Pode não terminar da melhor maneira a experiência de Rodrigo Mora no River Plate, clube argentino ao qual o avançado está cedido pelo Benfica até final de junho.
Segundo noticia o diário Olé, o jogador acusou problemas físicos na passada sexta-feira, foi submetido a exames médicos para diagnosticar a origem do problema e acabou por não ser utilizado por Ramón Díaz no encontro com o Argentinos, disputado no domingo.
Escreve aquele jornal que o uruguaio ficou manifestamente desagradado com a decisão do treinador, alegando que a mesma foi tomada sem que fossem conhecidos os resultados dos exames médicos.
Jorge Pidal, preparador físico do River Plate, manifesta estranheza pelo sucedido.
«O caso de Mora é raro. Chama a atenção porque os jogadores querem sempre estar em campo, ainda para mais na fase final do campeonato. Quero acreditar na palavra do jogador porque, na verdade, não houve qualquer inconveniente; o treinador limitou-se a decidir que ele não seria titular. Rodrigo argumentou que tinha uma dor mas os exames mostraram que o músculo estava são. No entanto, as imagens nem sempre são exatas, a única coisa que fazem é marcar a diferença entre um músculo são e outro lesionado. Mas há que respeitar o que sente um jogador…», afirmou.
Neste cenário, afigura-se praticamente inevitável o regresso de Rodrigo Mora ao Benfica no final de junho, quando expira a cedência do uruguaio ao clube de Buenos Aires.
O River Plate, recorde-se, terá de pagar 3,5 milhões de euros ao clube português para garantir o concurso do avançado a título definitivo.
Segundo noticia o diário Olé, o jogador acusou problemas físicos na passada sexta-feira, foi submetido a exames médicos para diagnosticar a origem do problema e acabou por não ser utilizado por Ramón Díaz no encontro com o Argentinos, disputado no domingo.
Escreve aquele jornal que o uruguaio ficou manifestamente desagradado com a decisão do treinador, alegando que a mesma foi tomada sem que fossem conhecidos os resultados dos exames médicos.
Jorge Pidal, preparador físico do River Plate, manifesta estranheza pelo sucedido.
«O caso de Mora é raro. Chama a atenção porque os jogadores querem sempre estar em campo, ainda para mais na fase final do campeonato. Quero acreditar na palavra do jogador porque, na verdade, não houve qualquer inconveniente; o treinador limitou-se a decidir que ele não seria titular. Rodrigo argumentou que tinha uma dor mas os exames mostraram que o músculo estava são. No entanto, as imagens nem sempre são exatas, a única coisa que fazem é marcar a diferença entre um músculo são e outro lesionado. Mas há que respeitar o que sente um jogador…», afirmou.
Neste cenário, afigura-se praticamente inevitável o regresso de Rodrigo Mora ao Benfica no final de junho, quando expira a cedência do uruguaio ao clube de Buenos Aires.
O River Plate, recorde-se, terá de pagar 3,5 milhões de euros ao clube português para garantir o concurso do avançado a título definitivo.
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