segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

JULIAM WEIGL | JANEIRO É MÊS DE DECISÕES PARA O ALEMÃO



 "O mês de Dezembro deu nova vida ao alemão Julian Weigl. Da desconfiança generalizada à retoma da titularidade que tinha perdido aquando da chegada de Jorge Jesus, foram surgindo de forma persistente notícias do interesse do SL Benfica noutros talentos, com William Carvalho à cabeça, que puseram o seu lugar em risco.

De Sevilha pediram 18 milhões, e Julian Weigl aproveitou a deixa para elevar o nível e obrigar o técnico português a admirar as suas qualidades – quando marca de fora da área, ao Lech Poznan na Luz, a reacção de Rui Costa, que segredou ao ouvido de Jesus, parece agora premeditação clara do que se seguiria.
A poucos dias do mercado de Janeiro, ganha nova vida o trinco moderno que o BVB Dortmund deixou fugir há exactamente um ano, por 20 milhões.


(3:30, Rui Costa e Jesus)
2020-21 começou com a aposta insistente em Gabriel como primeiro elemento do meio-campo, num recuo já esperado dadas as características contrastantes do brasileiro com as dos habituais box-to-box do 4-4-2 jesuíta.
Conjugou bons pormenores com dificuldades posicionais, nunca dando a segurança necessária ao sector mais recuado da equipa com a sua apetência excessiva para o passe longo desordenado.
Weigl afundava-se entre os suplentes, bode expiatório que era da má segunda volta de 2019-20 – o estilo perfumado não ajudou à sua aceitação numa cultura futebolística ainda ultradependente dos varredores na posição.
O alemão só seria titular à quinta jornada, na vitória (2-0) frente ao Belenenses SAD na Luz; na jornada seguinte, entrava ao intervalo no descalabro do Bessa e já não participaria na derrota frente ao SC Braga de Carvalhal. Depois, foi infetado pela COVID-19, problema apenas ultrapassado nos finais de Novembro.
A lesão de Gabriel no último mês propiciou a consolidação de Julian ao lado de Taarabt no miolo e as indicações têm sido positivas: o culminar da sua evolução aconteceu em Barcelos, em jogo dificil frente ao Gil Vicente FC – onde os 97,3% de sucesso no passe durante os 82 minutos jogados o aproximaram dos seus melhores tempos, ainda que não tenha libertado completamente o génio criativo, faltando ainda assumir-se a tempo inteiro como o primeiro municiador dos artistas da frente.
Mas, a sua timidez em campo talvez seja compreendida através de um paralelismo com o final da sua primeira época na Alemanha. Depois de 51 jogos em 2015-16, Weigl explicava nesse Verão os processos simples do seu jogo: «O ano passado foi o meu primeiro, nem sempre á fácil confiar em mim mesmo para tentar o último passe. Assegurando a mesma forma do ano transacto, talvez consiga dar o próximo passo na minha evolução, tirar mais jogadores do jogo com os meus passes e ser mais atacante», dizia em Setembro, referindo um dos aspectos que muita da imprensa e, consequentemente, a massa adepta, aponta ao seu futebol: a pouca verticalidade das suas acções com bola, argumento impaciente que até José Cid fez questão de extrapolar.



No seguimento, confirmou todas as intenções. 2016-17 foi o ano da afirmação de Julian em contexto internacional, na boa caminhada do entusiasmante Borussia de Tuchel na Liga dos Campeões, onde só caíria aos pés de outra equipa-sensação – o Mónaco de Leonardo Jardim (na Bundesliga foram terceiros e venceriam a DFB Pokal). Weigl funcionava com o pêndulo responsável pela estabilidade de um bloco ultra-ofensivo, onde Kagawa, Reus, Aubameyang, Dembéle e Gotze confiavam na sua capacidade de equilibrar taticamente a equipa para dinamitarem as defensivas adversárias – os 113 golos durante toda a temporada comprovam-no, particularmente os 21 na fase de grupos da Champions.


(1:10, início das referências ao papel de Weigl)
No Benfica, o impacto tem sido muito aquém do esperado. Apesar da grande confiança de Bruno Lage no seu talento e da boa opinião do Jorge Jesus, tem demorado a convencer o novo treinador sobre as suas competências defensivas.
As boas indicações da sua promissora carreira não chegaram para assegurar o lugar nos novos projectos e Weigl teve que ultrapassar vários obstáculos para encontrar o seu espaço na equipa e nas graças da generalidade da massa adepta – transformou-se em alvo da comunicação social, que aproveitou a instabilidade desportiva para divagar sobre as causas de tanta demora na consolidação do alemão no onze encarnado.
Desde o suposto desentendimento com Jesus antes do jogo em Salónica, até à vontade do próprio em voltar à Bundesliga, muitas foram as motivações para as persistentes manchetes com os nomes na lista de sucessão, stock ilimitado de argumentos a favor da contratação de William ou Arão.



Resta saber o que se seguirá no próximo mercado de transferências, onde esta sequência de jogos a titular torna a dúvida geral numa pergunta em forma de encruzilhada: será real a aparente definitiva aposta de Jesus em Weigl como dono da posição ‘6’ ou, pelo contrário, estas titularidades servirão apenas como isco para algum tubarão morder na Luz, desembolsando bom (e necessário) dinheiro pelo passe do médio alemão?
A resposta será dada a partir de dia 1, numa janela que promete muitas movimentações no plantel e que ditará o sucesso da época encarnada. A ficar, não há dúvidas de que Julian Weigl será um dos esteios do onze benfiquista na procura de todos os títulos que disputa."

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA | ANTEVISÃO #SLBPSC

                                                   

REALIZAÇÃO DE WEBINAR SOBRE O DESPORTO



 "A ReLeCo – Educação Desportiva, Corpo e Ética, integrada no CeiED/ULHT, vai promover um webinar sobre a “Organização da atividade conjunta no processo de ensino-aprendizagem. Uma perspetiva sócio-construtivista aplicada ao contexto da educação física e desporto”, no dia 15 de janeiro de 2021, das 18h às 19h, via Plataforma Zoom. O orador convidado será o Professor Doutor Bruno Avelar Rosa, da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra e partner da Qantara Sports. A entrada é livre.


Plataforma Zoom:
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/83579531018?pwd=VVFyaHIxS04rTllBSkplbTMzTE94QT09
ID da reunião: 835 7953 1018
Senha de acesso: 038787

Segundo as palavras do Presidente da Federação Portuguesa de Andebol (jornal Público, 10.06.2020), é necessária uma “bazuca” para o desporto. Assim sendo, cremos que este momento de reflexão pacífica poderá ajudar na definição de estratégias de governância. A centralização da regulação do Estado é percebida como uma forma de impor decisões unilaterais sem a concertação dos atores do desporto. Quando se trata desta matéria, o Estado é confrontado com um forte constrangimento financeiro e tem dificuldades em colmatar as desigualdades de desenvolvimento e de equipamentos entre os territórios e as modalidades. Por outro lado, algumas modalidades desportivas são muito populares e mediatizadas, dispondo de importantes recursos, enquanto outras são relativamente ignoradas pelos atores económicos. E, no seio de uma mesma modalidade, pode existir fortes desigualdades entre os clubes. Não devemos esquecer que o desporto, para além do exercício físico, concorre para a saúde pública e para a educação e formação dos cidadãos e reveste, desde a sua origem, uma dimensão social importante."

BALANÇO DAS MODALIDADES DE PAVILHÃO



 "Neste fim de semana celebrámos a conquista da Taça de Portugal 2019/20 pelas nossas futsalistas, que continuam, assim, a exercer o domínio da modalidade. Tratou-se da sexta vez, em sete edições, que o Benfica se sagrou vencedor na prova, mais um feito de uma equipa que tem dado muitas alegrias aos benfiquistas. No Campeonato, ainda na primeira fase, as tricampeãs nacionais em título ocupam o segundo posto na Zona Sul.

Quanto às restantes equipas femininas, no andebol, não obstante a aposta benfiquista recente no regresso à competição nesta modalidade, encontramo-nos no segundo posto da classificação com seis jogos disputados e continuamos na Taça de Portugal. No basquetebol, cujo primeiro troféu ao mais alto nível no nosso historial foi ganho na temporada passada, lideramos a classificação na fase regular da Liga Skoiy ao fim de dez jornadas. No hóquei em patins, as heptacampeãs nacionais apuraram-se para a 2.ª fase e seguiram em frente na Taça de Portugal. E, no voleibol, na época de regresso à Primeira Divisão, a nossa equipa está no sexto lugar com apenas 12 jogos realizados (os dois primeiros classificados, por exemplo, já contabilizam 17 jogos).
Relativamente às equipas masculinas, a nossa equipa de andebol encontra-se no terceiro lugar, tendo sofrido apenas uma derrota nos 13 jogos em que participou (menos um jogo que o segundo e dois que o líder). Esta é uma temporada em que o Benfica se apresenta como candidato a lutar por todas as competições e procura elevar o seu nível competitivo face a anos anteriores.
No basquetebol, estamos presentemente no quarto lugar da tabela classificativa. O começo de época atribulado, devido ao surto de COVID-19 no plantel, impediu a preparação ideal para o início das competições, mas o grupo de trabalho continua a treinar afincadamente para estar bem na hora das decisões.
No futsal, ao fim de 14 jornadas, partilhamos a liderança do Campeonato em igualdade pontual com o Sporting. Ambos somam apenas vitórias, exceto no confronto entre si, em que se verificou um empate em Alvalade.
No hóquei em patins, cujo primeiro troféu da temporada, a Taça 1947, foi conquistado pela nossa equipa, ocupamos a quarta posição com um jogo por realizar. Em ano de novo formato competitivo (após a fase regular seguir-se-ão playoffs), o objetivo mantém-se: ser campeão nacional.
No voleibol, em que já conquistámos a Supertaça, somos líderes invictos da fase regular. Há a lamentar a eliminação da competição europeia, o que não desmerece a nossa equipa tendo em conta a muito elevada dificuldade da eliminatória (disputada num só jogo, na Turquia, com os turcos do Halkbank).
À exceção dos projetos mais recentes, como são os casos das equipas femininas de voleibol e andebol, o Benfica apresenta-se como candidato a vencer todas as competições nacionais de cada uma das modalidades em que participa. É com esse objetivo que todas as nossas equipas trabalham arduamente. 
De Todos Um, o Benfica!"

VITÓRIA ENCERRA ÚLTIMO FIM DE SEMANA DE 2020



 Ultrapassado o CPN Basket, a equipa feminina de basquetebol do Benfica volta a jogar no dia 30 de dezembro, com a AD Vagos.

A equipa de basquetebol feminino do Benfica venceu, neste domingo, o CPN Basket, por 40-97, em desafio da 10.ª jornada da Liga Skoiy.
No Pavilhão Municipal de Ermesinde, a formação liderada por Eugénio Rodrigues já estava em clara vantagem ao intervalo (20-52), depois de um 1.º período de 9-25.
A distância aumentou já na segunda parte (29-78 no 3.º período), levando as encarnadas a vencer o encontro por 40-97.
O Benfica volta a jogar no dia 30 de dezembro, com a AD Vagos, num desafio agendado para as 20h30.
CPN Basket-Benfica, 40-97
FICHA
Local Pavilhão Municipal de Ermesinde
Cinco do
Benfica Joana Soeiro, Mariana Carvalho, Laura Ferreira,
Japonica James e Altia Anderson
1.º período 9-25
2.º período 20-52
3.º período 29-78
4.º período 40-97
Marcadoras
do Benfica Japonica James (33), Mariana Carvalho (11), Sofia Ramalho (10), Joana
Soeiro (9), Altia Anderson (8), Ana Barreto (8), Laura Ferreira (8),
Carolina Gonçalves (6) e Carolina Aguiar (4)

EQUIPA FEMININA: FILIPA PATÃO É A TREINADORA

 


Aos 31 anos, a técnica está perfeitamente integrada nos métodos multidisciplinares de gestão do Clube.

Após um breve período de férias de Natal, a equipa feminina de futebol do Sport Lisboa e Benfica regressa na terça-feira aos treinos diários na Tapadinha. A assumir o comando dos trabalhos no relvado estará já em funções um corpo técnico completamente renovado que terá em Filipa Patão a treinadora principal.
A acompanhar a até agora técnica adjunta das seniores e coordenadora dos escalões jovens femininos, que treinava a equipa B e as Sub-19, estarão os adjuntos Tiago Carmo, André Vale e Marco Sousa, bem como o técnico de guarda-redes Pedro Espinha — todos são quadros das Escolas de Futebol do Clube.
Filipa Patão foi internacional por Portugal, tendo conquistado como futebolista — entre a Sociedade União 1.º dezembro e o Clube de Futebol Benfica — sete Campeonatos, seis Taças de Portugal e uma Supertaça. É uma jovem, mas já experiente treinadora, com percurso de 13 anos nas Escolas de Futebol do Clube, em equipas de formação e de competição.
Na primeira época oficial de futebol feminino no Clube, ficou associada a vários títulos dos conjuntos de formação: Campeonato Distrital Sub-17 e Taça Nacional Sub-15. Aos 31 anos, Filipa Patão está perfeitamente integrada nos métodos multidisciplinares de gestão do Clube, dinâmicas aplicadas atualmente tanto no Benfica Campus como nas Escolas de Futebol.
Tem também investido na evolução de conhecimentos técnicos e teóricos; é licenciada em Educação Física e Desporto Escolar, possui mestrados em Ensino e em Futebol e está a terminar o nível III (UEFA A).
ndré Vale era o treinador dos seniores do Clube Atlético e Cultural da Pontinha; Tiago Carmo e Pedro Espinha arrancaram a presente temporada na equipa B feminina. O primeiro acumulará função nas seniores com a orientação das B e Sub-19, o segundo trabalhou anteriormente com os homens que defendem as balizas do FC Famalicão; Marco Sousa é e continuará a ser, também, o técnico das Sub-17. Filipa Patão mantém a coordenação de todos escalões femininos de formação.

JORNALEIROS EM ÊXTASE: TUDO AO MARQUÊS


 

domingo, 27 de dezembro de 2020

6ª TAÇA DE PORTUGAL

 


Benfica ergue a 6.ª Taça de Portugal de futsal feminino

Troféu referente a 2019/20, que não se realizou, como habitual, no final da temporada passada devido à pandemia da COVID-19.
O Benfica conquistou, neste domingo, a 6.ª Taça de Portugal de futsal feminino do palmarés, a 5.ª consecutiva, depois de superar o GD Chaves (5-0), no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos.
A formação liderada por Pedro Henriques foi a primeira grande finalista… Depois de eliminar, no sábado, o Santa Luzia FC, por 3-1, carimbou a presença na grande decisão da prova-rainha. Mais tarde, o GD Chaves ultrapassava o ACDR Arneiros, no desempate por grandes penalidades (5-4), após uma igualdade a duas bolas, que persistiu até ao fim do prolongamento.
A primeira oportunidade de perigo do Benfica, com mais posse de bola nos minutos iniciais, chegou aos 2', com um remate de Janice ao lado da baliza à guarda de Jéssica Figueiras.
O golo chegaria aos 7', depois de vários lances flagrantes – inclusive uma bola ao poste de Inês Fernandes, aos 4' –, com Sara Ferreira, de pé direito, a aproveitar o espaço permitido pela defesa do GD Chaves e a atirar para o 1-0. Foi o 5.º golo da camisola 10 do Benfica na prova.
O GD Chaves reagiu e, aos 9', após um contra-ataque rápido, respondeu com um chapéu de Catarina Silva, a sair ligeiramente ao lado da baliza de Ana Catarina. Resultado ao intervalo: 1-0.
Início do segundo tempo e o Benfica a aumentar a vantagem aos 26'. Grande trabalho de Sara Ferreira, com a guarda-redes Jéssica Figueiras a defender, mas, na recarga, Maria Pereira cabeceou para o 2-0, o 3.º golo da conta pessoal na competição.
A atingir a meia hora de jogo (29'), Sara Ferreira chegava ao bis, depois de um bom remate à distância (3-0).
Aos 30', a capitã do GD Chaves viu cartão vermelho direto depois de um corte com a mão a evitar a bola de chegar à baliza de Jéssica Figueiras. Janice aproveitou a superioridade numérica do Benfica e, aos 31', disparou para o 4-0.
Fifó não quis ficar de fora da lista de marcadoras e, à passagem do minuto 38, fez o 5-0. Grande arrancada de Sara Ferreira pela direita, a dar para Fifó, que só teve de encostar.
Com cinco golos sem resposta, o Benfica ergue a 6.ª Taça de Portugal do palmarés em sete edições da prova, a 5.ª consecutiva.
DECLARAÇÕES Pedro Henriques (treinador do Benfica): "Antes de mais, dar os parabéns à Federação Portuguesa de Futebol pelo esforço que fez em terminar esta prova do ano passado. Parabéns e obrigado. Em relação ao jogo, já esperávamos isto… Foi um jogo de muita paciência. Custou entrar o primeiro golo, mas, a partir daí, o resultado foi o que foi. Mais uma taça que vamos levar para o Museu Benfica – Cosme Damião. Parabéns a todos."
[O que ainda se pode esperar desta equipa?] "Esta equipa motiva-se dia a dia, a cada treino. É um grupo que quer cada vez mais e não sei onde isto poderá chegar. Estou cá para tentar fazer o melhor e levar o Benfica aos patamares que queremos."
Sara Ferreira (jogadora do Benfica): "Significa muito trabalho, muito empenho. Há quem diga que é sorte, mas acho que não. Trabalhamos diariamente para isto, para estarmos preparadas. Demos uma boa resposta, mas quero dar também os parabéns aos outros três finalistas [Santa Luzia FC, ACDR Arneiros e GD Chaves]. É de louvar o esforço dessas equipas, é difícil a logística de jogar uma prova depois do Natal, não somos profissionais. Correu bem para nós, estamos felizes e vamos festejar. É sempre bom marcar, mas o mais importante é a vitoria da equipa."
SL Benfica-GD Chaves
FICHA
Local Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos
Cinco inicial
do Benfica Ana Catarina, Inês Fernandes (C), Fifó, Raquel Santos e
Janice
Suplentes Maria Inês Cabral, Catarina Lopes, Claudinha, Ana Pereira, Sara
Ferreira, Helena Nunes e Beatriz Sanheiro
Ao intervalo 1-0
Marcadoras
do Benfica Sara Ferreira (7', 29'), Maria Pereira (26'), Janice (31'), Fifó (38')

DERROTA NOS BÊS



 Maturidade do adversário foi crucial

O Benfica perdeu frente ao Penafiel por 2-0 no jogo da 13.ª jornada da II Liga.
A equipa B do Benfica deslocou-se, este domingo, ao Estádio Municipal 25 de abril, onde perdeu para o Penafiel (2-0) no jogo da 13.ª jornada da II Liga.
Primeiros quinze minutos mornos, com ambas as formações a tentarem impor-se no jogo, mas sem grandes ocasiões de perigo. Aos 18', o panorama mudou e o Penafiel abriu as contas do marcador através do cabeceamento de Paulo Henrique, que resultou no primeiro golo para a equipa da casa: 1-0.
O Benfica tentou chegar novamente à igualdade, mas não conseguiu concretizar até ao intervalo e foi para o balneário com o marcador favorável ao adversário: 1-0.
O árbitro apitou para o início da segunda parte e passados quatro minutos (50'), o Penafiel remexeu no placard: Ronaldo Tavares surpreendeu o guardião encarnado e fez o 2-0 no Estádio Municipal 25 de abril.
Aos 57', Renato Paiva (que realizou o último jogo ao comando da equipa B do Benfica), fez as primeiras alterações na equipa: entrou Tiago Gouveia e Ronaldo Camará para o lugar de Pedro Ganchas e Vukotic.
Vontade para furar a defensiva contrária não faltava, mas o Penafiel não facilitou a vida aos encarnados... Apesar da insistência das águias, até ao final da partida não surgiram ocasiões de perigo, o marcador não sofreu alterações e o conjunto visitado levou a melhor por 2-0.
A equipa B do Benfica, a partir de agora liderada por Nélson Veríssimo, volta a entrar em ação no dia 3 de janeiro de 2021, altura em que recebe a UD Oliveirense para o jogo da 14.ª jornada da II Liga.
Penafiel-Benfica B, 2-0
FICHA
Local Estádio Municipal 25 de abril
Onze do
Benfica Svilar, Fábio Baptista (Rafael Brito, 74'), Morato, Tomás Araújo, Pedro
Ganchas (Tiago Gouveia, 57'), Diogo Mendes (Filipe Cruz, 74'), Vukotic
(Ronaldo Camará, 57'), Paulo Bernardo, Kevin Csoboth, Tiago Araújo e
Henrique Araújo (Zé Gomes, 74')
Suplentes Carlos Santos, Zé Gomes, Samuel Pedro, Tiago Gouveia, Ronaldo
Camará, Rafael Brito, Filipe Cruz, Tomás Azevedo, Gonçalo Loureiro
Ao intervalo 1-0
Boletim
Clínico Sandro Cruz (lesão muscular na coxa direita); Diogo Capitão (status
pós-cirúrgico ligamentoplastia do cruzado anterior no joelho
esquerdo); Jair Tavares (lesão muscular na coxa direita); Godfried
Frimpong (lesão muscular na coxa esquerda); Kalaica (lesão muscular
na coxa esquerda); Daniel dos Anjos (miocardite aguda pós infeção por
COVID-19); Umaro Embaló (infetado com COVID-19)