sábado, 30 de dezembro de 2017

BENFICA VENCE CLÁSSICO COM EMOÇÃO E ESPETÁCULO


A equipa de hóquei em patins derrotou o FC Porto, por 6-2, em jogo da 10.ª jornada do Campeonato Nacional.
O hóquei em patins do Benfica foi superior ao FC Porto ao vencer o clássico realizado no Pavilhão Fidelidade, por 6-2.
Ambiente fantástico nas bancadas repletas de adeptos Benfiquistas. Antes do apito inicial, as águias, vencedoras da Taça Intercontinental, foram homenageadas pela Associação de Patinagem de Lisboa e receberam uma placa comemorativa da conquista.
O jogo, esse, como um bom clássico, começou a todo o gás. O Benfica tinha mais posse de bola; o FC Porto tentava levar perigo à baliza de Pedro Henriques através de ataques rápidos. Em pista, a partida era bem disputada, emocionante e com várias oportunidades para os dois lados.

A turma da casa, empurrada pelo entusiasmo que vinha das bancadas, inaugurou o marcador aos 4’ por Adroher. O espanhol, num livre direto, bateu Carles Grau com uma “picadinha”. Por cima na partida, os encarnados poderiam ter feito o 2-0 pelo mesmo jogador, mas o espanhol desperdiçou uma grande penalidade aos 17’.

Quem não marca, sofre. A velha máxima muitas vezes usada no futebol foi válida para o clássico de hóquei em patins. Aos 21’, Gonçalo Alves empatou com uma stickada do meio da rua, e Rafa, aos 25’, fez o 1-2 com que se chegou ao intervalo.

A etapa complementar manteve a toada dos primeiros 25 minutos. Hélder Nunes desperdiçou um livre direto aos 26’; Adroher não lhe quis ficar atrás e também não concretizou um para o Benfica aos 28’. De permeio, aos 27’, Nicolía, com um desvio oportuno empatou a contenda a duas bolas.
Os encarnados ameaçavam… e acabaram por marcar aos 35’. Livre direto e Nicolía, na recarga, a fazer o 3-2. O 4-2 chegou volvidos 10 minutos de grande penalidade. João Rodrigues junta o seu nome à lista dos marcadores. Aos 46’, novamente de bola parada – livre direto – João Rodrigues bisou e aos 50’, num gesto técnico brilhante, Nicolía fechou a contagem do clássico.
Ao cabo de 10 jornadas, o Benfica soma 28 pontos e no dia 6 de janeiro viaja ao Pavilhão João Rocha para medir forças com o Sporting.
PEDRO NUNES: "NA SEGUNDA PARTE ALTERÁMOS TUDO E ATACÁMOS COM IDEIAS"
Mais forte após o intervalo, o Benfica virou o resultado e construiu uma vitória expressiva sobre o FC Porto (6-2) no clássico da 10.ª jornada.
Com uma segunda parte de grande qualidade e muita criatividade no ataque, o Benfica levou a melhor sobre o FC Porto (6-2) no Pavilhão Fidelidade, na 10.ª jornada do Campeonato Nacional de hóquei em patins.
Pedro Nunes, treinador da equipa benfiquista, reconheceu que o adversário foi superior até ao intervalo (1-2), mas depois do descanso (e das retificações) tudo mudou.
“O Benfica não fez uma boa primeira parte. Entrou francamente mal no jogo: no ataque, a defender e nas transições. Teve a sorte de se colocar à frente do marcador, mas também nunca aproveitou bem essa sorte. Depois cometemos um erro incrível a acabar uma primeira parte que tinha sido penosa para nós e em que o FC Porto tinha sido francamente melhor”, admitiu o técnico.
Indo ao pormenor, Pedro Nunes explicou as modificações que viraram o encontro a favor das águias.
“Na segunda parte alterámos tudo: a atitude, a postura, algumas coisas em termos táticos. Mas essencialmente fomos sempre uma equipa muito mais concentrada e desperta; reagimos melhor, conquistámos mais bolas e no ataque fomos uma equipa com mais ideias, coisas que não fomos na primeira parte”, assinalou o treinador.
“O nosso adversário foi melhor do que nós durante 35 minutos, mas já começamos a ganhar uma experiência enquanto equipa que nos permite, mesmo a jogar mal, por vezes ganhar o jogo. Estou imensamente feliz, sobretudo pelos nossos adeptos. O ambiente foi fantástico”, realçou Pedro Nunes.
João Rodrigues: "Senti que ia fazer golo"
Na conversão de uma grande penalidade e de um livre direto, João Rodrigues marcou o quarto e quinto golos do triunfo do Benfica sobre o FC Porto. Quando apontou e disparou na direção da baliza dos dragões, o hoquista das águias estava convicto de que seria bem-sucedido.
“Senti que ia fazer golo. Trabalhamos muito as bolas paradas. Sabia o que ia fazer, felizmente resultou. O trabalho é isso mesmo. Mas é muito redutor falar apenas de um momento no jogo. Fizemos uma boa exibição no global, apesar de eu sentir que o FC Porto foi melhor do que nós na primeira parte. O Pedro Henriques foi fundamental para nos manter no jogo; fez uma grande exibição e segurou-nos nos momentos maus. Esteve fantástico, mais uma vez”, afirmou João Rodrigues.
“Na segunda parte soubemos responder com muita união e demos uma resposta cabal do valor desta equipa. Tivemos um bom resultado. Além da vitória, conseguimos uma boa diferença de golos, que pode ser importante. Vamos para a passagem de ano felizes, já com o pensamento no dia 6 de janeiro, quando visitamos o Sporting”, afiançou.

FUTSAL FAZ CAIR O PANO DE 2017 COM UMA DEZENA


A equipa do Benfica encerra o ano com um claro 10-0 ao Fabril, em jogo da Liga Sport Zone.
A equipa de futsal do Benfica venceu, no Pavilhão n.º 2 da Luz, o Fabril, por 10-0, em jogo da 16.ª ronda da Liga Sport Zone.
Primeira parte de total domínio do Benfica com quatro golos apontados. A resistência do Fabril durou 10 minutos: aos 11’ Bruno Coelho inaugurou o marcador. Deives bisou com dois tentos de rajada (12’ e 13’) e Henmi fechou cinco minutos loucos com mais um tento (14').
No reatamento, mais do mesmo! Robinho fez o 5-0 aos 21’. A vencer por uma mão-cheia os comandados de Joel Rocha não abrandaram. No espaço de dois minutos, Fábio Cecílio bisou (32’ e 33’) e Robinho não ficou atrás e fez o seu segundo no jogo à passagem do minuto 38. Tiago Brito fixou o resultado, com golos aos 39’ e aos 40’.

O Benfica fecha 2017 com 45 pontos na classificação e no dia 6 de janeiro desloca-se ao reduto do Belenenses.

Joel Rocha: "Fomos aquilo que gostamos de ser"
“Os números finais não traduzem fielmente aquilo que o Fabril nos obrigou a trabalhar”, analisou Joel Rocha, o treinador do Benfica, em declarações à BTV.

“Foi o primeiro jogo desta época em que o Fabril não fez qualquer golo. Nos 15 jogos anteriores, marcou sempre golos e tem o quinto melhor ataque da Liga Sport Zone. Além de mantermos a nossa baliza a zero com um trabalho meritório, marcámos dez golos. Foi positivo, mas são apenas três pontos”, frisou.
“Uma boa moldura humana, uma boa forma de terminar o ano. Fomos aquilo que gostamos de ser: uma equipa com qualidade, prazer, responsabilidade e momentos de criatividade”, destacou o treinador.
Miguel Ângelo: "Trabalho, dedicação e títulos"
“O resultado fala por si: não sofremos golos, isso é muito bom. Fechámos o ano em grande”, reconheceu Miguel Ângelo, depois do 10-0 do Benfica sobre o Fabril.
“Trabalhámos toda a semana para isto. Para 2018? Podem esperar muito trabalho, dedicação e títulos”, afirmou o benfiquista.

ANO NOVO, VIDA VELHA


"Aparentemente, não há como contrariar a tendência autodestrutiva do futebol nacional.

Amanhã é o último dia do ano. Este facto parece ser o único indiscutível no que diz respeito aos sucessos e aos insucessos do futebol português neste tão peculiar ano de 2017. E foram, na realidade, tão peculiares e controversas as ocorrências dentro e fora das quatro linhas dos relvados em 2017 que só muito dificilmente o ano novo se poderá apresentar fresco, esperançoso e de cara lavada aos amantes do jogo.
Ano novo, vida velha, é o que promete 2018 e não há, aparentemente, como contrariar a tendência autodestrutiva daquilo a que alguns chamam a indústria do futebol.
Os últimos dias do ano não quiseram fugir à regra que se impôs na agenda de 2017 e trouxeram novas ameaças de escândalos e de proporções alarmantes. A suspeita de resultados combinados em jogos da Liga que estará a ser investigada pelo Ministério Público antecipa a configuração do mais terrível crime a que o futebol está sujeito.
Podemos duvidar de quase tudo o que mexe no futebol – de árbitros, de dirigentes, de jornalistas e até da própria bola… - e continuar a gostar do jogo e a acreditar no jogo. Mas como poderemos continuar a amar o mesmo jogo se, pelas vias oficiosas e oficiais, nos sugerem que há jogadores – os artistas! – facilmente corrompidos para "facilitar" resultados que rendam maiores dividendos no mundo tenebroso das apostas? E não é isto muito mais grave do que saber-se, como se soube, que o Zivkovic ganha mais do que o Pizzi?
A exposição pública dos valores dos ordenados dos jogadores do Benfica lança, indiscutivelmente, o capitoso tema da relação qualidade/preço no plantel da equipa campeã nacional mas de ilícito propriamente dito só terá o modo como essa informação classificada foi roubada e disponibilizada ao mundo na internet.
Não há, portanto, grandes motivos para acreditar que 2018 será muito diferente do ano que vai agora terminar no que respeita a surpreendentes intervenções policiais – como foi a visita da PJ ao Estádio da Luz na sequência do caso dos emails – e a surpreendentes apelos à legalidade tal como os ocorridos sempre que o presidente do FC Porto vem a público defender a "verdade desportiva" que tanto ama há mais de três décadas.
Veremos o que o ano novo nos traz. Tratando-se de futebol diga-se, já agora, que o grande triunfador de 2017 foi o Sporting. Ganhou 4 campeonatos das primeiras décadas do século passado. O outro vencedor foi o Moreirense porque ganhou a Taça da Liga sem que tivessem surgido suspeitas sobre a competição. Nas outras competições todas, o Benfica foi o vencedor. Mas não valeu. E nada valerá porque até ao último email está tramado o campeão nacional.

Aventuras de um milionário em Espanha
Quem não tem dinheiro não pode ser descarado à vontade
As autoridades fiscais espanholas prosseguem a sua saga contra Cristiano Ronaldo e a nós, portugueses, só nos resta escolher um destes dois campos: ou se concorda com a posição da Unidade Central de Coordenação do Tesouro dos nossos vizinhos que entende que o nosso compatriota devia estar preso porque tem andado a fugir ao fisco ou, com outro tipo de preocupações não-sociais, se concorda alegremente que tudo isto é uma perseguição dos malditos castelhanos a um portuguesinho que, por sinal, é multimilionário.
E, de facto, é. Como toda a gente acaba por descobrir um dia não é o dinheiro garantia de felicidade. Mas é garantia de grande despreocupação com estas minudências fiscais. "Estou preso a estes bebés lindos", respondeu o jogador português às autoridades espanholas exibindo uma fotografia com os seus três filhos mais novos.
Quem não tem dinheiro a rodos não se pode dar ao luxo de ter este descaramento magnífico, é a conclusão. E agora, ‘nuestros hermanos’?"

V. SETÚBAL 2 X 2 BENFICA :: ANÁLISE BENFICA TV HD :: 29 DEZEMBRO 2017

                                           

UMA SEMANA DO MELHOR BENFICA TV HD :: 29 DEZEMBRO 2017

                                           

EM FÚRIA


"A eliminação da equipa de futebol do Benfica na Taça da Liga foi a expressão de um ano que está a ser, a vários títulos, desastroso.

eliminação da equipa de futebol do Benfica da Taça da Liga foi a expressão de um ano que está a ser, a vários títulos, desastroso.
Não podemos fechar os olhos ao que é evidente: o treinador Rui Vitória tem responsabilidade nos sucessivos resultados negativos da equipa, como, aliás, se constatou com as substituições efectuadas no jogo frente ao Portimonense.
A sua continuidade será, por isso, avaliada por Luís Filipe Vieira no final da época. Mas, no entretanto, há todo um campeonato para disputar.
Onde estamos apenas a três pontos da liderança e com menos dois pontos do que na época passada, a mesma onde foi conquistado o tetra. De que precisamos? É simples: de deixar as reflexões estratégicas para maio. 
gora é tempo de salvar a dignidade do Benfica. E libertar toda a fúria da águia já para o dérbi da próxima quarta-feira, no Estádio da Luz."

PRIMEIRAS PÁGINAS


sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

FINAL DE ANO DE ACUSAÇÕES E SUSPEITAS


"A PJ está a averiguar e isso é muito bom para o futebol. Que se castigue quem prevarica e absolva quem nada tem a ver com as aldrabices.

Final de Ano desportivo pontuado, por acusações, suspeitas e dúvidas sobre o futebol e o desporto. Desta vez foi o Feirense - Rio Ave, da última época que já havia sido falado pelo inusitado número de apostas que gerou.
A Polícia Judiciária está a averiguar e isso é muito bom para o futebol. Que se investigue, castigue quem prevarica e absolva quem nada tem a ver com as aldrabices.
Nada pior no desporto, na política ou na vida, que aquela indiferença de são todos iguais.
Não é verdade, não pode ser verdade, é bom que não seja verdade, e quem cumpre não pode ser confundido com quem aldraba.
Jogos com resultados combinados, realidade que se conhecia de outras paragens (mafiosas), é a negação do desporto, e é, a curto prazo a morte da paixão pelo mesmo.
Numa altura em que as desgraças parecem não parar até Chris Froome, o último herói de uma modalidade mergulhada no descrédito, parece também já ser vilão e não campeão.
Depois de Lance Armstrong o que poderia ser pior?
Só falta mesmo Federer ou Nadal, Messi ou Ronaldo, Parker ou Kevin Durant para deixarmos de ver, de acreditar e de gostar.
Na ânsia do negócio e das suas vigarices, acabam a matar a paixão. Na Rússia de Putin e do Mundial não param as demissões, acusações e descobertas de um gigantesco circo de aldrabice desportiva com base no doping.
Esta última semana de 2017 faz com que tenhamos mesmo necessidade que venha algo de novo e de melhor, que seja 2018.
Para quem gosta muito de desporto, nesta fase, quase bastava saber que o jogo que vê, de futebol ou de hóquei, a prova que assiste, de ciclismo ou de atletismo, não é uma mentira.
Que os heróis são mesmo os melhores, que a excelência faz a diferença, e que não somos cúmplices de uma fraude sem tamanho.
Que tal um grande Benfica - Sporting no próximo dia 3? O derby dos derbies, apenas jogado dentro de campo, de forma intensa e leal. Numa altura em que resta ao Benfica o Campeonato Nacional, notícias que já não estávamos habituados há várias épocas, o doping era um grande Benfica e a aposta era um grande jogo.
Isso sim era um grande início de 2018."

Sílvio Cervan, in A Bola

PÂNTANO NO FUTEBOL


"O grande problema vai-se colocar à própria Justiça

Uma coisa parece cada vez mais evidente: os processos relacionados com o futebol vão inundar o Ministério Público e a PJ.
Do famoso caso dos emails, comissões ilegais, às piratarias informáticas, à corrupção e ao tráfico de influências, sem esquecer as bagatelas de difamação, vai parar tudo às instâncias judiciais. O futebol sempre foi um pântano mas a verdade é que, nos últimos anos, as forças em guerra evoluíram para um plano superior de organização.
Contrataram piratas informáticos e passaram a usar a Justiça como arma de arremesso. Uma cópia da velha litigância entre políticos, onde abundam os grandes especialistas de bullying jurídico contra tudo e todos, de jornalistas a adversários partidários.
O grande problema, de resto, não se coloca a quem se queixa, a quem promove a pirataria informática e o crime em geral.
O grande problema vai colocar-se à própria Justiça que, pela dificuldade de produzir prova, pelo insuficiente enquadramento penal de alguns dos comportamentos visados, pelo pacto de silêncio reinante em áreas financeiras e outras do mundo do futebol, não vai chegar a lado nenhum. E só serviu para alimentar a fogueira de mais uma época."

ANÁLISE DO BENFICA E DA IMPRENSA DESPORTIVA - BENFICA TV 29-12-2017