terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

REFORÇOS DE INVERNO


 


 


 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

NÃO SERVE PARA O COMO E SERVE PARA O BENFICA?

 


Avançado italiano chega à Luz cedido pelo Como.

Andrea Belotti já está em Lisboa para reforçar o Benfica. O avançado, de 31 anos, vai realizar os habituais exames médicos para depois assinar contrato com as águias.
O internacional italiano chega à Luz por empréstimo do Como até ao final da temporada, com as águias a assumirem o salário.
Contratado esta época pelo Como, Belotti marcou dois golos em 19 jogos. No sábado foi suplente não utilizado - pelo espanhol Cesc Fàbregas - na derrota em Bolonha (2-0).
nternacional italiano em 44 ocasiões (12 golos), o avançado começou a carreira no Albinoleffe, passou depois pelo Palermo, e viveu no Torino - clube que tem uma relação especial com o Benfica, na sequência da tragédia de Superga - os melhores anos da carreira. Em sete épocas somou 251 jogos, 113 golos e 27 assistências. Saiu depois para a Roma, onde foi treinado pelo português José Mourinho, mas conseguiu apenas 10 golos e cinco assistências em 68 jogos. Passou ainda pela Fiorentina, onde fez quatro golos e uma assistência em 24 partidas, antes de rumar ao Como. Segue-se a primeira experiência fora do futebol italiano, no caso em Portugal, no Benfica.

 
Obs: Posso estar completamente enganado, e ser mais um totó do teclado, mas um jogador com 31 anos, contratado por uma equipa do fundo da tabela da Série A, ser despachado em Janeiro ter marcado 2 golos em 19 jogos e ser contratado pelo Benfica a mim deixa-me perplexo, ou o Benfica viu qualidades que mais ninguém viu ou então temos mais um Cabral vindo de Itália...

COMPLICAR O QUE ESTAVA FÁCIL



Como se não tivessem aprendido nada na Vila das Aves ou em Rio Maior, os encarnados puseram-se a jeito de deixar pontos na Reboleira, onde complicaram o jogo tanto quanto puderam...
O Benfica está a transformar-se num caso de estudo, ao adotar o lema «É fácil? Então não é para nós.» Vinda de uma exibição convincente e de um triunfo prestigiante por 0-2 em Turim, frente à Vecchia Signora, a equipa de Bruno Lage começou por apresentar-se bem na Reboleira (como tinha feito nos primeiros 25 minutos contra o Casa Pia) e aos 10 minutos não só ganhava por 0-2 como também mandava no jogo, perante a desorientação dos anfitriões.
Com Di María (que sairia com uma lesão muscular aos 68 minutos) a jogar taticamente como o Messi dos dias de hoje, ou seja, com liberdade para andar por onde muito bem lhe apetecesse, tentando criar superioridade numérica no último terço do campo, e livremente espalhar a magia que tem no pé esquerdo, o que obrigava Aursnes a uma atenção redobrada à missão defensiva no lado direito, onde, diga-se Tomás Araújo não justificou que Bah ficasse no banco, valeu Manu Silva – um equilibrador de setores com excelente estreia a titular – a combinar com um Kokçu, que jogou de mais a menos.




O Benfica rapidamente chegou ao 0-2 e em vez de ir à procura de fazer ‘mais sangue’ no adversário, acomodou-se, deixou de ser intenso, mostrou-se relapso em muitas saídas de bola (já iremos a esse departamento), e permitiu à equipa da Reboleira não só que evitasse o KO iminente, como ainda se reorganizasse tática e mentalmente.
O Estrela, que se apresentou em 3x4x3 e assim se manteve durante quase toda a partida (apenas nos minutos finais o gigante Dramé foi para ponta-de-lança à procura do jogo aéreo), começou a sentir-se menos desconfortável, Amin e Keliano passaram a ter mais bola, enquanto que Bucca os ajudava em zonas interiores e Rodrigo Pinho mostrava que mantém atributos técnicos diferenciados no pé esquerdo.
Pensava o Benfica que tinha o jogo controlado quando Travassos, produto de raiz de Alcochete, emprestado pelo Sporting, aos 28 minutos, aproveitou um deficiente trabalho de marcação de Akturkoglou e aplicou uma meia-distância que, depois de a bola desviar em Otamendi, bateu Trubin.
O Benfica decidiu então regressar ao jogo e seis minutos depois Pavlidis, com um remate indefensável à entrada da área (depois de trabalho inteligente de Otamendi que, deslocado, se alheou ostensivamente da jogada), fez o 1-3 e só não foi para intervalo com 1-4 porque Akturkoglou falhou um ‘chapéu’ fácil, após oferta de Ferro.
MÁ SEGUNDA PARTE
Dificilmente a metade complementar podia ter começado pior para o Benfica, que pagou com língua de palmo um dos maiores defeitos do seu futebol: a equipa é francamente medíocre nas saídas de bola a partir do guarda-redes, que demasiadas vezes redundam em lances de perigo do adversário.
Desta vez, um passe frontal de Trubin apanhou Dramé a ganhar o lance a Pavlidis, e Banza a aproveitar para reduzir para 2-3. O nervoso miudinho regressou às hostes da Luz, os fantasmas do passado recente acordaram, e enquanto Kokçu e Akturkoglou se iam apagando, Di María dava sinais de pouca frescura e até Aursnes acertava pelo diapasão de Tomás Araújo e António Silva nos passes falhados, Bruno Lage demorou uma eternidade a mexer na equipa, ao contrário de José Faria que, com menos munição no banco, foi refrescando o onze à procura de fazer história.




Ia valendo ao Benfica o acerto de Manu e a fiabilidade de Otamendi, o que não era garantia suficiente para quem queria sair da Reboleira com os três pontos. Só aos 68 minutos, quando entraram Schjelderup e sobretudo Leandro Barreiro (intenso, afoito e atrevido, a apontar o caminho aos companheiros), o Benfica recuperou o controlo das operações. Onze minutos depois, foi a vez de Amdouni e Arthur Cabral entrarem em campo, numa altura em que o jogo já se estava a partir.
E foi Arthur Cabral, que inventou o lance que Dramé cortou com a mão, aos 85 minutos, que valeu castigo máximo para os encarnados, que o próprio avançado brasileiro se encarregou de falhar, rematando denunciado para defesa de Gudzulic.
O Benfica, que pensou que ia finalmente sossegar, continuou de coração nas mãos, sujeito aos ditames da sorte, no futebol direto escolhido pelo Estrela para tentar chegar ao empate. E aquilo que tinha condições para ser um jogo fácil, acabou como uma dor de cabeça, e um suspiro de alívio final, para os adeptos encarnados. Eriksson dizia muitas vezes aos seus jogadores que não havia jogos fáceis, havia, isso sim, jogos que se tornavam fáceis.
Mas tornar jogos fáceis não consta, pelos vistos do ADN desta equipa do Benfica.
DESTAQUES DO BENFICA:
Ponta de lança grego determinante na vitória das águias este domingo, na 20.ª jornada do campeonato.
MELHOR EM CAMPO - Pavlidis (7)
Depois dos três golos ao Barcelona e de outro à Juventus, Pavlidis continua intratável. Frente ao Estrela da Amadora correu muito, pressionou muito, foi, efetivamente, o primeiro defesa da equipa do Benfica. E foi ponta de lança. Protagonizou um duelo muito intenso com Dramé e saiu por cima. Aos 6’ desviou de cabeça a bola para depois Otamendi finalizar o primeiro golo; aos 10’ foi dele o toque que iludiu Dramé no lance do autogolo do Estrela; aos 34’ disparou para golo fantástico, o terceiro da equipa. Aos 50’ não segurou passe arriscado de Trubin no golo de Banza, mas não pode ser réu neste lance. Aos 62’ fez grande passe para Akturkoglu criar perigo e aos 71’ recuperou a bola quando estava rodeado de adversários e só falhou na finalização. O atacante grego fez um jogo muito bom, intenso e com golo.





(5) TRUBIN – Aos 28’ foi traído pelo desvio de Otamendi no golo de Travassos, mas a seguir encaixou bem um remate perigoso de Pinho e somou intervenções seguras. Aos 50’ entregou com risco a Pavlidis e acabou por sofrer o segundo golo.
(5) TOMÁS ARAÚJO - Sentiu dificuldades para lidar com a velocidade de Banza e depois com Fábio Ronaldo, mas controlou bem a maioria dos lances e mostrou qualidade com a bola nos pés.
(5) ANTÓNIO SILVA – Muito prático nas intervenções. Alguns passes despropositados e hesitações, mas também cortes importantes, como o que fez a Banza aos 43'.
(6) OTAMENDI – Segurança lá atrás e atrevimento no passe e na abordagem aos lances ofensivos de bola parada. Aos 6’ emendou remate de cabeça de Pavlidis e, oportuno, marcou o primeiro golo. Aos 34’ foi inteligente quando ficou parado e deixou a bola para Pavlidis disparar para o segundo golo.
(6) CARRERAS – Travassos deu-lhe muito trabalho e também por isso não teve o envolvimento ofensivo do costume, sobretudo na segunda parte. Na primeira passou com muito critério e combinou bem com Akturkoglu e Di María. Aos 42’ fez um grande passe desde a entrada da área da equipa a lançar Di María, que quase recebeu em situação de poder fazer golo.
(7) AURSNES – Impressionante a capacidade do médio norueguês para perceber o jogo, aparecendo à direita, à esquerda, a dobrar Tomás Araújo e Manu Silva, permitindo liberdade a Di María. Circulou a bola sem quase nunca a perder; aos 63’ disparou para defesa do guarda-redes e ainda foi ele quem lançou Arthur Cabral no lance em que o ponta de lança brasileiro ganhou penálti.
(7) MANU SILVA – Estreou-se a titular e, depois de uns minutos para se habituar ao espaço e à equipa, mostrou o porquê do Benfica o ter contratado. Bem na cobertura, na recuperação da bola e sobretudo no passe, quase sempre com apenas um ou dois toques, sempre para a frente, proporcionando chances de contra-ataque rápido. Foi ele quem recuperou a bola para Pavlidis marcar o terceiro golo e aos 80’ tentou a sorte, de cabeça, mas o remate saiu à figura do guarda-redes.
(5) KOKÇU - Solidário na pressão e recuperação da bola e qualidade na marcação dos cantos, resultando de um desses lances o segundo golo dos encarnados. Pouca capacidade para fazer a diferença no ataque, parecendo desgastado e sem ideias, até com alguns passes comprometedores.
(6) DI MARÍA - Não se fixou na direita e gozou de muita liberdade no ataque encarnado. Aos 10’ marcou um livre lateral que resultou no autogolo de Dramé e depois atravessou fase prolongada de pormenores, mas sem consistência. Foi quando se fixou à direita que voltou a ser mais perigoso, com grande cruzamento para Pavlidis (59’), belo entendimento com Aursnes (63’) e remates aos 64’ e 65’. Saiu lesionado pouco depois, aos 67’.




(6) AKTURKOGLU – Aos 5’ rematou com perigo à entrada da área e o extremo turco andou sempre próximo do golo, mas nem sempre tomou as melhores decisões ou definiu com qualidade. Aos 17’ desperdiçou ataque prometedor, mas aos 23’ ganhou em velocidade e ofereceu boa chance a Pavlidis; aos 47’ foi inteligente, conseguiu aproveitar um mau atraso de Ferro e fez um chapéu ao guarda-redes que, porém, raspou na trave. Aos 62’, dentro da área, faltou-lhe drible para concluir boa jogada. Foi intenso e nunca se escondeu. Passou para extremo direito quando saiu Di María.
(4) SCHJELDERUP – Apontou livre de qualidade aos 80’, mas não teve boa entrada no jogo e nunca se conseguiu envolver nele da forma correta.
(6) LEANDRO BARREIRO – Trouxe músculo ao meio-campo, nos duelos, e capacidade de aceleração para colocar a bola perto da área do Estrela. Aos 84’ recuperou a bola e iniciou ataque que terminou com Arthur Cabral a ganhar um penálti.
(5) AMDOUNI – Sem bola no ataque, soube recuar para a procurar e sobretudo para ajudar a defender.
(4) ARTHUR CABRAL – Poderia ter matado o jogo, mas falhou penálti. Aos 85’ fez remate de calcanhar, mas voltou a não enganar o guarda-redes.

domingo, 2 de fevereiro de 2025

BLINDAR O BENFICA

 


A estratégia de Bruno Lage faz sentido, mas...

A democracia é o pior dos regimes, à exceção de todos os outros. A frase que um dia disse Winston Churchill continua atual e transversal e quando pensamos nos clubes de futebol nem parece possível que os possamos viver de forma diferente.
Encontrar unanimidade num projeto e tranquilidade para o colocar em prática, de forma prolongada no tempo, será quase uma utopia. Tomando como exemplo os nossos maiores clubes — o Sporting precisou de vários anos, e muitos insucessos desportivos, para encontrar alguma estabilidade; o FC Porto viveu recentemente uma revolução, da qual ainda não se reergueu e continua a sofrer réplicas; o Benfica, em ano de eleições, dá sinais de estar fragmentado e as opiniões dividem-se sobre o melhor caminho. Na busca dele, é preciso equilibrar as emoções dos sócios e adeptos, de uma forma global muito dependentes da bola que entra ou bate na trave, do campeonato ganho ou perdido.
Numa mesma época, pela primeira vez, Sporting, Benfica e FC Porto mudaram de treinador. Percebe-se, pois, o discurso insistente de Bruno Lage. O treinador do Benfica quer blindar o balneário e pede aos adeptos para blindarem o estádio. Muito identificado com a realidade do clube encarnado, Lage quer ter os benfiquistas do lado dele e da equipa porque sabe que só assim será possível blindar um qualquer projeto que tenha aspirações a tornar-se exequível. Deseja o que provavelmente não é, nem poderia, ser possível: blindar o Benfica. Ou não estaríamos a falar de futebol, onde todos aspiramos a ser jogador, treinador e presidente.

Nélson Feiteirona, in a Bola

DÉRBI NO FEMININO TERMINA EMPATADO



 Benfica e Sporting igualam-se, em encontro com períodos de domínio alternado e equilíbrio entre rivais em partida jogada perante quase 20 mil espectadores na Luz.

Quase um terço do Estádio da Luz foi ocupado – pouco menos de 20 mil espectadores – para assistir ao confronto entre as duas crónicas candidatas ao título nacional: Benfica e Sporting entraram em campo separadas por três pontos… e assim saíram, após uma igualdade (1-1) motivada por um equilíbrio de forças mesmo nos diferentes períodos, de diferentes domínios, que a partida ofereceu, de maior emoção e velocidade (na primeira parte) ou mais disputada nos duelos e mais situações de transição.




O embate entre Benfica, líder isolado e ainda invicto no campeonato, e o Sporting, perseguidor direto cuja diferença pontual residia no confronto direto realizado pela primeira volta (triunfo das águias em Alvalade, por 2-0), começou promissor. As leoas tomaram as rédeas iniciais e obrigaram Lena Pauels a errar numa entrega, deixando a bola em Cláudia Neto, que entrou na área benfiquista e foi carregada em falta. Maiara Niehues assumiu a cobrança e colocou o Sporting na frente.
As leoas viam-se premiadas pelo quarto de hora inicial mais afirmativo e voltaram a estar próximas de marcar aos 13’, por Diana Silva que, de cabeça, obrigou Pauels a aplicar-se. Na resposta, o conjunto benfiquista colocou dez minutos de domínio, coroados com um primeiro aviso de Cristina Martin-Prieto num remate cruzado aos 14’, seguido do golo da igualdade, apontado pela espanhola num desvio colocado de cabeça na pequena área a dar seguimento a um primeiro desvio de Carole Costa após canto batido pela direita aos 17’.
A águia quase voltava a marcar logo depois, aos 19’, através de uma chegada de Andreia Faria à área a desviar a bola de Hannah Seabert, mas a fazê-lo em direção ao travessão. Nesta altura, o jogo desenrolava-se de forma rápida e as jogadas de perigo alternavam em cada área: o Sporting surgiu novamente com desenvoltura aos 24’, mas Pauels opôs-se bem a Diana Silva e a defesa encarnada bloqueou as tentativas de recarga das jogadoras leoninas, e pouco depois foi o Benfica a estar próximo de marcar, num remate cruzado de Lúcia Alves aos 29’.
O encontro perdeu emotividade e também alguma racionalidade – um par de interrupções retirou ritmo à partida e a segunda parte desenrolou-se com um registo mais físico ao qual o Sporting se adaptou mais rapidamente, tendo disposto de duas muito boas oportunidades para recuperar o comando do marcador: aos 61’, Maiara Niehues aproveitou algum espaço para atirar de meia distância e obrigou Lena Pauels a defesa apertada para canto, e aos 72’ Brittany Raphino protagonizou uma transição em alta velocidade mas, em desequilíbrio, atirou por cima.
Na resposta, aos 73’, é Lúcia Alves que quase marca, num remate cruzado que conheceu um desvio, e esse lance teve o condão de reacender um Benfica até então mais apagado ofensivamente, que tentou aproximar-se do triunfo no último quarto de hora da partida e nos instantes finais terminou a carregar na área sportinguista - aos 90+3, Christy Ucheibe galgou metros e empurrou a equipa para um final de jogo sobre a área adversária, mas o empate não se desfez.

O BENFICA E A LIDERANÇA

sábado, 1 de fevereiro de 2025

SUB/19: BENFICA VENCE GIL VICENTE

 


As jovens águias receberam e venceram o Gil Vicente e colam-se ao FC Porto na liderança da prova; Sporting cumpre na fase de manutenção

Ao segundo jogo, a primeira vitória, O Benfica recebeu e venceu o Gil Vicente por 2-1, na segunda jornada da fase de apuramento de campeão sub-19. Os galos, que foram a única equipa que saiu vencedora da primeira ronda, foram um osso duro de roer e seguraram o empate até ao intervalo.
No segundo tempo, o Benfica resolveu a questão em cinco minutos e à hora de jogo já vencia por 2-0, graças a golos de Tomás Soares (54´) e Francisco Silva (57´). Até ao final, o Gil Vicente ainda reduziu por intermédio de Rodrigo Macedo (90+2´). Com esta vitória, os comandados de Luís Araújo colam-se ao FC Porto que esta manhã venceu o Braga por 2-1.
Nos restantes jogos da jornada, o duelo entre o Vitória SC e o Tondela e a receção do Torrreense ao Académico de Viseu terminaram empatados a uma bola. Ao fim de duas jornadas, apenas FC Porto, Benfica e Gil Vicente venceram na fase de apuramento de campeão.
Já na fase de manutenção, o Sporting venceu o Belenenses (2-1) e subiu ao topo da Série Sul. Hugo Fernandes (5´) ainda adiantou os azuis, mas Diogo Martins (8´) e Frederico Gomes (50´) consumaram a reviravolta e a vitória leonina.
Resultados completos
Série Norte
Chaves-Nogueirense: 1-0
Oliveirense-Feirense: 1-3
Rio Ave- Famalicão (Amanhã)
Série Sul
Farense-Mafra: 1-5
Sporting- Belenenses: 2-1
Casa Pia Lusitânia (Amanhã)

ROUBO MONUMENTAL NO BENFICA B

 


UEFA CHAMPIONSLEAGUE PODE TER DÉRBI ENTRE BENFICA E SPORTING



E que tal um dérbi entre Benfica e Sporting na UEFA Champions League?
Os rivais lisboetas nunca se cruzaram em provas europeias, mas a estreia pode proporcionar-se na presente edição da principal competição europeia de clubes. Esse cenário ficou confirmado no sorteio do play-off, realizado esta sexta-feira, já que Benfica e Sporting ficaram do mesmo lado do caminho para a final de Munique.
O dérbi pode surgir nos quartos de final, mas para tal é preciso que ambos os representantes portugueses passem duas eliminatórias. O Benfica vai reencontrar o Mónaco no play-off, sendo que depois, caso consiga o apuramento, defronta Liverpool ou Barcelona nos oitavos de final. O Sporting vai jogar o play-off com o Borussia Dortmund, e depois, se chegar à ronda seguinte, tem Lille ou Aston Villa como potenciais opositores.
Caso queira começar a olhar para o calendário, a pensar no tal cenário de um dérbi nos quartos de final, fique a saber que os jogos da primeira mão serão disputados a 8 ou 9 de abril, e depois a segunda mão a 15 ou 16 do mesmo mês.

APURADOS CONTRA A PIOR JUVENTUS DOS ÚLTIMOS 30 ANOS!!!

 


"Juventus 0 - 2 Benfica

Chegamos a Turim após duas derrotas - uma com o Barcelona, muito injusta, e outra com o Casa Pia, penalizante.
A vontade de pegar em tudo leva a que até os grupos formados no relvado do Juventus Stadium sirvam de motivo de crítica. Como se não houvesse em todos os balneários afinidades culturais, afinidades de língua, sei lá o quê mais. Quando os argentinos, por exemplo, fazem churrascos e postam fotografias nas redes sociais, toda a gente acha muito bem. Estarem descontraidamente juntos num relvado é razão de balneário dividido em grupos.
O empate basta, mas jogar para o empate, já se sabe, é fatal como o destino, é meio caminho para a derrota.

VAMOS LÁ AO JOGO!
(em direto, a sofrer no sofá, em Portugal)
00 Carreras, o nosso jogador em melhor forma, ausência de peso. Com Beste no banco, será Bah a jogar à esquerda e Tomás à direita. No resto, escolhas sem surpresas de Bruno Lage.
00 Belo apoio dos Benfiquistas em Turim. Não se vão calar de certeza - é sempre assim.
02 Caramba, já podíamos ter marcado por duas vezes. E agora, enorme defesa do Trubin. Que começo louco!
06 Fdx, Schjelderup, esta - que "assistência" do Pavlidis! - era para faturar, sozinho em frente ao Perin.
13 O PSG marca em Stuttgart - isto é bom, têm os dois 10 pontos como nós, o empate não nos interessa nada, ficariam os dois com 11. A vitória de um deles é praticamente a garantia do nosso apuramento, qualquer que seja o resultado de Turim.
16 Gooooooooooolo! PA-VLI-DIS!!! Mas o trabalho é todo - surpreendam-se! - do Bah, com excelente antecipação e depois assistência para o Pavlidis mandar com acerto para a baliza do Perin.
17 2-0 para o PSG!!! 20 Muito bem no jogo o Benfica, a pressionar bem a saída de bola deles, a provocar-lhes os erros, a conseguir recuperações em zonas altas.
21 O Bolonha a marcar em Alvalade - o Sporting tem também 10 pontos, está na luta pelo apuramento connosco.
30 O manhoso do 10 da Juventus a ficar no chão a ver se o VAR aplica algum castigo ao Florentino. Bola dividida, sem qualquer falta, sem qualquer razão para a fita.
35 Notas especiais para o Florentino-ladrão-de-bolas-Luís, importantíssimo em jogos deste nível, não vale a pena contestarem-no, e para o jogo aéreo defensivo, lá nas alturas, do capitão Otamendi. E o PSG a fazer 3-0 na Alemanha!
40 Não sei se sou só eu, mas estou a gostar mais do Bah à esquerda do que à direita. Tem estado impecável para além da importantíssima assistência no golo.
45+2 Mais uma recuperação alta, desta vez do Aursnes, e o Pavlidis, bem posicionado, a perdoar em frente ao Perin. É mesmo assim: final da primeira parte com resultado curto para o Benfica. Mas mais uma boa notícia: o City, que recebe o Brugge, e ganhando faz 11 pontos, está a perder. Mas o Dínamos Zagreb está com 11 com a vitória sobre o Milan.
46 No arranque da segunda parte estamos em 17º.
50 Primeira jogada de perigo na segunda-parte é nossa - remate falhado do Kokcu, de fora da área, depois de assistência açucarada do Di María, que tem aparecido pouco no jogo.
60 Estamos a recuar linhas, eles estão a criar perigo, o Otamendi vai colecionando cortes oportuníssimos e o Trubin obrigado a maior atividade. Entretanto, o City já ganha.
65 Enfim uma boa jogada, uma boa combinação ofensiva, com remate do Kokcu... para fora!
70 Vêm aí Aktur e Barreiro. Gostei muito da primeira parte, nesta não estamos tão fortes na pressão alta e por isso estamos mais recuados. Di María ovacionado ao abandonar o campo.
75 Bolas na nossa área... porra de sofrimento, mesmo quando não são muito perigosas! A ver se o Leandro ajuda a recuperar a pressão mais alta. Trubin obrigado agora a mais uma defesa apertada.
76 O Leandro Barreiro gastou os golos todos contra o Famalicão? Que passe para o Perin...
80 E agora sim, o Kokcu, à terceira, mete-a lá dentro. Mais uma grande jogada ofensiva e desta vez a conclusão é certeiríssima. Golo!
82 Estamos outra vez por cima do jogo. Bendito golo. E o Akturkoglu ia marcando outro com bomba fora da área a rasar o poste. Ouvem-se os adeptos: tudo a saltar, tudo a saltar, SLB, SLB!
90 O Benfica a fechar muito bem em frente à área, sem os deixar criar oportunidades.
90+3 Já está. Estamos lá, excelente exibição, excelente resultado, parabéns a todos, muito importante depois dos últimos acontecimentos.
Encontramo-nos domingo na Amadora!
Benfiiiicaaaaaaa!!!"

Jaime Cancella de Abreu, in Facebook