Carlos Móia: “Valor encontrado neste jogo vai para o Mali”
Fonte: Site Benfica
Decorreu, esta segunda-feira, no Camarote Presidencial do Estádio da Luz, a conferência de imprensa de apresentação do jogo de solidariedade “Um gesto contra a fome”. O presidente-executivo da Fundação Benfica, Carlos Móia, foi um dos intervenientes e optou por enquadrar o papel da Fundação do Clube na sociedade e a importância de um jogo com o cariz social que este terá.
“Muito obrigado à Fundação e ao Luís Figo. Uma parceria fantástica e não se poderia encontrar melhor pela projecção que a Fundação Luís Figo tem em Portugal e a nível internacional. Os meus agradecimentos também para a ACNUR este “Gesto contra a fome”. O valor encontrado neste gesto vai canalizar-se, por parte da ACNUR, para o Mali que sofre, neste momento, uma situação gravíssima de fome”, começou por revelar.
Sobre se este jogo poderá atingir uma receita semelhante à atingida no jogo contra a pobreza, o presidente-executivo da Fundação Benfica disse: “Gostaria que isso acontecesse. Peço às pessoas para que venham e ajudem. O bilhete para o jogo custa 10 euros. Gostaríamos de rondar as 50 mil pessoas no Estádio.”
Carlos Móia recordou ainda momentos relevantes da vida da Fundação Benfica nos últimos anos. “O último jogo que realizámos foi “Um gesto contra a pobreza” e o dinheiro reverteu para o Haiti, depois fomos sensíveis ao acidente na Madeira e fomos os únicos que fomos ao Arquipélago entregar três apartamentos a pessoas carenciadas. Nesta sequência, este jogo [Um gesto contra a fome] vem nessa linha”, frisou.
Apesar de ser um jogo com carácter solidário, a partida a realizar no Estádio da Luz tem outro ponto de interesse: “Este é um jogo de solidariedade, mas é uma oportunidade de ver os craques que o Figo personaliza, consciencializar as pessoas da grandeza que o Clube e a Fundação Benfica pretendem ter.”
A finalizar a sua intervenção, o dirigente informou as áreas em que a Fundação Benfica se insere. “A Fundação Benfica tem 600 crianças que são acompanhadas diariamente por 70 pessoas. Têm apoio médico, alimentar e também no Desporto. Acabou o ano lectivo, e chegámos à conclusão que reduzimos, em dois anos, o absentismo destas crianças para um quarto”, elogiou.
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