quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

ELUCIDATIVO...

 


"O árbitro que anulou escandalosamente o golo ao GD Estoril Praia frente ao FC Porto, permitindo a reviravolta e dando os 3 pontos ao FC Porto, e o mesmo árbitro que não expulsou o Paulinho no Sporting - Portimonense, dando os 3 pontos ao Sporting, foi premiado com o Sporting - Santa Clara da meia-final da Taça da Liga.
Bastante elucidativo do que se passa no Conselho de Arbitragem, Liga e Federação Portuguesa de Futebol. A mensagem passada é clara: quem beneficia o FC Porto e o Sporting é recompensado."

PRÉMIO!

 


"O árbitro que anulou escandalosamente um golo ao GD Estoril Praia, permitindo a reviravolta e 3 pontos para o FC Porto, é premiado com a meia final da Taça da Liga.
São os recados do Conselho de Arbitragem."

SORRISO AMARELO DOS JUNTAS LETRAS, CAÍDO DO CÉU SÓ SE FOR A CORNADURA


 

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

NA FINAL GRAÇAS A VLACHODIMOS...



 O Benfica é o primeiro finalista da Taça da Liga. Os encarnados venceram o Boavista nas grandes penalidades (3-2), depois de um empate (1-1) no final do tempo regulamentar. Julien Weigl transformou o penalti decisivo que coloca os encarnados na final da competição.

A nível tático, o Benfica iniciou o jogo em 4-3-3, com Everton na esquerda, Diogo Gonçalves na direita e com Yaremchuk como homem mais adiantado. O Boavista de Petit, com uma defesa a três (Nathan, Abascal e Felipe Ferreira), e com Gorré e Sauer no apoio a Musa.
O primeiro sinal de perigo do jogo surgiu num lance que teve Sauer como protagonista, viria a sê-lo mais à frente no jogo, mas já lá vamos. Pontapé fraco, fácil para Vlachodimos. Mas nos primeiros minutos, o Benfica começou a pegar no jogo, com a equipa lisboeta muito forte nos duelos e nas tabelas, tentando dessa forma desmontar a capacidade defensiva da equipa de Petit.
Ao minuto 6´, João Mário quase aproveitava uma falha de Nathan. O centrocampista por pouco não conseguiu emendar para a baliza. Ao minuto 8´, novo ameaço para a equipa que se apresentava até ali mais esclarecida em campo. Jogada de entendimento dos encarnados. Everton deixou em Diogo Gonçalves que endossou em Yaremchuk, com o avançado a atirar para a defesa de Bracali. Na recarga, o jogador brasileiro defendeu o remate de João Mário.
A agressividade do Benfica sobre a bola compensou e à passagem do minuto 15 chegou à vantagem. Nathan e Felipe Ferreira perderam a bola em zona proibida, Everton recuperou e num forte remate fez o primeiro da partida. A vantagem justificava-se com o Benfica mais forte sobre o terreno de jogo, mas foi a partir do golo encarnado que a ‘pantera’ quis mostrar as garras. Numa fase inicial, sem grande capacidade de desestruturar a defensiva encarnada, fazia-se valer da meia-distância. As tentativas de Gorré e Hamache não acertaram na baliza. Musa ainda acertou no alvo mas sem problemas para Vlachodimos.

Com o Boavista balanceado no ataque, o Benfica podia ter dilatado a vantagem. Mais uma jogada de cabeça, tronco e membros da equipa de Nelson Veríssimo. Grande lance de Diogo Gonçalves, a passar por um adversário e depois a cruzar, Yaremchuk falhou o desvio e Cebolinha atirou por cima.
Com o Boavista sem oportunidades claras e com o Benfica a aproveitar uma das oportunidades de que dispôs, numa ‘oferta dos boavisteiros’, aceitava-se assim a vantagem encarnada ao intervalo. No segundo tempo, a toada mudou, com o Boavista a subir linhas e a aparecer com outra cara à procura do golo do empate. E que melhor podia acontecer aos axadrezados do que chegar ao empate nos primeiros minutos do segundo tempo. Morato derrubou Musa na área, e foi assinalada grande penalidade. Na conversão, Gustavo Sauer não deu hipóteses a Vlachodimos, numa bomba do médio das panteras.
Com o golo do Boavista e com a equipa a perder acutilância, Nélson Veríssimo mexeu lançando Diogo Gonçalves e Paulo Bernardo, alterando a estrutura tática com dois homens na frente. Os axadrezados estiveram perto de dar a volta ao marcador e Musa à meia-volta permitiu a defesa do guardião do Benfica. De seguida, Vlachodimos negou o golo a Musa. Os adeptos do Boavista tentavam empurrar a equipa para a frente, já que sentiam que o conjunto portista poderia causar uma surpresa. Ao minuto 70´, Gorré dispôs de excelente oportunidade, mas atirou ao lado. Com o jogo a abrir-se, do outro lado falhou Yaremchuk. Depois de um cruzamento de João Mário, o ucraniano atirou para ao lado.
Para os últimos minutos, tanto Petit como Veríssimo mexeram. Bracali ainda parou um pontapé de Pizzi, mas a primeira final da Taça da Liga iria ser mesmo decidida da marca das grandes penalidades.
Na decisão, os encarnados mostraram-se mais certeiros e inspirados: Sebastián Pérez, Musa e de Santis falharam para os boavisteiros. Pizzi e Verthonghen não conseguiram converter do lado dos encarnados. Grimaldo, Meité e Weigl marcaram as grandes penalidades do Benfica. Abascal e Hamache fizeram os tentos dos axadrezados. Acabou por ser o jogador alemão a colocar os encarnados na final da competição.

VALE TUDO !

 

 

A DOSE DO DIA DA ETAR JORNALEIRA


 

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

PAÇOS GARANTE MANUTENÇÃO?!!!!

 


"Mais um negócio com contornos muito estranhos que ninguém irá questionar porque que importa é desconfiar e descortinar todos os negócios do Benfica.
• Melhor jogador do Paços de Ferreira.
• Jogador que vale facilmente 8 a 10 milhões de euros e tem mercado no estrangeiro.
• Sai por empréstimo para o FC Porto a meio da época.
• Empréstimo NÃO TEM cláusula de compra obrigatória.
• Valor de compra acordado nos 3.5 milhões de euros.
Mais valia darem ou pagarem ao FC Porto para ficar com o jogador. Só não falamos em bruxas porque todos sabemos que o FC Porto tem uma nos seus quadros oficiais. Talvez este negócio seja obra dela.
A uns pedem 20 milhões, a outros oferecem os melhores jogadores a meio da época sem qualquer retorno financeiro."

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA | ANTEVISÃO #SLBBFC

                                                   

NO BENFICA OS OPOSTOS NÃO SE ATRAEM

 



"No Benfica de Jesus e no Benfica de Veríssimo para já encontramos ainda várias coisas parecidas. Nada de muito anormal se recordarmos que há “apenas” 20 dias de trabalho com a nova equipa técnica. O sistema já mudou para um 1-4-4-2, já mudou para 1-4-3-3 mas determinadas dificuldades ainda se mantêm.
Seja num 1-3-5-2 de Jesus ou no 1-4-2-2 de Veríssimo, parece ser consensual que a boa forma de Darwin (melhor marcador da liga e da equipa na época) merece a titularidade. Mas também já salta a vista a incapacidade que o jovem uruguaio tem para se relacionar com outro colega no ataque.
Sempre que Roman, Seferovic ou até Ramos, jogam ao lado de Darwin, parece que há toda uma falta de dinâmicas para jogarem juntos. Algo falha. Não há química no ataque encarnado. Mas porque será?
De uma forma simples, Darwin tem ainda dificuldades a jogar no centro do ataque e em se associar com colegas em tabelas, apoios e no arranjar de espaços. É um avançado de rutura, de jogar no constante ataque à profundidade e às costas da defesa adversária.
Ora, se pensarmos nos colegas que tem no ataque, isto levanta algumas questões.
Roman Yaremchuk é o típico avançado de área. Necessita de um jogo em seu redor que culmine numa bola em condições para finalizar. É forte de costas para a baliza e consegue jogar com tabelas próximas na grande área.
Seferovic, é um facilitador. É um avançado trabalhador, que se associa com colegas, consegue descair nos corredores e movimentar-se para arranjar espaço.
Gonçalo Ramos é o avançado tecnicamente mais evoluído e aquele que tem mais potencial para se adaptar ao jogo de qualquer um dos outros 3, já que não necessita de ser o elemento mais avançado para resultar.
Darwin sem querer, pode estar a anular alguns colegas devido às suas características que ainda necessitam de alguma evolução e treino.
Quando joga numa posição central do ataque, a sua tendência é sempre em diagonais para fora, “exigindo” que a equipa jogue em constantes transições “roubando” bola a Gonçalo Ramos, obrigando Seferovic a ser mais posicional (algo que não é) e proporcionando um tipo de jogo que não serve para Roman porque deixa a equipa demasiado esticada e começa a faltar-lhe apoio.
Contudo, sempre que o Benfica joga com equipas que lhe permitem essa profundidade, Darwin não desperdiça e justifica a aposta contando já com 20 golos na época. Ou seja, não é que Darwin seja culpado de algo que não está a funcionar, proporciona é um desafio constante ao treinador que terá de fazer opções para que o ataque funcione.
Jesus resolveu colocando Darwin a vir da esquerda para dentro. Nelson Verissimo parece querer dar opções no meio campo para que chegue mais apoio à frente.
Promete continuar…"

ESTERCO DO DIA