quarta-feira, 7 de novembro de 2012

KIMI RAIKKONEN - NA LOTUS DESPORTO E TÉCNICA ESTÃO ACIMA DA POLÍTICA

Raikkonen, aqui na Ferrari (2007/2009) (foto AP)
«Na Lotus, desporto e técnica estão antes da política» - Kimi Raikkonen

Em entrevista ao diário espanhol Marca, Kimi Räikkönen (Lotus) falou sobre temas como a sua passagem pela Ferrari, o seu atual momento na Lotus e sobre a sorte.

«Ganhei um título com eles, tive bons momentos. Estou satisfeito pelos três anos que passei lá. Talvez se pudesse ter feito mais, mas eu sei por que não se fez e não quero falar da razão por que não continuei com eles. Não sinto saudades de ninguém. Para mim sair foi uma libertação», recordou assim a sua passagem na Ferrari.

Na Lotus, admite, é diferente: «Senti-me bem desde o início. As pessoas trabalham bem e tranquilas. Querem ganhar, e o desporto e a técnica estão antes da política, e todos olham na mesma direção. Há que o manter, só assim os resultados serão bons.»

Para quem assistiu ao GP de Abu Dhabi é impossível esquecer as palavras de Kimi Raikkonen para a sua equipa via rádio. O finlandês, incomodado com as indicações, disse para o deixarem em paz porque ele sabia o que fazia... e sabia: venceu o GP, oferecendo uma vitória à Lotus que escapava há 25 anos (Ayrton Senna)

Por estas e por outras, não causa estranheza a sua opinião sobre a sorte e o azar: «Na F1 não há sorte. Faz falta um bom carro e, se algo não funciona, é porque houve uma falha: no desenho do carro, na preparação, no piloto, algo que falhou. Não se ganha com sorte. Se saio de pista ou se falho, não é culpa de mais ninguém, é culpa minha, não é questão de sorte.»



A BOLA

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