Domingos Soares Oliveira: «Não é preciso vender jogadores em janeiro»
ENCAIXE COM JAVI E WITSEL DÃO MARGEM
domingo, 21 outubro de 2012 | 08:19
Autor: JOÃO RUI RODRIGUES
Fotos: MIGUEL BARREIRA
Administrador encarnado quebra um silêncio de mais de dois anos para fazer um ponto de situação nas finanças das águias, lembrando o passado, elucidando sobre o presente e apontando metas para o futuro. Garante que o passivo está abaixo dos 400 milhões, que existem menos de 95 atletas com contrato profissional e que emprestados não custam um cêntimo.
RECORD – Uma das críticas mais fortes que se tem feito neste período pré-eleitoral tem a ver com os números do passivo do Benfica. Na realidade, qual é o passivo neste momento?
DOMINGOS SOARES OLIVEIRA – Se falarmos no passivo consolidado, que é o que interessa aos benfiquistas, existem duas vertentes: o passivo financeiro, que se situa em 237 milhões no final do último exercício, portanto muito abaixo dos 500 milhões falados por alguns, e o passivo não financeiro, que tem a ver com dívidas a parceiros e que se situa nos 119 milhões. Portanto, estamos a falar de um total que não chega a 400 milhões.
R – Elementos da lista de Rui Rangel insistem no passivo não bancário. O que é isto em concreto?
DSO – É aquilo que normalmente tem a ver com compras que se fazem e cuja parte essencial se refere a compra de jogadores. A maioria dos nossos parceiros aceita que o Benfica possa fazer esses pagamentos ao longo de determinado período.
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