deslocação ao terreno do Aves, onde se decide o acesso à final four da Taça da Liga, o treinador do Benfica vincou a disposição coletiva de "continuar o trabalho" e dar sequência ao que foi feito no jogo com o Braga.
"Não entrámos em dramas por ganharmos outros jogos por 1-0 e agora também não entramos em euforia por vencer o Braga por 6-2" – assim reagiu o treinador do Benfica, Rui Vitória, no momento de fazer a ponte entre o último jogo na Liga NOS e o desafio em casa do Aves, marcado para as 21h15 de sexta-feira, para decidir o acesso à final four da Taça da Liga.
"Fizemos um jogo bom, bem conseguido, com confiança, mas não chega, temos de continuar o nosso trabalho", frisou Rui Vitória na conferência de Imprensa realizada no Caixa Futebol Campus ao início da tarde de quinta-feira.
O Benfica reencontra o Aves quase três meses depois da vitória no jogo da Liga NOS no Estádio da Luz. Que diferenças espera encontrar no adversário?
É uma competição diferente. Sabemos que esta é a última jornada desta fase e o Aves e o Benfica são as únicas equipas do Grupo A que têm a possibilidade de passar à final four. Acredito que o Aves esteja muito motivado para lá chegar. Vai querer ganhar, porque é a única hipótese que tem, e nós também vamos querer vencer, porque não estamos com preocupações de empates ou de fazer o mínimo. A nossa preocupação é ir lá para ganhar, sabendo que vamos defrontar uma equipa com qualidade, que tem jogadores rápidos na frente e que nos podem causar chatices.
O Benfica está numa série de vitórias seguidas. Que trabalho foi feito para que os resultados sejam agora muito diferentes?
Houve de facto algumas mudanças internas no nosso funcionamento diário, mas não vou estar aqui a explicá-las. A mudança fundamental foi esta: se queremos mudar alguma coisa, também temos de mudar nós próprios. Foi uma reflexão de todos os jogadores, ter a consciência do que tínhamos de fazer. Ser ainda mais rigoroso, ser permanentemente exigente, unirmo-nos cada vez mais, acreditar no que estamos a fazer, não desviar o nosso foco... Houve uma série de estratégias que utilizámos. É evidente que houve coisas do ponto de vista operacional, mas que não vou esmiuçar aqui. Estamos a ganhar, mas isto não muda a nossa forma de pensar. É jogo a jogo, dando um passo de cada vez, procurando somar consecutivamente vitórias. É assim que pensamos.
Depois do resultado expressivo frente ao Braga, coloca-se a pergunta: a fase de retoma já acabou? E se já acabou, que fase é esta do Benfica?
Não temos uma janela de entrada nem de saída da fase de retoma. Houve um período em que as vitórias foram fundamentais, porque queríamos estar sempre dentro do Campeonato e queríamos estar nas quatro competições como estamos, e isso muitas vezes é pôr o resultado à frente de qual outra questão. Exibições como as que fizemos na primeira parte do jogo em casa do Belenenses e no reduto do Ajax não nos deram pontos. Quando se fala de resultados e de exibições, vamos ver os últimos dez jogos de uma série de equipas do nosso Campeonato e verificar quantas ganharam pela margem mínima... Associado a nós esteve sempre a ideia de uma vitória sofrida, uma dificuldade, mas com algumas equipas isso não aconteceu, sendo na mesma vitórias pela margem mínima. Para algumas equipas isso foi crença e determinação, mas para nós foi uma vitória sofrida... Resistimos a isso e temos de resistir, porque temos um foco muito grande, que é ganhar, se possível jogando bem. No último jogo fizemos uma exibição de enorme categoria, vamos tentar repetir e continuar. São tantos os jogos que temos nos meses de dezembro e de janeiro – 14 já garantidos, vamos ver se serão 16 – que não dá para estar a dizer se a fase de retoma acabou... Isto é uma luta diária! Agora é ganhar o próximo com o Aves, depois em Portimão... Importante é ganhar, se possível jogando bem.
O plantel do Benfica vai ser retocado e reforçado em janeiro?
Mais do que a questão de reforçar, são as mudanças que iremos fazer. Não direi que serão substanciais, serão questões de pormenor e terão sempre como fundo a capacidade financeira e o valor. Trazer por trazer não é o que queremos. Se entrar alguém, vamos à procura de soluções que o sejam de facto. As nossas ideias estão clarificadas e transmitidas. A maioria dos negócios faz-se no fim de janeiro. Vamos com cabeça, sabendo o que temos de fazer. Podemos ser incisivos sobre uma ou outra posição.
Este jogo com o Braga pode ter servido para passar a mensagem de que foi o da viragem do Benfica nesta temporada?
Todos os jogos são importantes. Foi uma partida que queríamos muito vencer, porque o adversário ia à nossa frente, tem enorme valor e porque era também um desafio para nós. Demos uma boa imagem e fizemos uma exibição de enorme categoria. Foi um jogo importante, mas não passa disto. Não entrámos em dramas por ganharmos outros jogos por 1-0 e agora também não entramos em euforia por vencer por 6-2. Foi um jogo bom, bem conseguido, com confiança, mas não chega, temos de continuar o nosso trabalho.
No futebol diz-se muitas vezes que em equipa que ganha não se mexe. Depois da boa exibição com o Braga, tenciona manter o onze na partida com o Aves?
Ouve-se muito esse ditado, mas, se tivermos de fazer alterações, terão de ser com argumento mais válido. Não podemos esquecer que estamos a competir com um intervalo de tempo muito curto, os tais 16 jogos que podemos ter de fazer em dezembro e janeiro, que para mim são uma enormidade e não havia necessidade de os fazer neste período. Também temos de olhar para cada jogador e a forma como recupera. Não temos intenções de grandes modificações, haverá aquelas que forem quase obrigatórias.
Foi preciso puxar a equipa para baixo depois do resultado tão positivo e da exibição tão exuberante com o Braga?
Não, porque os meus jogadores têm sido enormes profissionais desde o início. Infelizmente tivemos muito pouco tempo para estar com as famílias, já vamos viajar hoje, depois logo no dia 1 de janeiro teremos de viajar para Portimão... Há uma vontade muito grande de dar sequência àquilo que fizemos no último jogo. Os jogadores sabem isso. Não preciso de grandes estratégias de "psicologia", temos uma relação muito clara e direta, eles sabem bem o que está aqui em causa, o que nós precisamos.
Um abraço solidário a Bruno Simões e à sua família
Antes de rematar a antevisão do duelo com o Aves, Rui Vitória deixou uma mensagem de solidariedade para com Bruno Simões, adepto do Benfica apedrejado em plena autoestrada no passado domingo quando regressava a casa, de autocarro, após assistir ao jogo com o Braga no Estádio da Luz. Com ferimentos muito graves, Bruno Simões está internado no hospital de Vila Nova de Gaia.
"Um abraço solidário ao adepto Bruno Simões! Isto que digo tem a ver com todos os Brunos e com todas as cores deste País. O futebol não é isto! O futebol é um espetáculo muito bonito, que deve ser cada vez mais vivido pelas famílias. As pessoas têm de ir ao futebol com tranquilidade. Que todos pensemos que esta modalidade e este espetáculo têm de ser bem defendidos e promovidos. As pessoas têm de assistir a um espetáculo de futebol com a máxima tranquilidade e ter a confiança de que podem trazer os seus filhos, as suas famílias sem qualquer risco. Um abraço solidário à família do Bruno Simões e a todos os Brunos deste País, independentemente das cores", enfatizou o treinador.

TERRORISMO SEM PERDÃO


A camisola com o nome de Bruno Simões que o plantel do Benfica levou ontem para o balneário é muito mais do que um alerta para a situação que ocorreu na A1, em Grijó-Gaia.
É, antes, um pedido desesperado para que todos os Brunos Simões – apaixonados por futebol – possam continuar a acompanhar as suas equipas e regressar a casa sãos e salvos.
A Liga Portugal anunciou orgulhosamente que no passado domingo se bateu um recorde com mais de 10 anos. Desde 2007 que não iam tantos adeptos aos estádios no mesmo dia: 145.420.

O Benfica congratula-se com o registo (e também por o Estádio da Luz ter contribuído com 39,5% do valor total), mas lamenta que a mesma Liga Portugal não tenha ainda dedicado uma palavra ao nosso adepto que foi barbaramente atirado para uma cama do Hospital de Gaia. Ele foi um dos 145.420!
O que está em causa, nesta emboscada da A1, é de novo o crime organizado! Que se manifesta das mais variadas formas. Seja pelas ameaças aos árbitros e respetivas famílias, seja pelo cibercrime, seja por estes cobardes ataques a adeptos.
E importa recordar que, nestas questões, a inércia das instituições é o melhor incentivo à cultura de ódio.
O crime contra os elementos da Casa do Benfica de Barcelos que seguiam no autocarro é semelhante, na forma, ao que se passou em Alcochete: uma ação planeada e perpetrada intencionalmente para causar dano.
Ou seja, está contemplada no artigo 3/1 da Lei 52/2003, de 22 de agosto, e enquadra-se no âmbito da verificação de elementos do crime de terrorismo. O que é que ainda falta para se travar esta gente?
Benfica News, Sport Lisboa e Benfica

PRIMEIRAS PÁGINAS


quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

AUSÊNCIA DO ESTADO DE DIREITO!!!


"A cultura do ódio clubístico fez mais uma vítima em Portugal. Um jovem adepto do Benfica está em estado crítico na cama de um hospital e hoje será operado, numa tentativa de recuperar totalmente a sua visão, depois de um traumatismo cranio-encefalico. A perseguição ao Benfica e aos benfiquistas que se tornou uma actividade quase curricular de alguns grupos criminosos em Portugal tem sido levianamente permitida pelas autoridades, pelo Estado e pelas entidades reguladoras do futebol que vão continuar a assobiar para o ar. O que se impõe é que os cidadãos sejam defendidos e protegidos dos autores materiais e morais desta criminalidade organizada. Recentemente denunciei no programa Chama Imensa os insultos e a perseguição a que crianças de oito, nove e dez anos têm sido submetidas na zona do Grande Porto e Minho, só pelo simples facto de actuarem por diversas equipas da Geração Benfica. Mais alarmante ainda o facto dos pais e treinadores dessas crianças não denunciarem publicamente a situação por terem medo de represálias. Em algumas zonas do País assiste-se à total falência do Estado de Direito e exige-se uma resposta dura e securitária que restitua a ordem e a segurança pública.
Também há poucos dias, um grupo de seis carros com adeptos de uma claque organizada que espalha o terror há diversos anos pelo país fora, invadiu uma quinta onde decorria a festa de Natal da Casa do Benfica de Braga. Primeiro tentaram reservar uma mesa para dez pessoas no mesmo local onde decorria esse jantar mas perante essa impossibilidade, organizaram uma excursão de seis viaturas contendo adeptos de uma claque organizada e identificada apenas com o intuito de criar confusão e sobretudo amedrontar crianças e adeptos mais idosos do Benfica presentes nessa festa de Natal. 
Também por esses dias, adeptos do Benfica que se deslocaram ao pavilhão do Águas Santas para assistir ao jogo de andebol entre a equipa local e o Glorioso, foram assaltados e agredidos por membros que pertencem a essa mesma claque organizada. Alguns dos produtos roubados foram depois exibidos nas redes sociais pelos autores desse roubo.
Existem episódios quase diários de violência, ameaças e perseguições a adeptos do Benfica em algumas zonas do país, especialmente na zona do Grande Porto e agora também o Minho. Todos sabem quem são os autores materiais mas também morais desta cultura de ódio clubístico. Até quando, em Portugal, autoridades, Estado e entidades reguladoras do futebol vão aceitar ser cúmplices silenciosos desta onda de crimes contra a maior instituição desportiva do país e os seus apoiantes?"

“ESTAMOS VIVOS NAS QUATRO COMPETIÇÕES”


FUTEBOL
Lateral-esquerdo espanhol salienta que “há que aproveitar o bom momento” que o Benfica vive.
Perto de encerrar o ano 2018, Grimaldo já igualou a sua época mais concretizadora, com quatro golos marcados. O lateral-esquerdo espanhol quer aproveitar o bom momento de uma equipa que respira confiança.
EM QUATRO FRENTES
“Estamos vivos nas quatro competições, ainda falta meia temporada, talvez até um pouco mais. Penso que o mais importante é poder ganhar as quatro competições. Não se consegue estar sempre no nível máximo, é complicado e chegou um momento que, por várias situações, não conseguíamos a vitória. Era complicado, mas o importante é que agora estamos num bom momento, há que aproveitá-lo e pensar no próximo jogo.”

A RELAÇÃO COM OS ADEPTOS
“A crítica não foi para os adeptos, creio que tentei puxar pelo apoio deles. Estávamos numa má situação, mas melhorámos. Não acho que tenha sido uma crítica, mas antes um incentivo para que nos ajudem e para estarmos todos juntos.”

Benfica-FC Porto

ELO ENTRE EQUIPA E TREINADOR
“A equipa confia no treinador e sempre confiou. Penso que chegou a uma situação um pouco mais delicada depois de um início de temporada muito bom e agora estamos num bom momento outra vez. Há que aproveitá-lo.”

TURCOS PELA FRENTE
“De certeza que será um jogo muito difícil, estamos cientes disso, mas ainda falta muito e não sabemos em que situação estaremos – nós e eles [Galatasaray] –, o que também poderá mudar muito até esse jogo. Quando essa altura chegar, logo pensaremos nisso.”
ATÉ ONDE PODE CHEGAR O BENFICA?
“De momento, estamos a pensar na primeira eliminatória, depois pensaremos na seguinte e por aí fora. A equipa está motivada para chegar o mais longe possível e… porque não ganhar?”
EXIBIÇÕES QUE VALEM ELOGIOS
“Tento sempre melhorar a cada ano, estou muito bem. Não sei se estou melhor ou pior do que nos anteriores, que sejam os outros a avaliar. Estou muito feliz com a temporada que estou a fazer e agora há que continuar assim. Estou muito contente aqui, muito feliz. Estou a ter minutos e igualmente a confiança do treinador e o que tiver de vir, virá, mas a verdade é que estou muito contente aqui no Benfica.”
UMA GRANDEZA QUE SURPREENDE
“Sabia, porque muita gente falava, que era um Clube muito grande, com uma dimensão muito grande e quando cheguei aqui também fiquei surpreendido porque era maior do que podia imaginar e estou muito feliz pelo tempo que já levo aqui e todo o tempo que estarei.”
DA FORMAÇÃO PARA O PLANTEL PRINCIPAL
“Estão a subir, nos últimos anos, muito bons jogadores da formação, e isso faz com que suba o nível da equipa, é importante que venham jogadores jovens com muita ambição, com muita qualidade e isso faz com que melhore o nível da equipa e que sejamos mais competitivos.”

“AS VITÓRIAS TÊM ACONTECIDO POR ALGUM MOTIVO"


FUTEBOL
O jogador de 19 anos mostrou ter os pés bem assentes na terra e muita vontade de alcançar bons resultados.
Gedson, mais uma pérola made in Caixa Futebol Campus, revelou maturidade dentro e fora de campo ao fazer um balanço da temporada, na qual se estreou pela equipa principal do Benfica.
A EQUIPA
“Hoje, tal como no início da época, é uma equipa sólida, uma equipa forte, uma equipa com grande talento e uma equipa que joga para vencer todos os jogos. Desde pequeno que sempre admirei o Benfica, sempre vou admirar, e agora que estou inserido neste plantel, neste contexto, admiro ainda mais a grandeza do Clube.”
ALTOS E BAIXOS
“Todos os grandes clubes passam por momentos bons e por momentos menos bons. Nós já passámos por ambos e agora voltámos aquilo que somos, uma grande equipa, com grandes momentos e com grandes vitórias.”
A RESPOSTA QUE SE DÁ
“Certamente iremos trabalhar mais, temos um longo Campeonato pela frente. Tudo acontece por um propósito e se as vitórias têm acontecido por algum motivo é. Temos apanhado campos difíceis, adversários complicados. Estamos felizes por termos ganho os jogos, retomado o caminho das vitórias e certamente voltaremos a reconquistar os nossos adeptos.”

Rui Vitoria
RUI VITÓRIA À FRENTE DA EQUIPA
“Foi um momento muito positivo para nós porque não queríamos que o nosso treinador se fosse embora porque Rui Vitória é o treinador ideal para o Clube, é o treinador que ganhou o Tetra, por isso não é um por ano ter corrido mal e por termos passado momentos menos bons que sairia. É um grande treinador e se continua por algum motivo é. A situação pouco nos abalou e deu-nos mais força. Se o Presidente acredita no treinador, nós também acreditamos, como sempre acreditámos. Agora estamos mais unidos, mais coesos e temos conseguido as vitórias que merecíamos.”

GRANDE TREINADOR
“Vimos pouco as notícias. Se algum treinador regressar ou não para nós é indiferente. Nós temos um grande treinador e contamos com aquilo que nós temos neste momento. Aprecio o seu trabalho, espero que continue neste Clube por muito tempo.”
OBJETIVOS TRAÇADOS
“Todos os nossos objetivos foram bem definidos no início da época, nós sabemos quais são e temos de trabalhar mentalizados nisso mesmo. Queremos ganhar todas as competições possíveis e reconquistar todas as taças que nos faltam, mas antes temos de pensar jogo a jogo.”
LIGA EUROPA À ESPREITA
“O Benfica é um grande clube, já o demonstrou em muitos momentos, certamente podemos ultrapassar qualquer equipa, temos qualidade e equipa para isso. Mas antes de pensarmos no jogo com o Galatasaray e pensarmos muito à frente ainda temos outros jogos do Campeonato em que pensar.”
O TAMBÉM MÉDIO GABRIEL
“Em nenhuma equipa do mundo penso que hajam posições definidas, a posição de cada jogador é definida pelo treinador e com a chegada do Gabriel eu fiquei muito feliz, é o meu companheiro de equipa e eu só quero o bem dele. Somos colegas de equipa, de trabalho e desde a chegada dele que temos feito uma amizade. Temos feito boas amizades na equipa e ficamos felizes porque são disputas saudáveis, que nos fazem crescer. Eu sou da formação, ele é um jogador mais experiente e gosto de aprender com ele.”

Adeptos e equipa
ESTREIA NA SELEÇÃO
“Foi um dia diferente, um dia de orgulho, quase o mesmo orgulho que senti quando me estreei pela equipa principal do Benfica, pois foi no Benfica que comecei a jogar futebol desde pequeno.”
A EXIGÊNCIA DOS ADEPTOS
“Os adeptos de equipas grandes são assim, têm que se manifestar quando veem que as coisas não estão a correr bem, têm que puxar pela equipa e nós temos de mostrar melhores resultados e continuar a vencer porque só assim teremos os adeptos do nosso lado.”
CRÍTICAS E POLÉMICAS
“Isso não nos traz pressão nenhuma. A nossa única pressão é o emblema que carregamos diariamente e é por ele que temos de trabalhar e dar o nosso máximo, agora o resto para nós até é uma motivação extra para vencer jogos e provar que aquilo não passam de falatórios e de coisas que tentam destabilizar o clube, mas que não conseguem.”
CONTAS FAZEM-SE NO FIM
“Tudo é recuperável. Se não fosse, não estávamos na luta pelo título, mas ainda estamos e é isso que nos interessa e certamente que iremos jogar para vencer.”
BALNEÁRIO UNIDO
“Estamos mais unidos que nunca. Sabemos que dependemos e precisamos uns dos outros, só assim continuaremos a ser uma grande equipa e alcançaremos os nossos objetivos.”

CRIME NA AUTO-ESTRADA


Bruno Simões foi vítima de um ataque bárbaro e vergonhoso que não pode passar impune. O jovem seguia num autocarro da Casa do Benfica de Barcelos e foi a principal vítima de uma emboscada criminosa, na A1 (Grijó/Gaia), que poderia ter tido consequências ainda mais graves.
O que aconteceu a Bruno Simões – que regressava a casa depois de assistir ao Benfica-Sp. Braga – é mais um sinal de que é preciso atuar de forma rápida e implacável com todas as correntes de violência que semeiam o pânico no Desporto, em geral, e no Futebol, em particular.

Não é admissível que tenhamos, todos, de continuar a viver em permanente estado de alerta a cada fim-de-semana. Não é admissível que um jovem de 20 anos fique em risco de vida sem sequer perceber porquê. Não é admissível que os responsáveis por esta barbaridade continuem à solta.
Esta não foi a primeira vez que a conflitualidade no futebol foi transportada para as estradas em forma de ataque cobarde. Todos nos lembramos de outras investidas do género, inqualificáveis, e que também essas passaram sem o devido castigo. Basta recordar os envolvidos, há cerca de um ano, naquela emboscada aos nossos adeptos que regressavam da Vila das Aves.
É urgente punir todo e qualquer tipo de marginalidade que afete o Futebol. É preciso pôr em prática todos os mecanismos ao alcance das autoridades para erradicar do Desporto os energúmenos e selvagens que planeiam e concretizam estes ataques.
Que ninguém fique de braços cruzados. Que ninguém se cale. Que ninguém seja cúmplice.

CONTRATADA


FUTEBOL FEMININO
A internacional portuguesa, de 28 anos, reforça o futebol feminino do Benfica, depois de começar a temporada no clube espanhol, EDF Logrono.
Raquel Infante é a mais recente contratação do Benfica para a época 2018/19. A defesa-central de 28 anos integrará os trabalhos a partir de janeiro e vai vestir a camisola n.º 5.
Internacional pela seleção portuguesa, já passou por clubes de vários países como EU L Estartit, SPC Llanos Olivenza, Levante e EDF Logrono (Espanha), ASD Riveira e Zaccaria (Itália), Aland United (Finlândia), 1.º de Dezembro e Clube Futebol Benfica (Portugal).
“Foi-me apresentado o projeto que me pareceu muito aliciante e não tive dúvidas que queria vir representar esta grande instituição e é com muito orgulho que venho fazer parte deste enorme clube, com grandes adeptos, que é o Benfica”, começou por afirmar o reforço, em declarações à BTV.

“Foi fácil a minha decisão. O Benfica apresentou-me excelentes condições para que eu possa jogar futebol profissional no meu país e estou feliz”, reforçou.


Raquel Infante

 Como jogadora define-se como “aguerrida, dedicada e sobretudo muito trabalhadora”.

“Sou uma jogadora muito focada e dedicada no trabalho. Como defesa-central gosto de sair com a bola, quando assim é possível, sou muito aguerrida e não dou qualquer lance por perdido. Trabalho é a minha característica principal. Dou sempre o meu máximo e é o que vou fazer no Benfica. Quero ganhar muitos títulos com este emblema ao peito, vai ter um sabor especial”, enfatizou a jogadora.
Raquel Infante pisou o relvado do Estádio da Luz e afirmou não poder estar mais orgulhosa e impressionada.

“É um orgulho estar neste magnifico Estádio, saber que vou representar o Benfica, com estes adeptos maravilhosos, a quem eu peço que venham apoiar a nossa equipa porque vamos dar muitas alegrias”, garantiu a nova contratação do Futebol Feminino.