Os procuradores que representam o Governo querem prisão preventiva para Bradley Manning, o militar de 25 anos responsável pela maior fuga de informação secreta na história dos Estados Unidos, para o site Wikileaks.
Manning ajudou a WikiLeaks a despejar milhares de documentos com segredos de Estado na Internet. Um dos procuradores do caso argumentou, esta segunda-feira, no início do julgamento em Fort Meade, uma base militar a 50 quilómetros de Washington, que isso era exatamente o mesmo que passar informação ao «inimigo».
Ora, segundo o Código de Justiça Militar, «ajudar o inimigo» é um crime que punível com a morte. O Governo não pedirá a pena capital, mas Manning pode ser condenado a prisão perpétua, sem poder obter liberdade condicional.
Joe Morrow, um capitão do exército que faz parte da acusação, disse que Osama bin Laden terá solicitado e obtido informações contidas nos documentos revelados pela Wikileaks em 2010.
O mesmo oficial acrescentou que «Manning foi motivado por desejo de notoriedade». Manning disse que foi motivado pelo desejo de expor «a sanguinolência» e desprezo pela vida humana do exército americano.
Manning declarou-se culpado de ter fornecido documentos secretos ao WikiLeaks entre novembro de 2009 e maio de 2010, altura em que trabalhava como analista de informação numa base americana no Iraque.
Segundo o Guardian, só a confissão poderia ter resultado numa sentença de 20 anos de prisão mas, ao todo, Manning enfrenta 21 acusações entre espionagem e traição.
Manning ajudou a WikiLeaks a despejar milhares de documentos com segredos de Estado na Internet. Um dos procuradores do caso argumentou, esta segunda-feira, no início do julgamento em Fort Meade, uma base militar a 50 quilómetros de Washington, que isso era exatamente o mesmo que passar informação ao «inimigo».
Ora, segundo o Código de Justiça Militar, «ajudar o inimigo» é um crime que punível com a morte. O Governo não pedirá a pena capital, mas Manning pode ser condenado a prisão perpétua, sem poder obter liberdade condicional.
Joe Morrow, um capitão do exército que faz parte da acusação, disse que Osama bin Laden terá solicitado e obtido informações contidas nos documentos revelados pela Wikileaks em 2010.
O mesmo oficial acrescentou que «Manning foi motivado por desejo de notoriedade». Manning disse que foi motivado pelo desejo de expor «a sanguinolência» e desprezo pela vida humana do exército americano.
Manning declarou-se culpado de ter fornecido documentos secretos ao WikiLeaks entre novembro de 2009 e maio de 2010, altura em que trabalhava como analista de informação numa base americana no Iraque.
Segundo o Guardian, só a confissão poderia ter resultado numa sentença de 20 anos de prisão mas, ao todo, Manning enfrenta 21 acusações entre espionagem e traição.
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