quinta-feira, 14 de maio de 2026

ENTREVISTA DE PEDREROL A FLORENTINO - EN VIVO

                 

⏰¡ENTREVISTA EXCLUSIVA DE PEDREROL A FLORENTINO! | A LAS 21H EN LASEXTA

                  

DION BELJO É O NOVO HOMEM GOLO APONTADO AO BENFICA E... ZALAZAR PERDIDO!

                  

Benfica em 3° lugar | Ivanovic ou Pav ? Caso Mourinho | Liga Europa

                 

Benfica: Mourinho, Amorim ou M. Silva ? Outra vez Luisão | Zalasar no Sporting | Eleições ?

                 

"Rir para não chorar: o humor na ressaca de novo empate" | CANTO DO BENFICA

                 

PÂNICO NO BENFICA, PÂNICO NO BENFICA - MVATQN #137

                 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Concerto de Balneário | Luís Trigacheiro e as Inspiradoras

                 

De volta à realidade | Ep.287

                 

Falar Benfica #246, empate que pode hipotecar a LC, Mourinho e contestação, Estoril e modalidades

                  

O QUE RUI COSTA PODE FAZER JÁ PARA MUDAR O BENFICA?

                 

T5.E41 | "Mourinho não tem condições para continuar"

                 

BENFICA-IMPRENSA 13 Maio GLORIOSO EM CRISE EVIDENTE E VIAGEM DE MOURINHO CAUSA MAIS ESPECULACÃO!!🦅

                 

BOLA AO CENTRO (T3)- Ep. 201: À ESPERA DE UM MILAGRE!! 🦅🔴

                 

Benfica quer Mourinho? Isto mudou tudo.

                 

NÃO ACREDITO NISTO! | COMO EU VI | BENFICA 2 - 2 BRAGA

                 

BENFICA PERDE O SEGUNDO LUGAR! ESCANDALOSO! UM DESASTRE.

                 

OUTRA VEZ! BENFICA EMPATA E COMPLICA TUDO!

                  

terça-feira, 12 de maio de 2026

BENFICA 2-2 BRAGA!! GLORIOSO DESPEDE A ÉPOCA EM CASA COM MAIS UM EMPATE NUM JOGO FRACO E COM ERROS!!

                 

🔥 QUEDA TOTAL! Benfica perde 2º lugar após empate com Braga!

                 

ERA SÓ ISTO: CHAMPIONS? JÁ FOMOS...

                  

BENFICA - BRAGA: 33a Jornada LIGA - WATCHALONG - BOLA AO CENTRO (T3)- Ep. 200!!

                  

BENFICA-IMPRENSA 12 Maio GLORIOSO FALHA EM CASA E VÊ O 2.º LUGAR FUGIR NA RETA FINAL DA TEMPORADA!🦅

                  

VER A CHAMPIONS POR UM CANUDO



O Benfica empatou 2-2 frente ao SC Braga, em partida da 33.ª jornada da Liga Betclic. Os encarnados remataram 24 vezes à baliza, os arsenalistas fizeram-no apenas em 5 ocasiões, mas terminaram com o mesmo número de golos.
Na 33.ª jornada da Liga Betclic, o Benfica empatou (2-2) frente ao SC Braga, em partida realizada nesta segunda-feira, 11 de maio, no Estádio da Luz. Os encarnados tentaram de todas as formas e feitios chegar aos 3 pontos, mas os bracarenses tiveram a sorte da partida.
Para aquele que era o jogo do adeus à Luz nesta época 2025/26, José Mourinho – sem poder contar com os castigados Otamendi e Richard Ríos; e a promover os regressos ao onze de Tomás Araújo (recuperado de lesão) e Rafa – escolheu Trubin, Dedic, António Silva, Tomás Araújo, Dahl, Aursnes, Barreiro, Rafa, Schjelderup, Prestianni e Ivanovic para iniciar o desafio.
O Benfica começou o encontro com os olhos postos no ataque. Aos 4', Ivanovic aproveitou uma bola vinda de um remate de Schjelderup e introduziu-a na baliza à guarda de Hornícek. Porém, foi considerado que, no momento em que o esférico saiu do pé do internacional norueguês, o avançado croata estava adiantado 4 centímetros, e o tento foi anulado.




O jogo desenrolava-se muito no meio-campo, amarrado e longe das balizas, e só uma pincelada de classe de Schjelderup criou perigo. Após receber de Rafa, o camisola 21 serpenteou entre 3 adversários, encarou o guarda-redes bracarense e tentou servir Barreiro, com a defensiva contrária a afastar (16').
Já dentro da meia hora do 1.º tempo, uma bola longa de António Silva chegou até Rafa, que entregou para Ivanovic receber, controlar e atirar forte, mas Vitor Carvalho conseguiu desviar para canto (31').
Com os benfiquistas instalados no meio-campo adversário, aos 34' foi Rafa a tentar o golo. Passe de Dahl da esquerda para o meio a encontrar o camisola 27, com este a receber de costas para a baliza, a virar-se e a rematar em arco para excelente estirada de Hornícek.
Para lá dos 45 minutos, Schjelderup trabalhou bem no lado esquerdo do ataque, deu para Aursnes, que devolveu ao compatriota. O camisola 21 meteu no coração da área, onde Barreiro cabeceou para Hornícek segurar. Antes de a bola chegar ao médio encarnado, sofreu um desvio no braço de Gabri Martínez. Nem João Pinheiro, nem o VAR vislumbraram motivo para grande penalidade (45'+1').
Pouco depois, João Pinheiro deu por terminada a 1.ª parte, com o nulo no marcador. Durante o descanso, as equipas femininas de futebol (Liga BPI), de futsal (Taça de Portugal), de hóquei em patins (Taça de Portugal) e de andebol (Campeonato Nacional) foram homenageadas pelos títulos conquistados, assim como as equipas masculinas de futsal (Taça de Portugal) e de Esports (eLiga Portugal).




Ainda os atletas homenageados davam a volta olímpica, já a Luz festejava o 1-0, pois as águias chegaram ao golo no primeiro minuto do 2.º tempo!
Recuperação de Prestianni – antecipou-se bem a uma bola vinda de João Moutinho –, o argentino a levar as águias para o ataque, a colocar o esférico em Rafa, que, já no interior da área, atirou para o fundo das redes (1-0, aos 46').
O SC Braga reagiu e chegou à igualdade no lance seguinte. Na esquerda, Víctor Gómez cruzou a bola para a entrada da pequena área, onde surgiu Pau Victor a cabecear com precisão (1-1, aos 48').
A resposta encarnada saiu dos pés de Aursnes. Com um toque de classe, o médio recebeu, controlou a bola e, de seguida, tocou para Schjelderup, que entrou na área em velocidade, tirou um adversário da frente e rematou contra um oponente. O esférico sobrou para Ivanovic, que trabalhou bem e tocou para Aursnes, que, à entrada da área, disparou forte, valendo ao SC Braga uma grande defesa de Hornícek (56').
O Benfica voltou a carregar forte e, aos 59', foi Tomás Araújo a ficar a centímetros do golo. Canto cobrado no lado direito por Prestianni, o central a atacar a bola e a cabecear ligeiramente ao lado do poste direito.
Pavlidis foi o primeiro homem lançado por José Mourinho para refrescar a equipa, com o internacional grego a tomar a vez de Ivanovic (62').
Quase na primeira ocasião em que tocou na bola, Pavlidis colocou-a dentro da baliza. Schjelderup arrancou pelo lado esquerdo, foi até à linha final, entrou na área e serviu o avançado helénico, que só teve de encostar (64'). Porém... após ouvir as indicações do VAR, João Pinheiro anulou o golo, por considerar que a bola saiu totalmente do terreno de jogo no momento em que Schjelderup assistiu o camisola 14 (65').
O jogo voltou a ficar muito amarrado no meio-campo e, de modo a dar mais velocidade, aos 76', José Mourinho lançou Lukebakio e tirou Barreiro, passando Prestianni para o meio.
Insistiu o Benfica e, aos 78', novo lance motivou muitos protestos. Prestianni ganhou a bola em carrinho, Pavlidis recolheu o esférico e foi derrubado por Víctor Gómez dentro da grande área. Todavia, João Pinheiro assinalou... falta do argentino encarnado sobre Lagerbielke, no momento de disputa de bola. Controverso!




O relógio andava cada vez mais depressa para as águias, mas estas tentavam de todas as formas chegar à vantagem. A 5 minutos dos 90 foi António Silva que ficou muito perto de o conseguir. Canto cobrado no lado direito por Lukebakio, com Aursnes a pentear a bola para a cabeça do central encarnado, que, em boa posição, atirou ao lado.
Não marcou o Benfica, marcou o SC Braga, fazendo a Luz sentir a velha máxima do futebol: quem não marca sofre. Gorby recebeu no lado esquerdo, foi para o meio e, à entrada da área, rematou forte e colocado, sem hipóteses de defesa para Trubin, que bem se estirou (1-2, aos 88').
Os encarnados não deitaram a toalha ao chão e foram em busca da igualdade. Aos 90'+1', Schjelderup (Man of the Match) investiu contra a muralha defensiva do SC Braga e, já no interior da área, foi pisado por Vitor Carvalho. O árbitro mandou seguir o jogo, mas, após ter sido alertado pelo VAR, foi ver as imagens e apontou para a marca dos 11 metros.
Chamado à conversão, Pavlidis atirou muito forte e recolocou o empate no desafio (2-2), naquele que foi o seu 30.º golo em 2025/26, o 22.º na Liga Betclic.
O último suspiro do Benfica veio dos pés de Lukebakio, que colocou na área, onde António Silva não conseguiu emendar para o fundo das redes (90'+8').
Pouco depois, o árbitro deu por terminado este duelo da 33.ª jornada, sentenciando o empate a duas bolas, num desafio em que as águias remataram 24 vezes, contra... 5 dos arsenalistas.
Na 34.ª jornada, os encarnados deslocam-se ao Estádio António Coimbra da Mota para defrontar o Estoril, no derradeiro jogo da temporada 2025/26. O pontapé de saída está agendado para as 20h30 de sábado, 16 de maio.
SL Benfica

NOTAS DOS JOGADORES DO BENFICA:

Havia velocidade no jogo do Benfica? Era Schjelderup. Havia perigo junto de Hornicek? Era Schjelderup. Havia talento? Era Schjelderup. Schjelderup, Schjelderup, Schjelderup e pouco mais




Schjelderup (7)
Andou endiabrado o tempo quase todo, entrando diversas vezes pela defesa bracarense, jogando com ambos os pés. Teve um remate que seria assistência para Ivanovic, caso o croata não estivesse quatro (!) centímetros fora de jogo. Grande slalom aos 16’ pela esquerda, entrando na pequena área, passando por três adversários e criando grande perigo junto de Horníček. Teve uma jogada brilhante aos 64’, fugindo pela esquerda e cruzando sobre a linha de fundo para Pavlidis fazer golo. O lance, porém, seria anulado, pois a bola saíra ligeiramente antes do cruzamento do norueguês. Foi ele ainda quem sofreu a falta para grande penalidade que originou o 2-2 final de Pavlidis.
Trubin (5) — Dois golos sofridos e ambos indefensáveis. O desvio de cabeça de Pau Víctor foi fulminante e o remate em arco de Gorby foi fantástico. Teve pouco trabalho direto no primeiro tempo, segurando com facilidade um remate de Gorby (8’). Na segunda parte, foi espectador atento do jogo e lançou-se bem no remate de Gorby, mas só mesmo com asas lá chegaria.




Dedic (6) — Tem sangue na guelra e em todos os poros do corpo, mas foi um dos melhores, talvez só superado por Schjelderup. Defendeu muito bem o lado direito da defesa encarnada e foi um dos que mais atacaram a área de Hornícek. Muito trabalho frente a Gabri Martínez.
Tomás Araújo (5) — O SC Braga teve muita bola, controlou bem o jogo, mas quase sempre longe da zona dos centrais encarnados. Mostrou-se disponível no apoio ofensivo, surgindo na área aos 59' para um cabeceamento ao lado, mas ainda viria a sofrer um pouco, na segunda parte, com a velocidade das transições do SC Braga.
António Silva (5) — Exibição quase a papel químico do seu parceiro de eixo, mas um pouco mais ousado ofensivamente, chegando a estar perto do golo num desvio de cabeça perto do final (84’), que passou a centímetros do poste.
Dahl (5) — Teve um papel interessante na construção, sendo ele a descobrir Rafa com um passe preciso aos 34' para uma das melhores ocasiões da primeira parte. Teve de estar mais atento na parte final do jogo a partir do momento em que Zalazar entrou. Não deu espaço ao uruguaio.
Leandro Barreiro (5) — Muito trabalhador no capítulo da pressão. Quase marcou de cabeça nos descontos da primeira parte (45'+1), obrigando Hornícek a uma boa defesa. Saiu aos 76' para dar lugar a Lukebakio, quando o Benfica já desesperava por mais golos.
Aursnes (6) — O operário inteligente do costume, geometricamente colocado sempre nos locais onde era mais necessário que estivesse. Marcou o canto que originaria, depois de remate de Schjelderup, o golo anulado a Ivanovic. Tentou a sorte de longe aos 55' com um remate forte e foi ele quem desviou a bola no primeiro poste para a grande oportunidade de António Silva aos 84'.
Prestianni (6) — Foi um dos elementos mais perigosos. Assistiu Rafa para o primeiro golo após recuperar uma bola (46'), na sequência de uma má entrega de João Moutinho, e esteve sempre ativo no corredor direito, embora tenha pecado na pontaria em remates aos 58' e 72'.
Rafa (6) — No jogo 343 pelo Benfica, marcou o 99.º golo pelo clube ao encostar para o 1-0, 27 segundos após o regresso do intervalo, aproveitando muito bem um cruzamento rasteiro de Prestianni. Obrigou Hornícek a uma defesa enorme aos 34'.




Ivanovic (4) — Se fosse apenas por este jogo, o croata estaria fora do Mundial. Sem rasgo, sem velocidade e verdadeiramente desastrado no ângulo que mais interessaria ao Benfica: o remate. Aos 20 minutos, tentou o remate de muito longe, mas a bola saiu pela linha lateral do outro lado. O melhor momento foi o golo anulado por quatro centímetros logo ao minuto quatro, na sequência de um remate de fora da área de Schjelderup. Desperdiçou uma boa chance aos 31' e acabou substituído por Pavlidis aos 61'.
Lukebakio (6) — Entrou com muita energia e criou uma excelente jogada individual aos 84', cruzando a bola que António Silva quase desviou para golo no último suspiro do jogo.
Pavlidis (6) — Não tem estado bem, longe dos muitos golos que marcou até meio desta época, mas pareceu um ou dois degraus acima do rendimento dos últimos meses. Viu um golo ser anulado aos 64' e, apesar de ter desperdiçado duas oportunidades de cabeça (80' e 81'), não tremeu no momento de converter a grande penalidade aos 90'+5, garantindo o empate.
Rogério Azevedo, in a Bola

BENFICA x Sp. Braga | RESCALDO J33

                  

🔴BENFICA 2-2 SP. BRAGA 🔴 (Análise) BENFICA VOLTA A EMPATAR E COMPLICA AS CONTAS DA LIGA DOS CAMPÕES!

                 

41 - Benfica vs Braga: Champions por um canudo!?

                 

DAZN F1 - A McLaren voltou?

                 

segunda-feira, 11 de maio de 2026

BARÇA CAMPEÃO E BRIGA ACIRRADA PELAS VAGAS PARA A PRÓXIMA CHAMPIONS! - MFM 11/05/2026

                 

¿FIN DE UNA ERA? El Madrid toca fondo y explota la polémica

                 

🔥 TUDO EM JOGO! Benfica vs Braga + NOVELA Mourinho e negócio Zalazar!

                  

BENFICA-IMPRENSA 11 Maio GLORIOSO ENTRA EM CAMPO EM NOVA FINAL E VÊ RIVAIS ADIANTAREM-SE NO MERCADO!

                  

🔥 BENFIQUISTA OU HATER?! O comentador que NÃO SUPORTA Mourinho!

                 

CENTRAL E PONTA DE LANÇA APONTADOS AO BENFICA! ZALAZAR VAI SER DESVIADO?

                 

Liga 2025-26 Jornada 33 🔴BENFICA VS SP. BRAGA 🔴 (ANTEVISÃO) BENFICA PERDE ZALAZAR? RIVERO É ALVO?

                 

ZONA DRS - Ep.49: O INICIO DE ALGO GRANDE!! 🏎️🏁

                 

BENFICA x Sp. Braga | ANTEVISÃO J33

                 

domingo, 10 de maio de 2026

Antevisão | SL Benfica vs. SC Braga

                 

É para cima deles Episódio 20 BENFICA vs Braga

                  

🚨 NÃO ACREDITO NISTO! Mourinho no Real e Benfica já tem SUBSTITUTO?!

                 

BENFICA-IMPRENSA 10 Maio GLORIOSO PODE PERDER ZALAZAR E DOUMBIA PARA RIVAL E MANTER MOURINHO!!? 🦅🔴

                  

SEM FILTROS! A análise polémica sobre Mourinho e Benfica!

                  

BENFICA JÁ FALA COM MARCO SILVA PARA SUBSTITUIR MOURINHO?

                 

MARCO SILVA APONTADO PARA SUCEDER A MOURINHO! AS ENTRADAS E AS SAÍDAS NO BENFICA PARA 2026-27!

                 

🔥 BENFICA EM ALERTA! Caso polémico e jogo decisivo com o Braga!

                  

CASA BENFICA LUANDA...AVANÇA

                 

sábado, 9 de maio de 2026

Benfica vs Braga | Mourinho e Marco Silva | Otamenid, Prestiani, Lopes Cabral e Pavlidis

                  

RUI COSTA E MOURINHO NUMA DECISÕ QUE PODE MARCAR UMA ERA

 


"Se Mourinho sair, que seja porque não houve alternativa possível. Nunca porque faltou visão, coragem negocial ou compreensão do valor que estava em jogo

Nos últimos dias ganhou força a ideia de que José Mourinho poderá fechar o seu ciclo no Benfica no final da época. Independentemente da sua veracidade, esta perceção deve ser tratada com seriedade estratégica, sobretudo num Benfica que aprendeu, ao longo das últimas décadas, que decisões emocionais têm custos reais. 
A presença de Mourinho no Benfica ultrapassa claramente o relvado. O treinador transformou-se num ativo de marca, com impacto direto na capacidade do clube gerar valor. A exposição mediática internacional, o reforço do posicionamento global e o efeito de arrastamento sobre patrocínios, receitas comerciais e notoriedade são evidentes, ainda que nem sempre quantificados publicamente. Num mercado futebolístico cada vez mais financeiro, estes fatores não são acessórios. São estruturais.
Quando se discute a eventual saída de uma figura desta dimensão, é tentador reduzir o debate ao sucesso desportivo imediato. Esse seria um erro clássico. Mourinho é também um catalisador de confiança junto de investidores, parceiros e até talentos que veem no Benfica um palco ambicioso. A sua simples associação ao projeto gera expectativas que se traduzem em valor económico, mesmo antes de qualquer resultado final.
Por isso, aceitar com naturalidade um eventual afastamento no final de 25/26 seria um sinal de “curto‑prazo estratégico”. Um clube com a ambição do Benfica deve ir até ao limite para preservar um ativo que reúne não apenas qualidades técnicas ímpares, mas também a capacidade de gerar receitas, reforçar a reputação e criar vantagem competitiva. Não está em causa ceder a uma personalidade, mas sim reconhecer, de forma racional, o retorno financeiro e desportivo de um investimento que acrescenta valor ao projeto como um todo.
Num contexto europeu em que a distância entre clubes se mede cada vez mais em músculo financeiro e capacidade de atração, abdicar voluntariamente desse diferencial seria um luxo irracional. Se Mourinho sair, que seja porque não houve alternativa possível. Nunca porque faltou visão, coragem negocial ou compreensão do valor que estava em jogo."

João Rodrigues dos Santos, in MaisFutebol

O BENFICA E A PERIGOSA ARTE DE NAVEGAR À VISTA

 


"A iminente saída de José Mourinho para o Real Madrid serve como o espelho mais nítido da distância que separa o amadorismo emocional do rigor profissional. Enquanto em Madrid se discutem cêntimos e se esgrimem argumentos para evitar o pagamento de uma cláusula de três milhões de euros, na Luz o cenário é de uma passividade gritante. Florentino Pérez gere o Real Madrid com a frieza de quem sabe que cada euro investido exige um retorno desportivo e financeiro, mas entre nós a gestão continua a ser feita de coração nas mãos e olhos postos na próxima manchete de jornal. Se o sucesso bater à porta na próxima temporada - com ou sem Champions, pois a altura da redação deste artigo ainda parece possível lá chegar - será puramente por obra do acaso, pois a estrutura que deveria garantir esse mérito parece ter-se dissolvido numa nuvem de decisões impulsivas.
A diferença de filosofias é abismal e deveria envergonhar qualquer sócio atento. No clube blanco, a racionalidade impera e a negociação por Mourinho é um exemplo de como um clube a sério protege o seu património. Por cá, o Benfica continua a ser um poço sem fundo onde se despejam vinte ou trinta milhões de euros em novos cromos para a caderneta sem qualquer critério aparente. O aparente interesse em nomes como Zalazar ou Felipe Augusto para o plantel mostra que o padrão se mantém inalterado. Contrata-se por impulso, para entreter os adeptos e alimentar uma ilusão de competência, quando na verdade estamos perante uma ausência total de plano.
Chegamos a maio num estado de indefinição que beira a negligência. Não temos um treinador confirmado, não temos um projeto desportivo enunciado e, ainda assim, já andamos no mercado a tentar fechar jogadores. Esta é a negação absoluta do que deve ser a gestão de um clube de elite. Como se pode escolher um ativo de milhões sem saber que sistema tático será utilizado ou que perfil de jogo o futuro técnico pretende implementar? É colocar o carro à frente dos bois e esperar que a inércia nos leve ao destino desejado. Nesta altura, pouco importa se o escolhido será Marco Silva, Rúben Amorim ou qualquer outro nome, porque o problema é estrutural e não apenas individual.
A direção atual parece acreditar que o sucesso se compra a granel, esquecendo que o mérito nasce da organização e do método. Vivemos num clube onde não há rei nem roque, onde o critério desportivo foi substituído pelo marketing da esperança. Enquanto em Madrid se perdem horas para chegar a um acordo que resulte num custo zero, aqui desperdiça-se o futuro em investimentos cegos. Se a próxima época nos trouxer alegrias, que ninguém se iluda, será por sorte e nunca por mérito de quem nos dirige. A gestão desportiva do Benfica tornou-se um exercício de entretenimento para as massas, quando deveria ser a bússola que nos guiava rumo à excelência europeia que tanto apregoamos mas que tão pouco praticamos."

Tiago Ferreira, in Benfica Independente

BENFICA-IMPRENSA 9 Maio DIAS LOUCOS: MOURINHO EM MADRID, MARCO SILVA NO GLORIOSO E ARAÚJO NO BAYERN?

                  

🔥 MOURINHO VAI MESMO SAIR?! Benfica em CHOQUE + CASTIGO a Rui Costa dá polémica!2️⃣

                  

sexta-feira, 8 de maio de 2026

ATENÇÃO! MOURINHO E REAL JÁ FALAM E BENFICA PODE FICAR SEM TREINADOR!

                 

OS PLANOS DO BENFICA PARA 2026-27: MOURINHO DE SAÍDA, PRÉ-ÉPOCA, REFORÇOS, VENDAS E FORMAÇÃO!

                 

MERCADO A AQUECER! PROPOSTA POR FILIPE AUGUSTO! DANILO E GUSTAVO SÁ APONTADOS! PAVLIDIS PARA SAIR?

                 

CONFIRMADO! FELIPE AUGUSTO É MESMO ALVO DO BENFICA!

                  

BRAGA ELIMINADO… MAS SÓ SE FALA DE MOURINHO?! 😱

                 

TODOS OS DIAS O MESMO! BENFICA SEMPRE NA MIRA 😡🔥

                 

BENFICA-IMPRENSA 8 Maio GLORIOSO COMEÇA A TRATAR DAS SAÍDAS PARA CRIAR LUGAR PARA AS ENTRADAS!! 🦅🔴

                  

Arbitragem de mal a pior | Voo Picado #025

                  

Semana quente: Benfica sem poder na causa Mourinho e na arbitragem? | CANTO DO BENFICA

                  

MOURINHO DOMINA TUDO! O PROGRAMA QUE SÓ FALOU DELE 😳🔥

                  

Mourinho entre Real e SLB ? Zalazar a "joia da coroa" | Jaden Umeh extremo promissor | Otamendi

                  

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Conversas Gloriosas #51, ainda os metralhas de Famalicão, SC Braga, laterais e modalidades

                  

Jornada 33, já em modo fase final | MUNDO FANTASY

                  

BENFICA JÁ DÁ MOURINHO COMO PERDIDO? AS ENTRADAS E AS SAÍDAS NO PLANTEL PARA 2026-27!

                 

BENFICA-IMPRENSA 7 Maio GLORIOS PREPARA UMA REMODELAÇÃO NO SECTOR OFENSIVO E JÁ TEM ALVO PARA TAL!!🦅

                  

DE VRIJ PODE SER O NOVO LÍDER DE UM BENFICA CANDIDATO AO TÍTULO?

                  

CNN LANÇA A BOMBA! MOURINHO VAI MESMO SAIR?! 😳🔥

                 

ROAD TO HEXA | Ep. 1 O início da caminhada

                 

MUDANÇA! MOURINHO VAI MUDAR O PERFIL DA EQUIPA!

                 

BOLA AO CENTRO (T3)- Ep. 199: DE VOLTA A ESTACA ZERO!! 🦅🔴

                  

quarta-feira, 6 de maio de 2026

V+ EM CHAMAS! OFENSAS, REVOLTA E MUITA POLÉMICA 😱

                 

DEBATE AO RUBRO! NUNO SARAIVA PERDE A PACIÊNCIA 😡

                 

🔴⚫️ WL | EP09 – Miami foi Absolute Cinema 🙌

                 

QUE NÃO SE IGNORE O QUE GRITA O BENFICA

 


Em primeiro lugar, é justo começar pelo essencial: parabéns ao FC Porto. A equipa de Farioli foi a mais consistente da Liga e mostrou uma maturidade que não se improvisa. Houve qualidade, ambição e, sobretudo, houve caráter nos momentos decisivos. Num contexto de mudanças profundas no clube, o título acaba por ter ainda mais peso. Dito isto, há um lado menos positivo que não pode ser ignorado: nas celebrações voltou a haver espaço excessivo para provocações aos rivais.

Em segundo lugar, o segundo lugar. E aqui já não há como fugir à polémica. O empate do Benfica em Famalicão não só mantém tudo em aberto como reforça uma sensação cada vez mais difícil de ignorar: a arbitragem continua a ser um fator demasiado presente nas decisões da Liga.
O Benfica entrou em Famalicão como se exigia: forte, dominador e claramente superior a uma das boas equipas do campeonato. Ao intervalo, o resultado pecava por escasso. E há um momento que não pode ser varrido para debaixo do tapete: o penálti por assinalar após mão na bola, na sequência de um cruzamento de Schjelderup. Não é apenas o erro em si — é a incoerência. O árbitro Gustavo Correia decidiu de forma diferente num lance semelhante contra as águias no empate frente ao Casa Pia, e pior: num lance menos evidente. Este tipo de dualidade mina a confiança e alimenta a suspeita.
Mas reduzir tudo à arbitragem seria, ainda assim, incompleto. Otamendi, um dos jogadores mais experientes e fiáveis, comprometeu, foi expulso com um erro desnecessário e deixou a equipa em inferioridade. A partir daí, o Benfica perdeu controlo emocional e competitivo.
O Famalicão fez o que se exige: acreditou, cresceu e aproveitou. Empatou com mérito, mas mais uma vez, a arbitragem entra na equação — e entra mal. O segundo golo surgiu na sequência de um canto que não devia existir. E o capítulo final, com o cartão a Richard Ríos, é mais um exemplo de falta de critério e sensibilidade. Num jogo com 15 minutos de compensação (tempo excessivo, claramente) e tensão máxima, decisões destas precisam de contexto — e, neste caso, ele parece ter faltado. O médio do Benfica vai falhar o importante jogo da próxima jornada, com o SC Braga, e ainda não se percebeu a razão do quinto amarelo: palavras? Demora no reatar do desafio? Seja como for, Gustavo Correia deveria ter sido mais ponderado.
O Benfica tem motivos para se queixar, não se trata apenas de clubismo ou de advogar em causa própria. Mas também tem a obrigação de olhar para dentro. O problema é que, num cenário destes, torna-se cada vez mais difícil separar erro humano de padrão preocupante. E quando isso acontece, o futebol português perde — credibilidade, qualidade e, no limite, justiça. E é esse o ponto mais preocupante: numa altura em que se devia falar apenas do mérito do campeão, volta-se a discutir arbitragem. Demasiadas vezes. Demasiado alto. E isso já não pode — ou devia — ser ignorado.
Nélson Feiteirona, in a Bola

BENFICA-IMPRENSA 6 Maio PLANO DO GLORIOSO & MOURINHO EM MARCHA E DOUMBIA SERÁ O 1.º A CHEGAR!! 🦅🔴

                 

BENFICA: CONTINUAMOS DE PÉ



 O Sporting chega a esta altura a depender de terceiros. O Benfica ainda decide o próprio destino. E agora toda a gente quer explicar porque é que isto aconteceu, como se tivesse caído do céu, como se, mesmo com tantos erros de arbitragem, não tivéssemos percebido durante a segunda volta que isto iria acontecer.

Mas pronto. Vamos fingir que foi uma surpresa.
Durante meses, o discurso foi sempre o mesmo. Estrutura. Planeamento. Consistência. Palavras que soavam bem e que eram repetidas com aquela solenidade toda, como se descrevessem algo inédito e absolutamente extraordinário no futebol português. E enquanto o discurso funcionava, enquanto os resultados apareciam, havia silêncio total sobre tudo o resto. Sobre árbitros. Sobre lances. Sobre os jogos na Madeira, no Estoril, nos Açores, onde as coisas correram bem de uma forma que até os mais crentes acharam graça.
Nada. Distância olímpica. Classe total. «Nós não comentamos essas coisas», diziam no Sporting.
Claro que não comentavam. Não havia necessidade.
O problema é que agora há. Nas últimas semanas, o enquadramento mudou. Passaram a existir explicações externas para as perdas de pontos. Uma mudança que não é apenas circunstancial, é reveladora de algo mais profundo. Quando se exige silêncio quando se ganha e se pede barulho quando se perde, deixa de haver coerência. Passa a haver conveniência. E o critério, esse, ficou algures pelo caminho.
E isso tem um custo. Quando o discurso deixa de ser consistente, deixa também de ser credível.
E o Benfica?
O Benfica esteve ali a fazer o que faz um clube que não está bem, mas também não está morto. Errou, perdeu pontos que não podia perder, teve uma época irregular que não é facilmente defensável. Não escondemos o que não está bem, mas o que aconteceu no último fim de semana, em Famalicão, é, no mínimo, vergonhoso. Um penálti evidente por assinalar que podia colocar o jogo num 3-0, matando-o ali. No mesmo jogo, um golo sofrido que nasce de um canto inexistente. Dois momentos, no mesmo encontro, com influência direta no resultado. E não foram exceção ao longo da época.
Houve outros momentos, menos mediáticos, mas igualmente relevantes. Não explicam tudo, nem retiram responsabilidade à equipa, mas ajudam a perceber porque é que o caminho foi mais irregular do que podia ter sido.
Mas mesmo com tudo isso, a equipa foi fazendo.
Sem grandes celebrações, sem comunicados a explicar o quanto estava a somar. Foi acumulando pontos. Trinta e seis na segunda volta. Mais do que qualquer rival direto. Um número que ficou escondido debaixo de toda a conversa sobre o que o Benfica não estava a conseguir fazer.
Porque quando o Benfica joga bem, não é notícia. É obrigação. Quando joga mal, é conversa todos os dias, a toda a hora. É assim que funciona. O Benfica raramente tem direito ao benefício da dúvida. Ou ganha, ou explica.
E o facto é que agora, nesta fase da época onde já não há quase margem para nada, o Benfica ainda decide o que pode salvar. Não o título, que já está entregue. Mas a Liga dos Campeões. E depender de si nesta altura, com tudo o que aconteceu ao longo do ano, com todos os pontos que ficaram pelo caminho em circunstâncias difíceis de engolir, não deixa de ser caricato.
É menos do que o objetivo inicial. Muito menos. Mas é o que resta.
A esta altura, o Sporting deixou de depender de si porque falhou na gestão, falhou na capacidade de fechar jogos, falhou quando deixou de haver margem para falhar. Pode dizer o que quiser sobre o porquê, pode apontar para fora o tempo que quiser, que o resultado não muda.
Do outro lado, o Benfica tem ainda aquilo que o Sporting já não tem: a possibilidade de resolver por conta própria. Chegou aqui com defeitos, com inconsistências, mas chegou. E isso tem uma explicação objetiva que foi sendo secundarizada ao longo da época: a segunda volta. Enquanto os outros começaram a falhar, a equipa manteve um nível suficiente para se manter dentro do objetivo mínimo. Sem grande ruído, sem narrativa construída à volta disso.
Infelizmente, há épocas em que salvar o essencial já é uma forma de evitar males maiores.
Mudando de tema.
A oferta pública de obrigações do Benfica foi um sucesso, com a procura a exceder a oferta em 1,36 vezes. Ou seja, o empréstimo fixou-se nos 65 milhões de euros, o maior de sempre, enquanto a procura atingiu os 88,1 milhões de euros.
Ao todo, ao longo das duas semanas em que decorreu a oferta pública, 4.831 investidores subscreveram a nova linha de obrigações do Benfica. Foram emitidos 65 milhões de euros em dívida, com uma maturidade de cinco anos, o que permite transformar dívida de curto em médio prazo, mantendo a trajetória de descida da dívida líquida.
O valor inicial que o Benfica pretendia alcançar era de 40 milhões de euros, mas ao segundo dia de subscrição esse valor já tinha sido atingido. A decisão de alargar a operação para os 65 milhões não foi um detalhe técnico. Foi uma resposta direta à procura e, acima de tudo, um sinal claro da confiança dos investidores no clube e na credibilidade da sua situação financeira.
Num momento em que dentro de campo há exigência e pressão, fora dele há validação. Não resolve golos falhados, não corrige pontos perdidos, não ganha jogos. Mas diz que, apesar da turbulência desportiva, o Benfica continua a mobilizar confiança, capital e futuro.
O Benfica não está onde queria estar.
Mas continua de pé.
Hugo Oliveira, in a Bola